
Suzane von Richthofen voltou ao centro de um dos crimes mais marcantes do país ao aceitar revisitar, em um documentário inédito, o assassinato dos próprios pais, Manfred e Marísia von Richthofen. Com informações do Globo.
Condenada a 39 anos de prisão e hoje em regime aberto, ela aparece na obra reconstruindo o passado sob sua própria versão, em um relato que mistura lembranças da infância, conflitos familiares, a relação com Daniel Cravinhos e tentativas de se distanciar da execução do duplo homicídio. O material, que tem o título provisório de “Suzane vai falar”, foi exibido apenas em uma pré-estreia restrita da Netflix e ainda não tem data oficial de lançamento.
No documentário, Suzane descreve a casa onde viveu como um ambiente frio, sem afeto e marcado por cobranças. “Eu vivia estudando. Era só nota alta. Tirava 9 e 10 em todas as matérias. Não tinha demonstração de amor, nem deles pra gente, nem da gente pra eles. Minha vida era brincar com o meu irmão”, sustentou Suzane.