sábado, 6 de dezembro de 2025

'Até o Tiririca é melhor do que o Flávio Bolsonaro', afirma Alexandre Frota

Ex-aliado do clã critica anúncio da candidatura de Flávio à Presidência e ironiza escolha feita por Jair Bolsonaro

Alexandre Frota e Flávio Bolsonaro (Foto: Reprodução/Instagram/@alexandrefrota_oficial | Carlos Moura/Agência Senado)


A reação de Alexandre Frota ao anúncio da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência ganhou repercussão nas redes sociais desde sexta-feira (5). O ex-deputado federal, que integrou a base bolsonarista no passado, voltou a dirigir críticas contundentes ao senador, escolhido por Jair Bolsonaro (PL), que cumpre pena superior a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado, para representá-lo nas urnas.

A manifestação, divulgada nas redes sociais, tem trechos em que Frota rompe seu habitual silêncio sobre Brasília. Ele afirma ter uma regra pessoal para evitar comentar “os acontecimentos de Brasília”, mas abriu exceção diante do anúncio de Flávio Bolsonaro e não economizou nas críticas. “Se essa notícia não for uma jogada, uma fake news, o Flávio Bolsonaro sair para presidente do Brasil, olha, vou falar que o Tiririca é melhor”, disse. Ele classificou o senador como “um cara sem noção, um covarde, um bunda mole, problemático, que não tem noção”, além de considerá-lo “desqualificado” e incapaz de apresentar propostas relevantes para o país.

O ex-parlamentar recordou ainda episódios eleitorais anteriores. “Vocês lembram como ele pipocou naquele debate, quando ele queria ser prefeito ou governador lá no Rio de Janeiro. Fizeram uma pergunta para ele e ele passou mal. Você imagina o debate [presidencial] como vai ser. Eu já vou comprar o Guaraná e a pipoca”, ironizou.

Frota continuou ao sugerir que Fabrício Queiroz - apontado como operador de um suposto esquema de “rachadinhas” no gabinete de Flávio na Alerj - poderia ocupar posição no eventual governo do senador. “O Flávio candidato, sendo presidente do Brasil, quem vai ser o chefe de gabinete dele? Queiroz”, disse, em tom de deboche. Para ele, a candidatura não deve avançar. “É óbvio que não vai sair do lugar. Ele vai ficar em quinto lugar na eleição. Podem ter certeza”, afirmou.

A crítica seguiu dura: “Esse cara é um inútil, inoperante. Não vale absolutamente nada”. Frota afirmou não querer se envolver novamente em disputas políticas, mas justificou que o anúncio ultrapassava seu limite de silêncio. “Eu não queria entrar nessa guerra e nem vou, mas não dá para não falar desse tipo de absurdo que é essa notícia”, explicou.

Ele também avaliou que Flávio Bolsonaro abandona uma provável reeleição ao Senado para se arriscar numa disputa nacional para a qual, segundo ele, não tem qualquer preparo. “Tinha a eleição de senador quase garantida. Vai se aventurar, sem preparo nenhum, numa situação dessa. É incrível a cara de pau desse sujeito”, afirmou.

Ao final, Frota ironizou novamente o clã Bolsonaro, destacando o legado de escândalos que envolve o senador. “Com essa escolha dá para a gente ver que a direita está toda rachadinha”, disse, em referência ao caso das “rachadinhas” na Alerj, que envolveu o atual pré-candidato.
Fonte: Brasil 247

Veja locais e horários dos jogos do Brasil na Copa do Mundo 2026

Seleção busca o hexacampeonato


A Seleção Brasileira já conhece o caminho que percorrerá na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. A estreia será no dia 13 de junho, contra Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, às 19h (horário de Brasília). Será o primeiro passo do time comandado por Carlo Ancelotti na busca pelo hexacampeonato.

Na segunda rodada, o Brasil volta a campo no dia 19 de junho, quando encara o Haiti no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, às 22h (horário de Brasília). Já o encerramento da primeira fase está marcado para o dia 24 de junho, contra a Escócia, no Hard Rock Stadium, em Miami, também às 19h (horário de Brasília).

Caso avance aos 16 avos de final, a seleção enfrentará um adversário vindo do Grupo F, composto por Holanda, Japão, Tunísia e o representante da Europa B — que sairá de Ucrânia, Suécia, Albânia ou Polônia. A partida decisiva será disputada no dia 29 de junho. Se terminar a fase de grupos na liderança, o Brasil jogará em Houston; se avançar em segundo lugar, atuará em Monterrey.

