quinta-feira, 30 de abril de 2026

Ratinho faz acordo sigiloso com bailarina para encerrar ação de R$ 2 milhões por racismo


                    A bailarina Cíntia Melo e o apresentador Ratinho. Foto: Reprodução

O apresentador Ratinho firmou um acordo para encerrar a ação movida pela bailarina Cíntia Melo, que o acusava de racismo e pedia indenização de R$ 2 milhões por danos morais. A Justiça homologou o entendimento entre as partes, e os valores acertados não foram divulgados por conta de cláusula de confidencialidade.

O caso teve origem em abril de 2024, durante o programa no SBT, quando o apresentador questionou o cabelo da bailarina, insistindo que não seria natural. A defesa de Cíntia afirmou que as falas configuraram “racismo recreativo”, enquanto Ratinho alegou que se tratava de uma brincadeira sem intenção discriminatória.

Cresce a pressão sob Lula por indicação de mulher negra ao STF; entenda


O presidente Lula junto do Jorge Messias, rejeitado pelo Senado para vaga no STF. Foto: Adriano Machado/Reuters

Movimentos e entidades negras voltaram a pressionar o presidente Lula (PT) para que indique uma mulher negra ao Supremo Tribunal Federal (STF). A cobrança ganhou força após o Senado rejeitar, na quarta-feira (29), o nome de Jorge Messias, advogado-geral da União, para a vaga aberta na Corte.

A derrota de Messias foi interpretada por defensores da proposta como a reabertura da disputa pela indicação. Para esses grupos, o novo cenário recoloca no centro do debate a possibilidade de uma escolha inédita na história do Supremo: uma ministra negra.

Entre as entidades que se manifestaram estão a Coalizão Negra por Direitos, Mulheres Negras Decidem e o Instituto da Defesa da População Negra (IDPN). Os grupos defendem que a nova indicação leve em conta a representatividade racial e de gênero em uma Corte que, em mais de 130 anos, nunca teve uma mulher negra entre seus ministros.

Ministros do STF veem derrota de Messias como recado político e risco de impeachment no futuro

Rejeição da indicação de Jorge Messias pelo Senado é vista como indicativo de maior pressão política sobre o STF

     Plenário do STF (Foto: Gustavo Moreno/STF)

A rejeição da indicação de Jorge Messias pelo Senado foi interpretada por integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) como um sinal político relevante e um alerta institucional. Nos bastidores da Corte, a leitura predominante é a de que o resultado expôs a fragilidade do governo no Congresso e indicou um possível risco futuro para os próprios ministros, especialmente diante da correlação de forças no Legislativo.

Segundo a coluna da jornalista Carolina Brígido, do jornal O Estado de São Paulo, a votação foi vista dentro do STF como um recado direto do Senado: se há maioria suficiente para barrar uma indicação ao tribunal, também poderia existir base política para avançar sobre ministros já em exercício.

Jandira Feghali afirma que rejeição de Jorge Messias ao STF representa derrota da democracia e risco de crise institucional


A deputada do PCdoB criticou duramente o resultado da votação no Senado Federal

      Jandira Feghali (Foto: Kayo Magalhaes/Câmara dos Deputados)

A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) afirmou que a rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) representa uma derrota da democracia e pode ampliar tensões entre os poderes da República. Segundo a parlamentar, a decisão abre espaço para uma crise institucional ao priorizar interesses particulares em detrimento do interesse nacional.

A declaração foi publicada por Feghali em sua conta na rede social X (antigo Twitter), onde a deputada criticou duramente o resultado da votação no Senado Federal. Para ela, o episódio rompe um padrão histórico e fragiliza a institucionalidade brasileira.

Lula não recua e fará nova indicação ao STF

Indicado pelo presidente, Jorge Messias teve o nome rejeitado pelo Senado na quarta-feira

         Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil)

O presidente Lula decidiu manter o plano de indicar um novo nome ao Supremo Tribunal Federal (STF), mesmo após a rejeição de seu indicado anterior pelo Senado, informa a jornalista Ana Flor, do G1. A expectativa no governo é de que a nova escolha seja anunciada nas próximas semanas.

