Guarda Revolucionária afirma ter atingido navios, bases americanas e causado baixas; Reino Unido diz não ter notificação formal sobre bloqueio marítimo
Irã ataca 3 petroleiros dos EUA e do Reino Unido no golfo Pérsico e amplia tensão no estreito de Ormuz (Foto: Reprodução)
A Guarda Revolucionária do Irã anunciou que realizou ataques contra três petroleiros dos Estados Unidos e do Reino Unido no Golfo Pérsico e no Estreito de Ormuz. Segundo a imprensa local citada pelo RT Brasil, os navios teriam sido atingidos por mísseis.
Em comunicado, a Guarda Revolucionário informa que "três petroleiros dos Estados Unidos e do Reino Unido foram atingidos por mísseis no Golfo Pérsico e no Estreito de Ormuz e estão em chamas".
Ainda de acordo com o comunicado, a foram realizados uma nova série de ataques contra alvos dos Estados Unidos e de Israel, com o lançamento sucessivo de mísseis e drones de longo alcance.
A Guarda Revolucionária afirmou ainda que a base naval americana Al Salem, no Kuwait, "ficou completamente fora de uso", além de declarar que três instalações da infraestrutura naval dos EUA no porto de Mohammed Al-Ahmad foram destruídas. Segundo Teerã, a base naval dos EUA em Mina Salman, no Bahrein, também foi atingida por quatro drones, "causando graves danos aos seus centros de comando e apoio".
De acordo com as forças iranianas, os ataques contra bases americanas na região deixaram 560 soldados dos Estados Unidos mortos ou feridos. Até o momento, não há confirmação independente sobre esses números.
Ainda no domingo (1º), foram registrados vários ataques a navios, incluindo petroleiros, próximos à costa de Omã. No dia anterior, a Guarda Revolucionária anunciou que proibiu a passagem de embarcações pelo Estreito de Ormuz, rota estratégica para o comércio global de petróleo, após a ofensiva lançada no sábado por Estados Unidos e Israel contra o Irã.
Por sua vez, o Escritório de Operações Marítimas Comerciais do Reino Unido, ligado à Marinha britânica, informou que não recebeu nenhuma notificação oficial sobre o fechamento do estreito pelos canais formais de segurança marítima. O órgão, no entanto, registrou declarações por fontes abertas e comunicações via rádio e alertou as embarcações que navegam pelo Oriente Médio a agir com cautela.
Fonte: Brasil 247
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