quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Deputado do PL vai à PGR e ao CNJ contra Toffoli por ligação com resort de luxo no Paraná

O resort Tayayá tem sido alvo de questionamentos relacionados à sua estrutura societária e à utilização do espaço pelo ministro do STF

     Dias Toffoli (Foto: Antonio Augusto/STF)

O deputado federal Ubiratan Sanderson (PL-RS) solicitou ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, e ao corregedor nacional do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Mauro Campbell Marques, a abertura de investigação contra o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF). O pedido trata de uma eventual participação de Toffoli na propriedade do resort Tayayá, localizado em Ribeirão Claro, no Paraná. A solicitação menciona reportagens publicadas pelo site Metrópoles e foi divulgada nesta quinta-feira (22) pela revista Veja.

De acordo com o pedido, a Lei Orgânica da Magistratura Nacional veda a participação econômica, ainda que indireta, ou a existência de sociedade de fato oculta em empreendimento privado por parte do ministro Dias Toffoli.

Mais cedo, o Metrópoles publicou um vídeo gravado em 25 de janeiro de 2023 por um hóspede do resort. As imagens registram o momento em que o ministro da Suprema Corte recebe os empresários André Esteves, do BTG Pactual, e Luiz Pastore, do grupo metalúrgico Ibrame, que chegam ao local de helicóptero. O vídeo também mostra Toffoli cumprimentando os convidados de forma calorosa logo após o pouso da aeronave.

O resort Tayayá tem sido alvo de questionamentos relacionados à sua estrutura societária e à utilização do espaço pelo ministro do STF. Segundo o Metrópoles, o local teria sido usado por Toffoli para receber autoridades, artistas e figuras de destaque da economia nacional. Funcionários do empreendimento tratariam o ministro do STF como proprietário do resort.

Documentos do hotel, no entanto, apontam como proprietários dois irmãos e um primo de Toffoli. Parte das ações do empreendimento chegou a ser adquirida por um fundo que tinha como investidor o empresário Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master.

Além disso, o ministro do STF viajou a Lima, no Peru, em novembro, em um jato pertencente a Luiz Pastore. Na ocasião, Toffoli foi acompanhado pelo advogado Augusto de Arruda Botelho para assistir à final da Copa Libertadores. Botelho atua como advogado de Antonio Bull, ex-diretor do Banco Master, investigado por supostas fraudes bilionárias. Toffoli é relator, no Supremo Tribunal Federal, de investigações que envolvem o Banco Master.

Fonte: Brasil 247 com informações da revista Veja e do Metrópoles

VÍDEO – Eduardo ameaça Tarcísio e diz que disputar a presidência “não é opção”


      Eduardo Bolsonaro e Tarcísio de Freitas. Foto: reprodução

O deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL), foragido nos Estados Unidos, afirmou que o campo bolsonarista já definiu seu projeto presidencial para 2026 e que não há espaço para dissidências internas. Em entrevista ao Podcast Santa Política, do Jornal Razão, ele disse que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), não teria alternativa a não ser aceitar a candidatura de seu irmão, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), à Presidência da República. Segundo Eduardo, o desenho eleitoral estaria fechado e sustentado por acordos de bastidores já consolidados dentro da direita.

“Pra presidente vai ser Lula contra Flávio Bolsonaro. O Tarcísio não tem muito o que aceitar, não tem a opção de ir contra o Bolsonaro”, afirmou o parlamentar. Na avaliação dele, qualquer tentativa de reorganização do campo conservador fora desse eixo estaria fadada ao fracasso.

Eduardo sustenta que, caso Flávio não seja o candidato, não haveria outro nome capaz de reunir apoio suficiente da direita. “Imaginemos o seguinte: que o Flávio não venha a ser candidato. Sério mesmo que estão achando que vai vir um outro candidato contando com o apoio da direita? Tá tudo alinhado já. É o Flávio pra presidente, o Tarcísio vem pra governador, o Ratinho vai sair candidato, mas poxa, tem pouquíssimas chances”, disse, acrescentando que faz essa avaliação “em respeito ao Ratinho que tem um trabalho muito bem desenvolvido no Paraná”.

Ao tratar do cenário eleitoral, Eduardo Bolsonaro voltou a reforçar a ideia de uma disputa polarizada. Segundo ele, o pleito presidencial estaria desenhado como um confronto direto entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro. “Tá polarizada a eleição. Pra presidente vai ser Lula contra Flávio Bolsonaro”, declarou.


Sobre Tarcísio, o deputado afirmou que o governador não teria liberdade política para se descolar do bolsonarismo sem sofrer desgaste irreversível. Para Eduardo, o capital político de Tarcísio está diretamente ligado à trajetória construída a partir do apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro.

