segunda-feira, 9 de junho de 2025

16ª RS abre projeto itinerante em São Pedro do Ivaí

Foto: Divulgação

O diretor da 16ª Regional de Saúde, Lucas Leugi, acompanhado de boa parte dos técnicos do órgão, esteve hoje em São Pedro do Ivaí. “Estamos iniciando um projeto itinerante, levando a estrutura da regional para os municípios da nossa região”, informa Leugi, acrescentando que o objetivo é uma inteiração maior com todas equipes de saúde e, ao mesmo tempo, orientar e avaliar o trabalho realizado nos 17 municípios.

Em São Pedro do Ivaí a equipe da Regional de Saúde percorreu as unidades básicas de saúde e manteve reuniões com a secretária de saúde, Simone Tavares; e com o prefeito Rildo Bernardes de Camargo. “A equipe da Regional de Saúde é muito bem vinda em São Pedro do Ivaí, para executar esse trabalho de orientação e conscientização. Precisamos atuar com firmeza para evitar cenários ruins, tais como o baixo índice de vacinação da influenza”, assinalou Camargo.

A secretária Simone Tavares recebeu Lucas Leugi e toda sua equipe e agradeceu pelo apoio que São Pedro do Ivaí vem tendo da Regional de Saúde. “Estamos recebendo um atendimento muito satisfatório, com orientações permanentes e o recebimento constante de lotes de vacinas e de outros insumos”, pontuou a secretária.

Lucas Leugi reiterou que vem cumprindo a linha de trabalho determinada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior e o secretário de estado da saúde Beto Preto, com o atendimento pontual de todas demandas dos secretários e prefeitos da região. “A Regional de Saúde é dos municípios e, com esse projeto itinerante, estamos buscando interagir com todas equipes das secretarias municipais de saúde, observando fragilidades, prestando orientações e planejando ações futuras”, assinalou Lucas Leugi.

Fonte: Assessoria de Imprensa

No STF, Cid entrega Braga Netto e diz que recebeu do general dinheiro em "caixa de vinho" para apoiar manifestantes golpistas

Ex-ajudante de ordens de Bolsonaro também entregou Bolsonaro em seu depoimento ao STF

                      Mauro Cid e fachada do STF (Foto: Geraldo Magela/Agência Senado | STF)

O ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, Mauro Cid, disse nesta segunda-feira (9) que recebeu uma quantia de dinheiro armazenada em um objeto que aparentava ser uma "caixa de vinho" das mãos do general Walter Braga Netto, ex-ministro da Defesa no governo anterior.

A quantia, não especificada no depoimento de Cid ao Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a trama golpista, seria direcionada a manifestantes golpistas que ocupavam a frente de quartéis-generais nas vésperas dos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023.

Durante a transmissão ao vivo, no YouTube, o tenente-coronel relatou que procurou o general em busca de alguma forma de apoio das Forças Armadas às manifestações. A iniciativa teria partido do próprio Cid, que, segundo relatou, questionou se havia alguma forma de colaboração possível do PL, partido de Bolsonaro.

Na ocasião, Braga Netto o orientou a procurar representantes do PL. Seguindo a recomendação, Cid afirmou ter conversado com um militar que atuava como tesoureiro da sigla —embora não tenha conseguido lembrar o nome da pessoa durante a transmissão.

A resposta do representante do PL, segundo Cid, foi negativa: o partido não poderia prestar qualquer tipo de apoio aos manifestantes que pressionavam o Exército.

"Depois, Braga Netto trouxe uma quantia em dinheiro, com certeza não foi 100 mil [reais]. Isso foi passado para o major De Oliveira no próprio Palácio da Alvarada", disse Cid, confirmando relatos anteriores de que recebeu o dinheiro de Braga Netto em uma "caixa de vinho". "No mesmo dia passei para o major De Oliveira", complementou.

O major em questão é Rafael de Oliveira, um “kid preto”.

Posteriormente no depoimento, Cid detalhou que não abriu a caixa e reiterou que "não tinha conhecimento do valor". Ainda sobre Braga Netto, Cid entregou o general: "Quem trazia as informações atualizadas para o que estava acontecendo era o Braga Netto".

