Para o Brasil, maior economia do bloco sul-americano, o tratado amplia o acesso a um mercado de cerca de 451 milhões de consumidores
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante encontro bilateral com a presidenta da Comiss‹o Europeia, Ursula von der Leyen, em Bruxelas, na Bélgica (Foto: Ricardo Stuckert/PR)
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva emitiu nesta sexta-feira (9) uma nota para destacar que o “Brasil saúda a decisão” que aprovou a “assinatura do Acordo de Parceria MERCOSUL-União Europeia”.
O Acordo integrará dois dos maiores blocos econômicos do mundo, reunindo cerca de 720 milhões de pessoas e Produto Interno Bruto (PIB) de mais de US$ 22 trilhões. Para o Brasil, maior economia do Mercosul, o tratado amplia o acesso a um mercado de cerca de 451 milhões de consumidores.
A proposta prevê a eliminação de tarifas de importação sobre 91% das mercadorias negociadas entre a União Europeia e o Mercosul. Conforme estimativas europeias, as exportações do bloco para a América do Sul podem subir até 39%, com potencial de gerar cerca de 440 mil empregos no continente europeu.
O governo Lula afirmou que a cerimônia de assinatura deverá ocorrer em data e local a serem acordados em conjunto entre os países do MERCOSUL e o lado europeu. A aprovação pelas instâncias comunitárias europeias permitirá que o Acordo de Parceria seja assinado após mais de 26 anos do início das negociações. A proposta era negociada desde 1999.
O bloco sul-americano é formado por Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Bolívia. No caso dos Estados associados estão Chile, Colômbia, Equador, Peru, Panamá, Guiana e Suriname.
Fonte: Brasil 247
Nenhum comentário:
Postar um comentário