A investigação sobre a morte do cão comunitário Orelha, na Praia Brava, em Florianópolis, analisa cerca de mil horas de imagens de câmeras de segurança. A polícia já ouviu mais de 20 testemunhas, mas ainda não encontrou registros do momento exato do crime. “Do momento da agressão, não. Nós temos um fecho de indícios convergentes”, afirmou a delegada ao “Fantástico”, da TV Globo.
Dois dos quatro adolescentes suspeitos voltaram dos Estados Unidos na quinta-feira (29) e tiveram os celulares apreendidos no aeroporto. “Os celulares estão em posse da Polícia Científica, que está realizando a extração de todas as informações”, explicou o delegado Renan Balbino. Os nomes não são divulgados por serem menores de idade.
O pai de um dos investigados defendeu o filho ao “Fantástico”: “Se ele fez alguma coisa e ficar provado, ele tem que responder. Mas tem que ser provado”. O advogado de duas famílias pede que a investigação apure a “verdade” e responsabilize apenas os culpados “na medida da sua culpabilidade”. Veja a matéria completa:
Fonte: DCM
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