“O Tarcísio até ontem era um servidor público, um desconhecido da sociedade. Ganhou notoriedade sendo ministro da Infraestrutura. E depois foi eleito em São Paulo graças ao presidente Jair Bolsonaro. Ele não tem a opção de ir contra o Bolsonaro”, afirmou.

Na sequência, fez um alerta sobre os riscos de uma candidatura presidencial própria do governador. “Se ele tentar qualquer medida para fazer alguma coisa diferente e sair candidato, no barato ele vai se equiparar a João Doria”, disse, numa referência ao ex-governador paulista que rompeu politicamente com Bolsonaro.

Eduardo ainda ponderou que permanecer no comando do governo paulista seria, do ponto de vista estratégico, a melhor escolha para Tarcísio.

“Governador do estado de São Paulo é um baita cargo. E qualquer um que faça dois mandatos de governador bem feitos em São Paulo, ele coloca o nome na história pra ser presidenciável pelos próximos 50 anos”, avaliou. Para o deputado, esse caminho garantiria projeção futura sem o desgaste de enfrentar uma disputa interna no campo conservador.

Ao encerrar a entrevista, Eduardo Bolsonaro reiterou que a candidatura do irmão seria inevitável e fruto de articulação política madura. “As peças já foram colocadas na mesa, o jogo de bastidor já foi feito, o Flávio é um político muito habilidoso, muito articulado e, cedo ou tarde, pra quem ainda não acredita, todo mundo vai realizar que o Flávio é o candidato”, concluiu.

Fonte: DCM

Moraes manda arquivar apuração sobre bloqueios da PF no segundo turno de 2022


O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes. Foto: Divulgação

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, determinou o arquivamento das investigações que apuravam uma suposta tentativa de impedir o deslocamento de eleitores no segundo turno das eleições de 2022. A decisão alcança, em especial, delegados da Polícia Federal apontados como responsáveis por barreiras em rodovias no dia da votação.

Relator do caso, o magistrado acolheu manifestação da Procuradoria-Geral da República e concluiu que não havia justa causa para a continuidade da apuração. Segundo o entendimento, também não seria possível reabrir investigações sobre fatos já analisados e julgados em outros processos.

No parecer enviado ao STF, o procurador-geral Paulo Gonet afirmou que não foram identificados indícios de crime atribuíveis aos delegados Alfredo de Souza Lima Coelho Carrijo e Léo Garrido de Salles Meira. Ambos haviam sido indiciados pela própria PF em dezembro de 2024, no desdobramento das apurações.

Ao justificar o arquivamento, Moraes escreveu que não existem elementos mínimos que indiquem a prática de ilícito penal e que a manutenção do inquérito causaria “injusto e grave constrangimento aos investigados”. Para o ministro, faltam dados essenciais como local, tempo, modo de execução e motivação das supostas condutas.

Bloqueios em rodovias na eleição de 2022. Foto: Divulgação
A investigação também envolvia ex-integrantes do Ministério da Justiça, entre eles Anderson Torres, Silvinei Vasques, Marília Ferreira de Alencar e Fernando de Sousa Oliveira. Em relação a esses nomes, Moraes destacou que os fatos já foram examinados em ações penais mais amplas sobre a tentativa de golpe de Estado.

No despacho, o ministro ressaltou que, nesses casos, haveria bis in idem, já que as condutas foram analisadas em outros processos no STF. Torres, Vasques e Marília já foram condenados, enquanto Fernando de Sousa Oliveira foi absolvido em ações penais específicas.

As apurações tiveram origem em denúncias de eleitores que relataram dificuldades para chegar às urnas no segundo turno, especialmente na Região Nordeste. À época, a concentração das operações levantou suspeitas de direcionamento contra redutos eleitorais do então candidato Luiz Inácio Lula da Silva.

Em 30 de outubro de 2022, Alexandre de Moraes, então presidente do TSE, chegou a pedir explicações ao ex-diretor da PRF Silvinei Vasques, que alegou reforço de segurança. Agora, com o arquivamento da PET 11552, o STF encerra definitivamente a apuração contra os delegados da PF por ausência de justa causa.

Fonte: DCM

Proposta de Trump sobre Conselho da Paz é "confusa" e Brasil não deve aceitar, diz Amorim

Diplomata afirma que estatuto amplia escopo além de Gaza e ameaça sistema da ONU e o multilateralismo

 Proposta de Trump sobre Conselho da Paz é "confusa" e Brasil não deve aceitar, diz Amorim (Foto: ABR)

O principal assessor internacional do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Celso Amorim, avaliou que o Brasil não deve aceitar, nos moldes atuais, a proposta do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para a criação de um Conselho da Paz. Segundo ele, o modelo apresentado carece de clareza, amplia excessivamente seu alcance e concentra poder de forma incompatível com o sistema multilateral.

