A advogada e influencer argentina Agostina Páez, acusada de injúria racial no Rio de Janeiro, nega ter cometido um ato racista e afirmou que o episódio que levou à sua prisão foi uma “reação emocional”. Ela é investigada por chamar uma funcionária de “mono” e fazer gestos imitando um macaco em um bar em Ipanema, mas sua defesa sustenta que os gestos foram uma brincadeira. Agostina cumpre prisão domiciliar e está proibida de deixar o Brasil.
A acusada criticou a exposição de sua imagem em campanhas contra o racismo e a forma como foi tratada durante o processo. Ela pediu o acesso completo às gravações de segurança do bar, afirmando que o tratamento que recebeu foi excessivo. Agostina também se queixou de ser tratada como culpada antes do julgamento e expressou o desejo de retornar à Argentina para acompanhar o caso à distância.
No Brasil, o racismo é um crime inafiançável e imprescritível, com penas mais severas desde 2023. Agostina acredita que o tratamento rigoroso contra ela foi excessivo e que o rigor foi direcionado a ela de forma injusta.
Fonte: DCM
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