A ex-deputada foi acusada de oportunismo eleitoral em procissão de São Jorge. Vídeo
O padre de uma igreja em Porto Alegre pediu desculpas a Manuela D’Ávila depois de a ex-deputada ser hostilizada durante uma procissão de São Jorge e acusada de oportunismo eleitoral.
Segundo o relato publicado na rede social, Manuela frequenta a igreja há anos, participou de ações de apoio durante as enchentes e não teria usado sua presença em atividades religiosas como palanque político. A publicação afirma que, após o episódio, o padre usou a missa para se desculpar com ela.
◎ Episódio ocorreu durante procissão de São Jorge
De acordo com a publicação, a hostilidade ocorreu durante a procissão de São Jorge, em Porto Alegre. Manuela teria sido acusada de tentar obter vantagem eleitoral com sua participação no ato religioso, o que motivou a reação posterior do sacerdote.
O caso ganhou repercussão por envolver uma figura pública de trajetória conhecida no Rio Grande do Sul e por ocorrer em um espaço de manifestação de fé. A publicação destaca que Manuela já tinha vínculo com a comunidade religiosa e que sua presença no local não seria recente.
◎ Padre se manifestou durante a missa
O pedido de desculpas teria sido feito durante a missa, em resposta ao constrangimento sofrido por Manuela. Não foram divulgadas, no material fornecido, falas literais do padre nem declarações diretas da ex-deputada sobre o episódio.
Por esse motivo, a matéria não atribui frases entre aspas a nenhum dos envolvidos. O relato disponível informa apenas que o sacerdote se desculpou publicamente e que a hostilidade teria ocorrido após a acusação de oportunismo eleitoral.
◎ Manuela voltou ao centro do debate político gaúcho
O episódio ocorre em um momento em que Manuela D’Ávila voltou a aparecer com destaque no cenário político do Rio Grande do Sul. Em dezembro de 2025, ela assinou filiação ao PSOL em ato realizado em Porto Alegre, segundo informação divulgada pelo partido.
Na ocasião, o PSOL afirmou que a filiação consolidava a pré-candidatura de Manuela ao Senado pelo Rio Grande do Sul. O partido também destacou sua trajetória como ex-vereadora, ex-deputada estadual, ex-deputada federal e candidata a vice-presidente em 2018.
A hostilidade relatada na procissão de São Jorge, portanto, foi apresentada na publicação original como um episódio em que a presença de Manuela em um ato religioso foi interpretada por terceiros como movimentação eleitoral, apesar do histórico de frequência à igreja mencionado no próprio relato.
Fonte: Brasil 247
Nenhum comentário:
Postar um comentário