Em entrevista ao jornal O Globo, Amorim afirmou que o estatuto encaminhado junto ao convite ao Brasil representa, na prática, uma tentativa unilateral de reformar a Organização das Nações Unidas (ONU), especialmente na área de paz e segurança, o que considera inaceitável do ponto de vista diplomático.

☉ Estatuto amplia alcance e não menciona Gaza

Para Amorim, um dos pontos mais problemáticos da proposta é a ausência de referência direta à Faixa de Gaza no documento oficial. “A palavra ‘Gaza’ não aparece nesse estatuto. Ele se refere a qualquer conflito. Isso está dito claramente”, afirmou. Segundo o assessor presidencial, o conselho poderia atuar em múltiplos cenários internacionais, funcionando como uma espécie de Conselho de Segurança alternativo, porém com um presidente praticamente permanente.

Ele destacou ainda que a própria carta enviada pelos Estados Unidos é contraditória. “A própria carta é confusa, porque começa a falar de uma coisa e depois vai alargando no documento anexo. Representa, na prática, uma revogação da ONU, sobretudo na área de paz e segurança. Essa parte, com certeza, eu não vejo como aceitar. Não dá para considerar uma reforma da ONU feita por um país”, disse.

☉ Falta de espaço para negociação

Amorim ressaltou que o presidente dos Estados Unidos deixou claro que não aceita alterações no texto apresentado. “Ele disse inclusive que não aceita emendas. Não é possível discutir, ajustar aqui ou ali. É um contrato de adesão. Isso torna essa parte difícil”, afirmou. Mesmo que houvesse uma separação entre o tema de Gaza e o escopo mais amplo do conselho, o assessor ponderou que a adesão brasileira não seria automática.

“O Oriente Médio é muito importante para nós. Seria preciso saber a opinião dos próprios palestinos e de outros países árabes”, acrescentou.

☉ Convite não é visto como armadilha

Questionado se o convite poderia ser interpretado como uma armadilha diplomática, Amorim descartou essa hipótese. “Não acho. Ele mandou para muitos países. Seria uma armadilha para a França? Para a Itália? Não vejo assim”, afirmou, observando que Trump costuma adotar uma visão de relações internacionais na qual se coloca como figura central.

☉ Eleições e risco de interferência externa

Sobre o cenário político interno, Amorim disse não ver indícios de interferência direta do presidente dos Estados Unidos nas eleições brasileiras, mas alertou para possíveis movimentos de setores da extrema direita norte-americana. “Não vejo, pessoalmente, uma interferência direta dele. Agora, a extrema direita nos Estados Unidos é muito complexa. Há setores que criticam Trump, outros que são mais neutros, mas que certamente podem tentar interferir, como tentaram outras vezes. Melhor dizendo, possivelmente. Temos que estar preparados para isso e saber nos defender”, afirmou.

☉ Venezuela e soberania regional

Ao tratar da Venezuela, Amorim explicou a postura diplomática brasileira. “O Brasil não reconhece governos, reconhece Estados. O fato real é que Delcy Rodríguez está à frente do governo. Se for necessário, lidamos com ela”, disse, lembrando que houve contato institucional e envio de medicamentos no início do atual mandato presidencial.

Ele também reforçou a posição do presidente Lula na defesa da soberania nacional. “Cada um cuida da sua”, afirmou. Para Amorim, qualquer ofensiva contra um país sul-americano deve ser encarada como uma ameaça ao Brasil. “Um conflito em um país que faça fronteira com o Brasil pode ter repercussões para nós”, alertou.

Apesar disso, ponderou que não há uma ameaça concreta imediata. “O próprio Trump disse recentemente que gosta do Lula. Não é que estejamos temerosos, mas o precedente é muito ruim. Não podemos aceitar esse tipo de exemplo”, concluiu.

Fonte: Brasil 247 com informações do jornal O Globo

Vídeo mostra Dias Toffoli com Pastore e André Esteves em resort de luxo no Paraná; assista

O resort Tayayá, cercado de suspeitas em torno de sua estrutura acionária, servia como ponto de encontro do ministro do Supremo

    Dias Toffoli, André Esteves e Luiz Pastore (Foto: Captura de tela/Vídeo/Metrópoles/Reprodução)

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), recebeu os empresários André Esteves, do BTG Pactual, e Luiz Pastore, do grupo metalúrgico Ibrame, no resort de luxo Tayayá, no Paraná. A informação foi revelada nesta quinta-feira (22) pela jornalista Andreza Matais, do site Metrópoles.

