quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

VÍDEO: Bolsonaro dá “respostas lentas” e não se lembra de nada após queda, diz Michelle


Jair Bolsonaro (PL) preso na Superintendência da Polícia Federal em Brasília. Foto: Gabriela Biló/Folhapress

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou que Jair Bolsonaro (PL) “não se lembra de nada” depois de cair e bater a cabeça dentro da cela da Superintendência da Polícia Federal em Brasília. A declaração foi feita na noite desta terça-feira (6), após visita ao marido, e veio acompanhada de críticas ao ministro Alexandre de Moraes, que negou levar o ex-presidente ao hospital.

Segundo Michelle, Bolsonaro apresentou hematoma no rosto, sangramento no pé e respostas lentas após a queda. Ela disse que tentou conversar com o marido, mas que ele não recordava o ocorrido: “Tentei conversar, mas ele não lembrava de nada. Ele disse que sabe que caiu, mas não lembra, não sabe quanto tempo ficou caído, não lembra quando acordou.”

A ex-primeira-dama afirmou temer possíveis danos neurológicos e questionou a ausência de atendimento imediato. “A gente não sabe por quanto tempo ele ficou desacordado, se ele teve algum trauma, se ele teve algum dano neurológico, essa é nossa preocupação”, disse.

Michelle também criticou Moraes e o procurador-geral Paulo Gonet: “Eu peço a Deus para que proteja ele e livre ele de todo mal. Mas é uma mancha para a instituição se acontecer alguma coisa com o meu marido. Não é possível que mais uma vez vai ter sangue de inocente na mão do excelentíssimo ministro e do Gonet.”



Suposta queda

A versão publicada por Michelle nas redes sociais aponta que Bolsonaro caiu durante a madrugada, enquanto dormia, dentro da cela onde cumpre pena de 27 anos e três meses por tentativa de golpe de Estado.

“Durante a madrugada, enquanto dormia, teve uma crise, caiu e bateu a cabeça no móvel. Como o quarto permanece fechado, ele só recebeu atendimento quando foram chamá-lo para minha visita”, escreveu Michelle em um Story do Instagram.

A equipe médica da PF avaliou o ex-presidente e concluiu que não havia necessidade de remoção hospitalar. Um relatório encaminhado ao magistrado informa que Bolsonaro estava consciente, orientado e sem sinais de déficit neurológico.

Moraes nega envio ao hospital

O ministro Alexandre de Moraes rejeitou o pedido dos advogados de Bolsonaro para que ele fosse levado ao hospital. No despacho, Moraes afirmou: “Não há nenhuma necessidade de remoção imediata do custodiado para o hospital, conforme claramente consta na nota da Polícia Federal.”

Bolsonaro voltou à sede da PF em 1º de janeiro após nove dias internado para tratar a hérnia inguinal bilateral e complicações relacionadas a crises de soluço. Nesse período, realizou bloqueios no nervo frênico, além de endoscopia que apontou esofagite e gastrite. O pedido de prisão domiciliar foi negado por Moraes.

Fonte: DCM

Bolsonaro não acionou protocolo de emergência após queda na PF


     O ex-presidente Jair Bolsonaro na Superintendência da Polícia Federal em Brasília. Foto: Divulgação

Jair Bolsonaro não acionou o protocolo de emergência após a queda ocorrida dentro da Superintendência da Polícia Federal em Brasília. O ex-presidente permaneceu no quarto depois de bater a cabeça e não comunicou imediatamente os agentes penitenciários. Pela manhã, policiais penais perceberam um machucado na testa e foram informados por Bolsonaro de que ele havia caído da cama e que “estava tudo bem”. Com informações do Globo.

A Polícia Federal divulgou nota afirmando que constatou ferimentos leves e não identificou necessidade de encaminhamento hospitalar imediato, orientando apenas observação. A corporação registrou que não houve acionamento do protocolo de urgência interna por parte do custodiado.

Despacho de Moraes. Foto: Reprodução

Mais cedo, o ministro Alexandre de Moraes afirmou que “não há nenhuma necessidade de remoção imediata” de Bolsonaro para um hospital. Ele determinou a apresentação do laudo médico elaborado pela PF e pediu que a defesa detalhe quais exames pretende fazer, para avaliar se eles podem ser realizados na própria superintendência.

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro declarou que aguarda posicionamento da Procuradoria-Geral da República sobre os pedidos de exame. Ela afirmou: “A saúde e a vida do meu marido estão nas mãos da PGR”. Segundo Michelle, Bolsonaro estaria “um pouco grogue” por conta de medicação e não se lembraria do momento da queda.

Michelle em visita a Bolsonaro. Foto: Hugo Barreto/Metrópoles
A defesa solicitou tomografia, ressonância magnética do crânio e eletroencefalograma, alegando a necessidade de descartar trauma ou problema neurológico. Os advogados pediram autorização para que Bolsonaro fosse encaminhado a um hospital para exames clínicos e de imagem.

Moraes reiterou que a defesa tem direito à realização de exames desde que previamente agendados e com indicação específica e comprovada necessidade. A queda havia sido divulgada inicialmente por Michelle nas redes sociais, com o relato de que Bolsonaro teve uma crise de soluços enquanto dormia, caiu e bateu a cabeça em um móvel dentro da PF.

