quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

Governo Lula oficializa aumento de R$ 103 no salário mínimo; saiba novo valor


            O governo federal oficializou o salário mínimo de R$ 1.621 para 2026

O governo federal publicou, no Diário Oficial desta quarta-feira (24), o Decreto nº 12.797, que oficializa o reajuste do salário mínimo para R$ 1.621 a partir de 1º de janeiro de 2026. O aumento de R$ 103 foi confirmado em meio ao cenário de inflação e crescimento econômico, e já afetará salários e benefícios como o seguro-desemprego e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que serão pagos no início de fevereiro.

O novo valor do salário mínimo representa um aumento de 6,79%, e o reajuste visa garantir o poder de compra dos trabalhadores, conforme determina a Constituição Brasileira. O salário mínimo é considerado a menor remuneração que um trabalhador formal pode receber no Brasil e serve como referência para 59,9 milhões de pessoas, incluindo aposentados e beneficiários do sistema de seguridade social.

A Constituição exige que o salário mínimo seja ajustado periodicamente, de modo a preservar o poder de compra da população. Além disso, o valor deve ser fixado levando em conta a inflação e as necessidades básicas dos trabalhadores, como moradia, alimentação e saúde. De acordo com o Dieese, o valor necessário para cobrir as despesas mínimas de uma família de quatro pessoas seria de R$ 7.067,18, mais de quatro vezes o valor do salário mínimo atual.

O presidente Lula aparece ao lado do ministro Fernando Haddad (Fazenda)
Nos governos anteriores, o salário mínimo foi reajustado apenas pela inflação. No entanto, durante o mandato de Lula, o reajuste foi ampliado, incorporando ganhos reais para além da inflação, com o objetivo de garantir uma maior valorização do trabalhador. Esse reajuste mais generoso ocorre devido à promessa de campanha do presidente, que defendeu uma política de valorização do salário mínimo.

Para chegar aos R$ 1.621, o governo utilizou uma nova fórmula, que combina o crescimento do PIB com a inflação acumulada até novembro de 2025. O aumento é mais expressivo do que o esperado se fosse aplicado apenas a correção pela inflação. De acordo com os cálculos, um aumento de R$ 103 resulta em um impacto de cerca de R$ 43,2 bilhões nas despesas obrigatórias do governo, o que pode afetar o orçamento destinado a outras áreas.

Fonte: DCM

VÍDEO – Apresentador bolsonarista paga mico em frente a loja das Havaianas


        O apresentador Sikêra Júnior em frente a loja das Havaianas. Foto: Reprodução

O apresentador bolsonarista Sikêra Júnior publicou um vídeo nas redes sociais neste domingo (21) em frente a uma loja das Havaianas. Nas imagens, ele aparece pulando com o pé direito e faz referência direta à marca. A gravação foi divulgada após a repercussão da última campanha publicitária da empresa.

A publicação menciona a propaganda estrelada pela atriz Fernanda Torres. Na peça, a artista afirma: “Não quero que você comece o ano com o pé direito”. A frase gerou a revolta de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, que decidiram jogar seus chinelos no lixo em protesto.

O vídeo de Sikêra Júnior passou a ser compartilhado por seguidores e perfis de apoio ao apresentador. Até o momento da postagem, a Havaianas não havia se posicionado sobre a manifestação do comunicador nas redes sociais.

Fonte: DCM

Cirurgia de Bolsonaro vai durar 4 horas, dizem médicos


          O ex-presidente Jair Bolsonaro no hospital DF Star, em Brasília. Foto: Reprodução

A cirurgia de Jair Bolsonaro (PL), prevista para amanhã (25/12), tem duração estimada de quatro horas, de acordo com os médicos responsáveis pelo procedimento. O ex-presidente será operado para tratar de uma hérnia inguinal bilateral, uma intervenção já confirmada pela perícia médica da Polícia Federal. O cirurgião Cláudio Birolini, que acompanha o caso, explicou que a operação será realizada no início do dia e, inicialmente, não inclui o tratamento para os problemas de soluço de Bolsonaro. As informações são do UOL.

O soluço persistente de Bolsonaro, que chega a ocorrer de 30 a 40 vezes por minuto, será tratado em um segundo momento. A equipe médica está estudando a possibilidade de uma anestesia no diafragma, um procedimento não considerado cirurgia, para amenizar os sintomas. A previsão é que esse tratamento seja feito após a alta hospitalar, já no início da próxima semana. “O foco amanhã é apenas a cirurgia da hérnia”, afirmou Birolini.

Bolsonaro foi transferido para o hospital DF Star em Brasília em um comboio da Polícia Federal. Ele passará a noite de Natal internado, com expectativa de alta dentro de sete dias, após os cuidados pós-operatórios que incluem fisioterapia, monitoramento de feridas e prevenção de trombose. O ex-presidente, que apresenta sinais de depressão e ansiedade, deverá seguir internado sob vigilância médica.

Carlos Bolsonaro fala com jornalistas do lado de fora do hospital DF Star, em Brasília
A ansiedade de Bolsonaro, conforme afirmou o cardiologista Brasil Caiado, tem impacto direto nos episódios de soluço, afetando seu sono. Caiado também destacou que, ao receber alta, Bolsonaro retornará à Superintendência da Polícia Federal, com todos os cuidados médicos necessários para garantir sua segurança. O ex-presidente será acompanhado por sua esposa, Michelle Bolsonaro, autorizada por Alexandre de Moraes, ministro do STF, a permanecer com ele no hospital.