A tabela completa da competição foi anunciada na tarde deste sábado (6), em evento comandado pelo presidente da Fifa, Gianni Infantino, com a presença dos ex-jogadores Ronaldo, Totti, Stoichkov e Lalas. A cerimônia ocorreu no Hilton Capital Hotel, em Washington, nos Estados Unidos.

A Copa do Mundo de 2026 será disputada entre 11 de junho e 19 de julho, em 16 cidades-sede distribuídas entre México, Estados Unidos e Canadá. Os grupos foram definidos na sexta-feira (5), em sorteio realizado no Kennedy Center, também em Washington.

Com 48 seleções e 104 partidas, esta será a maior Copa já realizada. O jogo de abertura, entre México e África do Sul, acontecerá no dia 11 de junho, no tradicional Estádio Azteca, na Cidade do México. A grande final está marcada para 19 de julho de 2026, novamente no MetLife Stadium, em Nova Jersey, palco que também recebe a estreia do Brasil.

Fonte: Agência Brasil

"Ridícula", diz assessor de Michelle após notícia sobre candidatura de Flávio Bolsonaro

Assessor, no entanto, voltou atrás após confirmação da pré-candidatura do senador

Michelle Bolsonaro e Flávio Bolsonaro (Foto: Reprodução/Instagram | Waldemir Barreto/Agência Senado)

O assessor de comunicação da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, coronel André Costa, reagiu de forma contundente à notícia divulgada pela Metrópoles sobre a escolha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como nome apoiado pelo pai, Jair Bolsonaro (PL), para disputar a Presidência da República em 2026.

Por volta das 17h23 da sexta-feira (5), Costa enviou uma mensagem a seus contatos rebatendo o conteúdo divulgado. Ele questionou a veracidade da apuração: “Pergunte se alguém ouviu a voz de Bolsonaro. Pergunte se alguém leu uma carta de Bolsonaro. Esquece!”, escreveu. Em outro trecho, reforçou que “Michelle não fala com a imprensa para dar esse tipo de informação” e classificou a reportagem como “ridícula”.

A reação, porém, durou pouco. Minutos depois das mensagens de Costa, a própria Michelle Bolsonaro publicou em suas redes sociais um texto desejando que Deus abençoasse o senador Flávio em sua “nova missão pelo Brasil”. A postagem foi acompanhada da nota oficial do PL que confirmava a escolha do parlamentar como pré-candidato ao Palácio do Planalto.

O assessor, então, reviu sua posição. Procurado por Igor Gadelha, do Metrópoles, após as manifestações públicas de Michelle e do próprio Flávio, admitiu o equívoco: “Foi antes de saber da confirmação. Agora está tudo confirmado. A gente não acerta sempre”, afirmou.

Fonte: Brasil 247 com informações do Metrópoles

"Os Bolsonaro são burros, mas não rasgam dinheiro", diz candidato do MBL

Renan Santos afirma que candidatura de Flávio à Presidência tem como único objetivo preservar o capital político do clã Bolsonaro

     Flávio Bolsonaro (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)

O pré-candidato à Presidência da República pelo MBL, Renan Santos, publicou neste sábado (6) uma análise política em suas redes sociais, na qual critica duramente a família Bolsonaro e aponta motivações estratégicas por trás da pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao Palácio do Planalto.

Segundo Renan Santos, a movimentação em torno do nome de Flávio não tem como meta vencer as eleições, mas sim proteger o espaço de poder acumulado pela família desde 2014. Para ele, agentes políticos que trabalham para viabilizar outras candidaturas de direita ignoram a dinâmica interna do bolsonarismo e o peso do clã na configuração atual da direita brasileira.

Renan afirma que parte dos articuladores da candidatura do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), opera sob uma “visão fantasiosa” de controle dos processos políticos. “Os agentes por trás da candidatura Tarcísio trabalharam com a ideia de profecia auto-realizável e o entendimento elitista de que alguns poucos detêm o controle por trás de processos complexos”, escreveu. Ele argumenta que política não funciona como o mercado financeiro e que, dentro do bolsonarismo, prevalece um sistema próprio de incentivos.

Para o dirigente do MBL, a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro foi planejada para fracassar eleitoralmente — e, ainda assim, representar o melhor movimento para a família. “É perfeitamente compreensível que a candidatura Flávio Bolsonaro tenha sido construída para PERDER as eleições presidenciais e que isso seja, por parte da família, a MELHOR decisão a ser tomada”, afirmou.

Em tom contundente, Renan atacou a visão de que Tarcísio, figuras do centrão ou outras lideranças da direita poderiam ocupar o espaço bolsonarista sem resistência do clã. Ele atribui a Jair Bolsonaro e aos filhos uma postura de autopreservação política. “Os pais do tarcisismo imaginavam o quê? Que os filhos (e Jair) restariam inertes, enquanto um boneco político por eles criado, junto com algumas figuras do centrão, tomava alegremente seu lugar?”, questionou.

