sábado, 2 de maio de 2026

Ex-ministra de Lula surge como opção após Senado barrar Messias


                      A ex-ministra do Planejamento Simone Tebet. Foto: Divulgação

A ex-ministra do Planejamento Simone Tebet passou a ser considerada entre os nomes cogitados para uma vaga no Supremo Tribunal Federal após o Senado rejeitar a indicação de Jorge Messias, atual Advogado-Geral da União. A definição do novo indicado caberá ao presidente Lula, que deve encaminhar outro nome para avaliação da Casa.

De acordo com informações divulgadas pela CNN, o nome dela foi sugerido por aliados no Congresso e por partidos da base governista. Nos bastidores, interlocutores apontam que a ex-senadora reúne características consideradas relevantes para o cargo, como capacidade de articulação política e boa aceitação entre parlamentares.

A possibilidade de indicação também ocorre em um momento em que cresce, dentro do governo, a discussão sobre a escolha de uma mulher para o STF. A composição da Corte e a representatividade de gênero têm sido mencionadas por integrantes da base aliada como fatores a serem considerados na decisão presidencial.

Outros nomes femininos também circulam entre as alternativas analisadas. A advogada Carol Proner aparece entre as citadas, assim como a procuradora federal Manuellita Hermes Rosa Oliveira Filha, ligada à Procuradoria-Geral da República e a juíza federal Adriana Cruz, do Rio de Janeiro, que passou a ser incluída nas discussões sobre a futura composição da Corte.

A advogada Carol Proner, a procuradora federal Manuellita Hermes Rosa Oliveira Filha e a juíza federal Adriana Cruz. Foto: Divulgação
Simone Tebet já havia sido lembrada em outras movimentações dentro do governo federal. Após a ida de Flávio Dino ao STF, seu nome chegou a ser ventilado para assumir o Ministério da Justiça, cenário que reforçou sua presença em discussões sobre cargos estratégicos.

Mais recentemente, a ex-ministra voltou a ser mencionada diante das dificuldades enfrentadas por Jorge Messias no Senado, que culminaram na rejeição de sua indicação para a Corte. A necessidade de construir um nome com maior apoio parlamentar passou a ser considerada prioritária.

Com formação em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Tebet possui mestrado em Ciências Jurídicas pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Antes de ingressar na vida política, atuou como professora universitária em Mato Grosso do Sul.

Fonte: DCM com informações da CNN Brasil

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