Em uma reunião com aliados no Palácio do Alvorada, Lula sinalizou que não pretende abrir mão da prerrogativa de indicar um novo ministro para a Corte, ainda que sem pressa imediata.

☉ Rejeição no Senado acende alerta no governo
A decisão de seguir com uma nova indicação ocorre após o Senado Federal rejeitar o nome de Messias, escolhido anteriormente pelo presidente. Segundo relatos de participantes da reunião, Lula afirmou ter recebido a decisão do Congresso com tranquilidade. O próprio Messias esteve presente no encontro.

Rui Falcão diz que Alcolumbre fez “declaração de guerra” ao governo Lula após derrota no Senado

Deputado critica rejeição de indicação de Jorge Messias ao STF e afirma que decisão representa ofensiva contra a democracia

Rui Falcão diz que Alcolumbre fez “declaração de guerra” ao governo Lula após derrota no Senado (Foto: © Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O deputado federal Rui Falcão (PT-SP) analisou a rejeição pelo Senado da indicação de Jorge Messias para a vaga ao Supremo Tribunal Federal (STF). O parlamentar classificou o episódio como um marco de escalada na crise política e institucional do país.

Segundo Rui Falcão, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, rompeu com o governo ao conduzir o processo que resultou na derrota. “Ele não só não é confiável e não integra a base de governo, como ele fez uma declaração de guerra ao governo”, afirmou.

Governo Lula amplia crédito para caminhoneiros autônomos

Nova fase do Move Brasil deve liberar mais R$ 10 bilhões para renovar frota

Governo Lula amplia crédito para caminhoneiros autônomos (Foto: Divulgação / Comunicação ANTT)

O governo amplia crédito para caminhoneiros autônomos ao preparar a segunda fase do programa Move Brasil, com previsão de liberar mais R$ 10 bilhões para renovação de frota. A iniciativa busca facilitar a troca de caminhões por meio de financiamento com condições mais acessíveis, fortalecendo o transporte rodoviário de cargas no país. O anúncio está previsto para esta quinta-feira (30), em cerimônia no Palácio do Planalto.

Attuch: a derrota é de Alcolumbre, não de Messias

Jornalista afirma que governo Lula sofreu revés no Senado, mas destaca capacidade de reação e rejeita tese de colapso político

         Leonardo Attuch, em entrevista ao jornalista Breno Altman (Foto: Reprodução Youtube)

A derrota de Jorge Messias no Senado, após sua indicação ao Supremo Tribunal Federal pelo presidente Lula, abriu uma nova fase de tensão política em Brasília. Em análise publicada na TV 247 nesta quinta-feira (30), o jornalista Leonardo Attuch afirma que, embora o episódio represente um revés para o governo, não significa nem o fim da gestão Lula nem o colapso de um projeto de reeleição.


Juliana Brizola lidera disputa pelo governo do Rio Grande do Sul, aponta Quaest

Levantamento mostra candidata do PDT com 24%, seguida por Luciano Zucco com 21%; Manuela D´ávila e Germano Rigotto lideram disputa pelo Senado

      Juliana Brizola (Foto: Reprodução / Instagram)

A ex-deputada estadual Juliana Brizola (PDT) aparece na liderança das intenções de voto para o governo do Rio Grande do Sul, segundo levantamento da Quaest, que também analisou a avaliação do governador Eduardo Leite (PSD) e os cenários para o Senado. Os dados indicam um quadro ainda indefinido, com elevado número de eleitores indecisos e disputa aberta entre os principais nomes.

Os números foram divulgados em pesquisa Genial/Quaest realizada em abril de 2026 no estado , que avaliou diferentes cenários eleitorais, além da percepção da população sobre a atual gestão estadual.

