quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Como funciona o esquema das igrejas famosas e pastores no INSS, denunciado por Damares


       A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) – Reprodução

A CPMI do INSS ampliou o escopo das investigações ao identificar a atuação de templos religiosos como parte de um esquema de fraudes que afeta aposentados e pensionistas em todo o país. Segundo a relatora Damares Alves (Republicanos-DF), líderes de grandes igrejas e pastores influentes estariam integrados à engrenagem que direciona fiéis para descontos indevidos e empréstimos consignados que muitos dizem não ter contratado.

“Nós estamos identificando igrejas nos esquemas de fraudes aos aposentados. Há pastores que pedem para não investigar, não decepcionar os fiéis”, afirmou em entrevista ao SBT News.

As declarações provocaram reação de parte da comunidade evangélica. O pastor Silas Malafaia classificou a fala da senadora como “leviana e denigre de maneira geral a igreja evangélica”. Segundo ele, Damares mencionou “grandes pastores” sem apresentar nomes, o que, em sua visão, geraria generalização.

“Ao não citar nenhum nome em entrevista, ela publica uma nota que tem o nome de 1 grande líder e nenhum nome de grande igreja. Todos os outros nomes citados não representam grandes igrejas e não são líderes Renomados”, disse Malafaia.

Após a cobrança, Damares divulgou uma lista com nomes que tiveram pedidos de convocação, convite ou quebra de sigilo aprovados pela CPMI, incluindo André Machado Valadão, César Bellucci do Nascimento, Péricles Albino Gonçalves, Fabiano Campos Zettel e André Fernandes.

Entre as igrejas citadas estão Adoração Church, Assembleia de Deus Ministério do Renovo, SeteChurch e Igreja Evangélica Campo de Anatote. A senadora reforçou que todos os requerimentos têm base documental e foram aprovados pela comissão.

Após a divulgação da lista feita por Damares, Malafaia iniciou um novo surto nas redes, desafiando-a provar as denúncia. Apesar de ambos estarem no núcleo mais íntimo de Bolsonaro, eles representam um racha pela influência evangélica na extrema-direita. O pastor Malafaia investe na influência direta sobre o ex-presidente, Damares senadora pelo Republicanos, partido ligado Edir Macedo, dono da Igreja Universal.

Como funciona o esquema

De acordo com a CPMI, o núcleo religioso funcionaria como porta de entrada para vítimas em situação de vulnerabilidade. A estratégia consistiria em abordar idosos dentro dos templos ou utilizar a autoridade moral de pastores para induzir ao fornecimento de dados pessoais.

Com essas informações, operadores do esquema registrariam autorizações fictícias para descontos e ativariam consignados que não eram comunicados às vítimas. “Templos e igrejas apareceram na apuração como possíveis canais de captação de aposentados e pensionistas para descontos indevidos”, explicou Damares.

O funcionamento descrito pela investigação aponta três etapas principais: captação dos aposentados, inserção de autorizações irregulares e repasse dos valores a instituições financeiras envolvidas. A primeira etapa ocorreria dentro de ambientes religiosos, onde os fiéis eram orientados por pessoas de confiança.

Em seguida, contratos eram formalizados eletronicamente sem consentimento real. Na fase final, bancos e correspondentes bancários descontariam valores diretamente do benefício mensal, enquanto operadores do esquema recebiam comissões e repassavam parte do lucro a intermediários.

A fraude se estenderia também aos empréstimos consignados, em muitos casos celebrados sem qualquer ciência do beneficiário. “Além dos descontos ilegais, aposentados e pensionistas relataram prejuízos com empréstimos consignados que não conheciam”, afirmou a senadora.

A bolsonarista acrescentou que a prática envolve múltiplas instituições financeiras: “Consignados não é só Banco Master. Nós estamos diante de um escândalo absurdo. Onde chegamos não tem mais caminho de volta”.

A CPMI afirma enfrentar forte pressão desde que instituições religiosas passaram a aparecer nos documentos analisados. Damares relatou tentativas de barrar o avanço das investigações.

