segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

Entenda a origem de fake news da Jovem Pan sobre a Receita Federal

O bolsonarista Emílio Surita no programa “Pânico”, da Jovem Pan. Foto: Reprodução

A fake news sobre a taxação de transações financeiras a partir de R$ 5 mil, que foi compartilhada pelo programa “Pânico”, da Jovem Pan, surgiu de uma notícia falsa reciclada do início do ano, quando a Receita Federal anunciou uma portaria para padronizar a forma como bancos e administradores de cartões reportam movimentações financeiras.

Na ocasião, surgiu uma informação falsa de que transações via Pix acima de R$ 5 mil seriam taxadas pelo órgão. O objetivo da portaria da Receita era melhorar a fiscalização contra sonegação fiscal e facilitar o preenchimento da Declaração Pré-preenchida do Imposto de Renda. Em janeiro, o governo revogou a medida por conta da desinformação.

Em agosto, a Receita voltou a publicar uma norma estabelecendo que fintechs e outras instituições repassem dados de movimentações acima desse limite para pessoas físicas. A regra já valia para bancos tradicionais e foi implementada após a Operação Carbono, que mostrou o uso de uma brecha na legislação de empresas mais modernas para lavagem de dinheiro de origem ilícita.

A portaria não quebra o sigilo bancário, mas serve como ferramenta de cruzamento de dados para identificar sonegação fiscal e outros crimes. Ou seja: fazer movimentações acima do valor não implicaria na cobrança de impostos, mas pode ser um indício de valores não declaradas.

Na fake news reciclada compartilhada pela Jovem Pan, bolsonaristas inventaram que, a partir de 1º de janeiro de 2026, transações via Pix acima de R$ 5 mil pagariam 27,5% de Imposto de Renda (IR). Eles também diziam que quem não pagasse a taxa teria uma multa de 75% e sonegadores pagariam 150%.

A notícia falsa ganhou força após o governo sancionar a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil. A Receita teve que publicar uma nota desmentindo a fake news e apontando que “a Constituição Federal proíbe a tributação de movimentações financeiras”.

A mentira foi compartilhada no dia 2 de dezembro e, nesta segunda (29), a Jovem Pan admitiu o erro, apontando que “a suposta taxação não existe e nem seria viável de acordo com a lei”. O programa exibido no início do mês foi retirado do ar.

Jovem Pan admite fake news sobre taxação de transações acima de R$ 5 mil. Foto: Reprodução
Vale lembrar que a Jovem Pan é alvo de uma denúncia do Ministério Público Federal (MPF) que pede o cancelamento de outorgas (autorização concedida para TVs e rádios funcionarem) por compartilhar fake news durante as eleições.

Segundo o órgão, a emissora teve “papel fundamental na campanha de desinformação” e veiculou “informações falsas”, estimulando golpistas após a derrota do ex-presidente Jair Bolsonaro nas eleições de 2022.

Fonte: DCM

Técnico do Valencia e seus três filhos morrem em naufrágio

Fernando Martín, treinador do time feminino B do Valencia. Foto: Divulgação

Fernando Martín, treinador do time feminino B do Valencia, faleceu tragicamente após o naufrágio de uma embarcação na Indonésia, juntamente com três de seus filhos. O acidente ocorreu na última sexta-feira (26) no Estreito da Ilha de Padar, perto de Labuan Bajo, uma popular área turística indonésia.

O naufrágio, que envolveu 11 pessoas, ocorreu em meio a condições climáticas extremas. O clube espanhol expressou profundo pesar, confirmando a morte de Martín e seus filhos e destacando o impacto devastador da perda.

Em um comunicado, o Valencia declarou estar “profundamente entristecido” com a tragédia e a perda do técnico de 44 anos, que também foi ex-jogador da segunda divisão espanhola. As autoridades locais, juntamente com as equipes de resgate da Indonésia e da Espanha, iniciaram buscas após o desaparecimento da embarcação.

Embora o corpo de Martín e de seus filhos ainda não tenha sido encontrado, os esforços de resgate continuaram até a manhã de domingo (28). Sua esposa e uma filha, além de quatro tripulantes e um guia turístico, foram resgatados e estão em segurança, segundo as autoridades de busca e resgate.

Fonte: DCM

O desabafo da mulher de Schumacher 12 anos após acidente


         Corinna Schumacher e Michael Schumacher. Foto: Divulgação

Corinna Schumacher, esposa de Michael Schumacher, fez um desabafo nas redes sociais nesta segunda-feira (29), data que marca os 12 anos do acidente de esqui sofrido pelo piloto em 2013. O heptacampeão mundial de Fórmula 1, hoje com 56 anos, segue fora dos holofotes, sem aparições públicas desde o incidente.