Daniel Vilela lidera disputa pelo governo de Goiás, indica Quaest

Levantamento mostra cenários ao governo, alta aprovação de Caiado e disputa ao Senado em Goiás

14 03 2026 Caiado lança Daniel Vilela ao governo com presença de 209 prefeitos, em Jaraguá (Foto: Cristiano Borges / Flickr do Governador Ronaldo Caiado)

Daniel Vilela (MDB) lidera a disputa pelo governo de Goiás, segundo levantamento da Quaest, que também aponta alta aprovação do governo de Ronaldo Caiado (PSD) e detalha os cenários para o Senado no estado.

De acordo com a pesquisa Genial/Quaest realizada em abril de 2026, Vilela aparece à frente em diferentes cenários estimulados de primeiro turno, consolidando-se como principal nome na corrida eleitoral.

Pesquisa Quaest aponta Camilo Santana como favorito ao governo do Ceará

Ciro Gomes aparece em segundo lugar, mas lidera em cenário de segundo turno contra Elmano de Freitas

            Pesquisa Quaest aponta Camilo Santana como favorito ao governo do Ceará (Foto: ABR)

A pesquisa Quaest aponta Camilo Santana como favorito ao governo do Ceará, com Ciro Gomes em segundo lugar no primeiro turno e vantagem sobre Elmano de Freitas em simulações de segundo turno, segundo dados divulgados em abril de 2026.
O levantamento da Genial/Quaest detalha os cenários eleitorais no estado e também mede a aprovação da atual gestão e as intenções de voto para o Senado.

quarta-feira, 29 de abril de 2026

Internautas disparam críticas ao “Congresso inimigo do povo” e ao Centrão após o Senado rejeitar Messias para o STF

“O povo precisa reagir à altura", escreveu um perfil em rede social

     Jorge Messias (Foto: Carlos Moura/Agência Senado)

A rejeição do advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias, para o Supremo Tribunal Federal (STF) anunciada pelo Senado provocou forte reação nas redes sociais, com críticas direcionadas ao Congresso Nacional e ao Centrão. Termos como “Congresso inimigo do povo” e “Centrão” ficaram entre os assuntos mais comentados na plataforma X nesta quarta-feira (29).

As reações ganharam volume ao longo do dia, impulsionadas por perfis políticos e comentários de figuras públicas. Entre as publicações, um perfil afirmou: “O povo precisa reagir à altura”. Na mesma mensagem, o usuário acrescentou: “O Congresso Nacional, que deveria ser a casa do povo, virou refém de interesses próprios, e sob liderança de Davi Alcolumbre, sequestrou o orçamento e prerrogativas presidenciais para enfraquecer o governo eleito. Um golpe disfarçado!”.

Como Alcolumbre atuou para sabotar a indicação de Messias no Senado


O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e o advogado-geral da União, Jorge Messias. Fotomontagem

A rejeição de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) foi também uma vitória política do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), na queda de braço com o Palácio do Planalto. O advogado-geral da União, indicado por Lula para a vaga aberta com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso, foi barrado por 42 votos contrários e 34 favoráveis. Segundo fontes ouvidas pelo Metrópoles e o blog da Natuza Nery, no g1.

A derrota ocorreu depois de Messias vencer uma primeira etapa na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde foi aprovado por 16 votos a 11. No plenário, porém, a indicação precisava de ao menos 41 votos favoráveis e acabou arquivada em votação secreta.

Alcolumbre articulou fortemente contra a aprovação de Messias nas semanas anteriores à votação. O presidente do Senado queria que Lula tivesse indicado Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e a escolha pelo chefe da AGU nunca teria sido digerida pelo comando da Casa.

VÍDEO: Antes da votação, Alcolumbre já dizia que Messias cairia por 8 votos


      O presidente do Senado, Davi Alcolumbre – Reprodução

Pouco antes da votação que barrou Jorge Messias para uma vaga no Supremo Tribunal Federal, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, se aproximou do líder do governo na Casa, Jaques Wagner, e fez uma previsão precisa: “Acho que vai perder por 8”. A frase foi dita no plenário nesta quarta-feira (29), antes da sessão que rejeitou o nome do advogado-geral da União.

