Manifestação convocada por Nikolas Ferreira critica Lula e STF, defende Bolsonaro e expõe disputa interna por protagonismo em 2026
A manifestação realizada neste domingo (1º) na avenida Paulista, em São Paulo, transformou-se em um ato de apoio à pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. No entanto, a divisão permenece evidente com ausência do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Michelle Bolsonaro.
Além de Flávio Bolsonaro, participaram da manifestação dois governadores apontados como pré-candidatos à Presidência: Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD).
Zema afirmou que o Brasil não aguenta mais “a farra de intocáveis” em Brasília e disse que participará de atos em São Paulo “quantas vezes for necessário”. Já Caiado destacou sua própria gestão e declarou que há convergência entre ele, Flávio e Zema em torno da anistia.
“Aquele que chegar lá, o primeiro ato será anistia plena e geral no 1º de janeiro de 2027”, afirmou o governador de Goiás.
No ato o empresário-pastor Silas Malafaia manteve o discurso de ataque ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
“Ele tomou meu passaporte, apreendeu meus cadernos teológicos, pensando que ia me intimidar e me calar. Está enganado. Eu não tenho medo de ditadores. Ministro Alexandre de Moraes, para me calar, vai ter que me botar na cadeia”, declarou Malafaia.
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro participou do ato por meio de transmissão ao vivo, diretamente dos Estados Unidos, onde está desde o ano passado. Ele incentivou os apoiadores a votarem em seu irmão nas eleições presidenciais.
“Nós preferimos as lágrimas e a derrota do que a vergonha de não ter lutado”, disse Eduardo Bolsonaro.
O senador Flávio Bolsonaro chegou ap ato usando colete à prova de balas.
Fonte: Brasil 247
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