Desde então, a família e médicos têm cuidado de sua saúde, mas poucas informações sobre seu estado foram divulgadas. Em um post no X, ela revelou a saudade que sente do marido, afirmando que, embora ele siga vivo, sua presença é sentida de maneira diferente.

“Sinto falta do Michael todos os dias. Mas não sou só eu que sinto falta dele. São as crianças, a família, o pai, todos ao redor dele. Todos sentem falta do Michael, mas o Michael está aqui — diferente, mas aqui. Ele ainda me mostra o quão forte ele é todos os dias”, escreveu ela na conta do ex-piloto na rede social X.

Michael e Corinna têm dois filhos: Gina-Maria, de 28 anos, que se dedica ao hipismo, e Mike Schumacher, de 26 anos, que seguiu os passos do pai e também é piloto de automobilismo.

Fonte: DCM

Receita desmente fake news da Jovem Pan e emissora admite: “Erramos”


     Sede da Receita Federal. Foto: Breno Esaki/Metrópoles

A Receita Federal desmentiu fake news de que transações financeiras a partir de R$ 5 mil seriam taxadas. Em nota divulgada nesta segunda (29), o órgão afirma essas informações são completamente falsas e visam apenas criar pânico financeiro.

A Receita ressaltou que “a Constituição Federal proíbe a tributação de movimentações financeiras”, o que torna qualquer tentativa de taxar transações desse tipo não viável e inconstitucional. As mentiras em questão também afirmavam a existência de uma multa de 150% para aqueles que não declarassem o suposto tributo, algo que a Receita desmentiu veementemente.

“Não existe nenhuma tributação de 27,5% em transações, é completamente falso”, afirmou a nota divulgada pelo órgão. Além disso, a Receita reforçou que “não existe tributação por movimentação financeira” e que qualquer informação nesse sentido é totalmente infundada.

O programa “Pânico” da Jovem Pan, foi um dos responsáveis por compartilhar a fake news no último dia 2 de dezembro. Veja:


Em nota no seu site de notícias, o veículo admitiu que a informação era falsa e pediu desculpas. “Erramos (…). A reportagem conversou com especialistas e esclarece que, de fato, a suposta taxação não existe e nem seria viável de acordo com a lei”, diz a Jovem Pan.

Em sua nota, a Receita também alertou que “disseminar mentiras, fake news e pânico financeiro interessa apenas a criminosos”. O órgão apontou ainda que, a partir de janeiro, “quem ganha até R$ 5 mil estará completamente isento do imposto de renda”, e quem ganhar até R$ 7.350 terá desconto na tributação.

Leia a nota da Receita na íntegra:

Com o objetivo de enganar as pessoas, voltaram a circular nas redes sociais mentiras de que transações financeiras a partir de R$ 5 mil seriam taxadas. As fake news que estão circulando inventaram, desta vez, uma multa de 150% para quem não pagar o falso tributo. No entanto, cabe esclarecer que:


1 – A Constituição Federal proíbe a tributação de movimentações financeiras. Isso não existe e nunca irá existir nos termos da Constituição atual;

2 – Não existe nenhuma tributação de 27,5% em transações, é completamente falso;

3 – Também é mentira que exista qualquer multa de 150% por falta de declaração;

4 – Não existe tributação por movimentação financeira.

A Receita Federal esclarece que disseminar mentiras, fake news e pânico financeiro interessa apenas a criminosos. “A única verdade que mensagens falsas não querem contar é que: a partir de janeiro quem ganha até R$ 5 mil estará completamente isento do imposto de renda e quem ganha até R$ 7.350 terá desconto. Isso é o que os autores dessas mensagens falsas não querem que a população saiba.
Não caia em fake news!”, reforça o comunicado do órgão.

Fonte: DCM

Apucarana confirma grandes shows para o aniversário da cidade após Natal da Família histórico

Encerramento da programação natalina reuniu cerca de 20 mil pessoas e Prefeitura já prepara cinco noites de festa com seis atrações nacionais para celebrar os 82 anos do município


A Prefeitura de Apucarana encerrou neste domingo (28/12) a programação do Natal da Família 2025 com uma grande celebração no Centro da cidade, reunindo cerca de 20 mil pessoas na Praça Rui Barbosa. O evento marcou o fechamento de um mês de atividades gratuitas que combinaram lazer, cultura e convivência comunitária, ampliando a participação da população e fortalecendo a movimentação no comércio local.

Com o sucesso da programação natalina, o município já entra em clima de comemoração pelos seus 82 anos, com um calendário especial de eventos preparado para o mês de janeiro, reunindo atrações culturais, esportivas e grandes shows nacionais.