Fonte: DCM com informações do jornal O Globo

Núcleo do PT sugere a Lula três nomes para Ministério da Segurança Pública

Setorial do partido defende recriação da pasta e aponta Tarso Genro, Adriana Accorsi e Benedito Mariano para o comando

Brasília (DF) - 24/04/2025 - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante cerimônia de sanção de projetos de lei (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O Setorial de Segurança Pública do PT encaminhou uma carta ao presidente nacional do partido, Edinho Silva, com a sugestão de que sejam apresentados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva três nomes de filiados para assumir o comando do eventual Ministério da Segurança Pública. A iniciativa ocorre após o chefe do Executivo sinalizar que a pasta pode ser recriada ainda neste ano, recolocando o tema no centro do debate político e institucional. As informações são da Folha de São Paulo.

O documento é datado de terça-feira (6) e leva a assinatura de Abdael Ambruster, coordenador nacional do Setorial de Segurança Pública do PT. No texto, o grupo propõe que Edinho Silva indique a Lula os nomes do ex-ministro da Justiça e ex-governador do Rio Grande do Sul Tarso Genro, da deputada federal e delegada de polícia Adriana Accorsi e de Benedito Mariano, ex-ouvidor da Polícia de São Paulo e ex-secretário em diferentes prefeituras administradas pelo PT.

Na carta, o coordenador do setorial sustenta que o campo conservador avançou sobre o debate da segurança pública no país. Segundo o texto, “hoje, a extrema direita, liderada pelo bolsonarismo, deu significado ideológico, mobilizou segmentos significativos das corporações policiais, propôs o armamento da população”. A avaliação aponta para a necessidade de o governo federal retomar protagonismo na formulação de políticas para a área.

O documento defende a articulação de uma estratégia nacional capaz de reorganizar o enfrentamento à violência. A proposta apresentada ao Palácio do Planalto é a de “implementar um pacto nacional capaz de reduzir a violência, enfrentar o crime organizado e viabilizar uma segurança cidadã”, integrando diferentes níveis de governo e instituições do sistema de Justiça.

Ao longo do texto, o setorial do PT também destaca que a segurança pública tende a ocupar posição central na próxima disputa eleitoral. Para o grupo, a recriação do ministério seria uma forma de dar concretude às diretrizes previstas na Proposta de Emenda à Constituição da Segurança Pública, no projeto de lei Antifacção e em novos programas nacionais voltados ao enfrentamento das facções criminosas e da criminalidade comum.

A carta ainda argumenta que a política de segurança deve se apoiar em pilares como inteligência policial, ações preventivas e repressão qualificada. O objetivo, segundo o documento, é “asfixiar as facções criminosas, dentre as quais estão as milícias”, reafirmando uma abordagem que combine coordenação institucional e foco estratégico no combate ao crime organizado.

Fonte: Brasil 247 com informações da Folha de S. Paulo

Lula sanciona lei que proíbe descontos automáticos em benefícios do INSS

Nova legislação proíbe cobranças em benefícios do INSS, prevê ressarcimento de vítimas e impõe regras mais rígidas para empréstimos consignados

       O presidente Lula durante a COP30 em Belém - 19/11/2025 (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

Foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (7) a lei que proíbe qualquer tipo de desconto automático em aposentadorias e pensões pagas pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A norma foi sancionada com vetos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e estabelece mecanismos de proteção aos beneficiários, incluindo a identificação ativa de vítimas de cobranças indevidas e o ressarcimento integral dos valores descontados de forma irregular.

A nova legislação é uma resposta direta às denúncias do esquema de fraudes no INSS, que expôs um sistema bilionário de descontos ilegais aplicados a aposentados e pensionistas ao longo dos últimos anos.

Até então, a legislação permitia que beneficiários autorizassem descontos mensais em seus pagamentos para associações, sindicatos e outras entidades representativas. Com a mudança sancionada por Lula, esse dispositivo foi revogado, tornando ilegais os descontos automáticos mesmo quando houver autorização prévia do aposentado ou pensionista.

Para localizar os beneficiários prejudicados por fraudes e práticas abusivas, o INSS poderá utilizar auditorias de órgãos públicos, além de considerar reclamações, denúncias, ações judiciais e pedidos formais de exclusão de descontos indevidos. Identificada a irregularidade, a associação ou instituição financeira responsável terá prazo de até 30 dias para devolver integralmente os valores cobrados.

Caso o ressarcimento não seja realizado dentro desse período, caberá ao próprio INSS indenizar o beneficiário e, posteriormente, acionar a entidade ou o banco na Justiça para reaver os recursos pagos.

A lei também traz mudanças significativas nas regras para contratação de empréstimos consignados. A partir de agora, esse tipo de operação só poderá ser realizada mediante autenticação biométrica ou assinatura eletrônica qualificada, ficando proibida a formalização de contratos por telefone. Após a contratação, o benefício será automaticamente bloqueado para novas operações, exigindo um procedimento específico de desbloqueio para futuras solicitações.

As alterações ocorrem em meio às investigações conduzidas pela Polícia Federal e pela Controladoria-Geral da União desde abril de 2025. As apurações apontam para um esquema bilionário de fraudes que teria causado prejuízo estimado em R$ 6,3 bilhões a aposentados e pensionistas entre 2019 e 2024.

Segundo os investigadores, os suspeitos inseriam dados falsos em sistemas oficiais para vincular beneficiários a associações ou entidades inexistentes. A partir dessa inclusão fraudulenta, eram realizados descontos mensais diretamente nos benefícios, muitas vezes sem que as vítimas tivessem qualquer conhecimento das cobranças.

Fonte: Brasil 247

Diretor da TV cultura cita "demo" em postagem após saída de Vera Magalhães da emissora

A saída de Vera Magalhães da TV Cultura, anunciada nesta terça-feira (6), provocou forte reação nos bastidores

Vera Magalhães e Leão Serva (Foto: Reprodução)


A saída de Vera Magalhães da TV Cultura, anunciada nesta terça-feira (6), provocou forte reação nos bastidores do jornalismo paulista e reacendeu críticas à atual gestão da emissora pública. Um dos comentários mais duros veio de Leão Serva, ex-diretor de jornalismo do canal e responsável pela contratação da jornalista, que acusou a TV Cultura de ter feito um “pacto com o demo”.