Um vídeo gravado em 25 de janeiro de 2023 por um hóspede do hotel registra o momento em que o ministro da Suprema Corte recebe os empresários, que chegam de helicóptero ao resort, localizado no município de Ribeirão Claro. As imagens mostram Toffoli cumprimentando os convidados de forma calorosa logo após o pouso da aeronave.

Segundo a coluna, o helicóptero AS365 Dauphin, de prefixo PT-PCT, pertence a André Esteves e é avaliado em cerca de US$ 12 milhões. O uso da aeronave reforça o caráter reservado do encontro registrado no vídeo.

O resort Tayayá é alvo de questionamentos relacionados à sua estrutura societária e ao uso do local. De acordo com o Metrópoles, o espaço também teria sido utilizado por Toffoli para receber autoridades, artistas e figuras de destaque da economia nacional. Funcionários do hotel, ainda segundo a reportagem, tratariam o ministro do STF como proprietário do empreendimento.

Nos documentos do resort, entretanto, constam como proprietários dois irmãos e um primo de Toffoli. Parte das ações do hotel chegou a ser adquirida por um fundo que tinha como investidor o empresário Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master.

Além disso, o ministro do STF viajou a Lima, no Peru, em novembro, em um jatinho pertencente a Luiz Pastore. Na ocasião, Toffoli foi acompanhado pelo advogado Augusto de Arruda Botelho para assistir à final da Copa Libertadores. Botelho atua como advogado de Antonio Bull, ex-diretor do Banco Master, investigado por supostas fraudes bilionárias. Toffoli é relator, no Supremo Tribunal Federal, de investigações que envolvem o Banco Master.

Fonte: Brasil 247 com informações do Metrópoles

Oscar 2026 pode marcar edição mais brasileira da história com chances em nove categorias

O destaque brasileiro é o longa “O agente secreto”, dirigido por Kleber Mendonça Filho

                         Tânia Maria, a Sebastiana de "O Agente Secreto" (Foto: Reprodução)

O Oscar 2026 pode entrar para a história como a edição mais brasileira da principal premiação do cinema mundial. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anuncia nesta quinta-feira (22), a partir das 10h30, a lista oficial de indicados, e o Brasil aparece como forte candidato em cerca de nove categorias, segundo especialistas do circuito de Hollywood. As informações foram divulgadas no g1.

O destaque brasileiro é o longa “O agente secreto”, dirigido por Kleber Mendonça Filho, que chega à reta final da temporada de premiações com prestígio internacional crescente. Analistas apontam que o filme tem presença praticamente assegurada na categoria de melhor filme internacional e chances sólidas também em melhor ator, com Wagner Moura, além de figurar entre os possíveis indicados a melhor filme, categoria principal do Oscar, que reúne dez produções.

Além dessas categorias, “O agente secreto” também aparece bem posicionado na disputa por melhor roteiro original e por melhor direção de elenco, categoria que estreia oficialmente no Oscar em 2026. A criação desse novo prêmio amplia o espaço para reconhecimento de trabalhos que se destacam pela construção e escolha do elenco, aspecto frequentemente elogiado na filmografia de Mendonça Filho.

O Brasil, no entanto, não depende apenas de um único título para marcar presença na cerimônia. Profissionais brasileiros despontam em outras quatro categorias técnicas e artísticas. Na fotografia, o diretor de fotografia Adolpho Veloso, pelo filme americano “Sonhos de trem”, é apontado como um dos favoritos não apenas à indicação, mas também à vitória. Já na montagem, Affonso Gonçalves, responsável pelo trabalho em “Hamnet: A vida antes de Hamlet”, aparece como nome quase certo entre os indicados após ganhar força nas últimas semanas da corrida.

Na categoria de melhor documentário, dois títulos com participação brasileira seguem no páreo: “Apocalipse nos trópicos” e “Yanuni”. Ambos figuraram nas pré-listas divulgadas pela Academia em dezembro, que selecionam 15 obras por categoria. Entre eles, “Apocalipse nos trópicos” é considerado o que reúne as melhores condições de avançar para a lista final. O país também mantém expectativas na disputa por melhor curta-metragem, com o filme “Amarela”, igualmente presente nas seleções preliminares.

A cerimônia do Oscar 2026 está marcada para o dia 15 de março, em Los Angeles, e terá novamente o comediante Conan O’Brien como apresentador. A 98ª edição da premiação também ficará marcada pela introdução da nova categoria de melhor direção de elenco, a primeira desde 2002, ampliando o escopo de reconhecimento da indústria cinematográfica.

