A Itália, em sua última tentativa de classificação para a Copa do Mundo de 2026, eliminou a estratégia de utilizar jogadores nascidos no Brasil, conhecida como “brasilianos”. Pela primeira vez desde a qualificação para a África do Sul 2010, a seleção da Azzurra não conta com nenhum jogador naturalizado brasileiro.
A decisão marca uma mudança na política de convocações, após a queda da seleção nas últimas edições da Copa. Durante os anos de dificuldades, a Itália recorreu a vários atletas brasileiros, como Jorginho, Thiago Motta e Éder, mas o foco agora é diferente: o único estrangeiro presente na atual convocação é o atacante argentino Mateo Retegui, que se naturalizou italiano e foi convocado por Gennaro Gattuso.
Retegui, artilheiro da Azzurra nas eliminatórias, tem se mostrado um jogador chave, apesar das críticas sobre sua performance. O atleta começou sua carreira na Argentina, mas foi contratado pelo Genoa após sua estreia pela seleção italiana. Ele se destacou pela Atalanta, sendo o artilheiro do campeonato nacional em 2024/25, e acabou sendo negociado com o Al-Qadsiah, da Arábia Saudita.
Entre os jogadores “brasilianos” que atuaram pela seleção italiana neste século estão Amauri (1 jogo em 2010), Thiago Motta (30 jogos entre 2011 e 2016), Éder (26 jogos entre 2015 e 2017), Jorginho (57 jogos entre 2016 e 2024), Emerson Palmieri (29 jogos entre 2018 e 2023), Rafael Tolói (14 jogos entre 2021 e 2023), João Pedro (1 jogo em 2022) e Luiz Felipe (1 jogo em 2022).
Fonte: DCM
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