O prefeito Rodolfo Mota celebrou o encerramento do Natal da Família e destacou o novo momento vivido pela cidade. “Simplesmente inesquecível!!! Encerramento do Natal da Família 2025! Obrigado, Apucarana!!! Nossa cidade renasce e vibra todos os dias! Parabéns ao Rodrigo Recife e à equipe da Cultura. O Pixote foi demais!”, afirmou. O prefeito também reforçou: “vai ser um janeiro incrível de anúncios, obras, inaugurações, festejos e celebrações.”

A agenda de shows do aniversário da cidade foi anunciada pelo prefeito e prevê cinco noites de festa, reunindo seis atrações nacionais. No dia 27 de janeiro, acontece a Noite Ecumênica – Cultura de Paz, com o cantor gospel Ton Carfi e a dupla católica Ramon & Rafael. No dia 28, data do aniversário de Apucarana, o palco recebe a dupla sertaneja Maiara & Maraisa. No dia 29, será a vez da banda Paralamas do Sucesso; no dia 30, o cantor Mumuzinho; e, no dia 31, a dupla Edson & Hudson.
No sábado, 31 de janeiro, a programação do aniversário também inclui a 63ª Corrida Pedestre 28 de Janeiro, com a Vinteoitinha, tendo largada às 9 horas, além das provas de 5 km, às 19 horas, e da prova principal, às 20h15, todas com saída da Praça Rui Barbosa, integrando esporte, lazer e celebração em um único grande dia.

A programação gratuita do encerramento do Natal da Família teve início às 18 horas com a Tardezinha de Apucarana, que levou ao palco os grupos Di Responsa e Mandiuca, valorizando artistas locais e preparando o público para a atração principal da noite, o consagrado Grupo Pixote, um dos maiores nomes do pagode nacional.

A estrutura montada pela Prefeitura incluiu um palco em formato 360 graus, ampliando a visibilidade e a interação com o público, além de garantir maior integração entre os participantes. O modelo reforçou o caráter democrático do evento e contribuiu para que a praça fosse ocupada de forma ampla, confortável e segura, com apoio da Polícia Militar, da Guarda Civil Municipal e de um sistema de monitoramento por câmeras com reconhecimento facial.


O secretário municipal de Cultura e Turismo, Rodrigo Recife, destacou a participação da comunidade e o alcance da programação em toda a cidade. “O Natal da Família foi pensado para criar um grande clima natalino em Apucarana, com maior concentração de atividades no Centro, mas com a decoração se estendendo também aos distritos e patrimônios. Valorizar nossos artistas, trazer atrações de qualidade e ver a participação da comunidade em todos esses espaços é o que dá sentido a esse projeto”, afirmou.

Além do impacto cultural, o Natal da Família impulsionou a movimentação do comércio ao longo de todo o mês de dezembro, especialmente entre os dias 8 e 24. A presença constante do público fortaleceu bares, restaurantes, ambulantes e o comércio em geral, consolidando o evento como um importante indutor da atividade econômica local.

Fonte: Prefeitura de Apucarana

Bolsonaro faz nova cirurgia para tratar soluços


       O ex-presidente Jair Bolsonaro em hospital. Foto: Reprodução

O ex-presidente Jair Bolsonaro passou por um segundo procedimento na tarde de segunda (29) para tratar uma crise de soluços persistentes. O procedimento, conhecido como “bloqueio do nervo frênico”, teve duração de aproximadamente uma hora e foi realizado no lado esquerdo, após uma intervenção similar no lado direito realizada no sábado (27).

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro foi quem informou sobre a realização do procedimento em suas redes sociais. “Procedimento finalizado. Graças a Deus, agora aguardamos ele subir para o quarto”, escreveu na tarde desta segunda no Instagram.

O bloqueio do nervo frênico é indicado para casos de soluços que não respondem a tratamentos com medicamentos. Segundo os médicos, a intervenção no nervo de ambos os lados simultaneamente é arriscada devido ao risco de complicações respiratórias.

A decisão pelo bloqueio foi tomada após uma crise intensa de soluços na sexta (26), que impediu Bolsonaro de dormir adequadamente, mesmo com o uso de medicamentos. Ele está internado no Hospital DF Star desde quarta (24), quando deu entrada para realizar uma cirurgia de hérnia inguinal bilateral.

Michelle e Jair Bolsonaro. Foto: Carla Carniel/Reuters
A cirurgia foi concluída com sucesso no dia seguinte, com autorização do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, a pedido da defesa do ex-presidente. Após o bloqueio do nervo frênico, Bolsonaro deverá permanecer em observação por pelo menos 48 horas, antes de uma possível alta hospitalar, caso não haja intercorrências.

A alta dependerá da avaliação clínica dos médicos. O ex-presidente seguirá com fisioterapia para reabilitação, além de medidas preventivas contra trombose venosa e cuidados clínicos gerais.