VÍDEO: A reação de Messias após ter seu nome rejeitado pelo Senado


     Jorge Messias abraça sua esposa após a derrota de seu nome no Senado. Reprodução

O advogado-geral da União, Jorge Messias, reagiu com tristeza à rejeição de sua indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo plenário do Senado. Um vídeo obtido pelo Metrópoles mostra o ministro abraçando a esposa na sala da liderança do governo, onde acompanhou a votação.

STF se manifesta após Senado rejeitar indicação de Messias

Corte diz aguardar "providências constitucionais cabíveis para o oportuno preenchimento da vaga em aberto"

     Jorge Messias (Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

O Supremo Tribunal Federal (STF) se manifestou após a rejeição do nome de Jorge Messias pelo Senado Federal, destacando que aguarda os próximos passos institucionais para o preenchimento da vaga aberta na Corte. A decisão dos senadores interrompeu a indicação feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e abriu um novo capítulo no processo de escolha de ministros do Supremo. Em nota, o presidente da Corte, ministro Edson Fachin, ressaltou a postura institucional do tribunal diante da decisão do Legislativo.

Edinho vê "grave erro" do Senado ao barrar indicação de Messias para o STF

Presidente do PT afirma que rejeição inédita em mais de 130 anos gera instabilidade e politiza escolha técnica para a Suprema Corte

     Edinho Silva (Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil)

O presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou que o Senado errou ao rejeitar a indicação do advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF), decisão inédita em cerca de 130 anos. Segundo ele, a análise deveria priorizar critérios técnicos, mas acabou envolvida em disputas políticas, o que pode gerar efeitos institucionais relevantes.

De acordo com o petista, a decisão do Senado introduz um fator de instabilidade no cenário político e institucional do país. Ele também destacou que a recusa representa uma interferência em atribuição tradicional do Poder Executivo, que indica nomes para a Suprema Corte.

Boulos classifica rejeição de Messias no Senado como "episódio lamentável"

Indicação ao STF foi barrada por 42 a 34

       Guilherme Boulos (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil)

O Ministro da Secretaria-Geral do Governo, Guilherme Boulos, criticou a decisão do Senado que rejeitou a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), classificando o resultado como um “episódio lamentável”. A votação ocorreu nesta quarta-feira (29), quando o nome do ex-advogado-geral da União foi recusado por 42 votos a 34, superando o mínimo necessário de 41 votos para aprovação.

Brasil perde oportunidade de ter um grande Ministro do STF, afirma Mendonça após rejeição de Messias

Ministro do STF critica decisão do Senado que barrou Jorge Messias por 42 votos a 34 após meses de impasse político

Ministro do STF André Mendonça 01/12/2021 REUTERS/Adriano Machado (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

O Ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, manifestou-se publicamente nesta quarta-feira (29) após o Senado rejeitar a indicação de Jorge Messias para a Corte. A votação terminou com 42 votos contrários e 34 favoráveis, impedindo a nomeação do ex-advogado-geral da União, que precisava de ao menos 41 votos para ser aprovado.

Em publicação nas redes sociais, Mendonça comentou o resultado e fez uma defesa direta de Messias. “Respeito a decisão do Senado, mas não posso deixar de externar minha opinião. O Brasil perde a oportunidade de ter um grande Ministro do Supremo”, afirmou.


“O Senado é soberano”, afirma Messias após rejeição de indicação ao STF

Advogado-geral da União destaca respeito à decisão do plenário

    Jorge Messias (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)

O advogado-geral da União, Jorge Messias, afirmou, na noite desta quarta-feira (29), que respeita a decisão do Senado Federal após a rejeição de sua indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF). A votação terminou com 42 votos contrários, impondo uma derrota ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

As informações foram divulgadas pelo portal Metrópoles. Em coletiva concedida após o resultado, Messias ressaltou o caráter democrático do processo e a legitimidade da decisão tomada pelos senadores. “Tem dias de vitórias e tem dias de derrotas. Nós temos que aceitar. O Senado é soberano. O plenário do Senado é soberano. O plenário falou. Agradeço os votos que recebi. Faz parte do processo democrático saber ganhar, saber perder”, declarou.

