segunda-feira, 26 de maio de 2025

Lula anuncia recomposição para universidades federais após congelar R$ 31,3 bilhões do orçamento

Com R$ 340 milhões em verbas remanejadas, presidente tenta aliviar crise em instituições que já enfrentam cortes de serviços

Lula e Camilo Santana (Foto: Ricardo Stuckert)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prepara o anúncio de uma recomposição orçamentária para as universidades federais, após o congelamento de R$ 31,3 bilhões no Orçamento de 2025. A informação foi publicada originalmente pelo jornal O Globo, que apurou que a medida será oficializada nesta terça-feira (27), durante encontro de Lula com reitores das instituições.

De acordo com fontes do Ministério da Educação, o valor a ser destinado gira em torno de R$ 340 milhões, superando os R$ 249 milhões reivindicados internamente pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes). A recomposição é fruto de um remanejamento interno de recursos, já autorizado pelo Ministério da Fazenda, e visa mitigar parte dos efeitos da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2025 aprovada pelo Congresso em março.

◉ Serviços suspensos e limite mensal de gastos - As universidades não foram afetadas apenas pela LOA. Um decreto do governo Lula impôs limites mensais de execução orçamentária para todos os órgãos públicos, que só poderão utilizar cerca de 60% das despesas não obrigatórias previstas até novembro. Embora os salários estejam resguardados, outras rubricas — como manutenção, serviços terceirizados e assistência estudantil — foram duramente atingidas.

Como consequência, diversas universidades federais adotaram medidas emergenciais: corte no fornecimento de combustível, suspensão do transporte interno de alunos e priorização de pagamentos com base na antiguidade da dívida.

Em nota divulgada no dia 15 de maio, a Andifes alertou para a gravidade da situação: “os principais compromissos das IFES (instituições federais de ensino superior) requerem pagamentos continuados ao longo de todo ano, com despesas mensais relativas à assistência estudantil, contratos de terceirização, restaurantes universitários (...) Portanto, limitar a execução mensal e liberar parte do orçamento somente em dezembro não apenas inviabiliza a continuidade das atividades das universidades federais como também a devida execução orçamentária”.

O decreto com os detalhes da recomposição deverá ser publicado em breve e substituirá o ato anterior que restringia a execução orçamentária mensal.

◉ Congelamento afeta gastos não obrigatórios - Embora a recomposição sinalize uma tentativa do governo de manter as instituições em funcionamento, o congelamento total de R$ 31,3 bilhões ainda paira sobre outros setores. O governo federal ainda não definiu quais pastas ou programas serão afetados. Essa definição será detalhada em um decreto previsto para o dia 30 de maio. Após a publicação, os órgãos terão até cinco dias úteis para indicar quais programas terão verbas contingenciadas ou bloqueadas.

O congelamento incide exclusivamente sobre os chamados gastos não obrigatórios, que abrangem desde contratos terceirizados e manutenção da máquina pública até obras e compra de equipamentos. Dentro desse valor, R$ 20,7 bilhões correspondem a um contingenciamento, isto é, podem ser liberados posteriormente, caso haja melhora na arrecadação. Já os outros R$ 10,6 bilhões se referem a bloqueios motivados por despesas obrigatórias acima do previsto — e, nesse caso, a reversão é mais difícil.

A recomposição para as universidades, embora limitada diante das necessidades do setor, é vista como um gesto político e administrativo do governo Lula, que tenta manter a funcionalidade das instituições federais de ensino superior enquanto busca cumprir as regras fiscais.

Fonte: Brasil 247 com informações do jornal O Globo

PGR prepara cruzamento de dados após depoimentos sobre plano golpista

Versões das testemunhas serão comparadas às próximas diligências

Paulo Gonet (Foto: Antonio Augusto/STF)

A Procuradoria-Geral da República (PGR) prepara um cruzamento de dados a partir dos depoimentos colhidos na ação penal que apura a tentativa de golpe de Estado investigada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo a CNN Brasil, a PGR aguarda a conclusão dos depoimentos das testemunhas para, então, analisar se há contradições relevantes que justifiquem novas diligências.

De acordo com fontes da PGR e do STF, a próxima semana será “intensa”, com a previsão de oitivas de ex-integrantes do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Estão na lista de convocados os ex-ministros Marcelo Queiroga (Saúde), Paulo Guedes (Economia), Adolfo Sachsida (Minas e Energia), Bruno Bianco (Advocacia-Geral da União) e Tarcísio de Freitas (Infraestrutura), atual governador de São Paulo.

