
Flávio e o irmão Eduardo sairão em campanha pelo mundo, para que a candidatura à presidência, ungida pelo pai, tenha também a unção do fascismo internacional.
Um dos primeiros compromissos é uma palestra de Flávio em conferência de combate ao antissemitismo, em Jerusalém, em 26 e 27 de janeiro, com a presença do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.
Uma família cujo líder tirou fotos ao lado da deputada e líder nazista alemã Beatriz von Storch, do partido Alternativa para a Alemanha (AfD), quando ocupava o poder, participa de um evento sobre combate ao antissemitismo. Sem surpresas, porque Netanyahu tem apreço por Bolsonaro.

Depois de Israel, a dupla segue para o Bahrein e para os Emirados Árabes. O objetivo é estreitar laços com a extrema direita. Vai surtir efeito? O que eles pretendem mesmo? Buscam apoio para poder dizer que o fascismo mundial está com Flávio.
O problema é que Flávio já foi esnobado até por Nayib Bukele, o ditador de El Salvador, e mais recentemente por Marco Rubio, chefe do departamento de Estado de Trump. Ambos se negaram a receber o filho escolhido.
Oficialmente, pelo que foi formalizado no Senado, Flávio estará em missão oficial no Exterior. Fazendo contatos com a extrema direita para se fortalecer politicamente, com dinheiro público. A viagem dura de 26 de janeiro a 6 de fevereiro, com tudo de graça para o filho ungido.
Publicado originalmente em Blog do Moisés Mendes.
Nenhum comentário:
Postar um comentário