Fonte: Brasil 247 com informações do G1

Funcionário bebe demais em ensaios da Anitta e posta VÍDEOS louco no perfil da empresa


        Raoni Medeiros bebendo, dançando e interagindo com o público. Foto: Reprodução

Um funcionário da empresa Jazz Veículos publicou vídeos no perfil corporativo após beber durante um show dos Ensaios da Anitta no Rio de Janeiro, na terça-feira (20). Nas imagens, Raoni Medeiros aparece bebendo, dançando e interagindo com o público enquanto a cantora se apresentava no palco.

Os vídeos chamaram atenção nas redes sociais e passaram a circular fora do perfil da empresa, gerando aumento no engajamento da conta. Ao comentar o episódio, a própria Jazz Veículos escreveu: “Alô, boss! Retira o social media da adm porque ele vai a mais três Ensaios da Anitta nos próximos dias. Anitta, corre aqui”.

Internautas também reagiram às publicações. Entre os comentários, um usuário escreveu: “O divo merece um aumento por esse marketing acidental”, enquanto outro afirmou: “Ele não vai ficar desempregado nunca, serviu muito. E garanto que ajudou muito na divulgação”.

Fonte: DCM

Tarcísio tem agenda vazia após cancelar visita a Bolsonaro por compromissos

Governador paulista recua de encontro com o ex-presidente preso e mantém apenas despachos internos no Palácio dos Bandeirantes

Brasília-DF - 02/12/2025 - O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Foto: Lula Marques/Agência Brasil)

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), optou por não cumprir compromissos públicos nesta quinta-feira (22) e manteve na agenda apenas atividades internas no Palácio dos Bandeirantes. A decisão ocorre após o cancelamento de uma viagem a Brasília, onde estava prevista uma visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que se encontra preso no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como “Papudinha”. As informaçoes são do jornal O Globo.

A assessoria pessoal do governador informou que a mudança de planos se deu em razão de compromissos já agendados em São Paulo. O encontro com Bolsonaro havia sido confirmado pelo próprio Tarcísio na terça-feira (20), mas foi desmarcado poucas horas depois.

A visita tinha peso político relevante. Segundo o senador Flávio Bolsonaro, indicado pelo pai como pré-candidato à Presidência da República, a conversa serviria para reforçar ao governador paulista que a prioridade do ex-presidente seria a reeleição de Tarcísio em São Paulo. A sinalização, no entanto, não foi bem recebida pelo governador, que ainda nutre expectativas de disputar o Palácio do Planalto.

Interlocutores relatam que Tarcísio já afirmou, em mais de uma ocasião, que apoiaria Flávio Bolsonaro, mas apenas “no momento certo”. A pressão antecipada do entorno bolsonarista para que o governador se engajasse de forma imediata na candidatura do filho mais velho do ex-presidente é apontada como o principal fator de irritação no Palácio dos Bandeirantes.

A orientação atual de Tarcísio é evitar o fechamento de portas e não assumir novos compromissos políticos neste momento. A estratégia delineada por seu entorno é adiar qualquer definição mais clara sobre o grau de envolvimento na disputa presidencial até pelo menos abril. O cálculo leva em conta o cenário de reacomodação do bolsonarismo após a prisão de Bolsonaro, além do risco de que qualquer gesto público seja interpretado como um “carimbo” definitivo de alinhamento.

A visita cancelada havia sido autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e seria o primeiro encontro presencial entre Tarcísio e Bolsonaro desde a prisão do ex-presidente, no fim de novembro. Também marcaria a primeira conversa entre ambos após a indicação formal de Flávio Bolsonaro como pré-candidato ao Planalto, anunciada em dezembro, a pedido da defesa do ex-presidente.

Fonte: Brasil 247 com informações do jornal O Globo

Quem é o empresário Sérgio Nahas, preso 23 anos após matar a esposa; relembre o caso


                    Sérgio Nahas, preso na Bahia 23 anos após feminicídio. Foto: reprodução

23 anos após o assassinato de Fernanda Orfali, o nome de Sérgio Nahas voltou ao centro do noticiário policial. Empresário paulista, hoje com 61 anos, ele foi preso no último sábado (17) na Praia do Forte, no litoral da Bahia, após ser identificado por câmeras de reconhecimento facial.

A detenção encerra uma longa trajetória de fuga e recursos judiciais iniciada em 2002, quando Nahas matou a própria esposa dentro do apartamento do casal, no bairro de Higienópolis, área nobre da capital paulista. O crime, ocorrido com um tiro no peito, marcou um dos casos mais emblemáticos de violência contra a mulher envolvendo réus de alto poder aquisitivo no país.