A informação foi divulgada pelo Metrópoles. Vera esteve à frente da atração por seis anos e havia acertado, segundo ela, a renovação para um sétimo ano.

Nas redes sociais, Leão Serva criticou diretamente a condução da emissora e associou a decisão ao governo de Tarcísio de Freitas (Republicanos), responsável pela gestão da Fundação Padre Anchieta, mantenedora da TV Cultura. “‘O vampiro só ataca quem o convida’. A TV Cultura fez um acordo de cavalheiros com o demo… Agora quem manda é ele”, escreveu o jornalista.

Em outra publicação, Serva ampliou o tom político das críticas. “A burrice marca as gestões bolsonaristas em cultura”, afirmou, em referência ao grupo político que apoia o governador paulista. Ele também mencionou o momento em que a saída de Vera ocorre, às vésperas do início da corrida eleitoral de 2026. “A Cultura abriu as portas e agora segue a cartilha… CQD [como queria demonstrar]”, completou.

◉ Versões conflitantes

Pelas redes sociais, Vera Magalhães afirmou que a emissora voltou atrás após ter renovado seu contrato cerca de um mês antes. Segundo a jornalista, a TV Cultura teria solicitado que ela permanecesse apenas mais quatro meses à frente do Roda Viva, proposta que foi recusada por representar, segundo ela, uma quebra do acordo firmado anteriormente.

A apresentadora não detalhou os motivos formais apresentados pela direção para a mudança de decisão, mas indicou insatisfação com a condução do processo e com a falta de cumprimento do combinado.

◉ Nota da emissora

Em nota oficial, a TV Cultura negou irregularidades e afirmou que o desligamento de Vera Magalhães segue a tradição do programa. “Um dos sucessos do programa está justamente na rotatividade de seu comando ao longo de décadas”, informou a emissora.

A direção destacou ainda que o Roda Viva passará por um processo de renovação em 2026, ano em que completa 40 anos de exibição. “No ano em que completa 40 anos, um dos programas mais prestigiados da televisão brasileira será renovado e dará continuidade ao seu relevante papel, trazendo um novo nome para o time de apresentadores que fizeram a história do Roda Viva”, acrescentou a nota.

A saída de Vera Magalhães, no entanto, segue gerando debates sobre independência editorial, influência política e os rumos da TV Cultura em um ano pré-eleitoral.

Fonte: Brasil 247 com informações do Metrópoles

STF vê "ousadia indecente" do TCU sobre o Banco Central em defesa do Master

Ministros avaliam que Jhonatan de Jesus dá “cobertura a crimes financeiros” e alertam: “se continuar a passar a linha vermelha, vai se complicar”

      Jhonatan de Jesus (Foto: MyKe Sena/Câmara dos Deputados)

A atuação do Tribunal de Contas da União (TCU) no processo que levou à liquidação do banco Master pelo Banco Central provocou forte reação entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Magistrados de diferentes correntes da Corte avaliam que a iniciativa representa uma extrapolação das competências do órgão de controle e pode resultar em questionamentos judiciais no próprio Supremo, relata Malu Gaspar, do jornal O Globo.

Ao menos três integrantes da Corte demonstraram surpresa e indignação com a ofensiva conduzida pelo ministro do TCU Jhonatan de Jesus, classificando a iniciativa como inadequada e juridicamente problemática.

Em decisão tomada nesta semana, Jhonatan de Jesus determinou, em caráter de “máxima urgência”, a realização de uma inspeção técnica do TCU no processo conduzido pelo Banco Central que culminou na liquidação do Master. A autarquia monetária apurou que contratos utilizados para justificar o repasse de R$ 12,2 bilhões do Banco de Brasília (BRB) ao Master teriam sido falsificados, o que embasou a intervenção.

Apesar de afirmar, em despacho de cinco páginas, que não seria apropriado “antecipar juízo conclusivo” sobre o atendimento dos critérios legais pelo Banco Central, o ministro do TCU sinalizou a possibilidade de desfazer a liquidação “em momento oportuno”. Na avaliação de integrantes do STF, essa postura abre margem para a anulação da decisão do BC, o que poderia permitir a devolução da instituição a seu controlador, Daniel Vorcaro, ou fundamentar um eventual pedido bilionário de indenização.

“O TCU não tem atribuição para fazer o que está fazendo”, afirmou um ministro do STF, sob condição de anonimato, por poder vir a julgar o caso. Segundo ele, caso a Corte de Contas avance na tentativa de derrubar a liquidação, o caminho jurídico seria o mandado de segurança no Supremo. “A imagem do TCU pode ficar manchada por dar cobertura a crimes financeiros”, declarou.

Outro ministro classificou a ofensiva como “um absurdo” e lembrou que o STF já consolidou o entendimento sobre a autonomia do Banco Central. “O STF reconheceu a autonomia e independência do Banco Central. Se o TCU continuar a passar a linha vermelha, vai se complicar”, afirmou. Para esse magistrado, um mandado de segurança poderia “derrubar essa ousadia indecente”.

As manifestações fazem referência direta ao julgamento realizado pelo plenário do STF em agosto de 2021, quando a Corte, por oito votos a dois, confirmou a constitucionalidade da lei que garantiu autonomia formal ao Banco Central, estabelecendo mandatos fixos de quatro anos para o presidente e os diretores da instituição. Na ocasião, os votos contrários partiram de Rosa Weber e Ricardo Lewandowski, que posteriormente se aposentaram.

