Decisão do STF foi antecedida por articulação política, reuniões com Moraes e envio de laudos médicos em processo reservado
O ex-presidente Jair Bolsonaro em sua casa em Brasília-DF, onde cumpre prisão domiciliar, enquanto aguarda a execução penal pela condenação por golpe de Estado - 29/09/2025 (Foto: REUTERS/Diego Herculano)
A concessão de prisão domiciliar humanitária por 90 dias ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), foi resultado de uma intensa articulação política e familiar, além da análise de informações médicas tratadas em sigilo.
A decisão foi tomada após uma série de movimentos nos bastidores que envolveram aliados próximos e autoridades.Segundo informações publicadas pelo jornal O Estado de S. Paulo, o processo que embasou a decisão incluiu reuniões com o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, além do envio de relatórios médicos do hospital DF Star, onde Bolsonaro está internado desde 13 de março.

