A 27ª Marcha dos Prefeitos movimentou, além da agenda oficial em Brasília, um mercado paralelo de prostituição de luxo voltado a integrantes de comitivas municipais. Restaurantes sofisticados à beira do Lago Paranoá e boates do Setor de Indústrias Gráficas passaram a concentrar abordagens, negociações e deslocamentos de clientes durante a noite, depois do encerramento das atividades institucionais do evento. Com informações do Metrópoles.
Garotas de programa passaram a atuar em locais públicos, especialmente portas e varandas de restaurantes, com abordagens diretas a grupos ligados às comitivas. A coluna relatou que algumas profissionais apostavam em visual discreto, próximo ao de executivas, enquanto outras usavam roupas mais chamativas para atrair clientes. Garçons também teriam atuado como intermediários, indicando mesas e aproximando clientes em troca de gorjetas.
No SIG, uma boate de luxo teria criado uma estratégia para atrair frequentadores durante a Marcha dos Prefeitos, pagando R$ 100 por cliente levado por motoristas de aplicativo. Segundo a coluna, o incentivo passou a circular em grupos de WhatsApp de condutores, com orientações sobre como abordar passageiros de forma discreta, apresentar a casa como ambiente reservado e recuar quando não houvesse abertura para conversa. A reportagem afirma que a dinâmica mostra uma nova logística do mercado adulto de alto padrão em Brasília durante grandes eventos políticos.
Fonte: DCM
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