Um terceiro ministro do Supremo avalia que a eventual judicialização de uma decisão favorável ao Master não seria incomum. Ele recorda que a Receita Federal recorre com frequência ao mandado de segurança no STF para suspender deliberações do TCU consideradas abusivas, como multas aplicadas em casos de negativa de compartilhamento de dados fiscais, sob o argumento de proteção ao sigilo. Segundo essa leitura, o conflito atual se insere em um histórico mais amplo de disputas institucionais sobre os limites de atuação da Corte de Contas.

Fonte: Brasil 247 com informações do jornal O Globo

Brasil amplia exportações para mais da metade de seus parceiros após tarifaço

Dados oficiais mostram crescimento das vendas externas em 2025, com recordes em mais de 40 países e avanço da indústria de transformação

Brasília (DF) - 17/11/2025 - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O Brasil conseguiu ampliar suas exportações para mais da metade de seus parceiros comerciais ao longo de 2025, mesmo em um cenário internacional marcado por tensões geopolíticas e mudanças nas regras do comércio global. O avanço alcançou 53,3% dos países com os quais o Brasil mantém relações comerciais, indicando uma diversificação relevante dos destinos das vendas externas.

As informações constam em levantamento da balança comercial divulgado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). Segundo os dados oficiais, mais de 40 países registraram volumes recordes de compras de produtos brasileiros ao longo do ano passado.

Entre os mercados que mais ampliaram as importações de produtos do Brasil estão Canadá, com crescimento de 14,8%, Índia (30,2%), Noruega (8,8%), Paquistão (132,6%), Paraguai (6,9%), Suíça (53,7%), Turquia (7,9%) e Uruguai (29,5%). O desempenho reflete, segundo o governo, uma estratégia ativa de abertura e consolidação de novos mercados em meio às dificuldades do comércio internacional.

Em nota oficial, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, destacou o resultado obtido pelo país. “Em meio às dificuldades geopolíticas, conseguimos conquistar novos mercados e ampliar os que já tínhamos.”, afirmou.

Na contramão desse movimento, as exportações brasileiras para os Estados Unidos apresentaram retração. O volume vendido ao país caiu de US$ 40,37 bilhões em 2024 para US$ 37,72 bilhões em 2025, uma redução de 6,6%. Com isso, o déficit comercial brasileiro com os norte-americanos aumentou de forma significativa, alcançando US$ 7,53 bilhões no ano passado.

Um dos principais motores do bom desempenho geral foi a indústria de transformação, responsável pela conversão de matérias-primas em produtos de maior valor agregado. De acordo com o MDIC, as exportações desse segmento atingiram um volume recorde de US$ 189 bilhões, o equivalente a cerca de R$ 1,02 trilhão.

Dentro desse setor, vários produtos alcançaram marcas históricas de vendas externas, como carne bovina (US$ 16,6 bilhões), carne suína (US$ 3,4 bilhões), alumina (US$ 3,4 bilhões), veículos para transporte de mercadorias (US$ 3,1 bilhões), caminhões (US$ 1,8 bilhão), café torrado (US$ 1,2 bilhão), máquinas e aparelhos elétricos (US$ 1,0 bilhão), além de máquinas e ferramentas mecânicas, produtos de perfumaria, cacau em pó, instrumentos de medição e defensivos agrícolas.

Na indústria extrativa, alguns itens também bateram recordes de embarques ao exterior. O minério de ferro somou 416 milhões de toneladas exportadas, enquanto o petróleo atingiu 98 milhões de toneladas. Já os bens agropecuários registraram crescimento de 3,4% em volume e de 7,1% em valor, reforçando a importância do setor para a balança comercial.

Fonte: Brasil 247

Pai de Vorcaro negocia venda de mansão milionária em Orlando

Imóvel avaliado em R$ 180 milhões fica em condomínio de luxo na Flórida e a negociação ocorre em meio a investigações envolvendo o Banco Master

         Mansão de Henrique Vorcaro (Foto: Reprodução)

Henrique Vorcaro, empresário do setor imobiliário e pai do banqueiro Daniel Vorcaro, colocou no mercado uma mansão de alto padrão localizada em Orlando, na Flórida, avaliada em cerca de R$ 180 milhões. A propriedade, considerada uma das mais luxuosas da região, tem 3,5 mil metros quadrados de área construída e reúne uma série de equipamentos de lazer, como quadra oficial de basquete, pista de boliche e campo de futebol. As informações são do Metrópoles.

Nos bastidores do mercado imobiliário local, circula a informação de que ao menos um contato já demonstrou interesse concreto, com a negociação em estágio inicial.

O imóvel foi adquirido em 2023 por cerca de US$ 35 milhões, valor que à época figurou entre as maiores transações imobiliárias já registradas no estado da Flórida. A mansão está localizada no condomínio Isle Worth, no bairro de Windermere, uma das áreas mais exclusivas da região de Orlando, e ocupa um terreno de aproximadamente 14 mil metros quadrados.

A residência foi construída pelo fundador da rede de escolas Wise Up, Flávio Augusto da Silva, após três anos de obras. O investimento total no projeto chegou a R$ 95 milhões até a conclusão. Atualmente, o imóvel está registrado em nome da SOZO Real Estate, empresa que tem Henrique Vorcaro como presidente.

Fundador do grupo imobiliário Multipar, Henrique Vorcaro atua há décadas nos setores imobiliário e de saúde. Entre seus negócios de maior destaque está a participação na venda do Hospital Promed para a Hapvida, operação realizada por R$ 1,5 bilhão pouco tempo depois da aquisição da unidade hospitalar.

