domingo, 25 de janeiro de 2026

VÍDEO: Comentário ao vivo expõe atraso de Ana Maria Braga na Globo


Ana Maria Braga e os apresentadores Cristina Ranzolin e Marco Matos. Foto: Reprodução/Redes Sociais

Apresentadores de um telejornal da RBS, afiliada gaúcha da TV Globo, protagonizaram uma polêmica ao comentarem, ao vivo, um atraso no encerramento do programa “Mais Você”. O episódio ocorreu durante o “Jornal do Almoço”, exibido na sexta-feira (23), e envolveu os âncoras Cristina Ranzolin e Marco Matos.

A situação teve como alvo a apresentadora Ana Maria Braga, cujo programa terminou além do horário previsto, atrasando o início do noticiário local. Logo na abertura do jornal, os apresentadores mencionaram o início tardio da atração e atribuíram o atraso ao programa matinal.

Durante a transmissão, Marco Matos destacou que o telejornal começou depois do horário habitual, enquanto Cristina Ranzolin afirmou que o atraso estaria acontecendo com frequência. As falas foram feitas de forma direta e sem edição, chamando atenção do público.

A repercussão foi imediata nas redes sociais e também nos bastidores da emissora. Segundo informações apuradas pela coluna Fábia Oliveira, do Metrópoles, a Globo não teria aprovado a crítica pública feita por jornalistas contra um programa nacional da própria casa, e a afiliada teria sido procurada para tratar do caso.

Veja o vídeo:

Fonte: DCM com informação da coluna da jornalista Fábia Oliveira, do Metrópoles

Recaída? Zé Felipe reconhece copo com rosto de Ana Castela e se declara: “Sovaco lindo”


Zé Felipe reconhece à distância copo com rosto de Ana Castela, vê admirado e solta declaração inesperada — Foto: Reprodução/Instagram

Zé Felipe viralizou nas redes sociais após ser filmado durante um show em Quirinópolis, no interior de Goiás, na noite de sexta-feira. No vídeo, o cantor reconhece à distância um copo personalizado com o rosto da ex-namorada, Ana Castela, exibido por uma pessoa na plateia, e reage de forma espontânea, com sorriso e expressão de surpresa, o que rapidamente chamou a atenção do público.

As imagens mostram Zé Felipe interrompendo a apresentação por alguns segundos ao perceber o objeto, observando com atenção e demonstrando admiração antes de fazer um comentário que não foi totalmente audível no registro, mas que foi interpretado pelos fãs como uma declaração inesperada. A cena foi compartilhada em diferentes plataformas e passou a circular amplamente, impulsionada pela curiosidade em torno da relação passada entre os dois artistas.

A reação do cantor gerou intensa repercussão entre internautas, que passaram a especular sobre o significado do gesto e a relembrar o relacionamento entre Zé Felipe e Ana Castela. Até o momento, nenhum dos dois se manifestou oficialmente sobre o episódio, que segue sendo tratado como um momento espontâneo ocorrido durante o show.

Fonte: DCM

Camilo Santana defende que Haddad dispute eleição em São Paulo

Ministro da Educação afirma que chefe da Fazenda não pode decidir sozinho e diz que eventual candidatura faz parte de um projeto nacional liderado por Lula

       Camilo Santana defende que Haddad dispute eleição em São Paulo (Foto: © Luis Fortes/MEC)

O ministro da Educação, Camilo Santana (PT), afirmou que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), não pode tratar como uma decisão estritamente pessoal a sinalização de que não pretende disputar cargos eletivos nas eleições deste ano. Segundo Santana, Haddad integra um projeto político mais amplo, conduzido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e deve considerar esse contexto ao definir seu futuro político.

A declaração foi dada em entrevista ao jornal O Globo, divulgada neste domingo (25), e ocorre em meio às articulações do Palácio do Planalto para convencer Haddad a concorrer novamente ao governo de São Paulo, como mostrou a CNN. Em 2022, o atual ministro da Fazenda disputou o segundo turno contra Tarcísio de Freitas (Republicanos), mas acabou derrotado.

“Haddad cumpriu um papel importante em 2022 e representa algo muito maior. Então não pode se dar ao luxo de querer tomar uma decisão individual. Ele faz parte de um projeto de Brasil, que é liderado pelo presidente Lula”, afirmou Camilo Santana, ao comentar a resistência do colega em voltar às urnas.