Fonte: Brasil 247

Cid confirma que Bolsonaro pediu monitoramento de Alexandre de Moraes

Ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro foi interrogado pelo ministro

              Mauro Cid e advogado - 09/06/2025 (Foto: Ton Molina/STF)

André Richter - Repórter da Agência Brasil - O tenente-coronel do Exército Mauro Cid (à esquerda na foto) confirmou nesta segunda-feira (9) que o ex-presidente Jair Bolsonaro pediu o monitoramento da rotina do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo Cid, o pedido foi feito no final do mandato de Bolsonaro para verificar se Moraes teria se encontrado com o então vice-presidente da República, Hamilton Mourão.

Ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, Cid foi primeiro foi o primeiro réu do Núcleo 1 da trama golpista a ser interrogado por Alexandre de Moraes, relator da ação penal do golpe. O militar também está na condição de delator nas investigações.

De acordo com o militar, "era comum" o ex-presidente fazer pedidos de monitoramento de quem considerava um adversário político. Cid disse que a ordem foi repassada ao coronel do Exército Marcelo Câmara, ex-assessor de Bolsonaro e que também é réu nas investigações da trama golpista.

"Por várias vezes, o presidente recebia algumas informações de que aliados políticos estariam se encontrando com adversários políticos. Então, foi comum a gente verificar se isso era verdade ou não. Não tinha nenhuma análise de inteligência. A gente perguntava para a Força Aérea ou via a agenda do ministro", afirmou.

No início do interrogatório, Mauro Cid também confirmou que Bolsonaro tinha conhecimento sobre a minuta de golpe para estabelecer medida de estado de sítio para tentar reverter o resultado das eleições de 2022.

O depoimento deve prosseguir até as 20h.

Interrogatórios

De hoje até sexta-feira (13), Alexandre de Moraes vai interrogar presencialmente o ex-presidente Jair Bolsonaro, o general Walter Braga Netto e mais seis réus acusados de participarem do "núcleo crucial" de uma trama para impedir a posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva após o resultado das eleições de 2022.

Confira a ordem dos depoimentos:

  1. Mauro Cid, delator e ex-ajudante de ordens de Bolsonaro;
  2. Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin);
  3. Almir Garnier, ex-comandante da Marinha;
  4. Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de segurança do Distrito Federal;
  5. Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional;
  6. Jair Bolsonaro, ex-presidente da República;
  7. Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa;
  8. Walter Braga Netto, general do Exército e ex-ministro de Bolsonaro.
Fonte: Brasil 247 com Agência Brasil

Trama golpista: Cid alega que Torres, Heleno e Ramagem não se enquadravam em núcleos golpistas, enquanto Garnier era “radical”

Tenente-coronel prestou depoimento ao Supremo nesta segunda-feira

            Mauro Cid (Foto: Geraldo Magela/Agência Senado)

O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), classificou, nesta segunda-feira (9), os réus do processo que apura uma suposta tentativa de golpe de Estado entre “radicais” e “moderados”. O depoimento foi prestado no Supremo Tribunal Federal (STF).

Durante o julgamento, o relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, citou os nomes dos seis réus e perguntou a que grupo eles pertenciam, conforme a classificação feita por Cid em seu acordo de colaboração premiada

Segundo o tenente-coronel, o grupo dos “radicais” — favoráveis a uma ruptura institucional — tinha como único integrante o almirante Almir Garnier, ex-comandante da Marinha. Os “moderados” incluíam os ex-ministros da Defesa Paulo Sérgio Nogueira e Braga Netto.

Cid ainda aliviou para os ex-ministros Augusto Heleno, Anderson Torres e o ex-diretor da Abin, Alexandre Ramagem, afirmando que eles não se enquadravam em nenhum grupo.

Fonte: Brasil 247

VÍDEO – Eduardo Bolsonaro pede Uber nos EUA e faz corrida com Allan dos Santos


O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro e o blogueiro foragido Allan dos Santos. Foto: Reprodução

O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) pediu um Uber nesta segunda (9) nos Estados Unidos e se surpreendeu com o motorista que aceitou sua corrida: o blogueiro bolsonarista Allan dos Santos, foragido no país há quatro anos.

“Pessoal, estou aqui nos Estados Unidos, pedi um Uber e vocês não vão acreditar”, disse Eduardo em vídeo gravado durante a corrida. Na sequência, ele mostra quem é o motorista e o blogueiro, que usa um boné escrito “outlaw” (fora da lei) faz um cumprimento.