Base governista defende ruptura com Alcolumbre após Senado não aprovar Messias para o STF

Derrota de indicado ao STF aprofunda crise entre governo e presidente do Senado

Presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (União-AP) conduz sessão no Congresso Nacional. (Foto: Carlos Moura/Agência Senado)

A não aprovação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF), indicado para a Corte pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT),agravou a crise política e levou o a base do governo Lula a considerar rompida a relação com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). A avaliação do Planalto é de que o episódio consolidou um afastamento definitivo entre as duas lideranças, com impactos diretos na articulação política no Congresso.

Segundo a colunista Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, interlocutores do presidente relatam um sentimento de frustração com a atuação de Alcolumbre no processo que barrou a indicação de Jorge Messias ao STF. A movimentação do senador teria sido decisiva para o resultado negativo, gerando desconforto e desgaste no governo.

Senado rejeita indicação de Messias ao STF

Votação teve 42 votos contrários e marca fato inédito em 134 anos no STF

    Jorge Messias (Foto: Ag. Senado)

A rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), pelo Senado Federal, marca um episódio sem precedentes em mais de um século da Corte e impõe um revés político ao governo do presidente Lula.

Com 42 votos contrários e 34 favoráveis, o nome do atual advogado-geral da União não alcançou a maioria absoluta exigida para aprovação. Esta foi a primeira vez, em 134 anos, que uma indicação presidencial ao STF foi rejeitada.

☉ Placar apertado e resistência política
Para ser aprovado, Jorge Messias precisava de ao menos 41 votos favoráveis. Apesar de ter passado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) com 16 votos a favor, o desempenho não se repetiu no plenário. A votação final revelou forte resistência política, incluindo atuação da oposição e dificuldades na articulação governista.

Alcolumbre descarta manobra contra Messias no Senado

Presidente do Senado afirma seguir rito constitucional na indicação ao STF, que precisa de 41 votos após aprovação na CCJ

      Davi Alcolumbre (Foto: Carlos Moura/Agência Senado)

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, negou qualquer atuação para barrar o advogado-geral da União, Jorge Messias, no processo de indicação para a vaga de Luís Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federal (STF) e afirmou que segue apenas os procedimentos legais previstos. A declaração do senador, divulgada nesta quarta-feira (29) pelo jornal O Globo, ganhou repercussão antes da decisão do plenário da Casa Legislativa, que rejeitou o nome do chefe da AGU para o STF.

Moraes autoriza retirada temporária da tornozeleira eletrônica de Roberto Jefferson para exames médicos

Ex-parlamentar bolsonarista está internado e será submetido a uma ressonância magnética em hospital particular no RJ

              Alexandre de Moraes e Roberto Jefferson (Foto: Victor Piemonte/STF / Reprodução)

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta quarta-feira (29) a retirada temporária da tornozeleira eletrônica do ex-deputado Roberto Jefferson. A decisão permite a realização de exames médicos em um hospital particular no Rio de Janeiro. As informações são do jornal O Globo.

Jefferson está internado desde sábado (25) em razão de uma infecção e será submetido a uma ressonância magnética. O procedimento ocorre após diagnóstico de colangite, inflamação das vias biliares geralmente associada a obstrução.

Na decisão, Moraes apontou a urgência do quadro clínico. "Diante da urgência do quadro clínico, atestado pela equipe médica que acompanha o apenado, a liberação para a realização do exame é medida que se impõe para assegurar o direito à saúde do apenado."