O ministro da Educação reforçou que, no caso específico de São Paulo, o PT dispõe de poucos nomes com projeção eleitoral. “No caso de São Paulo, os dois grandes nomes são [Geraldo] Alckmin e Haddad. É questão de missão. Não é querer ou não querer. Muitas vezes precisamos nos colocar à disposição em nome do projeto nacional, independentemente se vamos ser vitoriosos ou não”, acrescentou.

Camilo Santana também indicou que decisões políticas nem sempre correspondem aos desejos individuais e que o compromisso com o projeto coletivo deve prevalecer. “A gente precisa cumprir missões que muitas vezes pessoalmente não quer”, disse. Ao final, demonstrou confiança de que Haddad pode rever sua posição: “Não tenho dúvida de que o Haddad vai se empolgar”.

Apesar da pressão de aliados e do próprio presidente Lula, Fernando Haddad tem reiterado publicamente que não pretende ser candidato em 2026. Na semana passada, o ministro declarou que sua prioridade é se dedicar a um debate mais amplo sobre o futuro do país, especialmente no cenário internacional.

“Disse a Lula, em todas as ocasiões, que não iria me candidatar em 2026, a todos os cargos. Tenho relação pessoal com Lula, o presidente convive com a minha família. Eu tenho ouvido o presidente. Começamos a conversar sobre a minha saída do governo na semana passada e levei as minhas considerações a ele”, afirmou Haddad em entrevista ao portal UOL.

Nos bastidores, segundo informações da CNN Brasil, interlocutores próximos ao presidente e ao ministro avaliam que pesa contra uma eventual candidatura a possibilidade concreta de derrota em São Paulo. Pesquisas de intenção de voto indicam que o atual governador, Tarcísio de Freitas, aparece como favorito à reeleição.

Mesmo diante das especulações e da insistência do Planalto, Haddad voltou a descartar planos eleitorais no curto prazo. “Não estou pensando em cargos políticos. Quero um tempo para discutir um projeto de país no cenário internacional”, reiterou o ministro da Fazenda.

Fonte: Brasil 247 com informações do jornal O Globo, CNN e UOL

Lula articula palanques estaduais para sustentar reeleição em 2026

Presidente concentra esforços nos grandes colégios eleitorais e pressiona aliados a disputar governos e o Senado para repetir desempenho decisivo de 2022

Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante cerimônia de assinatura de contratos para construção de navios gaseiros, empurradores e barcaças. Rio Grande (RS) - Brasil (Foto: Ricardo Stuckert/PR)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem se dedicado pessoalmente à montagem de palanques estaduais para dar sustentação à sua candidatura à reeleição, com foco em preservar ao menos a votação obtida em 2022. A estratégia envolve investir sobre potenciais candidatos e costurar alianças nos maiores colégios eleitorais do país.

Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, Lula tem priorizado articulações no Sudeste e no Sul, sem descuidar do Nordeste, região em que tradicionalmente obtém vitórias mais amplas. A avaliação no Palácio do Planalto é de que o desempenho estadual foi decisivo para a vitória nacional na última eleição e voltará a ser central no próximo pleito.

Em São Paulo, o presidente está convencido de que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), deve ser candidato ao governo estadual e pretende insistir nessa hipótese, embora Haddad sinalize não ter interesse em voltar a disputar eleições. Em conversa recente, Lula pediu que o ministro o acompanhe em uma viagem internacional antes de deixar o governo, ocasiões em que costuma tratar de projetos políticos. O presidente viajará ao Panamá no fim de janeiro e à Índia e à Coreia do Sul em meados de fevereiro.

Ainda com foco em São Paulo, Lula não descarta tentar convencer o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) a disputar uma vaga no Senado. A cúpula do governo e do PT avalia que a evolução da votação presidencial no estado foi determinante em 2022: após Haddad ter obtido 7,2 milhões de votos no segundo turno de 2018, Lula alcançou 11,5 milhões quatro anos depois, desempenho que, apesar da derrota local, contribuiu para o triunfo nacional.

Aliados também consideram ideal uma coligação que inclua as ministras Simone Tebet (Planejamento) e Marina Silva (Meio Ambiente). Tebet, porém, é de Mato Grosso do Sul e precisaria transferir seu domicílio eleitoral para São Paulo, além de eventualmente mudar de partido, já que o MDB apoia o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). Lula deve levá-la em uma viagem para discutir seu futuro político.

Em Minas Gerais, segundo maior eleitorado do país, o presidente mantém a aposta em convencer o ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD) a disputar o governo estadual. Lula já avisou a aliados que fará novo apelo, em articulação que pode envolver o atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e chegou a sugerir que o MDB seria um bom destino partidário para Pacheco. Procurado, o senador não se manifestou.