O parlamentar usou o episódio para provocar o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que decretou a prisão de Allan dos Santos em 2021. Sem mencionar o nome do magistrado, ele escreveu em publicação no X:

“Se ele [Moraes] pudesse certamente impediria os pagamentos da Uber para quem julgasse antidemocrático. Mas hoje ele não pode fazer isso, pois como disse a moça, ‘ele está emparedado'”.


Alvo dos inquéritos das fake news e das milícias digitais do Supremo, Allan dos Santos comandava o site Terça Livre, derrubado por ordem da Corte por espalhar desinformação. O governo brasileiro já pediu sua extradição, mas a solicitação foi rejeitada pela Interpol.

Ele anunciou em outubro passado que se tornou motorista de aplicativo na cidade de Orlando, na Flórida (EUA). Na ocasião, ele disse estar “gostando muito” da nova profissão e provocou Moraes: “Não deixarei de fazer jornalismo, mas tenho prioridades, contas e não faço acordos com criminosos”.

O blogueiro está nos Estados Unidos há quatro anos, enquanto Eduardo, que se licenciou do mandato, se mudou para o território americano em março deste ano. Ele deve voltar ao Brasil em 2026, quando vai lançar candidatura ao Senado Federal ou à Presidência.

Fonte: DCM

Câmara vai declarar perda de mandato de Zambelli após fuga, diz Motta

A deputada federal bolsonarista Carla Zambelli (PL-SP). Foto: Lula Marques/EBC

A Câmara dos Deputados vai declarar a perda do mandato de Carla Zambeli (PL-SP), segundo o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB). A decisão cabe ao parlamento após condenação na Justiça, mas ele não adiantou quando o processo será formalizado.

A bolsonarista foi condenada a 10 anos de prisão e à perda do mandato pelo Supremo Tribunal Federal (STF) após invadir e inserir documentos falsos no sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) junto do hacker Walter Delgatti Neto. Na última sexta (6), a Primeira Turma rejeitou recurso da defesa de Zambelli.

“Primeiro, dizer que cabe ao presidente da Casa defender as prerrogativas parlamentares. É isso que temos procurado fazer. O caso da deputada Carla Zambelli é atípico. Não tem precedentes na Câmara dos Deputados. O Supremo, penso eu, por causa da decisão dela de fugir para outro país, antecipou a análise desses embargos”, disse Motta em evento do jornal Valor Econômico em São Paulo, nesta segunda (9).

Zambelli anunciou sua fuga do Brasil para o exterior na última terça (3) e está atualmente na Itália. No sábado (7), o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, determinou o cumprimento imediato das penas impostas contra a parlamentar em meio a um processo para buscar sua extradição.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). Foto: Reprodução

O presidente da Câmara diz que “não cabe mais” a ele pautar a votação sobre a cassação de seu mandato após a determinação de Moraes. “A decisão judicial tem que ser cumprida. O tratamento que vamos dar é seguir o rito regimental para o cumprimento da decisão do STF, porque é a única alternativa, que temos a fazer, já que o processo judicial dela foi concluso com a sua condenação”, completou.

A Corte condenou a deputada pelos crimes de invasão de dispositivo informático e falsidade ideológica, e não cabe mais recurso. Ela é considerada foragida pela Justiça após fugir e já teve seu nome incluído na lista de procurados pela Interpol.

Segundo a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), Zambelli e o hacker invadiram o sistema do CNJ para desacreditar a Justiça e incitar atos golpistas.

Fonte: DCM

Miss desaparece e amigo confessa assassinato após uma semana

Raissa Suellen, miss Serra Branca Teen em 2020, e o humorista Marcelo Alves, seu amigo e autor do assassinato. Foto: Reprodução

Raissa Suellen Ferreira da Silva (23), miss Serra Branca Teen da Bahia, desapareceu na última segunda (2) e um amigo confessou à Polícia Civil ter assassinado a jovem. O corpo foi encontrado na manhã desta segunda (9) após a admissão.

O autor do assassinato é o humorista Marcelo Alves, que deixou o corpo em uma área de mata de Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba. A vítima vivia há três anos na capital paranaense e preparava uma mudança para Sorocaba (SP) para trabalhar.

A delegada Aline Manzatto, responsável pelo caso, o suspeito relatou que matou Raissa estrangulada. Os dois se conheciam desde a infância, de acordo com ela, e Marcelo estaria apaixonado pela vítima.