Copom reduz Selic para 14,5%, 2ª maior taxa real de juros do mundo

Copom reduziu a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, fixando-a em 14,50%; Brasil mantém o segundo maior juro real do mundo, com taxa de 9,33%

        Prédio do Banco Central do Brasil, em Brasília (Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil)

O Brasil mantém o segundo maior juro real do mundo, com taxa de 9,33%, após a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir a Selic em 0,25 ponto percentual, fixando-a em 14,50%, nesta quarta-feira (29). Mesmo com a leve queda em relação ao mês anterior, o país continua entre os líderes globais, refletindo o impacto da inflação mais elevada.

Segundo levantamento elaborado pelo economista-chefe Jason Vieira, da MoneYou e Lev Intelligence, divulgado pelo InfoMoney, o Brasil aparece atrás apenas da Rússia, que lidera o ranking com 9,67%. O país também permanece à frente de economias como México (5,09%) e África do Sul (4,62%).

Moraes autoriza manutenção de elevador na residência de Jair Bolsonaro

Defesa do ex-mandatário tem 48 horas para informar técnicos; acesso será restrito ao horário comercial

Jair Bolsonaro chega à casa onde cumpre pena em prisão domiciliar (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta quarta-feira (29) a realização de manutenção em um elevador na residência de Jair Bolsonaro, em Brasília (DF). O ex-mandatário cumpre prisão domiciliar após condenação a 27 anos e 3 meses pela participação na trama golpista no contexto das eleições de 2022.

O pedido para o reparo foi apresentado pela defesa na terça-feira (28), acompanhado de uma ordem de serviço que indica a necessidade de manutenção preventiva mensal do equipamento. Na decisão, Moraes estabeleceu condições para a execução do serviço.

PF terá 90 dias para periciar imagens da chacina que deixou 122 mortos no Rio

Corporação ainda aguarda gravações de câmeras corporais dos policiais que participaram da Operação Contenção

PF terá 90 dias para periciar imagens da chacina que deixou 122 mortos no Rio (Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil)

André Richter, repórter da Agência Brasil - O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quarta-feira (29) conceder prazo de 90 dias para a Polícia Federal (PF) realizar perícia nas imagens captadas pelas câmeras corporais dos policiais que participaram da Operação Contenção.

A operação foi deflagrada contra o Comando Vermelho no Rio de Janeiro, em outubro do ano passado, e deixou mais de 120 mortos, incluindo cinco policiais.

CCJ do Senado aprova indicação de Jorge Messias para o STF

Comissão aprovou a indicação de Jorge Messias com 16 votos a favor e 11 contra; decisão final será no plenário do Senado

      Jorge Messias (Foto: Andressa Anholete/Agência Senado)

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, com 16 votos a 11, a indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF). Com isso, a decisão agora segue para o plenário da Casa, onde será necessária maioria absoluta para confirmar sua nomeação. A votação será secreta, tanto na CCJ quanto no plenário.

Recursos recuperados pela Sanepar na Justiça serão usados para reduzir tarifas



A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) está estruturando a aplicação de R$ 4 bilhões em recursos recuperados judicialmente com o objetivo de beneficiar diretamente a população paranaense. Entre as medidas estão a redução das tarifas e a ampliação de investimentos em infraestrutura de saneamento em diversas regiões do Estado.

Caetano Veloso agradece Otto Alencar por desmontar fake news de bolsonarista no Senado: 'Tenho horror a armas!'

Na sabatina de Jorge Messias, Marcio Bittar afirmou que o artista "pegou em armas" na ditadura; Otto Alencar rebateu: Caetano "só pegou no violão".

Caetano Veloso e Otto Alencar (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil / Edilson Rodrigues/Agência Senado)

O músico Caetano Veloso se manifestou nesta quarta-feira (29) após ter seu nome citado durante a sabatina de Jorge Messias, indicado ao Supremo Tribunal Federal (STF), no Senado. O episódio envolveu uma declaração falsa do senador bolsonarista Marcio Bittar (PL-AC), que afirmou que o artista teria "pegado em armas" durante a ditadura militar. As informações são do G1.