“Quando se fala em um grande pastor, vem a comunidade: ‘não falem, não digam, não investiguem, porque os fiéis vão ficar muito tristes'”, relatou, em referência ao lobby de igrejas, bancos e políticos. O relatório preliminar da comissão deve ser divulgado em fevereiro, segundo o presidente Carlos Viana (Podemos-MG).

Fonte: DCM com informações do SBT News

Trump se reúne nesta quinta com María Corina, que quer entregar Nobel em troca da Venezuela

 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a líder da oposição venezuelana, María Corina Machado. Foto: Reprodução
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se reunirá nesta quinta-feira (15) com a líder da oposição venezuelana e vencedora do Prêmio Nobel da Paz, María Corina Machado, em Washington. A Casa Branca confirmou o encontro, que ocorrerá durante um almoço, após o anúncio feito por Trump na última semana.

A reunião ocorre em meio às tensões políticas após o sequestro de Nicolás Maduro pelos EUA no início de janeiro. Na ocasião, Trump afirmou que não apoiaria María Corina em uma eventual disputa pelo governo venezuelano. Ele declarou que ela “é uma mulher muito simpática”, mas “não tem o apoio nem o respeito do país”.

Trump também não indicou apoio a Edmundo González, considerado por muitos como vencedor das eleições de 2025. Em vez disso, o republicano apoiou a vice de Maduro, Delcy Rodríguez, reconhecida pelas Forças Armadas como presidente interina.

O norte-americano chegou a conversar por telefone com Rodríguez: “Falamos sobre muitas coisas, e acho que estamos nos dando muito bem com a Venezuela. E ela é uma pessoa incrível. Quero dizer, é alguém com quem temos trabalhado muito bem”.

Nobel da Paz

A aproximação entre Trump e María Corina ocorre após a venezuelana ter recebido o Prêmio Nobel da Paz, decisão que irritou o presidente dos EUA, que fez campanha pública para ser premiado. Antes do encontro ser confirmado, María Corina declarou que gostaria de entregar o troféu ao republicano.

“Eu certamente gostaria muito de poder dizer a ele pessoalmente que nós acreditamos, o povo venezuelano — porque este é um prêmio do povo venezuelano — que queremos dá-lo a ele e compartilhá-lo com ele”, disse a ex-deputada ultraliberal em entrevista à Fox News.




Após ser informado da declaração, Trump respondeu: “Ouvi dizer que ela queria fazer isso. Seria uma grande honra”.

O norte-americano também voltou a criticar o comitê norueguês responsável pelo Nobel e insinuou interferência: “É muito vergonhoso para a Noruega. Tiveram algo a ver ou não. Acho que sim. Dizem que não. Mas quando oito guerras foram encerradas, deveria receber um para cada uma”.

Procurado pela AFP, o Instituto Nobel afirmou que não há possibilidade de transferência do prêmio. “Um Prêmio Nobel não pode ser revogado ou transferido para outra pessoa. Uma vez anunciado o(os) vencedor(es), a decisão permanece para sempre”, declarou o porta-voz Erik Aasheim.

Fonte: DCM

Estrela do OnlyFans detona republicano por proposta de taxar conteúdo adulto: “Estúpido”


    Sophie Rain, estrela do OnlyFans. Foto: reprodução

Sophie Rain, a produtora de conteúdo mais bem-sucedida do OnlyFans, criticou publicamente um plano do candidato republicano James Fishback para governador da Flórida. Ele propõe um “Imposto do Pecado” que taxaria em 50% os rendimentos de criadores de conteúdo adulto. Sophie, que faturou cerca de US$ 95 milhões entre 2023 e 2025, chamou a ideia de “a coisa mais estúpida que já ouvi”.

Fishback defende que a medida “desincentivaria” a indústria pornográfica, taxando também os consumidores. “Não quero que mulheres jovens, que poderiam ser mães, vendam seus corpos para homens doentes on-line”, disse o candidato de 31 anos, que é CEO de uma empresa de investimentos. Ele também mencionou não querer que jovens cristãos sejam “levados à luxúria”.

Sophie rebateu, defendendo que sua participação na plataforma é uma escolha pessoal que não deveria ser punida com uma taxação severa. A proposta gerou ampla reação negativa de figuras do setor, que veem a medida como uma tentativa de cercear a liberdade profissional e econômica.

