Presidente chileno afirma que crise deve ser resolvida com diálogo e respeito ao direito internacional
O governo do Chile manifestou preocupação com os ataques dos Estados Unidos contra a Venezuela e condenou o uso de ações militares no país vizinho. Em posicionamento nas redes sociais, a administração do presidente Gabriel Boric afirmou que acompanha de perto a evolução da situação e reiterou sua rejeição a qualquer solução baseada na violência ou na ingerência estrangeira. “Como Governo do Chile, expressamos nossa preocupação e condenação às ações militares dos Estados Unidos na Venezuela e apelamos por uma solução pacífica para a grave crise que afeta o país”, escreveu Boric
No texto, o presidente chileno também destacou que a crise venezuelana deve ser enfrentada por meio de mecanismos diplomáticos e do fortalecimento do multilateralismo, em consonância com as normas internacionais.
⊛ Rejeição ao uso da força e defesa do direito internacional
“O Chile reafirma sua adesão aos princípios básicos do Direito Internacional, como a proibição do uso da força, a não intervenção, a solução pacífica de controvérsias internacionais e a integridade territorial dos Estados. A crise venezuelana deve ser resolvida por meio do diálogo e do apoio do multilateralismo, não por meio da violência ou da interferência estrangeira”, ressaltou Boric na postagem.
⊛ Crise venezuelana e diplomacia regional
A posição do governo chileno reforça a defesa de uma abordagem baseada no diálogo político e na cooperação internacional como caminho para a superação da crise venezuelana. Ao se posicionar contra ações militares e ingerências, o Chile sinaliza apoio a uma saída institucional e negociada, alinhada à estabilidade regional e ao fortalecimento do multilateralismo na América Latina.
⊛ Trump confirma ataque e diz que Maduro foi capturado
Neste sábado (3), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou que autorizou ataques militares na Venezuela. Ele declarou ainda que Nicolás Maduro foi capturado e levado para fora do país. Nos últimos meses, a relação entre Washington e Caracas se deteriorou, com o deslocamento de um grande contingente militar estadunidense e ações contra embarcações no Caribe, elevando o nível de tensão na região.
Fonte: Brasil 247
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