domingo, 1 de março de 2026

Flopou: ato contra Lula e STF na Paulista com Flávio Bolsonaro e Nikolas não enche 3 quarteirões


     A Paulista em mais um evento bolsonarista

Neste domingo (1º), manifestantes se reuniram na Avenida Paulista, em São Paulo, para o protesto intitulado “Acorda Brasil”. A mobilização, que começou às 14h e terminou por volta das 17h, contou com a presença de lideranças políticas como o senador Flávio Bolsonaro (PL), o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, os deputados federais Nikolas Ferreira (PL) e Guilherme Derrite (Progressistas), os governadores Romeu Zema (MG) e Ronaldo Caiado (GO), além do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes.

No entanto, o evento teve pouca adesão, ocupando no máximo três quarteirões da principal avenida paulistana.

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) não participou do ato, já que viajou à Alemanha para uma agenda de palestras e visitas técnicas. Michele Bolsonaro também não esteve presente.

Durante a manifestação, os participantes criticaram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), além de pedir a anistia e liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro e dos condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro. Eduardo Bolsonaro, que reside nos Estados Unidos desde fevereiro, participou via videochamada e fez um discurso emocionado.

Em seus discursos, os deputados Nikolas Ferreira e Guilherme Derrite atacaram o governo federal e criticaram os ministros do STF. Nikolas acusou Lula de falhar em prometer segurança para o país, enquanto Derrite ressaltou a importância de combater a impunidade penal. Flávio Bolsonaro, por sua vez, falou sobre o que considera censura e prisões injustas, e defendeu o impeachment de ministros do STF.

Apesar do teor enfático das declarações, o ato não conseguiu atrair um grande público e ficou longe de ser o evento de massas que seus organizadores esperavam. Além das faixas com as palavras “Fora Lula” e “Fora Moraes”, os manifestantes também carregaram bandeiras do Brasil, Estados Unidos e Israel, reforçando o caráter de apoio a políticas de direita e alinhamento com a agenda internacional.

Fonte: DCM

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