Na publicação, o pré-candidato utilizou expressões duras para descrever a família Bolsonaro, embora reconheça sua habilidade política. “Os Bolsonaro são idiotas em quase todos os sentidos. São burros, covardes, vendidos, desleais e aproveitadores. Mas ninguém ali rasga dinheiro”, afirmou. Segundo ele, o clã trabalha há mais de uma década para ampliar sua influência e manter controle sobre a direita, promovendo “cancelamentos e expurgos” para preservar sua hegemonia.

Renan também direcionou críticas a governadores considerados potenciais nomes da direita tradicional. “Nem Tarcísio nem Caiado ou Zema têm CULHÃO [sic] para peitar esse espírito dominante da família. Sempre cederam diante da pressão”, escreveu. Para ele, somente lideranças que nunca se submeteram ao bolsonarismo poderiam representar uma alternativa real.

Fonte: Brasil 247

União Brasil não deve apoiar Flávio Bolsonaro em 2026, sinaliza Rueda

Antonio Rueda é presidente do União Brasil e da federação do partido com o PP

Ciro Nogueira e Antônio Rueda celebram oficialização da federação União Progressista (Foto: Divulgação/PP)

O União Brasil não deve apoiar a já anunciada candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República em 2026. A indicação foi feita pelo presidente nacional da legenda, Antonio Rueda, em publicação nas redes sociais.

Flávio, filho mais velho de Jair Bolsonaro (PL), anunciou na última sexta-feira (5) que foi escolhido pelo ex-presidente para liderar o projeto político do bolsonarismo rumo ao Palácio do Planalto. O comunicado repercutiu rapidamente e provocou reações entre dirigentes partidários, especialmente no União Brasil, que mantém o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, como pré-candidato.

Sem mencionar nominalmente o senador, Rueda criticou o ambiente de polarização e reiterou que o partido — e a federação que integra com o PP — pretende seguir outro caminho. Em publicação, afirmou: "Os últimos acontecimentos apenas reforçam o que sempre defendemos: em 2026, não será a polarização que construirá o futuro, mas a capacidade de unir forças em torno de um projeto sério, responsável e voltado para os reais interesses do povo brasileiro".

Co-presidente da Federação União Progressista ao lado do senador Ciro Nogueira (PP-PI), ele reforçou a necessidade de união e diálogo entre diferentes correntes políticas. Vamos focar no Brasil, nas pautas das nossas bancadas estaduais, no diálogo maduro entre diferentes visões e na agenda que de fato transforme a vida das pessoas. É hora de olhar para frente e construir, juntos, o melhor caminho para o nosso país".


Com Caiado já posicionado como pré-candidato, a sinalização de Rueda consolida a estratégia do União Brasil para a disputa presidencial e adiciona um novo componente ao cenário político, que observa como o PL deverá reorganizar sua articulação diante da resistência de partidos ao nome de Flávio.

Fonte: Brasil 247

VÍDEO: Mãe viraliza ao explicar “nome único no Brasil” para sua filha

Maria Eduarda e Sophia Azra. Foto: reprodução


Ao registrar a filha de três anos, a empresária paulista Maria Eduarda optou por um nome incomum: Sophia Azra. A escolha viralizou após ela publicar uma foto da criança com a legenda: “Minha AZRA. Já para ela entender que ela não é qualquer coisa”. A audiência nas redes sociais teve reações diversas, muitas delas de estranhamento.

No entanto, um comentário esclarecedor chamou a atenção e amenizou as críticas. Uma seguidora explicou a origem e o significado do nome. “Em árabe, عَذْراء (ʿAdhrāʾ) significa: ‘virgem’, ‘pura’, ‘intocada’. É um nome feminino que tem uma conotação de pureza”, escreveu, citando como exemplo “Maryam al-ʿAdhrāʾ” (Maria, a Virgem).

A explicação deu um novo contexto à escolha da mãe, mostrando que o nome carrega um significado cultural profundo, ligado a conceitos de pureza no contexto islâmico.

Fonte: DCM

Mulheres de todo país se mobilizam em atos contra o feminicídio neste domingo (7)

Casos recentes de violência contra mulher motivam manifestações; veja locais confirmados

Rio de Janeiro (RJ) - 25/11/2023 – Protesto lembra mulheres vítimas de feminicídio, em Copacabana, no Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)


Brasil de Fato - Após os recentes crimes contra mulheres em diferentes locais do Brasil, mulheres de todos os estados convocam uma mobilização nacional no próximo domingo (7) com o lema ‘Mulheres Vivas’. Em Brasília, o ato acontecerá na Feira da Torre de TV, às 10h.