Na época, Fernanda Orfali tinha 28 anos. As investigações apontaram que ela vinha enfrentando conflitos constantes com o marido após descobrir que ele era usuário de cocaína e mantinha relações extraconjugais com travestis.

Segundo a apuração policial, o medo de uma separação com partilha de bens teria sido o principal motivador do homicídio. Logo após o disparo, Nahas alegou à polícia que ouviu um barulho vindo do closet e encontrou a esposa agonizando, sustentando a versão de suicídio e afirmando que Fernanda sofria de depressão.

A perícia, no entanto, descartou essa hipótese e concluiu que se tratava de homicídio doloso, com intenção de matar. A arma usada no crime, sem registro, pertencia ao próprio empresário.

Apesar das provas periciais, o caso só chegou ao Tribunal do Júri em 2018, 16 anos depois do assassinato. Nahas foi condenado por homicídio simples e recebeu pena de sete anos de prisão em regime inicial semiaberto.
Sérgio Nahas e Fernanda Orfali, assassinada por ele. Foto: reprodução
O Ministério Público de São Paulo recorreu, argumentando que a pena era branda diante da gravidade dos fatos. Em segunda instância, a condenação foi ampliada para oito anos e dois meses de prisão em regime inicial fechado, dosimetria que acabou mantida pelo Superior Tribunal de Justiça e pelo Supremo Tribunal Federal. Mesmo assim, o empresário não foi preso imediatamente e passou anos fora do radar das autoridades.

A prisão na Bahia ocorreu justamente em um local simbólico da história do casal. A Praia do Forte, onde Nahas foi localizado, foi o mesmo destino escolhido para a lua de mel meses antes do crime. Segundo a Polinter da Bahia, o mandado foi cumprido após o sistema de monitoramento identificar o condenado.

Após audiência de custódia, ele foi encaminhado ao sistema prisional. O nome de Nahas chegou a constar na Difusão Vermelha da Interpol, medida que autorizaria sua prisão caso estivesse fora do país.

Fonte: DCM

Após receber alta, primo entra nas buscas por crianças sumidas em Bacabal


Autoridades procuram os irmãos Ágatha Isabelly, 6, e Allan Michael, 4, que desapareceram em Bacabal (MA). Foto: Divulgação

O primo de 8 anos das crianças Ágatha Isabelly, de 6, e Allan Michael, de 4, recebeu alta hospitalar nesta terça-feira (20) e passou a auxiliar as equipes envolvidas nas buscas na zona rural de Bacabal, no Maranhão. O menino permaneceu internado por 14 dias após ser encontrado debilitado em uma estrada vicinal do município, a cerca de quatro quilômetros do local onde as crianças desapareceram.

Com autorização judicial, a criança acompanhou policiais e indicou o trajeto feito com os primos até uma cabana abandonada, conhecida como casa caída, localizada a aproximadamente 50 metros do rio Mearim. As buscas seguem concentradas na região, com uso de cães farejadores, embarcações e equipamentos de sonar subaquático para varredura do leito do rio.

Segundo informações das autoridades, mais de 500 pessoas participam da operação, que reúne forças de segurança, voluntários e militares da Marinha do Brasil. Nesta terça-feira (20), o acesso de pessoas que não integram a força-tarefa foi restringido na área do rio e na base das equipes. A Polícia Civil continua investigando o caso.

Fonte: DCM

Empresário viaja à Bahia e é preso por reconhecimento facial 23 anos após matar a esposa


     Sérgio Nahas e Fernanda Orfali, assassinada por ele. Foto: reprodução

O empresário Sérgio Nahas, de 61 anos, foi preso na Bahia mais de duas décadas após o assassinato de sua então esposa, Fernanda Orfali, em 2002. Reconhecido por câmeras de reconhecimento facial em Praia do Forte, ele foi localizado em uma acomodação de luxo. A prisão foi mantida em audiência de custódia.

Nahas foi condenado em 2018 e teve a pena, de oito anos e dois meses, ratificada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2025. “Ele é uma pessoa idosa, com questões graves de saúde e que não tinha interesse em ficar foragido”, afirmou sua advogada, Adriana Machado Abreu, ao Estadão. Na prisão, foram apreendidos 13 pinos de cocaína.

O crime ocorreu em São Paulo, em 2002. Fernanda Orfali, de 28 anos, foi morta com um tiro no peito. A acusação alega que Nahas agiu após a esposa descobrir uso de drogas e traições. O laudo pericial não encontrou vestígios de pólvora nas mãos da vítima, descartando a tese de suicídio.