“Eles tinham já um relacionamento desde a infância. Ele treinou a Raissa no Kung Fu num projeto social que ele tinha na Bahia. Ele conhecia tanto a Raissa desde pequena, quanto toda a família da Raissa. Quando ele veio para Curitiba, ele acabou convidando a Raissa também para uma oportunidade de emprego em Curitiba e, então, ele acabou tendo essa situação de se apaixonar por ela”, contou a delegada.

Fonte: DCM

Por que Bolsonaro se trancou no banheiro do STF por 10 minutos

Jair Bolsonaro, réu por tentativa de golpe de Estado. Foto: Marco Bello/Reuters

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) protagonizou um momento inusitado antes de seu depoimento sobre a trama golpista no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira (9). Enquanto o plenário ainda estava vazio, Bolsonaro se trancou por cerca de dez minutos no banheiro da Primeira Turma, onde assistia, segundo a Folha de S.Paulo, a vídeos nas redes sociais. O episódio ocorreu meia hora antes do início das audiências que investigam crimes contra a democracia.

Ao sair do banheiro, Bolsonaro encontrou um plenário mais cheio e cumprimentou os outros réus de forma descontraída. O ex-presidente abraçou os generais Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministros de seu governo, e deu um tapa nas costas do tenente-coronel Mauro Cid, que lhe bateu continência.

A cena contrastava com a tensão do momento, já que os acusados estão proibidos de conversar entre si por decisão do ministro Alexandre de Moraes, relator do processo, embora cumprimentos sejam permitidos.

O STF reforçou a segurança no anexo II-B, conhecido como “igrejinha”, para os depoimentos desta semana. O plenário estava ocupado por alunos de Direito, jornalistas, advogados e assessores dos ministros.

Fonte: DCM com informações da Folha de S. Paulo

Faixa ilegal promete revelar “verdadeiro motivo” do término de Virginia; entenda

Faixa com QR Code promete revelar “verdadeiro motivo do término de Virginia e Zé Felipe”. Foto: Reprodução


Faixas instaladas em São Paulo prometem revelar “o verdadeiro motivo” da separação entre a influenciadora Virginia Fonseca e o cantor Zé Felipe. O banner tem um QR Code que leva a um site de venda de cursos online.

Segundo o UOL, a iniciativa foi promovida pelo empresário Bruno Vinícius, que diz ser o “rei do marketing” e vende aulas de como gerar posts virais nas redes. O empresário diz que faturou R$ 522 mil com a ação, por meio de pessoas que escanearam o QR Code e adquiriram o material.

“Nós não somos a favor do término de um casamento. Mas, de um limão, temos que fazer uma limonada, certo? É o assunto do momento. Então a gente também tem que usufruir isso ‘pro’ nosso marketing”, diz o influenciador.

Essa não é a primeira iniciativa do tipo promovida por Bruno: há dois meses, ele expôs um cartaz com a frase “Daniel, decidi te expor”, que também trazia um QR Code para os cursos. A prática é ilegal e a campanha infringe a Lei Cidade Limpa.

Fonte: DCM


VÍDEO – Bolsonaro leu e alterou minuta do golpe, diz Cid a Moraes

Mauro Cid em depoimento no STF. Foto: reprodução

O tenente-coronel Mauro Cid declarou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) teve participação direta na chamada minuta do golpe. A fala aconteceu em depoimento ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda-feira (9).

Segundo Cid, Bolsonaro não apenas recebeu e leu o documento, que propunha medidas autoritárias para anular o resultado das eleições de 2022, mas também solicitou alterações específicas. Entre elas, a revogação do mandado de prisão aos ministros do STF, com exceção de Alexandre de Moras, que também presidia o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na época.

“De certa forma, ele (Bolsonaro) enxugou o documento, retirando as autoridades das prisões. Somente o senhor (Alexandre de Moraes) ficaria como preso”, declarou o militar.

A minuta, que circulou entre aliados do ex-presidente, detalhava ações para manter Bolsonaro no poder, mesmo após a derrota nas urnas para Luiz Inácio Lula da Silva.


A sessão acontece na primeira turma do STF e está sendo comandada por Moraes, relator do processo. No início da oitiva, Cid já confirmou a denúncia de golpe, dizendo que “presenciou grande parte dos fatos, mas não participou deles”.