A afirmação foi imediatamente contestada pelo senador Otto Alencar (PSD-BA), que interveio na sessão para corrigir o registro feito em plenário. "Marcio Bittar, apenas peço que Vossa Excelência retire da sua fala: Caetano Veloso nunca pegou em armas. Só pegou, a vida inteira, no violão."

Toffoli confirma decisão que anulou atos da Lava Jato contra Alberto Youssef

Ministro do STF determinou arquivamento do processo após PGR não apresentar recurso dentro do prazo

          Dias Toffoli e Alberto Youssef (Foto: Agência Brasil / Luiz Silveira/STF)

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), confirmou o trânsito em julgado da decisão que anulou todos os atos da Operação Lava Jato contra o doleiro Alberto Youssef. A decisão foi assinada nesta quarta-feira (29) e determinou o arquivamento do processo após a Procuradoria-Geral da República (PGR) não apresentar recurso dentro do prazo previsto. As informações são do Metrópoles.

Com isso, foram invalidados todos os atos praticados no âmbito da operação contra Youssef, incluindo medidas adotadas pelo então juiz Sérgio Moro, mesmo em fases anteriores à abertura de processo. Apesar da anulação, o acordo de colaboração premiada firmado pelo doleiro permanece válido.

Decisão consolidada
O entendimento confirmado agora já havia sido estabelecido por Toffoli em julho do ano passado, quando o ministro anulou os atos da Lava Jato envolvendo Youssef. Na ocasião, o ministro afirmou que "magistrado e procuradores de Curitiba desrespeitaram o devido processo legal, agiram com parcialidade e fora de sua esfera de competência".

Moraes diz que desinformação é instrumento de ataque à Justiça ao defender continuidade do inquérito das fake news

Ministro do STF afirma que "massiva desinformação" é "o maior, mais moderno e nocivo instrumento de ataque à independência dos juízes"

       Alexandre de Moraes, 28 de abril de 2026 (Foto: Luiz Silveira/STF)

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu a continuidade do inquérito das fake news ao associar a disseminação de desinformação a ataques contra o sistema de Justiça e o processo eleitoral brasileiro. As declarações constam em relatório sobre os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, divulgado nesta quarta-feira (29), informa o jornal O Globo.

No documento, Moraes sustenta que a investigação foi determinante para identificar a atuação de um grupo organizado voltado à ruptura institucional, com base na disseminação sistemática de conteúdos falsos. "A massiva desinformação, com a produção e divulgação de notícias fraudulentas contra o Judiciário e seus membros ('fake news'), principalmente pelas redes sociais, tornou-se o maior, mais moderno e nocivo instrumento de ataque à independência dos juízes", afirma o ministro no relatório.

Beto Preto recebe direção do Instituto Federal do Paraná na Câmara e discute expansão e novas parcerias


      Foto: Divulgação

O deputado federal Beto Preto recebeu, na Câmara dos Deputados, representantes do Instituto Federal do Paraná (IFPR) para um encontro sobre o futuro da educação técnica e superior no estado. A reunião contou com a presença do pró-reitor de administração da instituição, professor Barbosa, e de diretores de alguns dos 26 campi distribuídos pelo Paraná.

Durante o encontro, foram debatidos os rumos da formação técnica de nível médio e dos cursos de graduação ofertados pelo IFPR em todo o estado. O instituto, que já conta com 26 unidades, deve chegar em breve a 32 campi, ampliando ainda mais o acesso à educação de qualidade para os paranaenses.

O deputado aproveitou a oportunidade para parabenizar a instituição pelo trabalho realizado e abrir espaço para a construção de novas parcerias. "Quero agradecer a oportunidade desse diálogo. Estamos aqui para debater o futuro da formação técnica e fazer possibilidade de novas parcerias", destacou Beto Preto.