No Rio de Janeiro, Lula conversou recentemente com o prefeito Eduardo Paes (PSD), pré-candidato ao governo, e a aliança está acertada. A deputada Benedita da Silva deve representar o PT na chapa, como candidata ao Senado, em um estado que possui o terceiro maior eleitorado do país, segundo dados divulgados em 2024.

Fora do Sudeste, o presidente acompanha com atenção a situação da Bahia e do Ceará, ambos governados pelo PT. Pesquisas indicam risco de derrota dos governadores Jerônimo Rodrigues (BA) e Elmano de Freitas (CE), cenário que Lula não aceita. Para reagir, acionou os ministros Rui Costa (Casa Civil) e Camilo Santana (Educação) para garantir as vitórias; no Ceará, Camilo tenta fortalecer Elmano diante da ameaça representada por Ciro Gomes (PSDB), enquanto, na Bahia, o senador Jaques Wagner defendeu a reeleição de Jerônimo. “Essa ideia [lançar Rui Costa para governador], para mim, não existe. Nem é cogitada”, disse Wagner à Folha. “Sou pela naturalidade da política. A naturalidade da política é a reeleição do governador Jerônimo Rodrigues.”

Fonte: Brasil 247 com informações por meio de reportagem da Folha de S. Paulo

Michelle aposta em prisão domiciliar e se afasta dos filhos de Bolsonaro para fortalecer Tarcísio


Michelle Bolsonaro (PL), Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Tarcísio de Freitas (Republicanos) • Estadão Conteúdo/Saulo Cruz/Agência Senado/João Valério/Governo de São Paulo

A articulação de Michelle Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal em torno do pedido de prisão domiciliar de Jair Bolsonaro aprofundou o distanciamento entre ela e os filhos do ex-presidente e reacendeu a disputa interna sobre a sucessão do bolsonarismo para 2026. A movimentação passou a ser vista, nos bastidores, como tentativa de reabrir o debate eleitoral e recolocar Tarcísio de Freitas como alternativa ao senador Flávio Bolsonaro. As informações são do Globo.

Interlocutores relatam que Michelle avalia que uma eventual transferência de Bolsonaro para casa poderia alterar o centro de gravidade das decisões políticas, hoje concentradas em Flávio. A estratégia teria ganhado força após a ida do ex-presidente para a Papudinha e o recuo de Tarcísio de uma visita prevista, episódio que coincidiu com a intensificação das conversas da ex-primeira-dama com ministros do STF.

Michelle e Flávio Bolsonaro. Foto: Reprodução
Entre os filhos, a leitura é de que Michelle tenta se firmar como porta-voz institucional do bolsonarismo, ampliando seu peso político ao costurar pontes e se associar a eventuais avanços no tratamento dado a Bolsonaro. A estratégia jurídica é descrita como escalonada, começando por pedidos de melhoria nas condições da prisão e avançando para a defesa da domiciliar por motivos de saúde.

Aliados de Flávio afirmam que o movimento tem impacto direto no desenho eleitoral e vai além da situação pessoal do ex-presidente. A avaliação é de que a ex-primeira-dama busca reorganizar a direita e viabilizar uma solução pragmática para 2026, com Tarcísio na cabeça de chapa e ela própria como vice, cenário visto como mais competitivo junto ao Centrão e a setores evangélicos.

O governador, por sua vez, tenta se manter distante do embate. Procurado, Tarcísio reafirmou publicamente que é candidato à reeleição em São Paulo, embora aliados admitam que ele evita definições antecipadas para preservar margem de manobra. O reagendamento de uma visita a Bolsonaro é visto como tentativa de afastar a leitura de rompimento.

A reação mais explícita aos movimentos de Michelle partiu de Carlos Bolsonaro, que publicou mensagens sugerindo disputas internas e tentativas de sabotagem ao projeto de Flávio. O episódio expôs fissuras no núcleo familiar e antecipou uma disputa que, embora ainda informal, já influencia as articulações do bolsonarismo para 2026.

Fonte: DCM com informações do jornal O Globo

sábado, 24 de janeiro de 2026

Janones troca o Avante pela Rede e anuncia pré-candidatura ao governo de Minas

Segundo Revista Fórum, deputado fecha acordo com a direção da Rede e decisão pode embaralhar articulações do campo progressista no estado

Janones troca o Avante pela Rede e anuncia pré-candidatura ao governo de Minas (Foto: Lula Marques/Agência Brasil)

 O deputado federal André Janones decidiu deixar o partido Avante e se filiar à Rede Sustentabilidade para disputar o governo de Minas Gerais. A informação foi divulgada com exclusividade pela Revista Fórum, que apurou os detalhes da movimentação política envolvendo o parlamentar mineiro.