O julgamento do “núcleo 1”, separado assim pela Procuradoria-Geral da República (PGR), começa por Cid dado o seu acordo de delação premiada. Após o militar, os demais investigados, incluindo o ex-presidente Bolsonaro, vão depor seguindo uma ordem alfabética, sendo:

– Alexandre Ramagem (ex-diretor da Abin)
– Almir Garnier Santos (ex-comandante da Marinha)
– Anderson Torres (ex-ministro da Justiça)
– Augusto Heleno (ex-GSI)
– Jair Bolsonaro (ex-presidente)
– Paulo Sérgio Nogueira (ex-Defesa)
– Walter Braga Netto (ex-Casa Civil)

Braga Netto, único que não estará presente fisicamente por estar preso no Rio, será interrogado por videoconferência com sua imagem exibida em telão.

Acompanhe o depoimento de Cid ao vivo: 

Fonte: DCM

VÍDEO – Cid confirma reuniões golpistas de Bolsonaro: “Presenciei grande parte”


O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, em depoimento ao Supremo Tribunal Federal nesta segunda (9). Foto: Reprodução

O ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, Mauro Cid, afirmou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que “presenciou grande parte” das reuniões golpistas, mas que não “participou” das tratativas. Ele é o primeiro réu a ser ouvido na Corte.

Questionado sobre a veracidade da acusação da Procuradoria-Geral da República (PGR) pelo ministro Alexandre de Moraes, que comanda a oitiva, Cid afirmou: “Presenciei grande parte dos fatos, mas não participei deles”.

O tenente-coronel foi o primeiro a depor por ter fechado uma delação premiada com a Polícia Federal. Ele garantiu à Corte que assinou o termo de colaboração por vontade própria e negou ter sido alvo de qualquer tipo de coação pela corporação.


Em outro momento da oitiva, Cid disse que viu a minuta golpista durante uma reunião com Bolsonaro e Filipe Martins, então assessor. “Quando os comandantes [das Forças Armadas] vieram, a apresentação feita inicialmente foi só da parte dos considerandos, que presenciei porque operava o computador”, prosseguiu.

O encontro ocorreu na biblioteca do Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência, e o texto golpista foi projetado em uma tela. Questionado se o então presidente estava na reunião, Cid confirmou: “Sim, senhor”.

Cid é um dos oito réus do chamado “núcleo crucial” da trama golpista e, segundo a Polícia Federal, atuava como porta-voz do ex-presidente, levando informações e orientações aos demais integrantes do grupo. A denúncia da PGR diz que ele tinha “menor autonomia decisória”.

Os demais réus serão interrogados por Moraes em ordem alfabética:

  1. Alexandre Ramagem;
  2. Almir Garnier;
  3. Anderson Torres;
  4. Augusto Heleno;
  5. Jair Bolsonaro;
  6. Paulo Sérgio Nogueira;
  7. Walter Braga Netto.
Fonte: DCM

Governador da Califórnia chama Trump de “ditador” por violência policial em Los Angeles


Gavin Newsom, governador da Califórnia, e Donald Trump, presidente dos EUA. Foto: reprodução

O governador democrata da Califórnia, Gavin Newsom, criticou a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de enviar tropas da Guarda Nacional para Los Angeles após protestos contra a política de imigração. “É o ato de um ditador, não de um presidente”, declarou Newsom no último domingo (8), ao afirmar que vai contestar a medida na Justiça.

A mobilização de cerca de 2 mil soldados ocorreu após confrontos entre manifestantes e agentes do serviço federal de imigração (ICE) que começaram na sexta-feira (6) em Los Angeles. Apesar da oposição do governo estadual, Trump justificou a decisão alegando que os protestos seriam “uma forma de rebelião contra a autoridade do governo dos EUA”.

A tensão aumentou com a repressão aos atos. De acordo com a polícia, pelo menos 10 pessoas foram presas durante o sábado (7). Em San Francisco, também na Califórnia, outros 60 manifestantes também foram detidos em manifestações contra as ações federais. Trump tem usado as manifestações como justificativa para militarizar as operações contra imigrantes.

Enquanto isso, o governo da Califórnia se prepara para contestar a legalidade da intervenção federal. Newsom afirmou que não foi consultado previamente sobre o envio das tropas e que a medida afronta o pacto federativo. “Vamos usar todos os recursos legais disponíveis para barrar essa decisão autoritária”, completou o governador.