Em relação aos soluços persistentes, Michelle disse que o quadro tem sido uma das principais queixas de saúde do ex-presidente durante sua internação. Ela também solicitou orações e apoio de seus seguidores para a recuperação de Bolsonaro, destacando a importância da força e das orações para superar esse momento difícil.

Fonte: DCM

Jair Renan visita Bolsonaro: "meu pai não está bem"

Vereador afirma que Jair Bolsonaro segue sonolento e em jejum

       Jair Renan Bolsonaro (Foto: Reprodução/Youtube/Leo Dias)

O vereador de Balneário Camboriú (SC) Jair Renan Bolsonaro (PL) visitou o pai, Jair Bolsonaro (PL), internado no Hospital DF Star, em Brasília, e relatou que o estado de saúde ainda inspira cuidados. Segundo ele, Bolsonaro não apresenta boas condições clínicas neste momento, permanecendo sonolento e em jejum após passar por cirurgia recente.

Na saída do hospital, Jair Renan afirmou: “Meu pai não está bem. Se estivesse bem, não estaria fazendo cirurgia”.

Bolsonaro foi submetido a uma cirurgia de hérnia inguinal bilateral no dia 25 de dezembro e, desde então, enfrenta crises persistentes de soluço. Para tratar o problema, os médicos iniciaram um protocolo de radiointervenção com bloqueio do nervo frênico. No sábado (27), foi realizado o bloqueio anestésico do nervo frênico direito. Nesta segunda-feira (29), o ex-presidente passa por um novo procedimento, desta vez no nervo frênico esquerdo.

De acordo com a equipe médica, o procedimento consiste na aplicação de anestésico local próximo ao nervo, com o objetivo de interromper temporariamente a função do diafragma e, assim, controlar os soluços. O efeito do anestésico costuma durar entre 12 e 18 horas. Após a intervenção, Bolsonaro permanecerá internado para observação e acompanhamento da evolução do quadro clínico.

Além do controle dos soluços, o ex-presidente seguirá com cuidados pós-operatórios, incluindo fisioterapia para reabilitação, medidas de prevenção de trombose venosa e acompanhamento clínico contínuo. A internação não exige permanência em unidade de terapia intensiva, e a alta hospitalar dependerá da evolução do estado de saúde e da retomada do autocuidado.

Fonte: Brasil 247

Ex-dirigentes do BC veem pressão do STF e dizem que liquidação do Master não tem retorno

Para ex-diretores do Banco Central, reversão da medida exigiria bilhões e ignoraria indícios graves de fraude no banco controlado por Daniel Vorcaro

          Sede do Banco Central em Brasília-DF - 29/10/2019 (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

A liquidação do banco Master, decretada em 18 de novembro pelo Banco Central, é considerada um processo sem volta por ex-dirigentes da autoridade monetária ouvidos por Mariana Barbosa, do UOL. Desde o início da intervenção, a instituição financeira já promoveu demissões, devolveu escritórios e perdeu completamente a capacidade de operar no mercado, segundo avaliação de especialistas que acompanharam de perto o caso.

Na avaliação desses ex-diretores, a tentativa de reverter a liquidação no Supremo Tribunal Federal expõe o Banco Central a uma pressão inédita e compromete a segurança jurídica do sistema financeiro.

Luiz Fernando Figueiredo, que integrou a diretoria do Banco Central entre 1999 e 2003, afirma que uma eventual reversão da liquidação seria inviável do ponto de vista financeiro. “Se o Supremo reverter a liquidação na canetada, de onde vão tirar R$ 40 bilhões para colocar dentro do banco?”, questiona. Para ele, o Master já apresentava uma situação patrimonial insustentável antes mesmo da decisão formal do BC.

Segundo Figueiredo, a instituição só não havia colapsado anteriormente porque contava com apoio do Fundo Garantidor de Crédito. “O Master só não estava insolvente pois o Fundo Garantidor de Crédito ainda estava emprestando. Mas o patrimônio líquido estava negativo, os ativos não valiam nada e foi encontrada uma fraude gravíssima de R$ 12,2 bilhões nas carteiras de crédito, que nunca se viu no sistema financeiro. Todos os elementos para a liquidação estavam lá”, declarou.

Outro ponto levantado pelos ex-dirigentes é que a liquidação de instituições financeiras é uma atribuição exclusiva do Banco Central, não cabendo ao Judiciário rever decisões dessa natureza. Eles destacam que, até hoje, nenhuma liquidação bancária havia sido questionada nos moldes do que ocorre agora, especialmente envolvendo o STF.

O caso ganhou ainda mais repercussão após revelações sobre possíveis conflitos de interesse. Reportagem de Malu Gaspar, do jornal O Globo, informou que a esposa do ministro Alexandre de Moraes teria sido contratada para atuar na defesa do banco por R$ 3,6 milhões mensais durante três anos. O jornal também relatou que Moraes teria tratado do tema com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, informação negada pelo ministro.

