quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

"É o Brasil contra os privilégios", diz secretário do PT após Lula vetar supersalários

Éden Valadares afirma que veto reforça compromisso do presidente Lula com justiça social e combate a desigualdades históricas

     Éden Valadares (Foto: Vinícius Magalhães)

A decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de vetar os supersalários no setor público foi destacada pelo secretário nacional de Comunicação do PT, Éden Valadares, como um marco no enfrentamento aos privilégios e na busca por justiça social no país. Para ele, a medida representa mais uma iniciativa voltada à redução das desigualdades e à construção de um Brasil mais igualitário.

Éden afirmou que o veto demonstra o compromisso do governo federal com a maioria da população brasileira, que historicamente, segundo ele, foi deixada em segundo plano diante de interesses das classes dominantes. Na avaliação do dirigente, o governo Lula tem buscado alinhar suas ações às demandas sociais e ao combate a distorções que favorecem uma minoria com altos rendimentos.

“Medidas como essa e como tantas outras do programa do governo Lula são uma demonstração de que o nosso presidente, o governo do Brasil, tem um compromisso de fazer mais por quem mais precisa de justiça social para que o Brasil deixe de ser um país para os privilegiados e se torne uma nação igualitária para todos”, afirmou.

O secretário reforçou que a iniciativa faz parte de um projeto político que pretende consolidar avanços sociais e reduzir privilégios estruturais. Segundo ele, o país precisa deixar para trás um modelo marcado por desigualdade extrema e ampliar políticas que beneficiem a maioria dos brasileiros.

“E é com esse espírito que nós vamos conseguir transformar, com a reeleição do presidente, um Brasil com mais dignidade, mais esperança, mais justiça social e igualdade para todos os brasileiros. É o Brasil contra os privilégios”, declarou Éden.

☆ Pautas sociais são apontadas como prioridades do governo

Ao comentar a atuação do governo, Éden também citou outras propostas que, segundo ele, refletem o compromisso do presidente Lula com a agenda social. Entre as iniciativas mencionadas estão o combate à violência contra as mulheres, o fim da escala 6x1 para trabalhadores e a implementação da tarifa zero no transporte público.

De acordo com o secretário, essas pautas reforçam a intenção do governo de ampliar direitos e melhorar as condições de vida da população, especialmente entre os setores mais vulneráveis.

☆ Críticas ao governo Bolsonaro e defesa do "Lula 3.0"

Na mesma declaração, Éden fez críticas a Jair Bolsonaro (PL), atribuindo ao governo anterior um cenário de crise econômica e social. Segundo ele, Lula assumiu o país diante de um quadro marcado por desemprego elevado, retorno do Brasil ao Mapa da Fome e dificuldades fiscais.

“O Governo Lula 3.0 é o que mais fez pelo nosso país, mesmo diante de um cenário catastrófico deixado por Jair Bolsonaro, com desemprego em alta, o Brasil de volta ao Mapa da Fome e enormes déficits públicos”, afirmou.

Ele acrescentou que, para os próximos anos, o governo deve intensificar o diálogo com movimentos sociais e sindicais, além de investir em estratégias de comunicação mais eficazes para se aproximar da população.

“Agora, vamos olhar para frente, para o futuro, nos aproximar cada vez mais dos movimentos sociais, sindicais, apostar cada vez mais em uma comunicação eficaz e estreitar o diálogo com a população para o Brasil alcançar índices de igualdade e de justiça social jamais vistos na nossa história”, disse.

Ao final, Éden reafirmou que o projeto político liderado por Lula pretende manter o foco na justiça social e na redução das desigualdades. “É o governo do Brasil, o governo do presidente Lula fazendo mais por todos, em especial para aqueles que mais precisam”, concluiu.

Fonte: Brasil 247

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