A crescente tensão geopolítica, especialmente após os ataques dos Estados Unidos à Venezuela, levantou questionamentos sobre o real poder militar americano e se outras potências, como a China e a Rússia, seriam capazes de desafiar esse domínio.
Segundo dados do Global Fire Power, em 2025, o país continua a ser a maior potência bélica do mundo, seguidos pela Rússia e China. No entanto, em áreas específicas, os dois países têm se mostrado capazes de competir, especialmente no que se refere ao poderio convencional, como armamentos e aeronaves.
A Rússia e a China têm investido em um planejamento estratégico focado no desenvolvimento de armamentos modernos, enquanto os EUA, apesar de seus elevados gastos, não apresentam uma produção tão eficiente.
Ambos os países asiáticos têm se destacado na inovação tecnológica, com a China, por exemplo, avançando na produção de aeronaves de 6ª geração, que fazem frente às de 5ª geração dos EUA, como o F-35. Esses avanços são vistos como uma ameaça crescente ao domínio aéreo americano.

A China também tem se destacado em áreas como cibersegurança, desenvolvendo sistemas de monitoramento e câmeras extremamente avançadas. O país asiático investe também em tecnologias críticas que impactam diretamente na soberania nacional.
A Rússia segue um caminho mais pragmático, com um foco em armas desenvolvidas de forma mais eficiente para combate, mas sem a sofisticação das tecnologias ocidentais.
Apesar dessas potências estarem cada vez mais próximas dos EUA em termos de capacidade militar, especialistas alertam que o risco de um confronto direto entre essas potências continua baixo. As tensões militares podem continuar, mas as potências se concentrarão em manter e expandir suas áreas de influência.
A Rússia e a China focam mais em suas regiões de interesse, enquanto os EUA continuarão a se concentrar na América Latina, sob a justificativa do combate ao narcotráfico.
Fonte: DCM
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