O anúncio oficial da pré-candidatura está previsto para a próxima terça-feira (27). Segundo a publicação, o acordo foi fechado após uma reunião realizada na noite de sexta-feira (23) entre Janones e o presidente nacional da Rede, Paulo Lamac.

A entrada de Janones na disputa tende a provocar impactos diretos nas articulações do campo progressista em Minas Gerais. Até agora, setores da esquerda e do centro vinham discutindo a possibilidade de uma candidatura do senador Rodrigo Pacheco (PSD) ao Palácio da Liberdade, em uma composição de frente ampla.

Caso tanto Janones quanto Pacheco mantenham seus nomes na disputa até o início oficial do processo eleitoral, o presidente Lula poderá ter dois palanques em Minas Gerais durante a campanha.

De acordo com a apuração da Revista Fórum, o diretório estadual do PT em Minas Gerais não participou das articulações que levaram à definição do nome de André Janones para a disputa pelo governo do estado.

A mudança de partido e a decisão de concorrer ao Executivo mineiro marcam um novo capítulo na trajetória política de Janones, que se tornou nacionalmente conhecido por sua atuação nas redes sociais e pelo alinhamento ao campo progressista nos últimos anos.

Fonte: Brasil 2476 com informações da Revista Fórum

Relatório da PF aponta que empresária ligada a Lulinha não tem conexão com fraudes no INSS

Documento da Operação Sem Desconto afirma que bens de Roberta Luchsinger não indicam vínculo com esquema que desviou R$ 4 bilhões de aposentadorias

      Roberta Moreira Luchsinger (Foto: Reprodução/YouTube/DCM TV)

Trechos do relatório da Polícia Federal (PF) no âmbito da Operação Sem Desconto apontam que a empresária Roberta Luchsinger não possui conexão com o esquema de fraudes que desviou cerca de R$ 4 bilhões das aposentadorias de idosos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

De acordo com o relatório da PF, que a revista Veja teve acesso, durante a operação realizada em dezembro do ano passado na residência da empresária, em São Paulo, foram apreendidos alguns bens pessoais. Após a análise, os investigadores concluíram que o material recolhido não apresentava interesse para a apuração. Segundo o texto, os objetos encontrados eram compatíveis com o padrão de vida da empresária e, ao menos naquele momento, não indicavam indícios de ligação com as fraudes investigadas.

Roberta Luchsinger é herdeira do ex-banqueiro suíço Peter Luchsinger e entrou no radar da Polícia Federal por suas relações com o lobista Antonio Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, apontado como o principal operador do esquema de desvios nas aposentadorias. O relatório, no entanto, não estabelece vínculo direto entre a empresária e a execução das irregularidades.

O documento também detalha a atuação dos agentes no dia da busca e apreensão. A PF registrou que a diligência foi acompanhada por um advogado de Roberta Luchsinger, que possuía as chaves necessárias para abrir os cômodos que estavam fechados no imóvel. Mesmo não estando presente no endereço no momento da operação, a empresária colaborou com as buscas.

Segundo o relatório, os policiais precisaram entrar em contato telefônico com Roberta para solicitar as senhas dos cofres existentes na residência. De acordo com a PF, o atendimento foi imediato e a colaboração ocorreu sem resistência. Ao final da ação, os investigadores apreenderam apenas o passaporte da empresária, que está impedida por decisão judicial de deixar a cidade de São Paulo.

Nas redes sociais e na mídia corporativa Roberta Luchsinger foi destaque pela relação com Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Os vínculos comerciais entre Roberta Luchsinger e Antonio Camilo Antunes, começaram a ganhar atenção pública no ano passado, quando veio à tona a informação de que ambos estiveram juntos em uma visita ao Ministério da Saúde. Na ocasião, segundo registros, o encontro teve como pauta a produção de medicamentos à base de cannabis, tema que passou a integrar o conjunto de informações analisadas pela Polícia Federal no inquérito.

Fonte: Brasil 247

PGR se posiciona contra soltura de Filipe Martins por descumprimento de medidas judiciais

Paulo Gonet afirma que não há fatos novos e aponta desdém do ex-assessor de Bolsonaro pelas determinações da Justiça

     Filipe Martins (Foto: Artur Max/MRE)

A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou neste sábado (24), contra a soltura de Filipe Martins, ex-assessor especial da Presidência da República para Assuntos Internacionais durante o governo de Jair Bolsonaro.

