Michelle Bolsonaro atualizou, nesta sexta-feira (1º), sobre o estado de saúde de seu marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), após a realização de uma cirurgia no ombro direito. A cirurgia ocorreu no hospital DF Star, em Brasília, e foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), devido à prisão domiciliar de Bolsonaro. A ex-primeira-dama usou suas redes sociais para informar que o procedimento transcorreu bem, destacando os progressos do ex-presidente.
“Galego já está sem oxigênio nasal, conseguiu tomar sopa, e os dedos da mão do braço do procedimento – que é normal não se mexerem por conta do anestésico – já voltaram a se movimentar nesta noite. Está bem, graças a Deus!”, escreveu Michelle em um post. A cirurgia foi realizada para reparar o manguito rotador do ombro direito de Bolsonaro, após queixas recorrentes de dores que exigiam o uso diário de analgésicos.
A operação durou três horas, de acordo com o cardiologista da equipe médica de Bolsonaro, Brasil Caiado. Em entrevista à imprensa, o médico afirmou que ainda não havia previsão de alta. O boletim médico do hospital DF Star também destacou que a recuperação segue dentro do esperado, e o ex-presidente está se recuperando de maneira satisfatória.

A cirurgia foi realizada com autorização do ministro Alexandre de Moraes, que determinou que Bolsonaro pudesse realizar o procedimento, levando em consideração a necessidade médica e a situação de prisão domiciliar. Moraes também havia autorizado a presença de Michelle Bolsonaro durante a internação do marido, mas com restrições, como a proibição do uso de celular no leito.
A decisão de Moraes também incluiu a segurança do ex-presidente durante o período hospitalar. O 19.º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal foi encarregado da escolta de Bolsonaro durante o trajeto entre sua residência e o hospital, além de garantir a vigilância contínua, conforme as medidas cautelares em vigor.
A defesa de Bolsonaro havia solicitado autorização para a cirurgia em 21 de abril, com base em relatórios médicos que indicavam a necessidade do procedimento para aliviar as dores no ombro direito. De acordo com os relatórios, o ex-presidente sofria com dores intermitentes na região, o que o obrigava a usar medicamentos analgésicos com frequência.
A cirurgia foi um passo importante para a recuperação de Bolsonaro, que vem enfrentando uma série de complicações de saúde desde que deixou o cargo de presidente. A questão da saúde do ex-presidente tem sido um tema recorrente nas discussões políticas, principalmente devido ao seu status de prisão domiciliar e as condições especiais determinadas pelo STF.
O acompanhamento médico de Bolsonaro continuará sob a supervisão da equipe que o atende regularmente, com a obrigação de apresentar relatórios detalhados sobre a recuperação. O ministro Moraes determinou que a defesa do ex-presidente envie um novo relatório médico detalhado dentro de 48 horas após a cirurgia, como parte das medidas de controle e monitoramento.
Fonte: DCM
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