Em nota enviada ao Metrópoles, a assessoria do empresário afirmou que “o senhor Henrique e suas empresas atuam no setor imobiliário há mais de 30 anos, dentro da estrita legalidade. Por questões de privacidade, não expõem informações ao público”.

As tratativas para a venda da mansão ocorrem em um contexto delicado para a família Vorcaro. Daniel Vorcaro é alvo da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, que investiga um esquema de fraude financeira estimado em R$ 12 bilhões envolvendo o Banco Master. Antes mesmo da operação, a instituição já enfrentava uma grave crise financeira e teve sua liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central.

Fonte: Brasil 247 com informações do Metrópoles

Fim do mistério do passaporte: autoridades explicam como Eliza Samudio saiu da Europa

O passaporte agora recuperado apresenta registros de entrada em Portugal no ano de 2007

Eliza Samudio, atriz e modelo paranaense, desapareceu em 4 de junho de 2010 (Foto: Reprodução- leo Dias TV)

A recente localização do passaporte de Eliza Samudio em solo europeu trouxe novos detalhes sobre o período em que a modelo viveu no exterior. Segundo informações apuradas pelo portal Metrópoles, o Consulado-Geral do Brasil em Lisboa confirmou o recebimento do documento na última sexta-feira (2). O item, que estava extraviado desde 2007, encerra uma lacuna cronológica sobre a movimentação da jovem anos antes do crime que chocou o país.

Diferente do que especulações iniciais sugeriam, a ausência do documento não impediu o retorno de Eliza ao seu país de origem. De acordo com fontes do Itamaraty, ela conseguiu deixar Portugal em 2 de novembro de 2007 utilizando uma Autorização de Retorno ao Brasil (ARB). Este mecanismo é um documento de viagem emergencial emitido por repartições consulares para cidadãos brasileiros que, por motivo de perda ou furto, encontram-se desprovidos de passaporte em território estrangeiro. Ao desembarcar, a ARB foi devidamente recolhida pela Polícia Federal ainda no aeroporto.

O passaporte agora recuperado apresenta registros de entrada em Portugal no ano de 2007, mas carece de anotações formais de saída, justamente por ter sido perdido pela modelo na época. Expedido em maio de 2006, o livrete teve sua validade expirada em maio de 2011. Em nota oficial, o órgão diplomático detalhou os procedimentos atuais: “O Consulado-Geral do Brasil em Lisboa informa que recebeu o passaporte em questão na sexta-feira, dia 2. No mesmo dia, realizou consulta oficial ao Itamaraty em Brasília sobre qual destinação dar ao documento e aguarda resposta.”

A destinação final do item já está traçada pelas normas de segurança do Estado brasileiro. Por ser um documento de propriedade da União e possuir alto valor de negociação no mercado paralelo de falsificações, o passaporte será encaminhado ao Brasil para destruição total por incineração. As autoridades reforçam que este é o protocolo padrão para evitar o uso indevido de documentos de identidade de cidadãos já falecidos ou com validade vencida.

O caso Eliza Samudio permanece como um dos episódios mais dramáticos da crônica policial brasileira. Assassinada em 2010, a modelo teve sua vida interrompida em um crime que resultou na condenação do ex-goleiro Bruno Fernandes por homicídio e ocultação de cadáver. Embora o passaporte agora localizado ajude a reconstruir os passos da jovem em 2007, o paradeiro de seus restos mortais continua sendo um mistério que perdura por mais de uma década.

Fonte: Brasil 247 com informações do Metrópoles

Empresas ligadas a Daniel Vorcaro compraram R$ 2 bilhões em bens enquanto Banco Master entrava em colapso

Entre os bens identificados estão mansões, apartamentos de luxo e jatinhos adquiridos no Brasil e no exterior

      Daniel Vorcaro (Foto: Reprodução)

Empresas e firmas vinculadas ao banqueiro Daniel Vorcaro adquiriram ao menos R$ 2 bilhões em imóveis de luxo e aeronaves no período em que o Banco Master enfrentava uma grave crise financeira e deixava de honrar compromissos com investidores. As compras ocorreram antes da liquidação extrajudicial da instituição e chamaram a atenção pelo volume e pelo alto padrão dos bens adquiridos.

O levantamento foi divulgado pelo UOL, em reportagem assinada por Natália Portinari, Amanda Rossi e Pedro Canário, publicada em 7 de janeiro de 2026. Segundo a apuração, cerca de 85% desse montante foi gasto a partir de 2024, quando a situação financeira do Banco Master já apresentava sinais de deterioração.

Entre os bens identificados estão mansões, apartamentos de luxo e jatinhos adquiridos no Brasil e no exterior. Um dos casos mais emblemáticos envolve a compra de uma mansão em Miami, adquirida em janeiro de 2025 por US$ 85 milhões, o equivalente a aproximadamente R$ 460 milhões na cotação da época. O imóvel está localizado em uma das áreas mais valorizadas do mercado imobiliário da Flórida.

As aquisições ocorreram enquanto o Banco Master enfrentava dificuldades para pagar investidores que aplicaram recursos em Certificados de Depósito Bancário (CDBs). À época, clientes relatavam atrasos e incertezas quanto à devolução do dinheiro investido, cenário que se agravou nos meses que antecederam a intervenção das autoridades.

De acordo com a reportagem, os bens foram comprados por empresas ligadas direta ou indiretamente a Daniel Vorcaro, fundador e principal controlador do Banco Master. As operações levantam questionamentos sobre a origem dos recursos utilizados nas aquisições e sobre a eventual dissociação entre o patrimônio pessoal do banqueiro e a situação financeira da instituição.