Segundo Gonet, não existem “fatos novos” capazes de modificar o entendimento de que Martins descumpriu medidas cautelares impostas pela Justiça, ao acessar a rede social LinkedIn, o que justificaria a manutenção da prisão preventiva.

Na manifestação encaminhada ao Supremo Tribunal Federal (STF), Gonet destacou que a conduta do ex-assessor revela desprezo pelas decisões judiciais e demonstra a ineficácia de medidas alternativas à prisão. Para o chefe do Ministério Público Federal, a segregação cautelar segue sendo o único meio adequado para garantir o cumprimento da lei penal e a regularidade do processo.

“No presente caso, a postura do réu demonstra desdém pelas determinações judiciais e a ineficácia das medidas alternativas menos gravosas, restando a segregação cautelar como meio idôneo para assegurar a aplicação da lei penal e a disciplina do processo”, afirmou Gonet.

O procurador-geral acrescentou ainda que os fundamentos que embasaram a decretação da prisão preventiva permanecem válidos e que não houve qualquer alteração relevante no cenário fático-probatório.

“Desse modo, dada a permanência dos motivos que fundamentaram a decretação da prisão preventiva e a inexistência de fatos novos que alterem o quadro fático-probatório que embasou a medida, não há que se cogitar de sua revogação ou relaxamento”, pontuou.

Filipe Martins está preso no âmbito das investigações que apuram uma suposta trama golpista relacionada aos atos antidemocráticos e a tentativa de ruptura institucional após as eleições presidenciais.

Fonte: Brasil 247

Turista gaúcha presa por injúria racial em Salvador é solta mesmo após exigir delegado branco


       A turista Gisele Madrid Spencer Cesar – Reprodução/Redes Sociais

A turista Gisele Madrid Spencer Cesar, de 50 anos, presa em Salvador por injúria racial, foi colocada em liberdade provisória após audiência de custódia realizada nesta sexta-feira. Ela estava detida desde a noite de quarta-feira (21). Com informações do UOL.

Gisele foi presa no Pelourinho, região central da capital baiana, após ser acusada de ofensas racistas contra uma vendedora ambulante que trabalhava em um evento no local. Segundo o registro policial, a turista também teria exigido atendimento exclusivo por um delegado de pele branca ao ser levada à delegacia.

Durante a audiência, a defesa pediu o relaxamento da prisão, alegando ilegalidade na detenção e ausência de materialidade do crime. O pedido foi negado pelo juiz Maurício Albagli Oliveira, que afirmou que os indícios de autoria e materialidade estavam demonstrados por depoimentos da vítima e dos policiais que atenderam a ocorrência.

Apesar disso, o magistrado acolheu parecer do Ministério Público da Bahia e concedeu liberdade provisória à investigada, sem exigência de pagamento de fiança. A turista deverá cumprir uma série de medidas cautelares impostas pela Justiça.

☉ Medidas cautelares impostas

  • Comparecer a todos os atos do processo quando intimada, mantendo endereço atualizado;
  • Comparecer bimestralmente em juízo, por um ano, a partir do dia 23 de março de 2026, para informar e justificar suas atividades;
  • Não se ausentar da comarca de Porto Alegre (RS) por mais de dez dias sem autorização judicial, pelo prazo de seis meses;
  • Não frequentar a Praça das Artes, no Pelourinho, por 12 meses;
  • Não manter contato com a vítima nem com as testemunhas, devendo permanecer a pelo menos 300 metros de distância.


☉ Entenda o caso

De acordo com informações da Polícia Civil da Bahia, a vítima relatou em depoimento que foi chamada de “lixo” pela suspeita, que também teria cuspido nela durante o evento. Ainda segundo o relato, Gisele repetiu frases como “eu sou branca” e afirmou que o ambiente “não era para ela”.

A Polícia Militar foi acionada e conduziu a investigada à Delegacia Especializada de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa. Conforme nota da Polícia Civil, mesmo na unidade policial, a mulher manteve a conduta discriminatória ao exigir atendimento por um delegado de pele branca.

☉ Racismo e injúria racial: qual a diferença

A Lei do Racismo, de 1989, trata de crimes de discriminação ou preconceito contra grupos, sendo inafiançável e imprescritível, com pena de um a cinco anos de prisão. Já a injúria racial ocorre quando a ofensa atinge uma pessoa específica, utilizando elementos relacionados à raça, cor, etnia, religião ou origem.

☉ Como denunciar

Denúncias podem ser feitas em delegacias especializadas ou em qualquer delegacia física ou online. Em casos de flagrante, o telefone é 190. Também é possível acionar o Disque 100 ou o serviço de denúncia do município.