Por meio das redes sociais, a deputada federal Sâmia Bonfim (Psol-SP) ressaltou a importância da mobilização. “Nós vamos tomar as ruas para dizer um basta à violência contra as mulheres. Nos últimos dias, nós vimos muitos casos de feminicídio, de violência física, violência sexual. Nós não suportamos mais e vamos tomar as ruas de todo o Brasil para dar um basta a essa situação. É fundamental que a gente se mobilize e se levante”, disse.

A deputada federal Érika Kokay (PT-DF) também convidou à adesão do ato em Brasília no próximo domingo. No Instagram, a parlamentar divulgou as informações do ato e destacou: “Chega de silêncio, chega de morte, chega de abandono! Nossa luta é por vidas, pelo direito de existir sem medo. Traga sua voz, sua força, sua revolta. Por nós, pelas que vieram antes e pelas que precisam viver”.

A Pesquisa Nacional de Violência Contra a Mulher, realizada pelo DataSenado e divulgada em novembro deste ano, revelou que 3,7 milhões de brasileiras sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar em 2025. O levantamento também apontou um dado preocupante: quase 6 em cada 10 mulheres relatam que as agressões ocorrem há menos de seis meses, enquanto 21% afirmam conviver com episódios há mais de um ano.

A taxa de omissão nestes casos também causa espanto. O estudo demonstrou que em 40% dos casos de violência, as testemunhas adultas presentes não ofereceram qualquer tipo de ajuda às vítimas. Em resumo, isso significa que cerca de 698 mil dos casos a mulher não estava sozinha, mas não recebeu apoio.

Em Brasília, o ato contará com intervenções artísticas, leitura de manifestos, homenagens às vítimas e ações conjuntas com movimentos sociais e grupos femininos do DF. Entre as reivindicações da mobilização nacional, esão:

  • Delegacias da Mulher 24h e atendimento especializado;
  • Casas-abrigo e acolhimento imediato;
  • Medidas protetivas rápidas e investigação sem demora;
  • Autonomia emergencial para mulheres em risco;
  • Proteção de filhos e filhas;
  • Paridade de gênero no poder público;
  • Combate à violência digital e aos discursos de ódio.

Veja onde serão os atos neste domingo (7):

Brasília (DF): 10h, Feira da Torre de TV

São Paulo (SP): 14h, vão do Masp

Rio de Janeiro (RJ): 12h, Posto 5 – Copacabana

Curitiba (PR): 10h, Praça João Cândido – Largo da Ordem

Cuiabá (MT): 14h, Praça Santos Dumond

Campo Grande (MS): 13h, em frente ao Aquário do Pantanal

Manaus (AM): 17h, Largo São Sebastião

Parnaíba (PI): 16h, em frente ao Parnaíba Shopping

Belo Horizonte (MG): 11h, Praça Raul Soares

Porto Alegre (RS): 17h, Praça da Matriz

São José dos Campos (SP): 15h, Largo São Benedito

Salvador (BA): 10h, Barra (do Cristo ao Farol)

São Luís (MA): 9h, Praça da Igreja do Carmos (Feirinha)

Belém (PA): 8h, Boulevard Gastronomia

Teresina (PI): 17h, Praça Pedro II

Roraima (RR) – 16:30h, Assembleia Legislativa


Fonte: Brasil 247 com informações do Brasil de Fato

Advogadas de todo o Brasil protestam contra matéria machista do site de direita Poder360

Danyelle Galvão


Uma matéria do site Poder360 sobre a advogada Danyelle Galvão provocou uma mobilização de mulheres advogadas de todo o Brasil.

Com mais de 20 anos de carreira e ocupando o cargo de magistrada no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), ela foi reduzida a “namorada de José Dirceu”, e com uma breve citação de sua posição como “advogada” e “juíza substituta”.

Danyelle, mestre e doutora em direito processual penal pela USP, professora de mestrado no IDP-Brasília, ex-Conselheira da OAB/SP e atual presidente da UMA (União das Mulheres Advogadas), além de ter defendido parlamentares de diferentes espectros políticos, viu seu trabalho sendo desconsiderado em favor de seu vínculo com o ex-ministro, ignorando seu currículo e suas realizações.

Advogadas de diversas entidades criticaram, na sexta-feira (5), a abordagem da matéria, destacando que ela reflete uma prática comum de subestimar o histórico profissional de mulheres advogadas, sempre as posicionando como coadjuvantes de seus maridos, companheiros ou associados.