Fonte: DCM

Quais são os passaportes mais poderosos do mundo em 2026? veja ranking

O índice classifica os passaportes de acordo com o número de destinos que seus titulares podem visitar sem visto antecipado

      Passaporte brasileiro (Foto: Arquivo/Agência Brasil)

O Brasil mantém posição de destaque no cenário internacional de mobilidade em 2026. O passaporte brasileiro aparece na 16ª colocação entre os mais poderosos do mundo, ao lado da Argentina, garantindo acesso a 169 países e territórios sem a necessidade de visto prévio. O resultado mantém o país entre os 20 primeiros do ranking global e reforça sua relevância na América do Sul.

Os dados fazem parte do Henley Passport Index, levantamento elaborado pela consultoria britânica Henley & Partners, com base em informações da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA). Estudo analisa o grau de liberdade de circulação proporcionado por passaportes de todo o mundo e é considerado uma das principais referências internacionais sobre mobilidade global.

O índice classifica os passaportes de acordo com o número de destinos que seus titulares podem visitar sem visto antecipado. Ao longo de mais de duas décadas de série histórica, o ranking passou a refletir não apenas acordos migratórios, mas também estabilidade política, relações diplomáticas e o peso geopolítico dos países no cenário internacional.

Em 2026, a liderança segue concentrada na Ásia. Singapura ocupa, de forma isolada, o primeiro lugar do ranking, com acesso livre a 192 destinos. Na sequência, Japão e Coreia do Sul dividem a segunda posição, com 188 países e territórios acessíveis sem visto. O desempenho confirma a consolidação asiática como protagonista na ampliação da mobilidade internacional.

A Europa mantém forte presença entre os primeiros colocados. Países europeus dominam integralmente o terceiro e o quarto lugares do ranking, com passaportes que garantem entrada sem visto em até 186 destinos. Portugal aparece no quinto lugar, ao lado de Hungria, Eslováquia, Eslovénia e Emirados Árabes Unidos, com acesso a 184 destinos.

Os Emirados Árabes Unidos, inclusive, são apontados no relatório como o país que apresentou a evolução mais expressiva desde 2006. Segundo a Henley & Partners, o avanço é resultado de uma política consistente de abertura diplomática e ampliação de acordos de isenção de vistos ao longo das últimas duas décadas.

Os Estados Unidos voltaram ao top 10 em 2026, ocupando a décima posição, com acesso a 179 destinos. Apesar disso, o estudo destaca que o país continua em trajetória de perda relativa de poder do passaporte, tendo deixado de garantir entrada sem visto em sete destinos apenas no último ano, além de acumular uma das maiores quedas no ranking desde a criação do índice.

Na outra ponta do levantamento, Afeganistão, Síria e Iraque permanecem nas últimas posições, com menos de 30 destinos acessíveis sem visto. A distância entre o passaporte mais poderoso e o mais fraco chega a 168 destinos, evidenciando, segundo o relatório, uma desigualdade estrutural crescente no acesso à mobilidade global.

O ranking de 2026 reforça que, embora alguns países avancem significativamente, o direito de circular pelo mundo segue profundamente desigual, refletindo diferenças econômicas, políticas e diplomáticas entre as nações.

  1. Singapura – 192 destinos
  2. Japão e Coreia do Sul – 188 destinos
  3. Dinamarca, Luxemburgo, Espanha, Suécia e Suíça – 186 destinos
  4. Áustria, Bélgica, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Irlanda, Itália, Países Baixos e Noruega – 185 destinos
  5. Hungria, Portugal, Eslováquia, Eslovénia e Emirados Árabes Unidos – 184 destinos
  6. Croácia, República Checa, Estónia, Malta, Nova Zelândia e Polónia – 183 destinos
  7. Austrália, Letónia, Liechtenstein e Reino Unido – 182 destinos
  8. Canadá, Islândia e Lituânia – 181 destinos
  9. Malásia – 180 destinos
  10. Estados Unidos – 179 destinos
Fonte: Brasil 247

Metade dos brasileiros acham que Lula errou ao condenar invasão de Trump na Venezuela, diz Quaest

 

Os presidentes Donald Trump, dos Estados Unidos, e Lula (PT), do Brasil. Foto: Reprodução

Uma pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (15) revela que 51% dos brasileiros consideram que o presidente Lula (PT) errou ao condenar a ação militar dos Estados Unidos que sequestrou o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.