Fonte: DCM

A discrepância entre os resorts de luxo e a vida simples dos irmãos de Toffoli

 

Casa de José Eugênio Dias Toffoli em Marília (SP), onde é registrada a sede da sede da Maridt Participações S.A.. Foto: Diego Felix/Folhapress
A participação de empresas ligadas a parentes do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), em um resort de luxo no Paraná colocou familiares do magistrado no centro de um caso que envolve transações milionárias, fundos associados ao Banco Master e questionamentos sobre conflitos de interesse no Judiciário. No interior de São Paulo, onde parte da família vive, o silêncio passou a marcar a rotina desde a divulgação das informações.

O endereço de José Eugênio Dias Toffoli, irmão do ministro, fica em uma rua estreita do bairro Jardim Universitário, em Marília. A casa simples, com três carros na garagem, um BYD, um Toyota Etios e um Volkswagen Taos, avaliados em cerca de R$ 400 mil, também aparece como sede da Maridt Participações.

A empresa teve participação no resort Tayayá e na DGEP Empreendimentos, em Ribeirão Claro (PR), e vendeu sua fatia por R$ 6,7 milhões em duas etapas. Nesta semana, a mulher de José Eugênio, Cássia, afirmou ao jornal O Estado de S. Paulo que não sabia que o imóvel funcionava como sede da empresa nem que havia ligação com o resort.

Funcionários do hotel relataram à Folha que os irmãos Toffoli ainda são vistos como donos do empreendimento, ao lado do atual proprietário Paulo Humberto Barbosa, advogado que atua para a JBS, multinacional dos irmãos Joesley e Wesley Batista. O resort oferece piscinas aquecidas, passeios de caiaque, quadras de beach tennis e cassino. O ministro Dias Toffoli costuma chegar ao local de helicóptero.

Dias Toffoli, ministro do STF. Foto: reprodução
Empresas ligadas a parentes do ministro também tiveram como sócio o fundo Arleen, associado ao Banco Master, que foi liquidado pelo Banco Central após apuração de fraudes contra o sistema financeiro. Toffoli é relator de processos relacionados ao caso no STF, o que levou a pressões públicas para que deixe a função.

Segundo a Folha de S.Paulo, que tentou entrevistar moradores, apesar da movimentação interna, ninguém atendeu à campainha na última sexta-feira (23). Desde que o caso veio a público, familiares do ministro têm evitado aparições em Marília, onde a família é historicamente influente. O pai do magistrado, Luiz Toffoli, dá nome a uma avenida da cidade.

Outro irmão, José Carlos Dias Toffoli, conhecido como padre Carlão, respondeu pelo interfone: “A Maridt já deu a sua comunicação. Passar bem e até logo”. Ele se referia à Maridt Participações S.A., da qual é sócio ao lado de José Eugênio.

Por causa da sociedade, ele se afastou da paróquia Sagrada Família e hoje atua como cônego em regime de “uso de ordens”, segundo a Diocese de Marília, o que significa que pode celebrar missas apenas quando convidado.

Em nota, José Eugênio afirmou que a participação da Maridt no resort foi encerrada em duas negociações: uma com o fundo Arleen, em setembro de 2021, e outra com a PHD Holding, em fevereiro de 2025, todas declaradas à Receita Federal. Dados da Junta Comercial do Paraná indicam, porém, que os repasses ocorreram de forma parcelada e em valores distintos, tanto no Tayayá quanto na DGEP.

Outro integrante da família, Mario Umberto Degani, primo do ministro, integrou o grupo fundador do resort desde 1999 e deixou a sociedade entre julho e setembro de 2025, recebendo R$ 12 milhões. Ele vive em um condomínio fechado em Marília, onde casas são avaliadas em até R$ 2,5 milhões. Procurado, não respondeu aos contatos.

Entre os nove irmãos da família Toffoli, José Ticiano Toffoli foi prefeito de Marília entre 2011 e 2012. Não há registro de envolvimento dele com o resort Tayayá.

Fonte: DCM com informações da Folha de S. Paulo

Empresária passa mal em piscina de resort e morre aos 36 anos em Goiás


   Isabelle de Jesus Monteiro, conhecida como Kyka, morreu aos 36 anos. Foto: reprodução

Isabelle de Jesus Monteiro, de 36 anos, morreu após passar mal dentro da piscina de um resort em Rio Quente (GO), na noite de quinta-feira (22). A diretora financeira da Conect Telecom estava na água, em área rasa e acompanhada da família, quando ficou inconsciente. Ela foi socorrida “imediatamente” por um salva-vidas do hotel.

