terça-feira, 3 de março de 2026

Metrópoles inova e assume lugar de advogados de Lulinha em matéria psicografada

Psicografia na veia


Em mais uma inovação a partir de fontes em off — se é que elas existem —, a jornalista Andreza Matais, do portal Metrópoles, publicou uma matéria psicografada.

De acordo com Andreza, em parceria com um certo André Shalders, “a estratégia para defesa de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, será sustentar que a lobista Roberta Luchsinger utilizava o nome do filho mais velho do presidente sem autorização para fechar negócios com Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS”.

A coisa não para por aí: “Além de se distanciar de Luchsinger, a defesa também pretende atribuir responsabilidades ao sócio de Lulinha, Kalil Bittar, e à publicitária Danielle Miranda Fonteles para reforçar que seu nome foi usado para abrir portas sem seu consentimento”.

“É uma mentira deslavada”, afirma Marco Aurélio de Carvalho, coordenador do grupo Prerrogativas, que auxilia a defesa de Fábio Luís da Silva, representada pelo escritório de Guilherme Suguimori. “Ninguém nos ouviu”.

Estamos no terreno do absurdo jornalístico. O teatro do Rei Ubu nas redações. Nem nos tempos da Lava Jato se desceu tanto. Dallagnol pelo menos dava documentos aos jornalistas parceiros. A aparência de legalidade. Agora nem isso.

A dupla de funcionários do ex-presidiário Luiz Estêvão resolveu entrar na cabeça dos representantes legais de Lulinha e inventar uma cascata.

Em circunstâncias normais, seriam demitidos por não fazer o óbvio: perguntar aos advogados se a tal estratégia é verdade. Como não estamos em circunstâncias normais, serão promovidos (até serem descartados). Esse é o baixo nível do Metrópoles.

“Lulinha tem um relacionamento de amizade com a empresária Roberta Luchsinger e nunca negou isso”, diz Marco Aurélio. “Isso não é jornalismo. Isso é outra coisa e é muito séria”.

Fonte: DCM

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