terça-feira, 5 de maio de 2026

TSE lança mascote para as eleições de 2026

Personagem homenageia os 30 anos da urna eletrônica e será usada em ações educativas

       'Pilili', novo mascote do TSE (Foto: Alejandro Zambrana/Secom/TSE)

O Tribunal Superior Eleitoral apresentou Pilili, mascote das eleições de 2026, personagem sem gênero que homenageia os 30 anos da urna eletrônica e será usado em ações educativas para estimular a participação dos eleitores.

O lançamento ocorreu durante um evento em comemoração às três décadas de implementação da urna eletrônica no sistema eleitoral brasileiro. Inspirado no equipamento de votação, Pilili tem como marca a tecla verde de “confirma”, que emite o som “Pilili” ao ser acionada, onomatopeia que deu origem ao nome do mascote.

Segundo o TSE, a ausência de gênero definido no personagem simboliza “a neutralidade sem estereótipos”. O tribunal também apresentou Pilili como uma figura “defensora da democracia, fácil de lidar e muito sociável”.

A presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, participou do evento de lançamento e ressaltou a importância da urna eletrônica para o processo eleitoral brasileiro. Ela afirmou que o equipamento teve papel decisivo na segurança da votação ao longo das últimas três décadas.

“Nesses 30 anos, a urna acabou com a fraude eleitoral, acabou com a possibilidade de uma pessoa votar por outra. Acabou com a possibilidade, portanto, de a gente ter um resultado que não corresponde ao votado pelo povo”, disse a ministra.

Pilili será utilizado em campanhas de comunicação do TSE, tanto em materiais físicos quanto nas redes sociais. De acordo com o tribunal, o personagem também deverá realizar ações pelo país com o objetivo de ampliar a participação social nas votações.

A criação do mascote começou em 2023, a partir de uma proposta da Coordenadoria de Mídias e Web da Secretaria de Comunicação e Multimídia do TSE. O conceito buscou associar o personagem à urna eletrônica, considerada pelo tribunal um dos principais símbolos do sistema eleitoral brasileiro.

Cármen Lúcia também destacou que a urna eletrônica foi desenvolvida para atender às necessidades do país e reforçou a relação direta entre o eleitor e sua escolha no momento do voto.

“O Brasil pensou, portanto, em algo que foi feito por nós, para nós, para as nossas necessidades, que é a urna eletrônica. O voto é computado, não tem a mão de outra pessoa, não tem a visão de outra pessoa. É você, exclusivamente, com a sua escolha, com quem você acha que lhe representa”, afirmou.

Fonte: Brasil 247

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