Além disso, o ministro Dias Toffoli é apontado como amigo do advogado Augusto de Arruda Botelho, responsável pela defesa do diretor financeiro do Master, Luiz Bull. Ambos teriam viajado juntos para a final da Libertadores em um jatinho, e, no dia seguinte, Toffoli determinou sigilo sobre o processo no Supremo.

Gustavo Loyola, que presidiu o Banco Central nos anos 1990 e foi consultor do Master entre 2023 e 2025, comparou o episódio a pressões sofridas durante o Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional (Proer). “Era também bullying regulatório, mas de outro tipo. A crítica era que o BC estava salvando banqueiros”, relembrou.

Para Loyola, a decisão de Toffoli de convocar uma acareação fragiliza a atuação do Banco Central e coloca a instituição e o diretor responsável pelo caso, Aquino, em uma “situação difícil”. Ele afirma ainda que o BC sofreu uma pressão “inédita” de outros bancos favoráveis à liquidação e defende que o processo siga seu curso normal, tanto no âmbito administrativo quanto nas investigações criminais em andamento.

Fonte: Brasil 247 com informações do UOL

Grupo aposta R$ 13 milhões na Mega da Virada para tentar ganhar R$ 1 bilhão


         Bilhete de preenchimento para aposta na Mega da Virada. Foto: reprodução

Um grupo formado há 13 anos em Goiás registrou cerca de R$ 13 milhões em apostas para a Mega da Virada. De acordo com o sargento Glaciel Andrade, de Cachoeira Dourada, que organiza três bolões, são 57 jogos de 20 números cada, com valor individual de R$ 239,5 mil. Os participantes adquiriram cotas variadas e parte dos jogos ainda pode ser registrada até o sorteio do dia 31 de dezembro.

Os três bolões foram divididos em grupos chamados Jogo Milhão, Super Bolão e Amigos Sargento Glaciel, com cotas que variam de R$ 900 a R$ 2.280. Segundo o organizador, há participantes de vários estados, como Goiás, São Paulo, Minas Gerais e Paraná, além de pessoas que vivem em outros países, como Estados Unidos, Suíça, Inglaterra e Portugal. As apostas foram registradas em diferentes lotéricas do país.

O grupo tem histórico de premiações anteriores. De acordo com Glaciel, foram acertadas 10 quinas e 222 quadras na última Mega da Virada, com premiação de R$ 1,2 milhão. Desde a criação, ele afirma que os participantes já acumularam cerca de R$ 15 milhões em prêmios e também venceram na Lotofácil da Independência, com valor de R$ 4,9 milhões.

Fonte: DCM

VÍDEO: PMs pedem para pais tirarem bebê de sol forte na praia e cena gera revolta

Casal é abordado por policiais. Foto: Reprodução

Um vídeo gravado em Balneário Camboriú, em Santa Catarina, mostra policiais militares orientando um casal a retirar um bebê da praia durante período de forte calor. A criança estava em um carrinho, e as temperaturas passavam dos 30 °C. Segundo a jornalista Bruna Froehner, que registrou as imagens, banhistas e um guarda-vidas conversaram com os pais antes da chegada da PM.

De acordo com o relato, o casal foi orientado a desligar uma caixa de som e a retirar o bebê do sol, com a informação de que o Conselho Tutelar poderia ser acionado se a orientação não fosse seguida. Após alguns minutos, o casal deixou o local com o som desligado. Não houve registro de confusão durante a abordagem.

O episódio repercutiu nas redes sociais após a divulgação do vídeo. Especialistas ressaltam que bebês não devem ser expostos diretamente ao sol e que o uso de protetor solar não é indicado para menores de seis meses, recomendando proteção física, hidratação frequente e evitar horários de maior incidência solar.

Fonte: DCM

Trump abandonou Bolsonaro porque 'não tolera perdedores', diz diplomata dos EUA

John Feeley, ex-embaixador estadunidense no Panamá, diz que o presidente dos EUA age de forma imprevisível

      Jair Bolsonaro e Donald Trump (Foto: Alan Santos/PR)

O recuo dos Estados Unidos em tarifas comerciais e sanções impostas a autoridades brasileiras não foi resultado de uma vitória diplomática do Brasil, mas consequência direta de uma mudança de percepção do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o ex-mandatário Jair Bolsonaro (PL). A avaliação é de John Feeley, ex-embaixador estadunidense no Panamá e especialista em América Latina, que atribui o episódio ao comportamento errático e personalista do chefe da Casa Branca.