A ação militar e o uso de gás lacrimogêneo contra manifestantes reforçam o perfil cada vez mais tirano do governo Trump, que já havia ameaçado usar a Lei de Insurreição em protestos anteriores. Em 2020, após o assassinato de George Floyd, o presidente estadunidense pressionou por intervenções semelhantes, mas recuou diante da resistência do então secretário de Defesa, Mark Esper.

Na cidade de Paramount, agentes da Patrulha de Fronteira armados e protegidos com equipamentos de choque confrontaram manifestantes que protestavam contra o ICE. A multidão carregava cartazes com mensagens como “Nenhum ser humano é ilegal” e gritava palavras de ordem exigindo o fim das detenções. Carros foram cercados e ruas bloqueadas pela população indignada.

A retórica de Trump se intensificou nas redes sociais, onde ameaçou intervir diretamente se o governador e a prefeita de Los Angeles “não fizessem seu trabalho” em uma postagem.

Já a secretária de imprensa da Casa Branca acusou os líderes democratas da Califórnia de abandonar sua responsabilidade de proteger os cidadãos, em uma fala que ecoa os princípios da criminalização da imigração como ferramenta política.

Fonte: DCM

Prefeita que dançou de biquini passa de 1,3 milhão de seguidores no Instagram


       Patrícia Alencar (MDB), prefeita de Marituba – Foto: Reprodução

A prefeita Patrícia Alencar (MDB), de Marituba (PA), viu seu perfil no Instagram explodir de 700 mil para 1,3 milhão de seguidores em menos de uma semana após a viralização de um vídeo em que aparece dançando forró de biquíni. Aos 37 anos e no segundo mandato, a gestora transformou a polêmica em discussão sobre machismo e duplo padrão aplicado às mulheres na política.

O vídeo, gravado em momento de lazer ao som de “Que Pancada de Mulher”, vazou inicialmente sem sua autorização. Diante da repercussão, Patrícia decidiu publicá-lo oficialmente e rebateu as críticas: “A cobrança em cima de nós, mulheres, é sempre maior. Ainda mais em espaços de poder”, declarou.

A prefeita, mãe de três filhos, destacou que o direito ao lazer não anula sua competência profissional. As reações se dividiram entre quem considerou o conteúdo inadequado para uma autoridade e quem defendeu sua autenticidade. “Não deixo de ser profissional por ser humana. Nem deixo de ser mulher por ser prefeita”, escreveu Patrícia em suas redes.

A gestora aproveitou o alcance para reforçar seu posicionamento: “Não estou aqui para agradar a todos, mas para representar meu povo com verdade”.

Fonte: DCM

APAE é incluída no Sistema Municipal de Educação de Apucarana e recebe uniformes escolares pela primeira vez



O prefeito de Apucarana, Rodolfo Mota, acompanhado pela secretária municipal de Educação, professora Ana Paula do Carmo Donato e outros secretários, fez nesta segunda-feira (09/06) a entrega da primeira parte dos uniformes escolares para os 460 alunos da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae). Eles receberam bermuda, calça, agasalho, regata, camisetas manga curta e longa e estojo. Com isso, todos os alunos da Apae passaram a ter o mesmo material que é distribuído nas escolas da rede municipal de ensino. Os demais itens – meia, tênis, camisetas e mochila – serão também entregues brevemente.

“E por que não antes? Essa é a pergunta que eu sempre me faço. Por que esperaram tanto tempo? Por que negligenciaram por tanto tempo?”, questionou Mota, acrescentando que – o problema nunca foi à falta de dinheiro. O prefeito lembra que já esteve na Apae diversas vezes antes de assumir o mandato, entregando recursos de emendas parlamentares conquistadas junto a deputados. “Precisou que o povo de Apucarana acreditasse que a gente iria de fato cuidar das pessoas. É com essa vontade de cuidar dos apucaranenses que nós viemos entregar os kits do uniforme. E não é só um compromisso com o uniforme, é um compromisso com a causa, com a escola, com a educação especial”, ressaltou o prefeito de Apucarana.

“É um dia que vai ficar marcado na história: em 9 de junho de 2025, o prefeito Rodolfo Mota incluiu a Apae de Apucarana no sistema de educação e deu para essas crianças aquilo que era de direito e que sempre foi negado”. Com esse pronunciamento, a diretora da instituição, Isabel Ortega, resumiu toda à luta para que os estudantes da Escola José Antônio Menegazzo, mantida pela Apae, também recebessem o uniforme escolar. A diretora acrescentou que a inclusão vem num momento difícil, diante de discussões sobre o possível fechamento das Apaes. “Nesse momento apaeano complicado, quando vi as crianças entrando com o uniforme, eu confesso que chorei, pois é uma luta e somente quem luta sabe o que passa. É uma luta que começou há muito tempo e hoje, com a entrega do uniforme, vemos essa batalha vencida”, frisa Isabel Ortega.