As declarações estão sendo colhidas pelo gabinete do ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no Supremo. Segundo interlocutores do procurador-geral da República, Paulo Gonet, o objetivo é verificar em que medida os testemunhos coincidem ou divergem. Caso sejam identificadas contradições relevantes, a PGR poderá pedir novas medidas, como acareações ou até buscas e apreensões.

As oitivas de testemunhas do chamado "núcleo 1" da tentativa de golpe começaram no dia 19 de maio e devem seguir até 2 de junho. Esta fase corresponde ao início da instrução criminal. Após a conclusão da coleta de provas, o ministro Moraes deverá marcar os interrogatórios dos réus — etapa prevista para o início do segundo semestre.

Fonte: Brasil 247 com informações da CNN Brasil

Governo Trump admite que ofensiva contra o STF não livrará Bolsonaro da cadeia


No Brasil, próceres do Centrão avaliam que Bolsonaro será preso até o final de julho

Jair Bolsonaro e presídio federal de segurança máxima (Foto: Reuters | Agência Brasil )

Apesar de considerar a imposição de sanções contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), o governo dos Estados Unidos, sob a presidência de Donald Trump, avalia que essas medidas não terão efeito prático sobre o julgamento de Jair Bolsonaro (PL), acusado de tentativa de golpe de Estado, informa Paulo Cappelli, do Metrópoles.

Um representante da Casa Branca afirma que a ofensiva diplomática contra o STF — que inclui a possibilidade de acionar a severa Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes — não deverá alterar o posicionamento dos magistrados da 1ª Turma da Corte.

Embora integrantes do governo Trump considerem provável uma eventual prisão de Bolsonaro, acreditam que ela seria breve. A expectativa entre esses interlocutores é de que o ex-presidente poderá ser libertado posteriormente, por decisão política interna do Brasil, em caso de eventual eleição, em 2026, de um presidente de direita ou extrema direita. A avaliação entre setores da gestão Trump é de que Bolsonaro poderia ser agraciado com indulto.

Centrão estima que prisão de Bolsonaro ocorrerá até julho - Enquanto isso, no Brasil, lideranças do Centrão intensificaram os alertas sobre a possibilidade concreta de prisão de Jair Bolsonaro já nos próximos dois meses, relata Igor Gadelha, do Metrópoles. Políticos com bom trânsito no Judiciário, oriundos de partidos como União Brasil e Progressistas, informaram aliados do ex-presidente de que sua prisão pode ser decretada até o fim de julho.

A previsão contrariou parte do bolsonarismo, que estimava um desfecho apenas em setembro. Desde que Bolsonaro foi tornado réu, em março, o Supremo tem conduzido a fase de coleta de depoimentos em ritmo acelerado. Essa etapa deverá ser concluída no início de junho.

Na sequência, as defesas ainda poderão solicitar novas provas ou diligências. Depois disso, o STF passará a ouvir os réus diretamente. O processo seguirá com as alegações finais das partes e, só então, com a prolação da sentença. Eventuais embargos ainda poderão ser interpostos antes que se determine a execução da pena.

Fonte: Brasil 247 com informações do Metrópoles

Lula sanciona lei que garante acolhimento pelo SUS a pais que perderem filhos na gestação ou ao nascer

Nova política nacional de humanização do luto parental prevê apoio psicológico, investigação das causas da morte e espaços reservados nas maternidades

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou a lei que cria a Política Nacional de Humanização do Luto Materno e Parental, voltada ao acolhimento de mães, pais e familiares que enfrentam a perda de um filho durante a gestação, no parto ou nos primeiros dias de vida. As informações são do g1.

Além de garantir apoio psicológico especializado por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), a nova legislação altera a Lei de Registros Públicos (Lei nº 6.015/1973), permitindo que os natimortos sejam oficialmente registrados com o nome escolhido pelos pais — um gesto simbólico e reparador diante da ausência e do luto.

“Essa política define o que as maternidades precisam ter para cuidar daquelas mães e pais que perdem os filhos antes ou após o parto”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que foi um dos autores do projeto de lei ainda como deputado federal.

Com a sanção, o SUS passa a ser responsável por oferecer uma estrutura específica de atendimento em casos de morte gestacional, perinatal ou neonatal. As ações incluem:

  • Apoio psicológico individual e familiar;
  • Investigação clínica da causa da morte fetal ou neonatal;
  • Acompanhamento nas gestações subsequentes;
  • Ambientes reservados em maternidades para acolhimento de famílias enlutadas;
  • Capacitação de equipes de saúde e criação de protocolos padronizados de cuidado.

A lei busca institucionalizar práticas já adotadas em unidades de referência, como o Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB), o Hospital Mater de Ribeirão Preto (SP) e a Maternidade de Alta Complexidade do Maranhão. Essas experiências inspiraram o modelo de atendimento que será expandido em nível nacional.

