quinta-feira, 14 de maio de 2026

Produtora do filme de Bolsonaro é acusada de dar calote em café


            Café onde cena do filme “Dark Horse” foi gravada. Foto: Reprodução

A Go Up Entertainment, produtora responsável pelo filme “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro, virou alvo de um processo na Justiça de São Paulo por não pagar uma diária de locação de R$ 5 mil a um café localizado na Avenida Paulista. A informação é da coluna de Natália Portinari no UOL.

Segundo a ação, a empresa alugou o espaço do café Pátio Park, na rua Roberto Simonsen, para gravações marcadas para o dia 7 de dezembro de 2025. O proprietário afirma, porém, que a equipe ocupou o local já no dia anterior e utilizou áreas não previstas em contrato, como o estacionamento.

O locador anexou fotos ao processo e afirmou que houve paralisação do estacionamento durante as filmagens, impedindo um funcionário do local de trabalhar. Além da cobrança da diária extra, ele pede indenização total de R$ 11,3 mil pelos prejuízos causados durante o período de gravação.

Após tentativas de acordo, a Go Up ofereceu pagar R$ 3 mil pela diária adicional, proposta rejeitada pelo proprietário do imóvel. A produtora alegou, por meio de advogada, que acordos verbais feitos por integrantes da equipe não teriam validade sem aprovação formal da diretoria.
Gravação do filme de Jair Bolsonaro em dezembro de 2025. Foto: Reprodução
O calote ocorreu em meio a dificuldades financeiras enfrentadas pela produção do filme, no fim de 2025. Na ocasião, o ator Jim Caviezel, que interpreta Bolsonaro no filme, deixou as gravações dias antes do previsto por não receber pagamento.

A Justiça também encontrou dificuldades para localizar a produtora. A citação enviada ao endereço da Go Up na avenida Paulista foi devolvida sem entrega, indicando que a empresa não estaria mais no local registrado na Receita Federal.

Fonte: DCM COM informação da coluna de Natália Portinari no UOL

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