Ministra diz que houve votação simbólica e anuncia que governo vai recorrer
A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), acusou o presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana, de ter conduzido de forma irregular a votação que aprovou a quebra de sigilo de Fábio Luis Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo ela, o governo pretende recorrer da decisão. Em entrevista ao SBT News, Gleisi afirmou que a base aliada não falhou na articulação durante a sessão e responsabilizou o comando da comissão pelo resultado da votação.
● Gleisi critica condução da votação
Ao comentar o episódio, a ministra rebateu a avaliação de que o governo teria sido surpreendido. “Não cochilou”, disse. Em seguida, afirmou: “Foi golpe do presidente da CPMI. Temos maioria. Tínhamos ganhado a votação anterior. Ele não contou os votos. Fez votação simbólica, e tratorou ao anunciar o resultado. Vamos recorrer disso”.