Entre 2020 e 2023, o Brasil contabilizou mais de 172 mil óbitos fetais, segundo o Ministério da Saúde. Apenas em 2024, até o momento, já são 22.919 mortes fetais e quase 20 mil óbitos neonatais registrados.

Fonte: Brasil 247 com informações do G1

Tarcísio vai depor em defesa de Bolsonaro, que está prestes a ser preso por tentativa de golpe

Governador de São Paulo será ouvido pelo STF como testemunha do ex-presidente, investigado por articular trama golpista para impedir a posse de Lula

Tarcísio de Freitas (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)


O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), prestará depoimento nesta semana ao Supremo Tribunal Federal (STF) como testemunha do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), investigado por tentativa de golpe de Estado. A informação foi divulgada pelo Valor Econômico nesta segunda-feira (26). Bolsonaro é apontado como figura central no “núcleo crucial” da articulação golpista e, diante do avanço das investigações, cresce a possibilidade de que seja preso nos próximos meses.

Tarcísio, ex-ministro da Infraestrutura no governo Bolsonaro, foi arrolado pela defesa do ex-presidente e será ouvido na próxima sexta-feira (30). O depoimento ocorrerá no âmbito do inquérito que apura o planejamento de uma ruptura institucional após a derrota eleitoral de Bolsonaro em 2022. As oitivas vêm sendo conduzidas pelo ministro Alexandre de Moraes e são realizadas por videoconferência, com participação da Procuradoria-Geral da República (PGR) e das defesas dos investigados.

Além de Tarcísio, também devem ser ouvidos na sexta-feira os ex-ministros Ciro Nogueira (Casa Civil), Eduardo Pazuello (Saúde) e Gilson Machado (Turismo), todos indicados por Bolsonaro como testemunhas. O ex-presidente também solicitou o depoimento de Giuseppe Janino, ex-diretor de tecnologia do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), responsável pelas urnas eletrônicas.

Outras testemunhas relevantes devem ser ouvidas nesta semana, como o ex-ministro da Economia Paulo Guedes, o ex-advogado-geral da União Bruno Bianco e o ex-chefe da Controladoria-Geral da União Wagner Rosário, todos indicados pela defesa de Anderson Torres, ex-ministro da Justiça. Torres é o réu que arrolou o maior número de testemunhas e também pediu o depoimento do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e dos senadores Espiridião Amin (PP-SC) e Eduardo Girão (Novo-CE).

Entre os militares chamados a depor está o general Carlos José Russo Assumpção Penteado, ex-número dois do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que será ouvido nesta segunda-feira como testemunha do general Augusto Heleno, ex-chefe do GSI. Penteado foi demitido após os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

Na semana passada, os ex-comandantes das Forças Armadas Freire Gomes (Exército) e Baptista Júnior (Aeronáutica) prestaram depoimentos com reações distintas. Enquanto Freire tentou suavizar declarações anteriores, Baptista confirmou que Bolsonaro tentou colocar em prática um plano para impedir a posse de Lula. O atual comandante da Marinha, Marcos Sampaio Olsen, também foi ouvido, como testemunha do almirante Almir Garnier, acusado de disponibilizar tropas para apoiar a tentativa de golpe.

Em outro momento tenso das oitivas, o ministro Alexandre de Moraes ameaçou prender o ex-ministro da Defesa Aldo Rebelo por desacato, após este alegar censura ao ser cobrado a responder de forma objetiva se Garnier teria condições de mobilizar tropas navais para um golpe.

As oitivas continuam sob a condução direta de Moraes. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, também participa ativamente dos interrogatórios, tendo adotado postura mais incisiva após críticas recebidas nos primeiros dias da audiência. As apurações indicam que o cerco jurídico contra Bolsonaro se estreita e que o avanço das investigações pode levá-lo à prisão por tentativa de ruptura institucional.

Fonte: Brasil 247 com informações do jornal Valor Econômico

Frente fria leva chuvas ao Sul e abre a temporada de baixas temperaturas no país


    Pessoa enfrenta o frio intenso no Sul do Brasil, agasalhada com casaco e cachecol – Foto: Reprodução



Nesta segunda-feira (26), a chuva volta a atingir o Sul do Brasil, com risco de temporais principalmente no RS. De acordo com a Climatempo, um sistema de baixa pressão, associado à circulação de ventos, vai provocar chuva forte, raios e ventania nas regiões oeste, centro e campanha gaúcha. Em Porto Alegre e outras áreas, a previsão é de pancadas moderadas a fortes.