Em entrevista à BBC News Brasil, Feeley afirmou que Trump passou a tratar Bolsonaro como um aliado “descartável” após sua derrota eleitoral, condenação e prisão, deixando de vê-lo como um ativo político relevante no Brasil.

◈ Trump, Bolsonaro e a lógica do descarte político

Segundo o diplomata, a relação entre Trump e Bolsonaro nunca foi sustentada por um vínculo estratégico duradouro, mas por afinidades circunstanciais. “Assim que Bolsonaro perdeu, ou seja, assim que foi condenado e preso, Donald Trump o viu como um perdedor, e se há algo que Donald Trump não tolera são perdedores”, afirmou Feeley.

Na avaliação do ex-embaixador, o interesse do presidente dos Estados Unidos pelo Brasil sempre foi limitado. “Não acho que Donald Trump saiba muito sobre Bolsonaro. Posso quase garantir que ele não acorda todos os dias pensando no Brasil”, disse. Para ele, o afastamento foi automático quando Bolsonaro deixou de exercer protagonismo político. “Assim que Bolsonaro deixou de ser uma referência na política brasileira e o Estado de Direito e a justiça democrática prevaleceram no Brasil, Donald Trump simplesmente o descartou.”

◈ Sanções, tarifas e o peso do lobby em Washington

As tensões entre Brasil e Estados Unidos se intensificaram após a imposição de tarifas de 40% sobre produtos agrícolas brasileiros e a inclusão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes na lista de sancionados pela Lei Magnitsky. As medidas, posteriormente revertidas, ocorreram durante o julgamento de Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado.

Feeley avalia que essas ações não partiram de uma estratégia institucional consistente, mas da atuação de aliados do ex-mandatário brasileiro em Washington. “Acho que a reação inicial dos Estados Unidos, ou da administração Trump, ao julgamento de Bolsonaro foi resultado direto do lobby de Eduardo Bolsonaro, seu filho, em Washington”, disse.

Segundo ele, o presidente dos Estados Unidos é vulnerável a pressões de grupos com acesso ao poder político. “Trump pode ser manipulado por assessores da K Street, por pessoas que conseguem chegar a figuras importantes dentro do governo, e vimos isso muitas e muitas vezes nos últimos 10 meses”, ressaltou Feeley.

◈ Imprevisibilidade de Donald Trump

Para Feeley, negociar com Trump é uma tarefa instável e sujeita ao acaso. “Donald Trump é um presidente muito, muito imprevisível, assistemático e economicamente ignorante”, afirmou ao analisar a reversão das sanções. Na sua avaliação, o desfecho favorável ao Brasil não deve ser interpretado como resultado de uma estratégia bem-sucedida de negociação. “Acho que Lula, francamente, teve sorte”, disse o ex-embaixador, ao comentar os elogios feitos por analistas internacionais ao governo brasileiro após a normalização das relações com Washington.

◈ Venezuela, sanções e ausência de estratégia

Na entrevista, Feeley também analisou a política dos Estados Unidos em relação à Venezuela, especialmente o bloqueio a navios petroleiros sancionados. Para ele, a medida é mais eficaz do que ações anteriores, mas não deve ser apontada como a causa principal da crise humanitária no país.

“É sempre um erro criticar qualquer embargo ou bloqueio a um país que tem sido sistematicamente abusado pelos seus próprios líderes nas últimas duas décadas, atribuindo-o como a principal causa da miséria da população”, afirmou. Segundo Feeley, “a razão pela qual os venezuelanos estão vivendo na miséria […] é o desastroso modelo econômico de Nicolás Maduro”.

Ainda assim, o diplomata criticou a falta de clareza estratégica do governo Trump. “Não acredito que seja uma política baseada em uma estratégia bem elaborada”, disse, ao questionar a ausência de um objetivo final declarado nas ações americanas.

◈ Papel do Brasil no cenário regional

Ao abordar o papel do Brasil diante das tensões regionais, Feeley destacou a experiência recente do país na defesa de suas instituições democráticas. Para ele, essa vivência confere ao Brasil uma posição relevante no debate internacional sobre limites ao Poder Executivo.

“Espero que os Estados Unidos possam se inspirar no exemplo do Brasil, que, a meu ver, tem sido muito mais receptivo aos limites democráticos do Poder Executivo do que os Estados Unidos, até o momento”, afirmou. Na avaliação do ex-embaixador, o principal ativo brasileiro no cenário internacional atual é a consolidação de sua democracia, mais do que qualquer papel direto de mediação em conflitos externos.

Fonte: Brasil 247

Malu Gaspar recua e muda versão sobre reunião entre Moraes e Galípolo


            Malu Gaspar e Alexandre de Moraes. Foto: reprodução

A jornalista Malu Gaspar recuou da narrativa que havia atribuído ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), uma suposta pressão sobre o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, no caso envolvendo o Banco Master. Em novo artigo publicado nesta segunda-feira (29) no jornal O Globo, a colunista admite que não houve a pressão inicialmente descrita e reformula pontos centrais da apuração que havia desencadeado um ataque coordenado da mídia liberal ao magistrado.

