Decisão do presidente da CPMI gera críticas de deputados, que prometem enviar o relatório da maioria à PF, PGR e STF mesmo sem aprovação formal
Deputados criticam Carlos Viana por encerrar CPMI do INSS sem votar relatório da maioria (Foto: Divulgação/PT na Câmara )
Após cerca de 15 horas de sessão, a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS terminou de forma conturbada na madrugada deste sábado (28), marcada pela rejeição do relatório final apresentado pelo deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) e pela decisão do presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG), de encerrar os trabalhos sem submeter à votação o relatório da maioria. As informações foram divulgadas pela própria assessoria de parlamentares que integram a comissão.
O parecer de Gaspar foi derrotado por ampla margem: 19 votos contrários e 12 favoráveis. Mesmo com a rejeição, o procedimento regimental que permitiria a apresentação e votação de um novo relatório — representando a posição majoritária da comissão — não foi adotado. A decisão de Viana gerou reação imediata entre parlamentares da oposição.