A vice-presidente da OAB-SP, Daniela Magalhães, expressou indignação em nota, afirmando que a lógica de diminuir a carreira das mulheres advogadas a vínculos afetivos “apaga diplomas, pesquisas, cargos conquistados e décadas de dedicação”.

O Instituto de Garantias Penais (IGP) também se manifestou, dizendo que a matéria “atinge não só Danyelle, mas toda a advocacia feminina” e criticou a perpetuação de estereótipos machistas que buscam reduzir as mulheres a narrativas que desconsideram suas conquistas pessoais.

A advogada Maria Claudia Bucchianeri, ex-ministra do TSE, ressaltou a dor que é ver carreiras jurídicas consolidadas serem apagadas em função do status do parceiro, uma postura que, segundo ela, perpetua a ideia de que as mulheres estão condenadas a ser coadjuvantes, independentemente de seu protagonismo nas suas áreas.

Para as advogadas envolvidas no movimento, o protesto não é contra um veículo de comunicação específico, mas sim uma luta contínua pela conscientização sobre o papel das mulheres na advocacia. Renata Mariz, presidente da AASP (Associação dos Advogados de São Paulo), afirmou que o apelo é para que as mulheres advogadas, e todas as profissionais, sejam respeitadas por suas trajetórias profissionais, e não apenas pelas suas relações pessoais ou familiares.


Danyelle emitiu uma nota pública:

É preciso mais respeito com a advocacia feminina
Danyelle Galvão

Com surpresa e tristeza li a nota no Poder 360 intitulada “Namorada de Dirceu na defesa do Careca do INSS”, que reduz minha advocacia e minha história a uma relação pessoal, e joga suspeita sobre minha atividade profissional, insinuando que pautaria a defesa de alguém para blindar pessoas ou partidos.

O bom jornalismo se pauta pela boa informação, e referida nota não comunica fatos essenciais sobre os personagens e sobre o caso. Assumi a defesa de Antonio Camilo Antunes, atualmente conhecido como Careca do INSS, há pouco mais de um mês, após a renúncia dos antigos defensores.


Não fui contratada por ser namorada desta ou daquela figura, mas pela minha qualificação profissional. Sou advogada criminal há 20 anos, Desembargadora do TRE de São Paulo, mestre e doutora em direito processual penal pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco (USP), professora do mestrado profissional do IDP-Brasília, ex-Conselheira da OAB/SP e presidente da UMA – União das Mulheres Advogadas que hoje reúne 700 advogadas em todas as regiões do Brasil.

Na advocacia já atuei para Senadores, Deputados Federais e Estaduais de todos os espectros políticos, empresários dos mais variados setores e em casos de grande e pequena repercussão nos Tribunais Superiores, todos os Tribunais Regionais Federais e diversos Tribunais de Justiça do país. Representa ainda pessoas vulneráveis e sem condições financeiras que eu e minha equipe atendemos pro bono há anos ou mesmo a associação de juízes estaduais que atendo – com minha equipe – há mais de 12 anos, tendo defendido dezenas de magistrados em processos administrativos disciplinares e criminais perante Corregedoria de Justiça estadual e Conselho Nacional de Justiça.

Sou juíza substituta do TRE -SP desde março de 2023 e estou no meu segundo mandato. Fui convidada a figurar na lista sêxtupla enviada pelo TRE ao TJSP em agosto de 2022 e fui a advogada mais votada pelo Órgão Especial do TJSP naquela oportunidade. Depois de assumir, fiquei exercendo a titularidade – pela ausência de juiz titular – em dos momentos que somaram treze meses, período que proferi mais de 2 mil decisões monocráticas e fui relatora de 800 acordãos. Desde a minha primeira nomeação, em março de 2023, já figurei em mais três listas do TRE -SP (duas para tornar juíza titular e mais uma a minha própria recondução à substituta), sempre com votações expressivas do Órgão Especial do TJSP e sem qualquer apontamento pelo TSE.

Fonte: DCM

“Assunto deles”: A reação de Gleisi sobre a candidatura de Flávio Bolsonaro


O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT). Foto: Reprodução

A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), reagiu nesta sexta-feira (5), de forma direta, à escolha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como candidato à Presidência em 2026, afirmando que o governo Lula já tem seu próprio nome para a disputa — o atual presidente — e que adversários “são assunto deles”.

A declaração foi dada na noite de ontem, após o senador confirmar que foi indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro para representar o PL no próximo pleito.

Gleisi, responsável pela articulação política do governo, destacou que a escolha do adversário não cabe ao PT. “Candidato a gente escolhe e já temos. Adversário é assunto deles”, disse à coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles.