Fonte: DCM com informações do Estadão

Cunhada de Toffoli nega que marido tenha sido sócio de resort: “Não tem dinheiro nem para a casa”


O ministro Dias Toffoli e a casa do irmão dele, José Eugênio Dias Toffoli – Reprodução/Conjur e Estadão

A Maridt Participações, empresa ligada a irmãos do ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli, tem como endereço registrado uma casa de 130 metros quadrados no bairro Jardim Universitário, em Marília, no interior de São Paulo. O imóvel é a residência de José Eugênio Dias Toffoli, que aparece como diretor-presidente da empresa nos registros da Junta Comercial do Estado de São Paulo.

A reportagem do Estadão esteve no local e encontrou Cássia Pires Toffoli, esposa de José Eugênio. Segundo ela, nunca teve conhecimento de que o imóvel funcionaria como sede da Maridt Participações nem de eventual ligação do marido com o resort de luxo Tayayá, localizado no interior do Paraná.

José Eugênio, engenheiro eletricista, estaria em viagem de trabalho no momento da visita. “Essa casa é minha, financiei com o meu dinheiro, por 25 anos. Eu falei para as minhas irmãs que eu tenho vontade de sumir daqui. As pessoas ficam inventando coisas, que (José Eugênio) é dono do Tayayá”, lamentou Cássia.

De acordo com informações já divulgadas pelo jornal, a Maridt chegou a deter cerca de um terço de participação no Tayayá Resort. Em 2021, os irmãos Toffoli venderam metade dessa participação, avaliada em R$ 6,6 milhões, para um fundo ligado ao pastor e empresário Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master.

Dias Toffoli é relator, no Supremo Tribunal Federal, do inquérito que envolve o Banco Master e a Reag Investimentos. O caso chegou à Corte após pedido da defesa de Daniel Vorcaro. O ministro não se manifestou sobre o assunto até a publicação da reportagem.

Cássia afirmou que a casa onde mora foi adquirida em 1998 por R$ 27 mil, com financiamento da Caixa Econômica Federal, e que reside no local há mais de duas décadas. Corrigido pelo IGP-M, o valor estimado do imóvel chega atualmente a cerca de R$ 276 mil. Ela reiterou que desconhece qualquer uso do endereço como sede empresarial e disse não ter informações sobre o Tayayá Resort ou sobre a atuação da Maridt Participações.

“Moço, dá uma olhada na minha casa. Você está vendo a situação da minha casa? Eu não tenho nem dinheiro para arrumar as coisas da minha casa! Se você entrar dentro, vai ficar assustado. O que está lá (na Junta Comercial), eu não sei. Eu sei que moro aqui há 24 anos e não sei de nada que é sede (da Maridt) aqui. Aqui é onde eu moro”, reforçou.

Fonte: DCM com informações do Estadão

Royalties do petróleo garantiram R$ 81 bilhões ao Brasil em 2025

Estados e municípios concentram maior fatia dos recursos gerados pela exploração petrolífera, com destaque absoluto para o Rio de Janeiro

Visão aérea de uma plataforma da Petrobras na Bacia de Campos, a P-52 (Foto: REUTERS/Bruno Domingos)

A exploração de petróleo e gás natural voltou a exercer papel central no financiamento do setor público brasileiro em 2025. Ao longo do ano, a atividade garantiu um volume expressivo de recursos por meio do pagamento de royalties e participações especiais, beneficiando principalmente estados, municípios e a União, em um cenário de forte dependência fiscal das receitas do setor energético.

De acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o total arrecadado com royalties e participações especiais chegou a R$ 81 bilhões em 2025. Do montante, R$ 26,2 bilhões correspondem aos royalties pagos pelas empresas exploradoras, enquanto R$ 41,8 bilhões vieram das participações especiais, cobradas em campos de alta produtividade e rentabilidade.

A maior parte desses recursos ficou com estados e municípios, que juntos receberam R$ 48 bilhões, o equivalente a 57,7% de todo o valor distribuído no período. A concentração regional é marcante: o Rio de Janeiro foi, de longe, o maior beneficiário, ficando com 85,52% de todo o montante pago em royalties e com 88,35% das participações especiais repassadas aos estados.

Os números refletem o peso da produção do pré-sal, especialmente na Bacia de Santos, onde estão alguns dos campos mais produtivos do país. Um exemplo simbólico dessa atividade é o navio-plataforma P-71, instalado no campo de Itapu, a cerca de 200 quilômetros da costa fluminense, que integra o conjunto de operações responsáveis pela geração dessa expressiva arrecadação.

Fonte: Brasil 247

Caminhada em rodovia não foi avisada por Nikolas e é um risco à segurança, diz PRF


    Nikolas Ferreira e outros parlamentares bolsonaristas em marcha na BR-040. Foto: reprodução

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) alertou para riscos operacionais e de segurança viária relacionados à “Caminhada pela Liberdade”, mobilização liderada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) ao longo da BR-040, no trajeto entre Minas Gerais e Brasília.