O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) emitiu alerta para possibilidade de enchentes nas cidades de Uruguaiana, Santa Maria e Santa Cruz do Sul (RS). Além disso, o extremo sul de Santa Catarina pode ter chuva, enquanto o tempo permanece firme e com calor no Paraná.

A partir de terça-feira (27), uma frente fria de origem polar vai avançar pelo Sul e se espalhar por outras regiões, marcando o primeiro grande frio do ano. Segundo a Climatempo, o sistema deve trazer temperaturas negativas no Sul e possibilidade de geada ampla, além de friagem no Norte e recordes de frio no Sudeste e Centro-Oeste.

Moradores caminham em meio à vegetação coberta por geada no Sul do Brasil – Foto: Reprodução
O avanço da frente fria será em duas etapas: a primeira começa na terça, provocando chuva no Sul e instabilidades em São Paulo e Mato Grosso; a segunda ocorre entre os dias 31 de maio e 1º de junho, quando o ar polar derruba significativamente as temperaturas em várias regiões do país.

A MetSul prevê temperaturas entre -3ºC e -5ºC nas áreas mais altas do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, além de mínimas abaixo de 5ºC em centenas de municípios do Sul.

Há também possibilidade de neve nas serras, caso as condições de umidade se mantenham favoráveis.

Fonte: DCM

Na condução das oitivas da trama golpista, Moraes fortalece liderança e coesão no STF


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal – Foto: Reprodução

A condução do ministro Alexandre de Moraes nos depoimentos sobre a trama golpista orquestrada por Jair Bolsonaro (PL) e seus aliados em 2022 tem recebido apoio interno no Supremo Tribunal Federal (STF). Por outro lado, as ações do ministro têm sido alvo de críticas por parte das defesas dos réus, acusados de tramar contra a democracia brasileira.

A postura firme do relator, segundo informações da Folha, é um dos pontos de destaque.

A característica teria ficado evidente quando o magistrado insinuou que o general Marco Antônio Freire Gomes estaria mentindo em sua oitiva e ameaçou prender o ex-ministro da Defesa Aldo Rebelo por desacato.

Freire Gomes, na ocasião, afirmou que “jamais mentiria” e tentou afastar interpretações sobre as falas do ex-comandante da Marinha, Almir Garnier Santos. Moraes, porém, interrompeu o depoimento e advertiu: “A testemunha não pode omitir o que sabe. Vou dar uma chance para a testemunha falar a verdade”.

O general Marco Antônio Freire Gomes – Foto: Reprodução

Na mesma semana, Aldo Rebelo foi advertido pelo ministro, que ameaçou prendê-lo após uma discussão sobre o significado da expressão “à disposição” usada por Garnier. O ex-ministro rebateu: “Não admito censura”, ao que Moraes respondeu: “Se o senhor não se comportar, vai ser preso por desacato”.

Entre os ministros do STF, há respaldo à atuação de Moraes, que é vista como uma busca ativa pela verdade.

Fonte: DCM com informações da Folha de S. Paulo

Centrão aposta em prisão de Bolsonaro até o fim de julho


O ex-presidente Jair Bolsonaro é apontado como o líder da trama golpista. Foto: reprodução

Dirigentes influentes do Centrão, especialmente de partidos como União Brasil e Progressistas, enviaram recados ao círculo próximo de Jair Bolsonaro indicando que o ex-presidente poderá ser preso até o fim de julho, caso seja condenado pelo Supremo Tribunal Federal no inquérito que apura tentativa de golpe. Com informações de Igor Gadelha, do Metrópoles.

Nas últimas semanas, essas lideranças — com boa interlocução no Judiciário — procuraram integrantes do grupo bolsonarista para compartilhar essa avaliação. A informação surpreendeu os aliados do ex-presidente, que esperavam um desfecho apenas em setembro, apesar de acreditarem na rapidez da tramitação.

Atualmente, o STF, por meio de sua 1ª Turma, está colhendo depoimentos no processo, após ter tornado Bolsonaro réu em março. Essa fase do inquérito tem ocorrido de forma acelerada e deve ser concluída no início de junho.

Os ministros Zanin, Cármen Lúcia, Alexandre de Moraes, Luis Fux e Flávio Dino, da 1ª Turma do STF. Reprodução
Encerrada essa etapa, as defesas ainda poderão solicitar novas provas, e o tribunal poderá determinar diligências adicionais. Em seguida, será a vez dos acusados prestarem seus próprios depoimentos.

Antes da sentença, haverá prazo para as manifestações finais tanto das defesas quanto do Ministério Público. Caso haja condenação, ainda será possível apresentar recursos — os chamados embargos — que precisam ser analisados antes de qualquer eventual ordem de prisão.