Apenas 37% acreditam que a resposta do petista foi certa, e 12% não souberam ou não responderam quando questionados se ele agiu de forma adequada.

Pesquisa Genial/Quaest. Foto: Reprodução

Avaliação da ação dos EUA e postura do Brasil

O levantamento também perguntou como o Brasil deveria reagir às ações de Donald Trump contra a Venezuela. A maioria dos entrevistados — 66% — considera que o país deveria se manter neutro, enquanto 18% defendem apoiar os Estados Unidos e 10% acham que o governo brasileiro deveria se opor à ação. Outros 6% não souberam ou não responderam.

Pesquisa Genial/Quaest. Foto: Reprodução


A pergunta feita aos entrevistados foi: “Depois da ação dos EUA na Venezuela, você tem medo de que possa haver algo parecido contra o Brasil em um futuro próximo?”

O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 8 e 11 de janeiro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Pesquisa Genial/Quaest. Foto: Reprodução
O contexto da pesquisa se intensificou após o sequestro de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, por militares dos EUA. Com a remoção do presidente venezuelano, quem assumiu o comando do país foi a vice Delcy Rodríguez, que negociou com Washington a abertura do mercado de petróleo venezuelano.

Fonte: DCM

Vazamento? O sumiço de carros de luxo horas antes de operação contra o PCC

Veículos apreendidos em operação contra lavagem de dinheiro do PCC. Foto: Francisco Lima Neto/Folhapress


A Polícia Civil de São Paulo investiga o sumiço de dezenas de veículos de luxo registrados em nome de empresas e de um suspeito ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC), retirados de seus endereços horas antes da Operação Falso Mercúrio, realizada em 4 de dezembro. O desaparecimento ocorreu apesar de decisão judicial que bloqueava 257 automóveis e motocicletas, impedindo qualquer transferência. Entre os itens não localizados estão quatro Porsches, quatro Mercedes, três BMWs, um Jaguar e uma Ferrari F430, avaliados juntos em mais de R$ 1,2 milhão.

Documentos enviados à Justiça, e obtidos pela Folha de S.Paulo, mostram que as equipes esperavam encontrar parte significativa dessa frota nas lojas do grupo Key Car, em Osasco, e na casa de seu proprietário, Alessandro Rogério Momi Braga, em Barueri. Porém, “as lojas estavam praticamente vazias, com pouquíssimos automóveis”, segundo relatório policial. Dos 67 veículos ligados a Braga e a quatro empresas associadas, apenas um Honda Civic 2021 foi encontrado.

O esvaziamento dos endereços coincidiu com a fuga de suspeitos que deveriam ser presos na mesma operação. Mandados contra investigados por tráfico de drogas, exploração de jogos de azar, fraude, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica não foram cumpridos porque nenhum deles estava nos locais cadastrados.

A análise policial indica que ao menos quatro suspeitos deixaram suas casas entre 1º e 3 de dezembro, incluindo Braga e seu sócio oculto, Manoel Sérgio Sanches. Ambos só se apresentaram ao Deic na noite de 5 de dezembro, mais de 24 horas após a ação.

A investigação aponta que as empresas do grupo eram usadas para receber dinheiro em espécie proveniente de máquinas de caça-níqueis e repassá-lo a empresas de fachada e coletores do crime organizado, que devolviam os valores aparentemente “lavados”. O uso de carros de luxo também era oferecido como serviço: suspeitos podiam utilizar os veículos mediante pagamento, sem formalização de transferência, ocultando a origem do patrimônio, segundo a polícia.

Na semana passada, a 1ª Vara de Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Bens e Valores decretou a prisão preventiva de sete alvos da Falso Mercúrio. Seis deles já eram investigados desde a fase anterior da operação.

