Editorial destaca suspeitas de infiltração do PCC na PM paulista e questiona versão oficial sobre troca de comando
"Há algo de podre na polícia de SP", aponta Estadão, em dura crítica ao governo Tarcísio (Foto: Celso Silva/Governo do Estado de SP)
A troca no comando da Polícia Militar de São Paulo, em meio a suspeitas de infiltração do Primeiro Comando da Capital (PCC), motivou duras críticas ao governo de Tarcísio de Freitas (Republicanos) e levantou questionamentos sobre a integridade da corporação. Em editorial, o jornal O Estado de São Paulo aponta que há indícios graves de vazamento de informações e omissão de autoridades, o que comprometeria a confiança pública na instituição.
No texto, o Estadão afirma que a saída do coronel José Augusto Coutinho e a ascensão da coronel Glauce Anselmo Cavalli não podem ser explicadas apenas por “motivos pessoais”, como sustentado oficialmente. Para o jornal, a mudança foi motivada por suspeitas de prevaricação do ex-comandante diante de possíveis ligações entre policiais da Rota — unidade de elite da PM — e o PCC.