Fonte: DCM com informações do Metrópoles

INSS inicia a devolução dos descontos indevidos nesta segunda (26); veja o calendário


Fachada do edifício-sede do INSS – Foto: Reprodução

Nesta segunda-feira (26), o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começa a devolver os valores descontados indevidamente de aposentados e pensionistas na folha de pagamento de abril. Ao todo, serão restituídos R$ 292 milhões, segundo informou a autarquia.

A devolução será feita automaticamente, junto ao pagamento regular dos benefícios, e seguirá até a primeira semana de junho. “Para isso, o beneficiário não precisa tomar nenhuma providência”, reforçou o INSS em nota oficial.

Os descontos indevidos ocorreram porque, embora o INSS tenha determinado o bloqueio das mensalidades associativas no final de abril, a folha de pagamentos já havia sido processada.

O governo federal decidiu que o INSS não repassaria esses valores às entidades associativas, efetuando diretamente a devolução aos beneficiários. A recomendação é que aposentados e pensionistas fiquem atentos a golpes, já que todas as informações oficiais sobre aposentadorias e pensões são divulgadas apenas pelo portal “Meu INSS”.

Smartphone exibe o aplicativo “Meu INSS” – Foto: Reprodução


Caso o beneficiário deseje reaver mensalidades cobradas indevidamente em períodos anteriores, é necessário registrar a solicitação no Meu INSS ou pelo telefone 135. Nesses casos, “o INSS vai acionar a entidade para que comprove a autorização.
Confira o calendário oficial de devolução divulgado pelo INSS:

Quem ganha até um salário mínimo
Final 1 – 26 de maio
Final 2 – 27 de maio
Final 3 – 28 de maio
Final 4 – 29 de maio
Final 5 – 30 de maio
Final 6 – 2 de junho
Final 7 – 3 de junho
Final 8 – 4 de junho
Final 9 – 5 de junho
Final 0 – 6 de junho

Quem ganha acima de um salário mínimo
Final 1 e 6 – 2 de junho
Final 2 e 7 – 3 de junho
Final 3 e 8 – 4 de junho
Final 4 e 9 – 5 de junho
Final 5 e 0 – 6 de junho

As restituições ocorrem após investigações da Polícia Federal (PF) descobrirem um esquema de fraudes contra aposentados e pensionistas na autarquia que teria movimentado ao menos R$ 6 bilhões entre 2019 e 2024.

O golpe, iniciado na gestão Bolsonaro, envolvia descontos indevidos em contracheques de beneficiários do INSS.

Fonte: DCM

domingo, 25 de maio de 2025

Observadores internacionais comentam as eleições na Venezuela

Revolução Bolivariana realiza confiante mais uma eleição democrática com centenas de observadores internacionais

(Foto: prensa latina)

Por Francisco Balsinha, de Caracas - Neste domingo (25), o povo venezuelano é mais uma vez chamado às urnas para eleger deputados, legisladores e governadores, em mais um desafio eleitoral na pátria de Bolívar nos últimos 26 anos. Para certificação internacional do resultado destas eleições foram convocados centenas de observadores internacionais provenientes de 53 países. É a alguns desses observadores internacionais que damos voz neste trabalho.

A portuguesa Regina Marques, do Movimento Democrático de Mulheres (MDM) afirma que as eleições na Venezuela revestem-se de “um significado de grande prestígio para o MDM, de grande reconhecimento do nosso trabalho e também a responsabilidade de virmos aqui interpretar aquilo que vai acontecer nestas eleições”. “Além disso, - prossegue - “é um orgulho também que a Venezuela com o seu caráter democrático e revolucionário, que tem um processo eleitoral extremamente participativo, nos tenha convidado para que depois possamos partilhar a nossa experiência com outras organizações portuguesas com quem temos história comum de luta política”.

Ela conta que já esteve várias vezes na Venezuela por várias razões. “A primeira vez que vim à Venezuela foi para participar num congresso da Federação Democrática Internacional das Mulheres, ainda no tempo do saudoso presidente Hugo Chavez, que esteve no nosso congresso e nos proporcionou momentos inesquecíveis, além disso também estive posteriormente no congresso da organização das mulheres venezuelanas e depois voltei como vedora (observadora) nas eleições comunais, tendo nessa altura ido para o estado de Falcon, que é muito interessante porque congrega uma zona industrial intensa juntamente com a actividade piscatória e nesse local pude observar a conjugação da actividade de operários, industriais e pescadores no seu dia a dia”.