Carro da marca McLaren oferecido por suspeito de lavagem de dinheiro do PCC a outro investigado. Foto: reprodução
Um novo nome foi incluído: Alexandre Ferreira de Moraes, conhecido como Rita, identificado após a apreensão de dois celulares, pen-drive e duas armas registradas em seu nome. Com antecedentes por tráfico e roubo a banco, ele é apontado como liderança do PCC na região de Osasco, responsável por coordenar ordens operacionais e disciplinares da facção.

A apreensão dos celulares revelou documentos internos do PCC, incluindo uma ficha de “desfiliação” de um faccionado e o chamado ,“Punição dos 90” formulário usado para registrar nome, vulgo, idade, data de batismo, motivo da punição e padrinho. Os materiais indicam procedimentos hierárquicos estruturados e códigos para tramitação interna de sanções.

A polícia afirma haver elementos suficientes para indiciar nove suspeitos, entre eles sócios da Key Car classificados como intermediários do esquema e integrantes do núcleo de coleta de valores ligados ao tráfico e aos jogos de azar.

Dois investigados identificados como “beneficiários finais” não foram indiciados nesta fase, mas a apuração aponta indícios de lavagem envolvendo ambos. Levantamento mostra que empresas desses dois suspeitos firmaram contratos com prefeituras paulistas que somam ao menos R$ 522 milhões nos últimos quatro anos.

Fonte: DCM com informações da Folha de S. Paulo

China continua sendo o maior país em comércio de mercadorias do mundo

Os dados revelam que a China continua sendo o maior país em comércio de mercadorias do mundo e mantém relações comerciais com mais de 240 países e regiões

CGTN – Segundas as estatísticas alfandegárias, em 2025, o valor total de exportações e importações da China atingiu 45,47 trilhões de yuans, aumentando 3,8% em relação ao ano anterior. Desse total, o valor das exportações foi de 26,99 trilhões de yuans, enquanto o de importações chegou a 18,48 trilhões de yuans, com crescimento de 6,1% e 0,5%, respectivamente.

Os dados revelam que a China continua sendo o maior país em comércio de mercadorias do mundo e mantém relações comerciais com mais de 240 países e regiões. Além disso, o comércio com mais de 190 países e regiões apresentou crescimento no ano passado.

As importações e exportações com os países que participam da Iniciativa Cinturão e Rota totalizaram 23,6 trilhões de yuans, um aumento de 6,3%, representando 51,9% do valor total do comércio exterior da China.

Além disso, o comércio bilateral com a ASEAN, a América Latina e a África foi de 7,55 trilhões, 3,93 trilhões e 2,49 trilhões de yuans, com crescimento de 8%, 6,5% e 18,4%, respectivamente.

Fonte: CMG



Receita Federal desmascara Nikolas Ferreira e expõe fake news sobre Pix

Nikolas Ferreira no vídeo que espalhou fake news sobre o Pix. Foto: reprodução

A Receita Federal divulgou nota oficial nesta quarta-feira (14) para rebater um vídeo publicado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) nas redes sociais. Na gravação, o parlamentar afirma que o governo federal estaria monitorando transações via Pix com o objetivo de criar uma nova forma de tributação.

A Receita Federal afirmou que a informação divulgada no vídeo é falsa. O órgão disse que não existe qualquer imposto incidente sobre operações realizadas por meio do Pix e que não há previsão legal para a criação de tributação sobre transferências feitas pelo sistema.


A Receita explicou que a norma mencionada pelo deputado trata apenas do envio de informações por instituições financeiras, fintechs e plataformas de pagamento, nos mesmos moldes já exigidos de bancos tradicionais. De acordo com o órgão, a medida não cria monitoramento individualizado de cidadãos.

Em comunicado, a Receita ressaltou que “a Constituição Federal proíbe a tributação de movimentações financeiras” e que “não existe tributação do Pix nem monitoramento de transações para fins tributários”. O órgão afirmou que os dados recebidos seguem critérios técnicos e legais já existentes.


O órgão também alertou que informações falsas sobre o Pix costumam ser exploradas por criminosos. “Fake news geram pânico financeiro e facilitam golpes por redes sociais, telefone e WhatsApp”, informou a Receita.


Por fim, a Receita reforçou que não envia cobranças por Pix nem solicita pagamentos por mensagens. O órgão orientou que a população busque informações apenas em canais oficiais e evite compartilhar conteúdos não verificados sobre o funcionamento do sistema de pagamentos.

