Sempre pode piorar. Cristiane Maravilha, esposa de Túlio Maravilha, se pronunciou após viralizar o vídeo em que sua filha, Tulliane, aparece dizendo que não irá cursar uma universidade pública mesmo após ser aprovada em duas instituições do Rio de Janeiro. Em nova publicação nas redes sociais, afirmou que a decisão foi tomada para preservar a adolescente de possíveis episódios de hostilidade e bullying relacionados à condição financeira da família.
Segundo a influencer, a repercussão negativa do caso distorceu o sentido das falas iniciais. Ela afirmou conhecer situações semelhantes envolvendo estudantes com boa condição financeira em universidades públicas.
“Conheço famosas e bem de vida que estavam estudando em faculdades federais e eram criticadas todos os dias e fizeram até bullying com elas, porque não deixaram a vaga para outros”, declarou. Para ela, esse cenário pesou na decisão familiar de optar por uma instituição privada.
A mãe da estudante também reagiu às críticas recebidas após o primeiro vídeo, classificando parte das reações como fruto de ressentimento. Cristiane disse que as pessoas “levaram a situação para um lado ruim” e atribuiu os ataques a “pessoas mal resolvidas”. Ela reforçou que, desde o início, a filha deixou claro que abriria mão da vaga para que fosse ocupada por alguém que realmente precisasse.
No vídeo que deu origem à discussão, publicado no sábado (7), o ex-jogador Túlio Maravilha aparece ao lado da esposa e da filha explicando que, por “valores familiares”, a jovem seguiria em uma faculdade particular.
Cristiane detalhou esse ponto ao afirmar: “Um dos fatos maiores que a gente não permite nossos filhos irem para a federal é a gente manter os nossos valores familiares”. Em seguida, acrescentou que “a universidade particular alinha mais aos nossos pensamentos e aos nossos princípios”.
Cristiane também citou fatores ligados à segurança e à qualidade de vida. “Engloba mais a nossa segurança, qualidade de vida e o mundo que queremos preservar”, afirmou. Túlio reforçou a decisão mencionando dificuldades de deslocamento e a situação estrutural das universidades federais no Rio de Janeiro, citando greves e períodos prolongados sem aulas.
Tulliane contou que foi aprovada em Nutrição na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e em Odontologia na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), mas decidiu não ocupar nenhuma das vagas. “Eu passei, mas vou deixar minha vaga para quem realmente precisa, não tem condições de pagar uma faculdade particular”, disse a estudante.
Fonte: DCM
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