Questionada sobre o sentimento em relação á Venezuela, a ativista portuguesa afirma: “Eu diria que o meu sentimento em relação à política do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) e em relação ao regime bolivariano, isto porque não conheço a Venezuela toda, é o de que tenho muita esperança e confiança na forma como eles encaram a política e a resolução dos problemas e saliente que têm enfrentado o imperialismo de uma maneira muito corajosa e têm conseguido vencer em muitos aspectos, além de que são muito unidos e participam muito em acções rua e isso é muito perceptível. Deixa-me dizer-te que também estive cá quando foi a tomada de posse do Presidente Maduro e nas ruas houve manifestações gigantescas de regozijo pela vitória eleitoral e não imaginas como eram tremendamente gigantes as manifestações de massas, uma coisa brutal, mas, ao mesmo tempo, também pudemos apreciar uma serenidade e uma alegria também partilhadas pelas forças militares destacadas para a segurança destas manifestações.

Regina Marques considera que é “uma experiência muito gratificante” compartilhar a jornada eleitoral na Venezuela com outros observadores internacionais. “Há muita simpatia, estamos todos aqui para fazer o mesmo, todos temos vontade de nos conhecermos e de trocarmos opiniões e experiências de luta política, embora se note que há ligeiras diferenças mas o ambiente entre todos é sempre muito simpático e chego sempre à conclusão de que aprendo muito.”

A dirigente do MDM espera uma vitória do PSUV e das forças bolivarianas. “Tenho estado a acompanhar as reportagens que são apresentadas pela televisão venezuelana sobre o que se passa em vários estados e vejo que as pessoas estão em paz, estão serenas e, além da vitória que desejo, estimo que não haja algazarras e provocações da oposição fascista como houve em Julho do ano passado.

Por sua vez, o colombiano David Porras e venho da Colômbia afirma que atribui grande importância ao trabalho de observador eleitoral, “porque me possibilita ver o exercício de uma democracia mais directa e participativa do que a que acontece nas democracias liberais”, diz.

Ele conta que a primeira vez que esteve na Venezuela foi em 2012 . “Quero também esclarecer que a primeira vez que vim à Venezuela fi-lo por minha conta e com a intenção de apurar a verdade sobre este país, porque todos os meios de comunicação diziam mal deste regime e então dei-me conta de que o que propagavam era algo absolutamente falso. Nessa primeira visita, durante mês e meio viajei por nove estados e pude aprender muito com o Povo, posso até dizer que absorvi muitas lições para a vida”.

O colombiano David considera que a Venezuela é “ um país que vive em completa paz, em democracia e experimenta um de desenvolvimento econômico”.

Fonte: Brasil 247

Show de Padre Fábio de Melo expõe imoralidade de cachês milionários pagos por prefeituras


Padre Fábio de Melo se apresenta em Carmo do Rio Claro, no Sul de Minas: cachê de R$ 280 mil. Imagem: reprodução

Ao subir ao palco antes do show do padre Fábio de Melo, em Carmo do Rio Claro (MG), o prefeito Filipe Carielo (PSD) foi direto: “A nossa meta é, pelos próximos quatro anos, realizar eventos voltados ao público cristão.”

A apresentação custou R$ 280 mil aos cofres públicos — valor equivalente à metade do repasse feito ao principal hospital da cidade no mês de março. O caso ilustra um movimento nacional de prefeitos que têm investido pesadamente em eventos religiosos com verbas públicas.

Um levantamento do Globo mostra que ao menos 38 prefeituras em 16 estados destinaram juntas mais de R$ 13,8 milhões a eventos cristãos entre junho de 2024 e o último fim de semana.

Foram 27 celebrações evangélicas, 13 católicas e uma de natureza cristã sem especificação. Os repasses, em geral feitos por inexigibilidade de licitação, têm incomodado tribunais de contas e gerado questionamentos no Ministério Público, especialmente pela falta de transparência.

No Rio, o Tribunal de Contas tem histórico crítico sobre esses aportes.

Em 2013, o ex-prefeito de Teresópolis foi multado por destinar R$ 119 mil a uma Marcha para Jesus em 2010.

Neste ano, o mesmo evento recebeu R$ 1,9 milhão da prefeitura carioca. Outros dois projetos religiosos, a Expo Cristã (R$ 3 milhões) e o Cariocão, promovido pela Igreja Adventista, também contaram com patrocínio da prefeitura, o que levou à abertura de uma representação no Ministério Público Federal contra Eduardo Paes por “suposto favorecimento ao público evangélico”.

O debate se repete em outros estados.

No Maranhão, o MP tentou suspender o “Zé Doca com Cristo”, carnaval cristão de R$ 600 mil. No Rio Grande do Norte, a recomendação era que não se usasse verba pública para eventos religiosos, mas uma festa católica acabou recebendo R$ 17 mil. Já em cidades pequenas, como Campestre de Goiás (GO), o apoio chegou a representar 50% da arrecadação anual do IPTU.