O Banco Master acabou sendo liquidado após a constatação de irregularidades e da incapacidade de honrar seus compromissos financeiros. O caso passou a ser investigado por órgãos de controle e pelo sistema financeiro nacional, em meio a suspeitas envolvendo gestão temerária e possíveis manobras patrimoniais.

Especialistas avaliam que o contraste entre a quebra do banco e o aumento expressivo do patrimônio ligado ao seu controlador reforça a necessidade de aprofundamento das investigações. A apuração busca esclarecer se houve desvio de recursos, blindagem patrimonial ou outras práticas irregulares às vésperas da liquidação.

O episódio se soma a uma série de escândalos recentes no sistema financeiro brasileiro e reacende o debate sobre a fiscalização de instituições privadas, a proteção aos investidores e os mecanismos de responsabilização de dirigentes em casos de colapso bancário.

Fonte: Brasil 247 com informações do UOL

Moraes pede explicações de Malafaia por chamar Alto Comando do Exército de “frouxo”

Pastor é alvo de denúncia por calúnia e injúria após discurso em ato bolsonarista na Paulista, e STF fixa 15 dias para apresentação de defesa

      Silas Malafaia (Foto: Abr)

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou que o pastor Silas Malafaia apresente sua defesa, no prazo de 15 dias, em uma denúncia que o acusa de crimes de calúnia e injúria contra o comandante do Exército, general Tomás Paiva. A medida foi tomada durante o recesso do Judiciário e envolve declarações feitas pelo líder religioso em um ato político realizado em São Paulo no ano passado. As informações são da Folha de São Paulo.

A denúncia foi protocolada pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, em 18 de dezembro, às vésperas do início do recesso judicial. A ação tem como base uma representação apresentada pelo próprio comandante do Exército, que se sentiu atingido pelas falas de Malafaia durante a manifestação.

O episódio ocorreu em abril do ano passado, na avenida Paulista, em um ato convocado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) com o objetivo de pressionar por anistia aos envolvidos nos ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023. Do alto de um carro de som, Malafaia fez duras críticas ao Alto Comando do Exército, sem mencionar nomes específicos. Na ocasião, afirmou: "Cadê esses generais de quatro estrelas, do Alto Comando do Exército? Cambada de frouxos, cambada de covardes, cambada de omissos. Vocês não honram a farda que vestem. Não é para dar golpe, não, é para marcar posição".

Segundo Paulo Gonet, o discurso atingiu diretamente os generais que integram o Alto Comando, incluindo o comandante do Exército. O procurador sustenta que Malafaia imputou falsamente aos militares o crime de prevaricação e agravou a situação ao divulgar o conteúdo nas redes sociais, em uma publicação que ultrapassou 300 mil visualizações.

A notificação ao pastor foi determinada por Moraes em 20 de dezembro, ainda durante o recesso do Judiciário, e entregue a Malafaia no dia 23. Durante esse período, apenas casos considerados urgentes são analisados pelo presidente do STF, Edson Fachin, ou pelo vice-presidente da Corte, o próprio Alexandre de Moraes, já que o recesso e as férias coletivas dos ministros se estendem até o fim de janeiro.

Gonet encaminhou o processo ao gabinete de Moraes alegando haver “estrita conexão entre as condutas denunciadas” e as investigações em curso nos inquéritos das fake news e das milícias digitais. A defesa de Malafaia, no entanto, contesta essa vinculação e sustenta que o caso deveria tramitar na primeira instância.

Em declaração à reportagem, o pastor afirmou: "Eu não tenho prerrogativa de função, que me mandasse, então, para a primeira instância". Ele também negou ter ofendido diretamente o comandante do Exército. "A minha fala não cita o nome de ninguém. Eu não citei o nome do comandante do Exército", disse.

Malafaia ainda acusa o procurador-geral da República e o ministro do STF de perseguição política, especialmente pela fixação do prazo de defesa durante o recesso. Para ele, a medida extrapola os limites legais. "O que tem a ver uma expressão de opinião em uma manifestação com fake news e milícia digital? Isso se chama liberdade de expressão, que Alexandre de Moraes transformou em crime de opinião com esse inquérito imoral e ilegal de fake news. Isso é perseguição política, é conluio", concluiu o pastor.

Fonte: Brasil 247 com informações da Folha de S. Paulo

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Prefeitura e VAL trocam metade da frota e colocam Apucarana no topo do transporte coletivo do Paraná

Investimento de R$ 14 milhões garante 22 ônibus zero quilômetro, amplia conforto, acessibilidade e consolida o município como referência em mobilidade urbana


O sistema de transporte coletivo de Apucarana deu um salto significativo em modernidade e eficiência com a entrega de 22 novos ônibus zero quilômetro, resultado da parceria entre a Prefeitura e a Viação Apucarana Ltda (VAL). A renovação representa a substituição de metade da frota operacional da cidade, posicionando o município entre os melhores sistemas de transporte coletivo do Paraná e também na vanguarda nacional.

Com os novos investimentos, Apucarana passa a integrar o grupo de cidades com transporte coletivo de alto padrão no Estado. Com aporte de R$ 14 milhões, os veículos — além de garantir acessibilidade — são equipados com Wi-Fi gratuito, câmeras de monitoramento e motores com tecnologia Euro 6, que reduzem em até 80% a emissão de poluentes.

Durante a solenidade realizada na Praça Rui Barbosa, o prefeito Rodolfo Mota classificou a entrega como histórica para o município, integrando as comemorações dos 82 anos de Apucarana. “A partir desta quarta-feira, os usuários já sentirão o impacto direto da mudança, com metade dos veículos em circulação sendo novos. A renovação é um compromisso com os trabalhadores, aposentados, gestantes e todos os cidadãos que dependem do transporte público para suas atividades cotidianas”, ressaltou.