No texto publicado em 22 de dezembro, Malu Gaspar afirmou que “Moraes procurou o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, pelo menos quatro vezes para fazer pressão em favor do Banco Master”.

A afirmação, que teve o banqueiro André Esteves como fonte, foi negada tanto por Moraes quanto por Galípolo, que sustentaram que os encontros trataram exclusivamente das sanções impostas ao ministro e à sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, com base na Lei Magnitsky.

No novo artigo, intitulado “A acareação de Toffoli ajuda plano da defesa do Master para desmontar investigação de fraude”, a jornalista altera o enquadramento dos fatos. Segundo ela, durante o período em que o Banco Central analisava a liquidação do Master, em julho de 2025, “ocorreu uma reunião em que o ministro do STF Alexandre de Moraes pediu a Galipolo pelo Master”.

Em seguida, porém, admite que, ao ser informado sobre as fraudes identificadas pelo Banco Central, Moraes recuou. “Ao ser informado por Galípolo de que o BC havia descoberto as fraudes, Moraes recuou e disse que tudo precisava ser investigado”, escreveu.

Lavajatista, Malu Gaspar aparece sorridente ao entrevistar Sérgio Moro. Foto: reprodução
Malu Gaspar também retoma o contrato firmado entre o escritório de Viviane Barci de Moraes e o banco de Daniel Vorcaro, no valor de R$ 130 milhões. O acordo, apresentado anteriormente como revelação, já havia sido noticiado meses antes pela Folha de S.Paulo, em reportagem que tratava da disputa entre grandes grupos financeiros pela compra do Master. No novo texto, a jornalista reconhece que a liquidação do banco foi respaldada tecnicamente.

A colunista passa então a direcionar suas críticas ao ministro Dias Toffoli, sugerindo que a acareação marcada para esta terça-feira (30), entre Vorcaro, representantes do Banco Central e o ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), faria parte de uma estratégia da defesa do banqueiro para “minar a credibilidade do Banco Central e desmontar o trabalho que levou à liquidação do Master”. Ainda assim, admite que a tese de reversão da liquidação não encontra sustentação técnica.

Ao final do artigo, Malu Gaspar reconhece que a decisão foi colegiada e unânime. “A liquidação foi decidida com a aprovação unânime da diretoria colegiada do BC, incluindo o voto sim do presidente, Gabriel Galipolo. A responsabilidade, portanto, é de toda a cúpula da autarquia”, escreveu, desmontando o eixo central da narrativa anterior que havia atribuído responsabilidade direta a Alexandre de Moraes.

Fonte: DCM

Brasil bate recorde no turismo e se consolida como destaque global em 2025

Crescimento de 40% nas chegadas internacionais coloca o país no topo do ranking mundial de expansão do setor

    Aeroporto movimentado (Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)

O Brasil encerra 2025 com um desempenho histórico no turismo internacional e doméstico, consolidando-se como um dos principais protagonistas do setor no cenário global. O país alcançou a marca inédita de mais de 9 milhões de turistas estrangeiros ao longo do ano, resultado que representa um crescimento de 40% em relação a 2024 e supera com folga as projeções iniciais para o período.

Os dados confirmam que o Brasil foi o país com maior taxa de crescimento do turismo no mundo em 2025, à frente de destinos que também apresentaram forte expansão, como Egito, Japão, Vietnã e Etiópia.

O avanço expressivo se refletiu em diferentes frentes do setor. Nos principais destinos turísticos, o fim de ano vem sendo marcado por voos lotados, hotéis com alta taxa de ocupação e intensa movimentação nas praias e polos urbanos. O desempenho também reforçou a importância do mercado interno, que seguiu aquecido ao longo de todo o ano.

Durante cerimônia de posse realizada em dezembro, o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, destacou o papel social do setor no desenvolvimento do país. “O turismo tem que ser do povo, pelo povo e para o povo. Promovendo eventos que geram alegria, emprego e renda. Promovendo o acesso dos nossos belos destinos a quem ganha menos no país, que é a maioria da população. Porque felicidade e alegria não podem ser questão de classe social: têm de ser símbolo da justiça social, da igualdade”, afirmou.

O desempenho brasileiro também foi reconhecido internacionalmente. Segundo o relatório World Tourism Barometer, da ONU Turismo, divulgado em novembro, o Brasil liderou o crescimento das chegadas de turistas estrangeiros entre os principais destinos globais, consolidando sua posição no mapa mundial do turismo.