O ministro Paulo Teixeira também comentou a movimentação. “A bolsa caiu, o dólar subiu. Ninguém escolhe adversários”, afirmou.

Flávio Bolsonaro oficializa candidatura

Flávio anunciou nas redes sociais que foi escolhido pelo pai para disputar a Presidência e afirmou assumir “com grande responsabilidade” a missão de representar a direita em 2026. Ele declarou que buscará “dar continuidade ao projeto de nação” do campo conservador.

“Eu me coloco diante de Deus e diante do Brasil para cumprir essa missão. E sei que Ele irá à frente, abrindo portas, derrubando muralhas e guiando cada passo dessa jornada”, escreveu.

Apesar da oficialização, a candidatura tem sido vista com descrença por aliados e opositores do bolsonarismo. O gesto é tratado como um blefe por diferentes setores, ainda que cada grupo apresente sua própria leitura sobre as motivações.

Fonte: DCM

Aprovação do trabalho de Lula de 49% a 10 meses da eleição sinaliza 4º mandato no horizonte

        O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – Reprodução


A menos de 10 meses até as eleições presidenciais de 2026, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem uma taxa de aprovação de 49% no novo Datafolha, o que consolida a possibilidade de uma reeleição.

Pela primeira vez, a aprovação de Lula aparece numericamente à frente da desaprovação (48%). A mais recente pesquisa revela não apenas uma aprovação considerável, mas também um quadro que mantém a trajetória positiva, mesmo com as dificuldades econômicas e sociais que marcam sua gestão até agora.

O otimismo nas pesquisas e a busca pela estabilidade

O fato de Lula superar o desempenho de seu primeiro mandato em termos de avaliação positiva no mesmo estágio de governo é bom sinal. No geral, a pesquisa revelou que os perfis de aprovação do presidente Lula permanecem consistentes, refletindo as preferências eleitorais amplamente observadas no país.


Grupos como os maiores de 60 anos (40%), os menos escolarizados (44%), os nordestinos (43%) e os católicos (40%) têm uma avaliação positiva do governo, classificando-o como ótimo ou bom.

Por outro lado, setores mais inclinados ao bolsonarismo e ao antipetismo tendem a rejeitar o governo com maior intensidade. A reprovação é mais alta entre aqueles com ensino superior (46%), os que recebem de 5 a 10 salários mínimos (53%), os residentes do Sul (45%) e os evangélicos (49%).

Embora a situação tenha sido mais desafiadora para Lula no início do ano, o cenário atual representa uma recuperação. No começo de 2025, o presidente enfrentou grandes pressões, como a crise do Pix, e viu sua aprovação cair de 35% de ótimo/bom em dezembro de 2024 para apenas 24% em fevereiro, o pior índice registrado em seus três mandatos no Palácio do Planalto.

Aliados e opositores veem candidatura de Flávio Bolsonaro como blefe; entenda


       O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Foto: Reprodução

A candidatura anunciada por Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem sido tratada como um blefe por aliados e opositores do bolsonarismo. O gesto do senador, apresentado como escolha de Jair Bolsonaro (PL) para disputar a Presidência, foi recebido com descrença generalizada, tanto entre críticos quanto entre apoiadores da família, conforme informações da coluna Painel, da Folha de S.Paulo.

Apesar de concordarem no diagnóstico, cada grupo aponta razões diferentes. Há quem aposte que Flávio acabará retirado da disputa para ceder lugar a Tarcísio de Freitas ou a outro nome da direita.

Para críticos do ex-presidente, o lançamento serviria apenas para preservar o capital político do bolsonarismo enquanto Jair Bolsonaro cumpre pena por tentativa de golpe de Estado e permanece preso na Superintendência da PF em Brasília.

Anúncio de candidatura de Flávio pega de surpresa aliados de Tarcísio
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP). Foto: Reprodução

Uso político e fragilidades

Entre aliados, porém, o sentido do blefe é outro: fortalecer Flávio internamente após os atritos recentes com Michelle Bolsonaro.

A ex-primeira-dama criticou o deputado André Fernandes (PL) por articular uma aliança com Ciro Gomes (PSDB) no Ceará, e Flávio respondeu afirmando que ela havia se dirigido ao parlamentar de forma “autoritária e constrangedora”.

Nesse contexto, o anúncio seria uma forma de Jair Bolsonaro manter o comando político da família nas mãos dos filhos.

O descrédito em relação à candidatura também está ligado aos obstáculos que cercam o nome de Flávio. Entre eles, as acusações de rachadinha no período em que foi deputado estadual, suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo uma franquia da Kopenhagen e a compra de uma mansão em Brasília, fatores que aliados e opositores citam como impeditivos para que o movimento se transforme em candidatura competitiva.