A vítima recebeu atendimento no local e foi encaminhada ao Hospital Municipal de Rio Quente, onde a morte foi confirmada. A causa do óbito ainda não foi divulgada. O caso é investigado pela polícia, que foi acionada.

Conhecida como Kyka Monteiro, ela era casada com o empresário Valdemar Mota e deixa dois filhos. A empresa onde trabalhava e a prefeitura de sua cidade natal, Valença (BA), emitiram notas de pesar. O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, também lamentou a morte.

Fonte: DCM

Caminhada de Nikolas é palco de selfies e atrai baixo clero da direita por visibilidade


Nikolas Ferreira e aliados bolsonaristas durante a chamada “Caminhada pela Liberdade”. Foto: Reprodução

A “Caminhada pela Liberdade”, liderada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), virou um grande palco de exposição política, com apoiadores disputando selfies e parlamentares aproveitando o trajeto para ganhar visibilidade. Com informações da Folha de S.Paulo.

A mobilização, iniciada em Paracatu (MG) e com destino final em Brasília, soma cerca de 240 quilômetros e, nesta sexta-feira (23), seguiu de um povoado de Cristalina até Luziânia, em Goiás, em protesto contra a condenação dos acusados de tentativa de golpe de Estado.

Apesar do “clima festivo” no início do dia, a caminhada expôs a falta de organização ao longo do percurso. Por volta do início da tarde, participantes demonstravam cansaço e incerteza sobre horários de parada e alimentação, sem que a própria assessoria do deputado tivesse informações precisas.

O grupo só conseguiu almoçar por volta das 15h, enquanto parte dos apoiadores seguia a pé, sentando-se no acostamento da BR-040 para descansar, com distribuição irregular de água e comida.

A separação entre os manifestantes e a rodovia era feita apenas por uma corda, com seguranças e apoiadores tentando conter o avanço do grupo. Empurrões foram registrados, inclusive com idosos e crianças no trajeto. A Polícia Rodoviária Federal também afirmou que a caminhada oferece “riscos de segurança”.

Deputado cercado e apoio diferenciado

Embora Nikolas tenha admitido que não houve planejamento prévio do percurso nem comunicação formal ao PL, a estrutura disponível priorizava o próprio parlamentar. Ele caminhava escoltado por policiais legislativos e acompanhado por um carro que o separava dos apoiadores.

Durante o trajeto, recebeu auxílio direto de assessores, com hidratação, cuidados nos pés e pausas para recuperação, enquanto o restante do grupo lidava com condições mais precárias.

Selfies e presença de políticos

Ao longo do caminho, celulares dominaram a cena. Apoiadores filmavam, posavam para fotos e exibiam símbolos ligados ao bolsonarismo, como bonecos de Jair Bolsonaro e referências à manifestante conhecida como Débora do Batom, condenada pelos atos de 8 de janeiro.

Nikolas era o mais disputado para fotos, com acesso controlado por seguranças: após o registro, os apoiadores eram rapidamente afastados do círculo próximo ao deputado.

Apesar de afirmar não querer que seu protesto fosse utilizado por “políticos”, a manifestação estava cheia deles. Havia vereadores de cidades do interior que foram eleitos com apoio de Nikolas ou buscavam conquistá-lo, além de deputados, senadores e pré-candidatos às eleições deste ano.

A marcha, porém, tem chamado atenção não apenas pelo caráter político, mas também pelo histórico judicial de parte de seus participantes. Segundo levantamento de Vinicius Segalla, no DCM, parlamentares que aderiram ao ato acumulam investigações, denúncias, processos ou condenações por ao menos dez crimes distintos.

Fonte: DCM com informações da Folha de S. Paulo

VÍDEO: EUA bombardeiam embarcação próxima à Venezuela e matam 2


       Embarcação atingida por forças militares dos EUA. Foto: reprodução

O Comando Sul das Forças Armadas dos Estados Unidos informou, nesta sexta-feira (23), que realizou um novo ataque militar contra uma embarcação suspeita de transportar drogas no Oceano Pacífico. A ação, parte de uma campanha que já acumula dezenas de ataques, terminou com a morte de duas pessoas e deixou um sobrevivente, que está sendo procurado pelas autoridades estadunidenses.

Segundo o Comando Sul, a operação foi conduzida sob a direção do secretário de Guerra, Pete Hegseth, e executada pela Força-Tarefa Conjunta Lança do Sul. “Em 23 de janeiro, sob a direção do Secretário de Guerra Pete Hegseth, a Força-Tarefa Conjunta Lança do Sul realizou um ataque cinético letal contra uma embarcação operada por Organizações Terroristas Designadas”, dizia publicação do comando nas redes sociais.