A conquista dos uniformes foi reforçada pelo depoimento da avó de uma aluna da Apae, que desde 2017 vem buscando garantir o direito. “Eu protocolei na prefeitura, protocolei no Ministério Público pedindo o uniforme. Todos os anos a gente esperava até que neste ano isso se concretizou. Os nossos filhos, os nossos netos têm os mesmos direitos e não sei por que isso foi nos negado por tanto tempo. Quero expressar minha gratidão em nome de todos os familiares”, disse Irene Rodrigues de Souza, que - além de avó - é auto-defensora do movimento apaeano.

Estiveram também presentes o vice-prefeito, Marcos da Vila Reis, a primeira-dama e secretária da Mulher, Karine Mota, além de outros secretários municipais e os vereadores Danylo Acioli (presidente do Legislativo), Moisés Tavares e Guilherme Livoti.

Os presentes foram recepcionados pela fanfarra da Apae. Os estudantes também entoaram a canção “Laços”, cantaram os hinos do Brasil e do Paraná e promoveram um desfile simbólico com os uniformes recebidos. No final da cerimônia, os estudantes também entregam uma caixa com cartas e desenhos de agradecimento ao prefeito Rodolfo Mota.

Fonte: Prefeitura de Apucarana


Governo quer unificar cobrança do Imposto de Renda sobre aplicações financeiras em 17,5%

Proposta prevê alíquota única para todos os prazos de investimento e fim da isenção de LCI, LCA, CRI e CRA para novas emissões a partir de 2026
Fernando Haddad (Foto: Diogo Zacarias/Ministério da Fazenda)

O governo federal pretende simplificar a cobrança do Imposto de Renda (IR) sobre aplicações financeiras com a adoção de uma alíquota única de 17,5%. A proposta foi discutida com o Congresso Nacional e deverá ser enviada por meio de uma Medida Provisória (MP) como parte do pacote fiscal que visa substituir trechos do decreto que aumentou a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), segundo o jornal O Globo.

Atualmente, a tributação do IR sobre investimentos varia de acordo com o tempo da aplicação, com alíquotas decrescentes entre 22,5% (para prazos mais curtos) e 15% (para prazos superiores a dois anos). Com a nova regra, o percentual será fixado em 17,5%, independentemente da duração do investimento — o que, segundo o governo, corresponde à média paga atualmente.

✱ Mudanças afetam todas as operações, inclusive day trade - A alíquota de 17,5% será aplicada a todas as modalidades de operação, incluindo as realizadas em day trade, com exceção apenas dos títulos incentivados, que continuarão com regime especial. O governo também pretende encerrar a isenção de IR para aplicações como Letras de Crédito Imobiliário (LCI), Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA). A nova cobrança será de 5% e valerá apenas para papéis emitidos a partir de 1º de janeiro de 2026. O estoque atual e as emissões realizadas até 31 de dezembro de 2025 serão mantidos sob as regras de isenção.

A justificativa do Ministério da Fazenda é que os atuais títulos isentos causam distorções no mercado, pressionando para cima os juros das aplicações tributadas como forma de compensação pelos bancos e emissores.

✱ Compensação de perdas e ganhos será ampliada - Outra inovação proposta pelo governo é permitir que investidores compensem perdas e ganhos em todas as operações financeiras, e não apenas em renda variável, como ocorre hoje. Essa compensação será feita por meio da Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda, excluindo-se apenas as operações com ativos incentivados.

✱ Criptoativos também serão regulamentados - A medida provisória trará ainda a regulamentação da tributação sobre criptoativos. A ideia é aplicar regras semelhantes às demais aplicações financeiras, com apuração e recolhimento separados, de forma segregada. Essa mudança visa dar mais clareza e previsibilidade à tributação sobre esse tipo de ativo, que vem ganhando relevância no mercado e na carteira de investidores brasileiros.