O prefeito também detalhou os desafios financeiros superados para viabilizar o investimento. Segundo Rodolfo Mota, ao assumir a gestão, encontrou uma dívida herdada de administrações anteriores que somava R$ 15 milhões junto à concessionária. “Pedi à empresa que estabelecêssemos uma nova relação, pautada no cuidado com o passageiro antes mesmo de discutirmos o parcelamento dessa dívida”, afirmou.

Rodolfo Mota explicou ainda o modelo de custeio do sistema. O valor real da passagem em Apucarana é de R$ 8,36, dos quais o usuário paga R$ 5,20, sendo o restante subsidiado pela Prefeitura. “Esse esforço garante uma das menores tarifas entre cidades de médio porte do Paraná e assegura a gratuidade para idosos e gestantes, com recursos do caixa municipal”, salientou.



Além dos novos veículos, o prefeito anunciou que a parceria estratégica com a VAL e o Governo do Estado resultará na instalação de 350 novos abrigos cobertos em pontos de ônibus de diversos bairros. O investimento, estimado em quase R$ 4 milhões, deve começar entre janeiro e fevereiro. “O nosso trabalhador não pode tomar chuva antes de ir para o trabalho. Vamos garantir dignidade e proteção a quem espera pelo transporte”, pontuou, citando ainda as reformas já realizadas no Terminal Urbano.

O deputado estadual Delegado Jacovós, que junto com o deputado do Carmo viabilizou os novos abrigos, destacou que a mobilidade urbana é fundamental e representa respeito ao cidadão. Ele elogiou a postura da administração municipal por oferecer segurança jurídica à concessionária, o que possibilitou o investimento privado de R$ 14 milhões.

Jacovós explicou que os novos pontos de ônibus seguirão padrões modernos de acessibilidade e proteção, reforçando o apoio do Governo Ratinho Júnior para que Apucarana continue avançando na infraestrutura urbana e na qualidade do transporte coletivo.


O diretor-executivo da VAL, Roberto Jacomelli, reforçou que a decisão de renovar 50% da frota operacional foi motivada pela confiança na atual gestão municipal. “Esse investimento de R$ 14 milhões está acima da nossa obrigação contratual, mas acreditamos na tranquilidade que o prefeito Rodolfo Mota está nos dando para investir”, declarou.

Jacomelli confirmou que os novos veículos substituem imediatamente as unidades mais desgastadas e que a operação da nova frota começa logo após a entrega oficial, garantindo melhoria imediata no atendimento à população.


No aspecto tecnológico, o diretor-executivo ressaltou que o transporte coletivo de Apucarana está na vanguarda do país. Além da baixa emissão de poluentes e do Wi-Fi gratuito, destacou a modernização do sistema de bilhetagem eletrônica, que agora aceita cartões de crédito e débito.

“A frota total é de 52 ônibus, com 44 em operação. Com esses 22 novos veículos, estamos renovando 50% da frota operacional. Os ônibus são dotados de tecnologia de ponta, como bilhetagem eletrônica, Wi-Fi, câmeras de segurança e motores Euro 6, que reduzem em até 80% a emissão de poluentes”, reiterou.

Representando o setor produtivo, Aida Assunção, presidente do Sivana e vice-presidente da ACIA para Assuntos do Comércio, celebrou a iniciativa como um ganho direto para a qualidade de vida e a economia local. “A população paga impostos e quer transporte de qualidade. Essa parceria entre a iniciativa privada e o poder público garante que o trabalhador chegue no horário e com segurança”, afirmou.

O secretário municipal de Segurança, major Vilson Laurentino, destacou que a renovação da frota colocou Apucarana em um patamar diferenciado em relação a cidades da região. Segundo ele, os ônibus mais antigos em operação no município são dos anos de 2022 e 2023, resultando em uma idade média extremamente baixa da frota. “Com a entrada em operação dos 22 novos veículos, Apucarana passa a contar com um dos sistemas de transporte coletivo mais modernos do Paraná, garantindo mais segurança, conforto e confiabilidade para os usuários”, avaliou.

Também prestigiaram o ato os vereadores Gabriel Caldeira, Luciano Facchiano, Sidnei da Levelimp e Pablo Rocha, além dos gerentes da VAL, Enivaldo Bertazzo e Leuzé dos Santos, e motoristas da empresa que passarão a conduzir os novos veículos pelas 44 linhas do município. Acompanharam ainda o evento Lucas Salvalaggio, gerente-executivo do SENAC Apucarana, Tiago Cunha, consultor do SEBRAE Apucarana, Adilson Novaes, assessor Regional de Projetos do IDR-Paraná, Fernando Garcia, gerente do Escritório Regional Apucarana da Cohapar e Paulo Silve, representando o Núcleo Regional de Educação (NRE).

Fonte: Prefeitura de Apucarana

Prefeitura de Apucarana alerta empresários sobre vencimento de tributos municipais neste dia 12

Alvará de Funcionamento, Vigilância Sanitária e ISS Fixo e Estimado têm primeira parcela com vencimento em 12 de janeiro


A Secretaria de Fazenda da Prefeitura de Apucarana emitiu nesta terça-feira (06/01) um comunicado aos empresários alertando sobre a proximidade de vencimento de prazos para pagamento de taxas municipais, como Alvará de Licença para Funcionamento, Vigilância Sanitária, para comércio eventual ou ambulante, e impostos como o ISS Fixo e ISS Estimado.