Fonte: DCM

Ana Castela posta vídeo de biquini, é elogiada por coreano e Zé Felipe faz VÍDEO enciumado


Ana Castela em vídeo publicado no Instagram. Foto: reprodução

A cantora Ana Castela, de 22 anos, recebeu uma cantada do influenciador coreano Sunghoon Jang, conhecido como Hooni, após postar uma foto de biquíni. “Issoooo! Que linda solteira, Ana”, comentou Jang, com emoji de olhos esbugalhados. A atitude chamou a atenção do ex-namorado de Ana, o sertanejo Zé Felipe, que reagiu com ciúmes em suas redes.

Indignado, Zé disparou: “É o coreano dando em cima, o coreano dando o bote. Vai para lá, coreano safado, vagabundo”. Ele ainda brincou sobre a situação: “E eu na convicção de que o Jack era tudo cantor. Aí tem Jack coreano… Eu nunca tinha visto, não”. O termo “jack” é uma gíria sertaneja para “atacante” ou paquera.

Hooni respondeu ao sertanejo de forma descontraída: “Desculpa, Zé mas eu ainda sou seu fã! Na verdade, virei ainda mais fã”. Internautas se divertiram com a troca, com alguns barrando a investida do coreano. A cantora Ana Castela, que terminou o relacionamento com Zé Felipe recentemente, não se manifestou publicamente sobre o episódio.

Fonte: DCM

Questionamento sobre pesquisas com viés à direita irrita CEO da Quaest e gera treta no X

     Felipe Nunes, CEO da Quaest


Dawisson Belém Lopes, professor de Política Internacional e Comparada da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), incomodou Felipe Nunes, da Quaest, com um questionamento quase inocente do X.

“O divertido dessas pesquisas de intenção de voto que vivem testando novos nomes: só pode ‘terceira via’ pela direita. O pollster veste uma viseira que tapa o olho esquerdo”, escreveu. “Pollster” é instituto de pesquisas em português.

“Não é verdade esse tweet… esses nomes testados tem partido e já enviaram cartas formais ao instituto avisando que serão candidatos. Segundo a regra do TSE, eles precisam estar nas pesquisas quando formalizam assim suas candidaturas. Nunca chegou nenhuma formalização, nem especulação, de nomes à esquerda. Quando acontecer, seguiremos a regra como manda o script”, rebateu Nunes.

“Perdão, Felipe, mas o que é inverídico no meu tweet? Que, à exceção do incumbente, pollsters não testam rotineiramente outros nomes à esquerda? Pois eu discordo de você de maneira frontal – e tenho toda a empiria do ciclo eleitoral ao meu lado. Basta recuperar todas as pesquisas desde janeiro de 2023 (as da Quaest inclusive). Em quantas ocasiões houve alguma preocupação com a testagem de diferentes nomes de esquerda ao pleito presidencial de 2026? Acho que você, sim, precisa se acautelar com o tipo de afirmação que acaba de fazer. É facilmente falseável”, devolveu Dawisson.




Felipe ficou mais destemperado: “Eu sou muito sensível e sempre serei à mentira digital, porque ela tem consequências. Espalhar Fake News é, inclusive, crime! Colocar em dúvida a idoneidade do meu trabalho a partir de uma mentira vai sempre gerar sensibilidade e reação. Ainda mais quando isso acontece a partir de uma pessoa que eu sempre respeitei, como é o seu caso. Estranho é achar que tudo pode só porque é no X…”

Dawisson resumiu a coisa: “Sobre o hábito (pouco ou nada problematizado) de só haver candidato de direita nas pesquisas de intenção de voto, contava o Marcos Coimbra que a candidatura de Fernando Collor de Mello, em 1989, nasceu como subproduto de testes despretensiosos conduzidos por seu instituto, o Vox Populi. Na busca do presidenciável ideal para a direita naquele momento histórico, tentou-se incluir nas pesquisas todo tipo de perfil. Até que se encontrou a opção promissora. Seguiu-se ao ato de criação do monstro de proveta uma intensa operação mediático-empresarial para sustentar o ‘caçador de marajás’. Moral da história: não há lugar para ingenuidade nesse terreno.”