O Dia Nacional da Marcha pra Jesus foi instituído em 3 de setembro de 2009, e, em 11 de janeiro de 2011, o encontro passou a fazer parte do calendário oficial da cidade.

Especialistas apontam a dificuldade em fiscalizar esses eventos, justamente pela sobreposição entre manifestações religiosas e culturais. “Há uma linha tênue entre religião e cultura”, afirma Rodrigo Vittorino, da UFU. “Patrocinar proselitismo é inaceitável, mas há festas tradicionais que sempre receberam apoio.”

A prefeitura de Carmo do Rio Claro defendeu a legalidade dos investimentos: “O Estado, embora laico, não é antirreligioso — sendo legítimo fomentar atividades que contribuam para a formação cultural e espiritual da sociedade.”

Para o cientista político Vinicius do Valle, do Observatório dos Evangélicos, o uso de dinheiro público revela desigualdade no apoio religioso no espaço público. “Religiões de matriz africana são frequentemente reprimidas”, critica. A falta de equilíbrio, segundo ele, torna controversa a ocupação religiosa das ruas e palcos pelas mesmas expressões religiosas, sob o manto da cultura.

Fonte: DCM com informações do jornal O Globo

Candidato único, Samir Xaud é o novo presidente da CBF; ‘É tempo de reconstruir a confiança’

Eleição aconteceu neste domingo (25), no Rio de Janeiro, após justiça afastar ex-presidente Ednaldo Rodrigues

Samir Xaud contou com apoio de 25 das 27 federações e de dez clubes das séries A e B - (Muro Pimentel/AFP)

O médico e presidente da Federal Roraimense de Futebol (FRF), Samir Xaud, foi eleito, neste domingo (25), presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Ele assume o cargo após Ednaldo Rodrigues ter sido afastado da presidência por decisão judicial, no início do mês. Xaud vai comandar a entidade até 2029.

O resultado não é uma surpresa. A Assembleia Extraordinária apenas confirmou o já esperado desde a saída do então presidente Ednaldo Rodrigues.

O novo presidente tem 41 anos e é filho do dirigente da FRF, Zeca Saud, que comanda a entidade há 42 anos, um dos mais longevos comandantes de federações no país. Samir foi eleito com apoio de 25 das 27 federações e de 10 dos 40 clubes das Séries A e B aptos a votar.

No primeiro pronunciamento, após a eleição, Samir Xaud afirmou que seu compromisso é “construir uma nova CBF”, pautada pela unidade, modernização e transparência. “É tempo de reconstruir a confiança”, afirmou.

Entre os principais compromissos assumidos, ele citou a reforma do calendário, a criação de um Grupo de Trabalho para discutir o fair play financeiro no futebol e o apoio ao desenvolvimento das ligas.

Xaud citou que vai incentivar mais diversidade na CBF, apontando a retomada da Taça Indígena, mais ações antirracistas e mais investimentos no futebol feminino. Ele cravou que a Copa do Mundo, que será realizada no Brasil em 2027, será um marco neste segmento.

Xaud apresentará o novo técnico da seleção brasileira, Carlos Ancelloti, e deve participação do anúncio dos primeiros convocados pelo treinador italiano.

O Brasil enfrenta no dia 5 de junho a seleção do Equador, em Guayaquil, pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 2026.

Candidatura única, mas com divergências

O sistema de votação foi questionado por clubes. 20 times rejeitaram o apoio a Xaud por discordarem do método usado na eleição. O formato atual atribui pesos diferentes aos votos: clubes da série A têm peso 2, da série B têm peso 1 e as federações têm peso 3. Os críticos apontam que esse formato é desigual e pouco representativo, desconsiderando a relevância dos times e suas torcidas no processo de decisão.

Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF), até tentou disputar a eleição, mas não obteve o número mínimo de apoio das federações. Ele tinha apoio de mais clubes do que o vencedor.

Apenas Botafogo, Palmeiras, Vasco e Grêmio (na série A) e Amazonas, CRB, Criciúma, Paysandu e Volta Redonda (Série B) apoiaram o novo presidente.

No pronunciamento após a eleição, o novo presidente destacou que este é um novo momento para o futebol brasileiro, que exige união entre as entidades. Citou que a candidatura de Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF), “qualificou a disputa”, e fez questão de reconhecer o trabalho de Ednaldo Rodrigues, afirmando que as conquistas da gestão anterior serão preservadas.