Para o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, os números refletem o êxito das estratégias de promoção do país no exterior. “A energia do Brasil contagiou o mundo, provando o sucesso das nossas estratégias de promoção. Somos o país com maior crescimento no turismo internacional em todo o planeta, alcançando um novo patamar de competitividade global. Sentimos o efeito prático desse avanço na geração de emprego e renda para milhares de famílias brasileiras”, avaliou.

O ex-ministro do Turismo, Celso Sabino, também ressaltou o caráter estruturado do crescimento registrado em 2025. “A marca histórica de 9 milhões de turistas estrangeiros é resultado de um trabalho sério, técnico e integrado com todo o setor. O Brasil voltou ao mapa do turismo mundial mais forte e preparado. Esse crescimento impulsiona a economia e reforça o nosso compromisso de fazer do turismo uma das grandes forças do desenvolvimento nacional”, analisou.

Além do aumento no fluxo de visitantes, as receitas do turismo internacional atingiram patamares inéditos. Entre janeiro e novembro, turistas estrangeiros movimentaram US$ 7,17 bilhões na economia brasileira, um avanço de 8,41% na comparação com o mesmo período de 2024. São Paulo liderou como principal porta de entrada, com quase 2,5 milhões de visitantes internacionais, seguido por Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina.

A Argentina manteve-se como o maior emissor de turistas para o Brasil, com 3,1 milhões de visitantes em 11 meses, crescimento de 82,1% em relação ao ano anterior. Chile, Estados Unidos, Uruguai e Paraguai completam a lista dos principais mercados emissores.

O turismo doméstico também apresentou números robustos. Nos dez primeiros meses de 2025, 83,2 milhões de passageiros circularam em voos internos, consolidando o Brasil como o quarto maior mercado doméstico de aviação do mundo. Levantamento do Ministério do Turismo, em parceria com a Nexus – Pesquisa e Inteligência de Dados, apontou Fernando de Noronha, Porto de Galinhas e Lençóis Maranhenses entre os destinos que mais despertam o interesse dos brasileiros.

A expansão do setor foi acompanhada por investimentos em infraestrutura e crédito. Mais de 90% da força produtiva do turismo nacional é composta por micro, pequenas e médias empresas, que tiveram apoio do Novo Fundo Geral do Turismo (Fungetur). Desde 2023, foram realizadas 4,99 mil operações, somando R$ 2,34 bilhões em crédito para empreendimentos do setor.

O Cadastro dos Prestadores de Serviço Turístico (Cadastur) também registrou crescimento significativo, alcançando 183 mil empreendimentos cadastrados em todo o país. Esse fortalecimento se refletiu diretamente na geração de renda local. O artesão Simão Bezerra, que atua em Novo Airão, no Amazonas, resume esse impacto ao afirmar: “É através do turismo que nós conseguimos gerar renda para as nossas famílias”.

Outro segmento em alta foi o turismo de negócios. Até outubro de 2025, o faturamento superou R$ 11 bilhões, com destaque para viagens corporativas, hotéis, transporte aéreo e cruzeiros. No mercado de trabalho, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apontou mais de 1,5 milhão de admissões formais no setor entre janeiro e outubro, com saldo positivo de 90,5 mil novos postos.

A realização da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), em Belém, foi um dos marcos do ano. O evento reforçou a imagem do Brasil como destino sustentável e ampliou a visibilidade internacional do país. Durante a conferência, foi lançada a Trilha Amazônia Atlântica, com 468 quilômetros de extensão, conectando áreas protegidas, comunidades tradicionais e atrativos históricos do Pará.

Na ocasião, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou a hospitalidade local. “O povo de Belém é um povo extraordinariamente alegre, e qualquer convidado estrangeiro vai se sentir em casa aqui. E nós temos uma culinária invejável. Eu penso que os estrangeiros que estiverem aqui, quando sentarem à mesa e começarem a ver a diversidade da nossa culinária, eles vão sair daqui muito orgulhosos de terem conhecido a cidade e o povo”, declarou.

O calendário de grandes eventos também impulsionou o setor. A Cúpula do BRICS, realizada no Rio de Janeiro, o Carnaval, feiras internacionais, a Fórmula 1 e grandes shows contribuíram para a movimentação econômica. O Carnaval de 2025 reuniu mais de 53 milhões de pessoas e gerou receitas superiores a R$ 12 bilhões. Já o show de Lady Gaga, em Copacabana, teve impacto econômico estimado em R$ 600 milhões, atraindo entre 1,6 milhão e 2 milhões de pessoas.

Com a chegada da alta temporada de verão, o setor aéreo projetou uma oferta recorde. Entre dezembro de 2025 e fevereiro de 2026, estão programados cerca de 150 mil voos e 20 milhões de assentos, crescimento de 15% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear).

Fonte: Brasil 247