Fonte: DCM

Banco Central determina liquidação extrajudicial de corretora de câmbio

Medida atinge instituição de pequeno porte após constatação de graves irregularidades e deterioração financeira

Sede do Banco Central em Brasília (Foto: Reuters/Adriano Machado)

O Banco Central decidiu decretar a liquidação extrajudicial da Advanced Corretora de Câmbio Ltda., instituição com sede na cidade de São Paulo, em decisão anunciada nesta quinta-feira (15). A medida foi adotada após a constatação de problemas relevantes na situação econômico-financeira da empresa, além do descumprimento de normas que regulam o funcionamento das instituições do Sistema Financeiro Nacional.

De acordo com nota oficial divulgada pelo Banco Central, a corretora estava enquadrada no segmento S5 da regulação prudencial, destinado a instituições de menor porte e baixo impacto sistêmico. Em 2025, a Advanced ocupou a 56ª posição no ranking de câmbio da autoridade monetária, com participação de 0,081% no volume financeiro total e 0,14% na quantidade de operações de câmbio registradas no período.

A decisão de liquidação extrajudicial, segundo o Banco Central, foi motivada pelo comprometimento da saúde financeira da corretora e por violações consideradas graves às normas que regem as atividades das instituições integrantes do Sistema Financeiro Nacional. Esse tipo de intervenção tem como objetivo preservar a estabilidade do sistema e proteger os interesses de clientes e credores.

Ainda conforme a autoridade monetária, o processo de apuração das responsabilidades seguirá em andamento. O Banco Central informou que continuará adotando todas as medidas cabíveis dentro de suas competências legais, o que pode resultar na aplicação de sanções administrativas e no encaminhamento de informações às autoridades competentes, conforme previsto na legislação vigente.

Nos termos da lei que regula a liquidação extrajudicial, os bens dos controladores e dos ex-administradores da Advanced Corretora de Câmbio ficam indisponíveis a partir da decretação da medida, como forma de resguardar eventuais responsabilidades decorrentes das irregularidades identificadas.

Fonte: Brasil 247

Entenda o papel da Reag no caso do Banco Master

Banco Central determinou nesta quinta-feira a liquidação da corretora

Segurança do lado de fora do Banco Master, após a prisão do acionista controlador do banco, Daniel Vorcaro, em São Paulo - 18 de novembro de 2025 (Foto: REUTERS/ Amanda Perobelli)

O Banco Central decretou nesta quinta-feira (15) a liquidação extrajudicial da gestora de recursos Reag, medida que marca um novo capítulo nas investigações sobre o esquema financeiro que envolve o Banco Master. A decisão da autoridade monetária amplia o cerco a estruturas de fundos que, segundo apurações, teriam sido usadas para simular rentabilidade e sustentar operações de crédito sem lastro real, explica o jornal O Globo.

A Reag aparece como peça central no caso a partir de documentos do Ministério Público Federal (MPF), do Banco Central e de investigações da Polícia Federal. As apurações indicam que o Banco Master concedia empréstimos a empresas que não efetuavam o pagamento das parcelas, criando receitas apenas no papel. Em poucos minutos, quase a totalidade desses valores era transferida para fundos administrados pela Reag, que registravam ganhos considerados irreais pelas autoridades.

Segundo a investigação, ao final do circuito financeiro, os recursos retornavam ao próprio Banco Master na forma de aplicações, fechando um fluxo que levantou suspeitas de gestão fraudulenta, manipulação de mercado e lavagem de capitais. Esse mecanismo está no centro da segunda fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal, que tem como um de seus alvos João Carlos Mansur, fundador da Reag.

Documentos do MPF apontam que os contratos de crédito tinham prazos de carência prorrogados às vésperas do início dos pagamentos. Na prática, conforme o inquérito, “não houve efetivo pagamento de juros nem amortizações”. O mapeamento desse fluxo de recursos foi feito pelo Banco Central, que passou a questionar a solidez dos fundos envolvidos e a forma como as operações eram acompanhadas.

