Na sexta-feira (27), o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), relator da CPMI do INSS, se viu no centro de uma polêmica após ser acusado de estupro e tentativa de suborno.
As acusações foram feitas pelos deputados Lindbergh Farias (PT-RJ) e Soraya Thronicke (Podemos-MS) durante a leitura do relatório final, que propôs o indiciamento de mais de 200 pessoas, incluindo um dos filhos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
De acordo com Lindbergh e Soraya, a acusação de estupro envolve um caso em que uma adolescente de 13 anos teria engravidado de Gaspar, gerando uma criança hoje com 8 anos. A denúncia ainda afirma que a avó da criança foi registrada como mãe da vítima, que teria sido manipulada para manter a paternidade do suspeito em segredo.
Além disso, os parlamentares alegam que um intermediário de Gaspar teria oferecido um pagamento de R$ 70 mil à mulher para que ela mantivesse silêncio sobre o ocorrido, com outros R$ 400 mil sendo negociados para garantir a impunidade de Gaspar.