Em nota divulgada nesta quarta-feira (21), a corporação informou que o parlamentar não comunicou previamente às autoridades de trânsito a realização do ato, o que inviabilizou o planejamento antecipado de medidas para reduzir riscos tanto aos participantes quanto aos motoristas que utilizam a rodovia.

Segundo a PRF, a ausência de aviso formal dificulta ações como escolta, controle de fluxo e avaliação de pontos críticos ao longo do percurso.

Mesmo sem a comunicação inicial, a PRF afirmou que acompanha o deslocamento de parlamentares e apoiadores desde o início da marcha, que começou na última segunda-feira (18), em Paracatu (MG), e tem previsão de chegada à capital federal no próximo domingo (25). O trajeto soma cerca de 240 quilômetros e, de acordo com organizadores, já reúne mais de cem pessoas.

A mobilização foi anunciada por Nikolas Ferreira por meio de uma carta aberta publicada nas redes sociais, na qual o deputado afirma protestar contra as prisões de envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023 e do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Nos últimos dias, a caminhada passou a contar com a presença de outros nomes da direita bolsonarista. Registros divulgados nas redes sociais mostram a participação dos deputados Gustavo Gayer (PL-GO) e André Fernandes (PL-CE), além do ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ). A assessoria de Nikolas afirmou que, após o início da mobilização, foram encaminhados ofícios à PRF e à ANTT comunicando oficialmente o percurso, e que a documentação foi recebida e registrada no Sistema Eletrônico de Informações.

Bolsonaristas pegaram chuva durante caminhada. Foto: reprodução
A marcha, porém, tem chamado atenção não apenas pelo caráter político, mas também pelo histórico judicial de parte de seus participantes. Segundo levantamento de Vinicius Segalla, no DCM, parlamentares que aderiram ao ato acumulam investigações, denúncias, processos ou condenações por ao menos dez crimes distintos.

Entre eles está Gustavo Gayer, que responde por ter causado a morte de um cidadão ao dirigir embriagado e teria sido preso ao tentar fugir da polícia. Carlos Bolsonaro é indiciado por organização criminosa, espionagem e rachadinha. Já o deputado Luciano Zucco (PL-RS) é réu por ataques a indígenas no sul da Bahia, enquanto André Fernandes foi condenado por crime eleitoral e por ataques à imprensa.

O senador Marcos do Val, que também apareceu em registros da caminhada, está com o passaporte retido e licenciado do Senado por supostos motivos de saúde, além de ser obrigado a usar tornozeleira eletrônica.

Caso sejam condenados nos processos em curso, os parlamentares que acompanham Nikolas Ferreira podem, somadas as penas, enfrentar mais de 40 anos de prisão em regime fechado.

Fonte: DCM

Ciro Gomes aparece na liderança da corrida ao governo do Ceará, aponta pesquisa

Levantamento da Paraná Pesquisas indica vantagem do ex-governador sobre Elmano de Freitas e mostra cenário favorável também em eventual segundo turno

       Ciro Gomes (Foto: Reuters)

 O ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PSDB) lidera a disputa pelo comando do Palácio da Abolição nas eleições estaduais de 2026, segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira (22). De acordo com a pesquisa, ele aparece à frente do atual governador, Elmano de Freitas (PT), em um cenário estimulado de primeiro turno, consolidando uma vantagem significativa na preferência do eleitorado cearense.

O estudo, realizado pelo instituto Paraná Pesquisas entre os dias 17 e 21 de janeiro, aponta Ciro Gomes com 44,8% das intenções de voto. Em segundo lugar está Elmano de Freitas, com 34,2%. O senador Eduardo Girão (Novo) surge na sequência, com 7,9%, enquanto o candidato Professor Jarir Pereira (Psol) registra 1,6%. Entre os entrevistados, 6,3% afirmaram que votariam em branco ou anulariam o voto, e 5,3% disseram não saber ou preferiram não responder.

A pesquisa ouviu 1.502 eleitores em 68 municípios do Ceará. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi devidamente registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número CE-05139/2026. O levantamento teve custo de R$ 125 mil e foi financiado pela empresa Don7 Media.

Além do cenário de primeiro turno, o instituto também simulou um eventual segundo turno entre Ciro Gomes e Elmano de Freitas. Nesse recorte, o ex-governador amplia a vantagem e alcança 51,9% das intenções de voto, contra 37,2% do atual chefe do Executivo estadual. Nesse cenário, 6,4% dos eleitores afirmaram que votariam em branco ou nulo, enquanto 4,5% não souberam responder.

Fonte: Brasil 247