Em julho de 2024, a área de supervisão do BC solicitou ao Banco Master a comprovação de que um dos fundos que recebeu recursos dos empréstimos teria saldo suficiente para suportar eventuais resgates. Também foram exigidos controles para monitorar a evolução dos projetos financiados e o acompanhamento dos valores já liberados. Em resposta, o banco afirmou que esses esclarecimentos deveriam ser prestados pela Reag, administradora dos fundos.

Esse posicionamento chamou a atenção dos técnicos do Banco Central por evidenciar a “falta de adequado acompanhamento das operações estruturadas”. Em correspondência enviada à autoridade monetária, a Reag informou que os ativos dos fundos abastecidos com recursos do Master eram, em sua maior parte, papéis do extinto Banco do Estado de Santa Catarina (Besc), considerados de baixo valor pelo mercado. A gestora afirmou ainda garantir liquidez de até R$ 1 bilhão por mês para resgates, se necessário, por meio de outro fundo, o Gold Style.

A análise do Banco Central, contudo, apontou inconsistências adicionais. Além da baixa qualidade dos papéis do Besc, foi identificado que não havia ativos líquidos suficientes na carteira do fundo Gold Style para sustentar os resgates prometidos. Para o BC, essas constatações evidenciam “o não atendimento de preceitos para o gerenciamento do risco de crédito das operações estruturadas”, com descumprimento da legislação, contexto que antecede a decretação da liquidação extrajudicial da Reag.

Procurada, a defesa de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, contestou as conclusões das investigações. Em nota, afirmou que as acusações “não correspondem aos fatos” e declarou que “o Banco Master era submetido a auditorias independentes, supervisão permanente e a rotinas de fiscalização contínua”. Segundo a defesa, a instituição segue colaborando com as autoridades e confia que o avanço das apurações afastará “premissas que não possuem sustentação técnica ou documental”. A Reag não se manifestou.

Um documento do Banco Central enviado ao MPF reforça que as operações entre o Master e a Reag envolveram uma “reavaliação indevida de ativos, que permitiu aos fundos de investimento auferir rentabilidade extraordinária”. O caso considerado mais ilustrativo é o empréstimo de R$ 459 milhões concedido pelo banco à Brain Realty Consultoria e Participações Imobiliárias, dirigida por uma ex-funcionária da Reag.

Logo após o recebimento dos recursos, cerca de R$ 450 milhões foram transferidos para o Fundo Brain Cash, criado pela Reag apenas 20 dias antes, com patrimônio inicial de R$ 15 mil. Em uma hora e meia, o montante foi repassado ao Fundo D Mais, também ligado à gestora e detentor de papéis do Besc. Três minutos depois, o Fundo D Mais transferiu R$ 450 milhões ao FIDC High Tower para liquidar parte da aquisição desses ativos.

Segundo a investigação, o FIDC High Tower reavaliou os papéis de baixa liquidez para R$ 10,8 bilhões, registrando uma rentabilidade de 10.502.205% em 2024. No mesmo período, para efeito de comparação, a maior criptomoeda do mundo teve retorno aproximado de 120% em dólar, enquanto o ouro se valorizou 61,6% em reais.

A Polícia Federal também apura a suspeita de que, após circularem por fundos administrados pela Reag, os recursos tenham retornado ao próprio Banco Master por meio da compra de Certificados de Depósito Bancário (CDBs), principal instrumento de captação da instituição. Diante desses indícios, investigadores cumpriram mandados de busca e apreensão em endereços ligados a Daniel Vorcaro e a João Carlos Mansur.

Além da Operação Compliance Zero, a Reag também entrou na mira da Operação Carbono Oculto, deflagrada em setembro do ano passado pela Polícia Federal e pelo Ministério Público, que apura um esquema de lavagem de dinheiro envolvendo integrantes da facção Primeiro Comando da Capital (PCC). Ao menos três fundos administrados pela gestora — Hans 95, Reag Growth e Anna FIC — constam na lista de investigados por realizarem repasses financeiros em curto espaço de tempo. A gestora nega irregularidades e afirma que a suposta associação “não consta de nenhum documento oficial, de nenhuma denúncia, relatório de análise ou manifestação das autoridades competentes”.

Fonte: Brasil 247 com informações do jornal O Globo