VÍDEO: Paulo Figueiredo promete criar “viadômetro” para monitorar Nikolas


      Paulo Figueiredo e Nikolas Ferreira. Foto: reprodução

O jornalista e influenciador Paulo Figueiredo, foragido nos Estados Unidos, anunciou a criação de uma ferramenta chamada “viadômetro” para monitorar parlamentares do PL, em mais um ataque ao deputado federal Nikolas Ferreira. A iniciativa, alvo de críticas por seu caráter homofóbico, pretende expor políticos da legenda que, segundo ele, não estariam engajados na pré-campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência.

A proposta foi apresentada em vídeo divulgado em abril de 2026. Figueiredo afirmou que pretende acompanhar as redes sociais de deputados e senadores do PL para medir a frequência de postagens e o apoio explícito ao filho “zero um” de Jair Bolsonaro.

“Encontrem o deputado e perguntem: ‘por que você não está postando sobre o Flávio, hein?’. E vocês gostem não, eu vou continuar expondo os casos, vou chegar com números no programa”, iniciou Figueiredo.

“Eu mesmo estou encomendando levantamentos profissionais sobre redes sociais para chegar aqui com números. Vou criar um ‘viadômetro’, para mostrar o quão ‘viadinho’ é o político que não está fazendo campanha para o Flávio e está tocando seus próprios interesses”, finalizou.

VÍDEO – “8/1 foi um dos episódios mais tristes da história”, diz Messias a Flávio


     Jorge Messias e Flávio Bolsonaro. Foto: Reprodução

O advogado-geral da União, Jorge Messias, afirmou nesta quarta (29), durante sabatina no Senado, que o ataque golpista de 8 de janeiro de 2023 “foi um dos episódios mais tristes da história recente” do Brasil. A declaração foi feita em resposta ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), durante sessão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Indicado pelo presidente Lula para o Supremo Tribunal Federal (STF), Messias foi questionado sobre condenações de pessoas envolvidas nos atos em Brasília, incluindo idosos. Na pergunta, Flávio reclamou de decisões do ministro Alexandre de Moraes, relator dos processos ligados ao caso.

Ao responder, Messias afirmou: “O 8 de Janeiro, como já pude declarar, foi um dos episódios mais tristes da história recente e acho que fez muito mal ao país. Efetivamente, as pessoas que foram presas no 8 de Janeiro foram submetidas a um processo, foram processadas, muitas foram condenadas, algumas assinaram acordos de não persecução penal, algumas ainda estão presas”.

VÍDEO – Ex-bailarina do Faustão revela dívida milionária após prisão


      A ex-bailarina Natacha Horana. Foto: Divulgação

A ex-bailarina Natacha Horana afirmou enfrentar dificuldades financeiras após passar quatro meses presa em 2024. Em entrevista ao programa com Chico Barney, do UOL, ela disse que seus bens seguem bloqueados por causa de investigação por lavagem de dinheiro, da qual se diz inocente. “Vivo numa prisão financeira, numa prisão moral”, declarou.

‘A investigação não pode ser eterna’, destaca Messias sobre fake news

Advogado-geral da União, indicado para o STF, destaca que investigações devem ter prazo razoável e não podem ser indefinidas

     Jorge Messias (Foto: Geraldo Magela/Agência Senado)

O advogado-geral da União, Jorge Messias, abordou nesta quarta-feira (29) o tema das investigações no Brasil, especialmente sobre o inquérito das fake news aberto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2019. Ao ser questionado sobre o caso em sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, o chefe da AGU destacou que "ninguém pode ser investigado a vida toda", defendendo que todo inquérito penal deve ter "começo, meio e fim" com prazo razoável, em consonância com o princípio da duração razoável do processo.

Caso seja aprovado para o STF, Messias ocupará a vaga deixada por Luís Roberto Barroso, que anunciou sua aposentadoria da Corte. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi quem indiciou o chefe da AGU para a Primeira Turma da Corte. Após a sabatina na CCJ, a votação vai para o plenário do Senado, onde o advogado precisa de pelo menos 41 votos.