Fonte: DCM com informações da Folha de S. Paulo

O que acontece com Michelle após o anúncio da candidatura de Flávio Bolsonaro


         A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro (PL). Foto: Reprodução

A decisão de Jair Bolsonaro (PL) de apresentar Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como o nome da família para a disputa presidencial reacendeu a pergunta sobre o que acontece com Michelle Bolsonaro. Entre aliados do ex-presidente, a avaliação é que o movimento funciona mais como uma forma de tirá-la da corrida do que uma definição definitiva da candidatura do filho 01, conforme informações da colunista Malu Gaspar, do Globo.

Interlocutores do clã Bolsonaro afirmam que a escolha por Flávio serve para limitar o avanço recente de Michelle, que vinha se movimentando para assumir protagonismo político. Essa interpretação é compartilhada por vários aliados de Jair Bolsonaro, que veem a decisão como resposta direta à atuação da ex-primeira-dama nos últimos dias.

Até entre pessoas próximas ao governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), tido como o candidato preterido, o gesto é lido como uma reação ao crescimento de Michelle. “Tudo isso é porque Michelle se mexeu demais”, disse uma fonte ligada ao entorno do governador.

A crise desencadeada no Ceará

O episódio que antecipou o movimento ocorreu quando Michelle contestou publicamente a articulação para uma aliança entre o bolsonarismo e Ciro Gomes no Ceará para 2026. “Fazer aliança com o homem que é contra o maior líder da direita? Isso não dá. Nós vamos nos levantar e nós vamos trabalhar para eleger o Girão”, afirmou no lançamento da candidatura do senador Eduardo Girão.



A fala provocou cizânia na direita. O presidente do PL no estado, André Fernandes, respondeu que a aliança tinha sido autorizada pelo próprio Jair Bolsonaro. Flávio adotou a mesma linha e chamou Michelle de autoritária. Carlos e Eduardo também fizeram críticas à ex-primeira-dama.

Dias depois, Flávio visitou o pai na cadeia e buscou amenizar o conflito. “Falei pra ele [Jair Bolsonaro] que já me resolvi com a Michelle, pedi desculpas a ela, ela também”, declarou. Aliados já diziam que esse aceno seria uma “compensação”, pois Michelle seria informada de que não estaria na disputa presidencial.


Pressões internas e necessidade de um nome

Segundo aliados, Jair Bolsonaro está pressionado pelos filhos, vive um momento de abatimento e precisava apresentar rapidamente um nome antes que Michelle ganhasse força demais. No PL e entre os filhos, ela é vista como uma figura “incontrolável”, o que contribuiu para acelerar a decisão.

Agora, cabe a Flávio ocupar o espaço aberto pelo pai. Se isso resultará efetivamente em uma candidatura presidencial, no entanto, ainda não há definição — e aliados reconhecem que somente o tempo dirá se o movimento será consolidado.

Fonte: DCM com informações do jornal O Globo

Tarcísio aparece nas redes e não se pronuncia sobre candidatura de Flávio Bolsonaro

Governador de São Paulo foi escanteado por Jair Bolsonaro, preso por tentativa de golpe de Estado

       Tarcísio de Freitas (Foto: João Valério/Governo de São Paulo)

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), rompeu o silêncio na manhã deste sábado, 6 de dezembro, mas sem fazer qualquer referência à escolha de Flávio Bolsonaro como candidato do bolsonarismo à Presidência em 2026 — decisão tomada por Jair Bolsonaro, que está preso por tentativa de golpe de Estado e inelegível. Ignorando a disputa que abalou o campo da direita e provocou forte impacto no mercado financeiro, Tarcísio publicou nas redes sociais apenas uma mensagem de exaltação ao BOPE do Rio de Janeiro, desviando por completo do tema que domina o debate político desde ontem.

“Recebo a medalha do BOPE com respeito e honra por tudo o que ela representa: o amor e a coragem de homens que estão dispostos a dar a própria vida para garantir a segurança dos cidadãos de bem. A última operação no Rio de Janeiro os testou ao limite, mas, mais uma vez, provaram o seu valor e não recuaram diante do inimigo. Fica aqui a minha gratidão e a minha melhor continência ao Batalhão de Operações Especiais do Rio de Janeiro, a todos que continuam lutando por um Rio e por um Brasil melhor, e também àqueles que tombaram na missão e se sacrificaram por esta causa. Obrigado também ao governador Cláudio Castro, que não baixou a guarda diante do desafio de devolver a verdadeira liberdade e soberania aos fluminenses”, escreveu Tarcísio.