Fonte: Brasil 247 com informações do jornal O Globo

Paraná em Ação chega a Assis Chateaubriand nesta semana

Evento oferece diversos serviços gratuitos importantes, entre eles a emissão de Carteira de Identidade para crianças

Foto: AEN

Emissão de documentos, orientação jurídica, cadastro em programas sociais, além de programações para toda a família. Este é o Paraná em Ação, uma feira do Governo do Estado coordenada pela Secretaria da Justiça e Cidadania que oferece serviços gratuitos por onde passa, e nesta semana chega a Assis Chateaubriand, nos dias 11, 12 e 13 de junho.

Os atendimentos incluem ainda testes voluntários de maternidade e paternidade, consulta a vagas de emprego, alistamento militar, serviços de saúde, da Sanepar e da Copel, numa grande oportunidade de as pessoas regularizarem e atualizarem seus documentos, garantir direitos e exercer a cidadania.

Para o Secretário da Justiça e Cidadania, Valdemar Bernardo Jorge, é uma grande oportunidade para as pessoas regularizarem e atualizarem documentos. “O Paraná em Ação tem o perfil de levar importantes serviços públicos até cada cidadão, facilitando o acesso e agilizando a solução de diversas situações”. “Então convidamos a todos que participem e aproveitem para fazer a carteira de identidade dos seus filhos, carteira do autista, do idoso e conferir as vagas de emprego. É o Governo do Estado levando justiça e cidadania a todos os paranaenses”, destacou.

Para o Prefeito de Assis Chateaubriand, Marcel Michelleto, que também é presidente da Associação dos Municípios do Paraná (AMP), a iniciativa representa um avanço na promoção da cidadania e no fortalecimento dos vínculos familiares. “A realização de uma feira de serviços gratuitos, com a presença de diversos órgãos públicos em um só lugar, é uma forma eficiente de facilitar a vida da nossa população. Em especial, a emissão da Carteira de Identidade para crianças. É um gesto de cuidado e compromisso com o futuro das nossas famílias”, destaca. Ele também ressalta a importância do primeiro documento oficial. “A pessoa não está apenas sendo registrada: está sendo reconhecida como cidadã, com todos os direitos que isso representa, como acesso à educação, à saúde e a programas sociais”, acrescentou.

As atividades do Paraná em Ação em Assis Chateaubriand vão do dia 11 ao dia 13 de junho, das 9h às 17h, no Ginásio de Esportes Tancredo de Almeida Neves, localizado na Praça Guadalajara, s/n, Jardim América.

Fonte: Assessoria de Comunicação da SEJU

Atleta de Apucarana é campeã brasileira de heptatlo


A atleta Madelaine Gomes da Silva, da Secretaria Municipal de Esportes de Apucarana, sagrou-se neste final de semana campeã brasileira de heptatlo.

O triunfo foi alcançado no Campeonato Brasileiro Interclubes Loterias Caixa de Atletismo Sub-18, disputado em Cuiabá.

A competição, que aconteceu no Centro Olímpico de Treinamento da Universidade Federal do Mato Grosso, foi aberta oficialmente na sexta-feira e as provas foram disputadas no sábado e domingo. “O heptatlo é composto por sete provas. No primeiro dia de competição, na parte da manhã, Madelaine competiu nos 100 metros com barreiras e salto em altura. À tarde, ela competiu no lançamento de arremesso de peso e nos 200 metros. No dia seguinte, o heptatlo foi finalizado com as disputas no salto de distância, lançamento do dardo e 800 metros”, explica o professor José Marcelino da Silva, o Grillo.

Grilo, que acompanhou a equipe da Secretaria Municipal de Esportes durante a competição, afirma ainda que no heptatlo todas as provas somam pontos. “No final, quem somar o maior número de pontos é campeão”, completa, acrescentando que na somatória Madelaine alcançou 4.359 pontos, enquanto a atleta que ficou em segundo lugar fez 4.248 pontos.

Grilo agradeceu o apoio do prefeito Rodolfo Mota, bem como do secretário municipal de Esportes, Bruno Marchi. “A Prefeitura vem oportunizando aos atletas a participação em várias competições, seja em cidades do Paraná e também em outros estados. Essa foi mais uma competição importante, que prepara e eleva o nível dos nossos jovens atletas”, frisa Grillo.

O Brasileiro Sub-18 foi uma realização da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) e do Governo do Estado do Mato Grosso, em parceira com a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e a Federação de Atletismo de Mato Grosso (FAMT), com o patrocínio da Caixa Econômica Federal.

Fonte: Prefeitura de Apucarana