A inteligência militar afirmou que o barco estava “transitando por rotas de narcotráfico conhecidas no Pacífico Leste e participava de operações criminosas”.

O vídeo divulgado pelos militares mostra a embarcação em movimento antes de ser atingida e explodir em chamas. O ataque foi descrito como letal, com dois “narcoterroristas” mortos e um tripulante sobrevivente. O Comando Sul informou que notificou a Guarda Costeira dos Estados Unidos para iniciar uma missão de busca e resgate do sobrevivente.


Essa ação é a primeira anunciada desde que os Estados Unidos capturaram o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em uma operação realizada na Venezuela em 3 de janeiro. O ataque também segue uma sequência de ofensivas semelhantes, inclusive no final de dezembro, quando embarcações suspeitas de tráfico foram bombardeadas, resultando em mortos sem divulgação clara de localizações.

Desde setembro de 2025, as forças dos EUA têm intensificado operações no Pacífico e no Caribe, com mais de 35 ataques relatados e pelo menos 117 mortos em ações contra embarcações supostamente envolvidas no contrabando de drogas. A campanha é parte do que o governo estadunidense chama de Operação Lança do Sul, que visa combater o narcotráfico marítimo em rotas estratégicas próximas à América do Sul.

Fonte: DCM

Prefeito do PL elogia Lula em evento em Maceió e destaca parceria com governo federal


O prefeito de Maceió, João Henrique Caldas, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – Ricardo Stuckert/PR

O prefeito de Maceió, João Henrique Caldas (JHC, PL-AL), elogiou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta sexta-feira (23), durante evento oficial na capital alagoana. Ao discursar ao lado do chefe do Executivo federal, afirmou que “o povo saberá reconhecer todos os seus esforços” e defendeu a cooperação entre os governos municipal e federal.

JHC foi um dos mais aplaudidos entre as autoridades presentes e declarou que Lula tem um “DNA no social”. Em sua fala, mencionou a necessidade de parcerias institucionais e afirmou que sua gestão em Maceió conta com apoio do governo federal para a execução de projetos. “Isso só é possível porque não estamos sós”, disse, ao agradecer o envio de recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para o município.

No evento, Lula entregou 1.337 moradias do programa Minha Casa, Minha Vida e citou o marco de 2 milhões de unidades habitacionais contratadas em todo o país desde 2023. Também foram entregues sete ambulâncias do Samu e 17 unidades odontológicas móveis destinadas ao atendimento da população de Maceió.

O senador Renan Calheiros (MDB) não participou da cerimônia, alegando outro compromisso. Já o deputado federal Arthur Lira (PP) esteve presente e foi vaiado ao ser anunciado. A senadora Eudócia Caldas (PL), mãe do prefeito, também participou do evento, mas não discursou.

Em 2022, JHC estava filiado ao PSB no primeiro turno das eleições e, no segundo turno, migrou para o PL, passando a apoiar o então presidente Jair Bolsonaro. À época, participou de atos de campanha e declarou, em evento religioso, que a disputa eleitoral era uma “guerra espiritual”. Atualmente, é citado como possível candidato ao governo de Alagoas ou ao Senado nas eleições de outubro.

As falas do prefeito em elogio a Lula motivaram críticas de aliados do bolsonarismo. O vereador Leonardo Dias (PL) publicou mensagem nas redes sociais criticando o presidente e o posicionamento do correligionário. Comentários de usuários nas redes também questionaram a postura adotada por JHC durante o evento.

Fonte: DCM

Presidente da Venezuela diz que 626 prisioneiros políticos foram libertados

Rodríguez disse que na segunda-feira terá uma ligação com o Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos

Protesto pedindo a libertação de presos em frente à reitoria da Universidade de Carabobo em Valência, Venezuela 23 de janeiro de 2026 REUTERS/Juan Carlos Hernandez (Foto: Juan Carlos Hernandez)

Reuters – A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, disse nesta sexta-feira que 626 pessoas foram libertadas da prisão até o momento como parte de um processo em andamento, mas não especificou o cronograma dessas solturas.

O grupo venezuelano de direitos humanos Foro Penal confirmou a libertação de 154 presos políticos na Venezuela desde 8 de janeiro

Rodríguez disse que na segunda-feira terá uma ligação com o Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Turk, para pedir que a ONU verifique as listas dos liberados até o momento no país.

Fonte: Brasil 247 com reportagem da equipe da Reuters