A publicação surge em meio ao turbilhão político provocado pela confirmação de que Jair Bolsonaro decidiu escantear o governador paulista — preferido do mercado financeiro — e impor o nome do filho mais velho, Flávio Bolsonaro, como representante do bolsonarismo em 2026. O anúncio, revelado inicialmente pelo Metrópoles e confirmado à Reuters, derrubou o Ibovespa em mais de 4%, fez o dólar subir mais de 3% e elevou as taxas futuras de juros.

Investidores e analistas viram a escolha como um obstáculo à construção de alianças entre a direita e o centro liberal, já que Flávio Bolsonaro tem menos capacidade de atrair o eleitorado moderado. Economistas classificaram a decisão como um movimento que “implode” as articulações para 2026 e enfraquece o eixo político que tinha Tarcísio como opção mais competitiva contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Enquanto aliados do bolsonarismo, como Fábio Wajngarten, intensificam ataques ao entorno político do governador paulista — afirmando que a equipe de Tarcísio “nunca respeitou” e “nunca valorizou” Jair Bolsonaro — o governador mantém-se em silêncio absoluto sobre sua própria exclusão do projeto presidencial da direita.

Ao optar por uma mensagem institucional e distanciada da crise, Tarcísio passa a imagem de quem tenta evitar um confronto direto com o bolsonarismo, mesmo após ter sido claramente preterido pelo grupo político ao qual dedicou seu capital eleitoral. A ausência de pronunciamento direto aprofunda as dúvidas sobre seu papel e seu futuro na corrida eleitoral de 2026.

Fonte: Brasil 247

Flávio Bolsonaro abre negociação e pede anistia para seu pai

Pré-candidato à presidência, ele foi às redes para pedir união da direita pela anistia

     Flávio Bolsonaro e totem de Jair Bolsonaro (Foto: Reprodução/X/@FlavioBolsonaro)


O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), recém-lançado como pré-candidato à Presidência em 2026, anunciou o início das negociações políticas em defesa de uma anistia para seu pai, Jair Bolsonaro, condenado por tentativa de golpe de Estado e atualmente preso. “Tomada a decisão ontem, hoje começo as negociações! O primeiro gesto que eu peço a todas as lideranças políticas que se dizem anti-Lula é aprovar a anistia ainda este ano!”, escreveu o parlamentar em sua conta na rede X (antigo Twitter). “Espero não estar sendo radical por querer anistia para inocentes. Temos só duas semanas, vamos unir a direita!”, completou.


A declaração de Flávio ocorre um dia após ele confirmar publicamente, em entrevista ao site Metrópoles, que foi escolhido por Jair Bolsonaro para ser o candidato do bolsonarismo à Presidência da República. “É com grande responsabilidade que confirmo a decisão da maior liderança política e moral do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, de me conferir a missão de dar continuidade ao nosso projeto de nação”, afirmou o senador.

O anúncio provocou fortes reações no mercado financeiro. A notícia derrubou o Ibovespa em mais de 4%, fez o dólar subir cerca de 3% e elevou as taxas dos DIs em mais de 50 pontos-base. Investidores interpretaram a decisão como um golpe nas chances de aliança entre centro e direita em torno de uma candidatura mais moderada, como a do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) — considerado o favorito do mercado.

O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, confirmou à Reuters que foi informado por Flávio sobre a escolha feita por Jair Bolsonaro. “Confirmado. Flávio me disse que o nosso capitão ratificou sua candidatura. Bolsonaro falou, está falado. Estamos juntos”, declarou.

Economistas ouvidos pela agência afirmaram que a escolha “implodiu” possíveis composições políticas entre a direita e o centro liberal. “Ainda é cedo para cravar, mas a decisão ‘implode’ possíveis alianças entre centro e direita para o ano que vem. O mercado apostava em Tarcísio para construir essas alianças e pavimentar a vitória da direita em 2026, mas agora cabe avaliar se Flávio Bolsonaro consegue reunir esse amplo espectro político”, disse André Perfeito, da Garantia Capital.

Em resposta às críticas, Flávio afirmou que seu programa econômico será “previsível e elaborado por pessoas muito sérias” e que já conversou com Tarcísio de Freitas, que teria manifestado apoio e respeito à sua candidatura.

A nova ofensiva política do senador busca unir a direita em torno da anistia de Jair Bolsonaro — movimento que marca o início de uma campanha voltada não apenas à disputa eleitoral, mas também à tentativa de reabilitar judicialmente o ex-presidente, que segue inelegível por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Fonte: Brasil 247