Segundo informa o secretário municipal professor Rogério Ribeiro, a data de vencimento da cota única da taxa de Licença de Funcionamento será neste dia 12 de janeiro. Assim como a taxa da Vigilância Sanitária, que tem parcelamento em cinco vezes, e dos ISS Fixo e Estimado, que têm parcelamento em 12 vezes, também terão a primeira parcela com vencimento neste dia 12, próxima segunda-feira. “No caso dos ISS Fixo e Estimado, as demais parcelas terão vencimentos a partir de 10 de fevereiro, conforme previsto em decreto municipal que normatizou os lançamentos”, esclarece o secretário.

O prefeito Rodolfo Mota comenta que o cumprimento pontual das obrigações tributárias é um dever legal do contribuinte, mas também um gesto de responsabilidade com a cidade. “Quando o empresário mantém seus tributos em dia, ele contribui diretamente para que o Município possa planejar, investir e garantir a continuidade dos serviços públicos essenciais. Nosso papel, enquanto administração, é assegurar regras claras, prazos definidos e total transparência”, destaca o prefeito.

A base de cálculo de lançamento dos tributos é a Unidade Fiscal do Município (UFM). Atualmente, uma UFM equivale a R$107,52. “Os contribuintes que deixarem de efetuar o recolhimento na data de vencimento da cota única, ou parcelas, estarão sujeitos às penalidades previstas no Código Tributário Municipal”, diz professor Rogério Ribeiro, secretário municipal da Fazenda. Em caso de dúvidas, o empreendedor deve manter contato com o seu contador. “Nossa equipe também está à disposição”, conclui Ribeiro.

Fonte: Prefeitura de Apucarana

Passageiros morrem após capotamento de ônibus em Minas

Havia 50 passageiros, além dos dois motoristas no veículo

                   Acidente em Minas Gerais (Foto: Redes Sociais/Divulgação)

Cinco passageiros morreram nesta terça-feira (6) vítimas de um acidente de ônibus, na manhã desta terça-feira (6), na BR-365 entre Varjão de Minas e Patos de Minas, no Alto Paranaíba. O veículo capotou e dois passageiros ficaram presos embaixo do ônibus, informou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Havia 50 passageiros, além dos dois motoristas. Chovia forte no momento do acidente.

O acidente aconteceu por volta de 10h no km 377, a cerca de 30 quilômetros de Patos de Minas. Os passageiros passaram o réveillon na Bahia, e retornavam para Uberlândia, no Triângulo Mineiro. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) classificou a situação como 'gravíssima'.

Com o impacto da batida, parte do teto do ônibus foi atingido pelas árvores. A rodovia foi interditada por tempo indeterminado para o trabalho de resgate e atendimento às vítimas.

Fonte: Brasil 247

Urgente: Moscou denuncia tentativa de interceptação de navio russo pelos Estados Unidos

Empresa afirma que embarcação civil foi perseguida pela Guarda Costeira norte-americana em meio a tempestade, com risco extremo à segurança da tripulação

Urgente: Moscou denuncia tentativa de interceptação de navio russo pelos Estados Unidos (Foto: Reprodução)

Um navio-tanque russo teria sido alvo de uma tentativa de interceptação por forças dos Estados Unidos no Atlântico Norte, em meio a condições climáticas severas. A denúncia envolve o navio mercante Marinera, que navegava sem carga durante uma forte tempestade, com ventos intensos, ondas elevadas e temperaturas próximas do congelamento.

De acordo com comunicado divulgado nesta terça-feira pela empresa russa BurevestMarin, proprietária da embarcação, o Marinera vem sendo perseguido há um período prolongado pela Guarda Costeira dos Estados Unidos. A companhia afirma que, apesar das repetidas tentativas do capitão de informar a identidade do navio e seu caráter estritamente civil, a perseguição teria continuado, inclusive com vigilância aérea realizada por aeronaves de reconhecimento P-8A Poseidon da Marinha norte-americana.

A empresa sustenta que o navio navega em lastro, sem qualquer tipo de carga, e que não representa ameaça. Ainda assim, segundo a BurevestMarin, informações obtidas em fontes públicas indicariam que os Estados Unidos estariam planejando uma interceptação iminente da embarcação. Para a companhia, qualquer tentativa de abordagem por helicópteros ou de desembarque de tropas em alto-mar, nas condições atuais, configuraria um risco extremo.




O alerta se baseia no cenário meteorológico descrito pela empresa: ventos de até 20 metros por segundo, com rajadas fortes, ondas superiores a cinco metros de altura e temperaturas próximas ou abaixo de zero. Nessas circunstâncias, a BurevestMarin classifica uma eventual operação militar como “uma ameaça grave e injustificável” à segurança.

Em seu comunicado, a empresa destacou que uma ação desse tipo colocaria em risco não apenas a tripulação do navio, mas também a vida de militares norte-americanos envolvidos na operação. “Qualquer tentativa de aterrissagem de helicópteros ou de interceptação de navios em condições de tempestade representa uma ameaça grave e injustificável para a vida do pessoal militar dos Estados Unidos”, afirmou a companhia.

A BurevestMarin também fez um apelo para que Washington atue com moderação e busque uma solução pacífica, respeitando o direito marítimo internacional. Segundo a empresa, insistir em uma abordagem forçada em meio à tempestade seria uma atitude desproporcional e desnecessária.

A companhia reforçou ainda que o Marinera é um navio mercante civil, sem carga a bordo, e que sua tripulação é formada por cidadãos da Rússia, da Ucrânia e da Geórgia. Diante desse contexto, a empresa questiona a justificativa para a realização de manobras militares consideradas perigosas contra uma embarcação vazia e de caráter não militar.

Fonte: Brasil 247