Sucessão

Xaud assume o comando da CBF após o baiano Ednaldo Rodrigues ter sido afastado do cargo por decisão judicial. O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, por meio de decisão do desembargador Gabriel de Oliveira Zefiro, confirmou que houve falsificação da assinatura do Coronel Nunes, um dos vice-presidentes da entidade, no documento que assegurava a eleição de Ednaldo em 2022.

Na sequência, o vice-presidente Fernando Sarney assumiu o cargo e convocou novas eleições. Horas depois, Samir Xaud recebeu o apoio de 25 federações.

Em janeiro, Samir Xaud foi eleito para presidir a Federação Roraimense de Futebol, também como candidato único.

Editado por: Nathallia Fonseca
Fonte: Brasil de Fato

"Argentina sangra por causa da desigualdade", diz Igreja Católica a Milei no aniversário da independência

Milei realizou um ajuste brutal dos gastos públicos desde que assumiu o cargo no final de 2023

Presidente da Argentina, Javier Milei - 13/05/2025 (Foto: Agustin Marcarian/Reuters/Arquivo)

Reuters - O arcebispo de Buenos Aires alertou neste domingo o governo do presidente Javier Milei sobre a situação dos pobres e dos aposentados na Argentina e sobre a "agressão constante" nas redes sociais.

No tradicional Te Deum pelo aniversário da Revolução de Maio de 1810, o arcebispo Jorge García Cuerva disse em sua homilia na Catedral de Buenos Aires, diante de Milei e seu gabinete de ministros, que na Argentina "a fraternidade, a tolerância, o respeito estão morrendo".

"Nosso país está sangrando. Tantos irmãos e irmãs que sofrem marginalização e exclusão", disse García Cuerva, responsável pelo arcebispado de Buenos Aires, de onde o ex-papa Francisco certa vez questionou os poderes constituídos, e listou os pobres, os jovens vítimas do narcotráfico e os aposentados.

"Os aposentados merecem uma vida digna com acesso a medicamentos e alimentos, uma ferida que está aberta e sangrando há anos, mas que, como sociedade, precisamos curar logo", acrescentou. "Quantas gerações mais e por quanto tempo eles terão de reivindicar aposentadorias decentes?", disse ele.

Milei realizou um ajuste brutal dos gastos públicos desde que assumiu o cargo no final de 2023 para controlar uma crise econômica de anos, que atingiu os salários públicos e a renda dos aposentados, que reclamam todas as quartas-feiras nas ruas e são frequentemente reprimidos pela polícia.

García Cuerva também se referiu à "agressão constante" nas redes sociais e pediu para "conter o ódio".

"Já passamos de todos os limites. A desqualificação, a agressão constante, o abuso e a difamação parecem ser comuns", disse o arcebispo a Milei, que, ao entrar na catedral, ignorou os cumprimentos do chefe do governo de Buenos Aires, Jorge Macri, e da vice-presidente, Victoria Villaruel, com quem tem diferenças políticas.

O governo de Milei usa com frequência as redes sociais para se referir a políticos, economistas e jornalistas que questionam suas políticas.

Fonte: Brasil 247 com Reuters

Mãe, irmão e filho: inelegível, Zambelli busca sucessores em sua própria família

A deputada federal Carla Zambelli – Foto: Reprodução

Carla Zambelli (PL), inelegível após condenação no STF (Supremo Tribunal Federal) pela invasão aos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), já articula quem poderá assumir sua vaga na Câmara em 2026. A parlamentar, segundo informações do colunista Igor Gadelha, do Metrópoles, revelou que pretende lançar um de seus pais como candidato a deputado por São Paulo.

Segundo a deputada, sua mãe, Rita Zambelli, é hoje a mais cotada para concorrer, principalmente por ser mais ativa nas redes. “Estou pensando nos meus pais”, afirmou ela ao ser questionada sobre seus planos para a sucessão. Além dos pais, Zambelli também prepara seu filho, João Hélio Salgado Neto, de 17 anos, para ingressar na política. A expectativa da deputada é que ele se candidate a vereador de São Paulo nas eleições de 2028.

João Hélio não poderá concorrer a deputado estadual ou federal nas eleições de 2026, pois não terá completado os 21 anos exigidos por lei para disputar uma vaga na Câmara. A deputada, no entanto, aposta em sua participação política no futuro.

Outro nome que a bolsonarista pretende manter na política é o de seu irmão, o deputado estadual Bruno Zambelli (PL). Ela articula sua candidatura à reeleição para a Assembleia Legislativa de São Paulo em 2026.

Carla Zambelli e seu irmão, o deputado estadual Bruno Zambelli – Foto: Reprodução

Fonte: DCM com informações do Metrópoles