sábado, 7 de fevereiro de 2026

Vítima de homofobia em padaria reage à prisão de mulher: “Prometi que se arrependeria”


O jornalista Rafael Gonzaga comentou a prisão de Jaqueline Santos Ludovico, condenada por homofobia. Foto: Reprodução

A reação da vítima de um ataque homofóbico em uma padaria no Centro de São Paulo ganhou repercussão após a prisão de Jaqueline Santos Ludovico, condenada por homofobia e considerada foragida desde outubro. Detida pela Polícia Federal ao desembarcar no Aeroporto Internacional de Campinas (Viracopos), na quarta-feira (4), ela havia retornado da Espanha depois de descumprir medidas judiciais.

Em publicação nas redes sociais, o jornalista Rafael Gonzaga, alvo das ofensas, afirmou que a prisão representa uma resposta à impunidade. “Naquele dia, eu prometi que ela ia se arrepender disso para o resto da vida dela, e eu cumpri minha promessa”, escreveu. A PF confirmou nesta sexta-feira (6) a identidade da presa e informou que a prisão preventiva havia sido decretada em janeiro, após o descumprimento das condições impostas quando ela respondia a processos em liberdade.

O ataque ocorreu em 3 de fevereiro de 2024, quando Gonzaga e o companheiro foram hostilizados verbalmente após estacionarem o carro ao lado do veículo de Jaqueline. Meses depois, ela foi presa em flagrante por atropelar um homem dirigindo embriagada e tentar fugir sem prestar socorro, mas acabou solta — benefício que descumpriu ao deixar o país.

Fonte: DCM

Nenhum comentário:

Postar um comentário