O tratamento para o soluço de Bolsonaro, segundo o médico, é uma medida que será adotada em um segundo momento, após a realização da cirurgia da hérnia. O foco inicial é garantir que o procedimento corra sem complicações, como já ocorreu em sua cirurgia de emergência em abril, que durou 12 horas. A visita de familiares será liberada conforme as normas do hospital DF Star.

O caso de Bolsonaro continua a ser monitorado pela Polícia Federal, e a população acompanha as atualizações sobre o estado de saúde do ex-presidente, que está afastado temporariamente das atividades políticas devido à internação.

Fonte: DCM com informações do UOL

Sóstenes mostra escritura e IR para tentar explicar dinheiro apreendido pela PF

Deputado diz que montante vem de imóvel vendido por R$ 500 mil no Triângulo Mineiro

       Sóstenes Cavalcante (Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados)

O líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (RJ), voltou a se manifestar publicamente sobre os R$ 430 mil em dinheiro vivo apreendidos pela Polícia Federal em um flat alugado por ele no Distrito Federal. Em vídeo divulgado nas redes sociais nesta quarta-feira, o parlamentar apresentou cópias da escritura de um imóvel e de sua declaração do Imposto de Renda para sustentar a versão de que os valores têm origem lícita.

Sóstenes é investigado pela Polícia Federal sob suspeita de desvio de recursos públicos da cota parlamentar, em apuração que também inclui o deputado Carlos Jordy, colega de bancada.

No vídeo, Sóstenes reafirma que o montante encontrado pelos agentes federais seria resultado da venda de uma casa localizada em Ituiutaba, no Triângulo Mineiro. Segundo ele, o imóvel foi adquirido em 2023 e a operação de venda foi devidamente informada à Receita Federal no ano seguinte. “DeclareI no meu imposto de renda em 2024. Então, tudo conforme manda a lei, nada ilegal. Porque quem não deve, não teme”, afirmou o deputado, enquanto exibia os documentos.

Ainda de acordo com o parlamentar, a residência chegou a ser anunciada por uma imobiliária pelo valor de R$ 690 mil, mas acabou sendo vendida por R$ 500 mil. Ele explicou que o pagamento foi realizado à vista e em dinheiro. “Após uma reforma, coloquei a casa à venda. Inclusive, para provar que o imóvel estava à venda, temos essa imobiliária que estava negociando pelo valor de 690 mil, mas no Brasil do descondenado Lula, tudo está se desvalorizando. Recebemos a proposta de um comprador que pagou 500.000 à vista em dinheiro”, declarou.

Na gravação, Sóstenes Cavalcante também disse acreditar que o valor apreendido será devolvido após a análise da documentação apresentada. O caso chama atenção ainda pela evolução patrimonial do deputado: em declaração encaminhada ao Tribunal Superior Eleitoral nas eleições de 2022, ele informou possuir R$ 4.926,76 em bens, distribuídos em duas contas bancárias, valor significativamente inferior ao montante agora sob investigação.

Fonte: Brasil 247

Bolsonaro está deprimido, ansioso e com crise de soluços, diz médico

Equipe médica detalha quadro clínico do ex-presidente internado em Brasília para cirurgia de hérnias, com previsão de até sete dias de hospitalização

O ex-presidente Jair Bolsonaro em sua casa em Brasília-DF, onde cumpre prisão domiciliar, enquanto aguarda a execução penal pela condenação por golpe de Estado - 29/09/2025 (Foto: REUTERS/Diego Herculano)


 Jair Bolsonaro (PL) foi internado na manhã desta quarta-feira (24), em Brasília, para a realização de um procedimento cirúrgico de reparação de duas hérnias inguinais. A cirurgia está prevista para as 9h desta quinta-feira (25), e a expectativa da equipe médica é de que o ex-presidente permaneça hospitalizado por um período entre cinco e sete dias, a depender de reavaliações clínicas ao longo da recuperação.

Segundo a equipe médica que acompanha Bolsonaro, além da condição física que motivou a internação, o ex-presidente enfrenta um quadro emocional delicado, marcado por ansiedade, sintomas depressivos e crises recorrentes de soluço.

O cardiologista Brasil Ramos Caiado explicou que o estado emocional tem impacto direto no desconforto apresentado pelo ex-presidente. “O presidente está deprimido, um pouco, pela situação que está passando, bastante ansioso. A ansiedade leva a um quadro recorrente de soluço, que atrapalha o sono dele. Então, ele fica muito incomodado com isso”, afirmou o médico a jornalistas.

De acordo com o cirurgião Cláudio Birolini, a cirurgia das hérnias não deve, por si só, resolver o problema dos soluços. Por isso, a equipe avalia a possibilidade de um procedimento complementar. “A cirurgia visa a correção das hérnias. Durante essa internação, nós vamos avaliá-lo novamente, do ponto de vista clínico, e está prevista a realização de outro procedimento, que seria o bloqueio anestésico do nervo frênico — uma anestesia do nervo do diafragma”, explicou.

Birolini ressaltou, no entanto, que a intervenção adicional não é automática e depende da evolução do quadro após a cirurgia principal. “Após a cirurgia de hérnia, a gente vai reavaliar essa situação e ver se convém fazer esse bloqueio anestésico, que é um procedimento relativamente seguro, mas que não é o padrão para tratamento de soluço”, completou.

Bolsonaro deu entrada no Hospital DF Star, na capital federal, onde passou por exames e recebeu medicações antes de ser encaminhado ao quarto. Durante o período de internação, a segurança da unidade foi reforçada por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Também foi autorizada a presença dos filhos Flávio, Carlos, Jair Renan e Laura Bolsonaro no hospital.

Fonte: Brasil 247

Escala 6x1 pode acabar já, avalia ministro do Trabalho

Luiz Marinho afirma que o país tem condições de avançar no fim da escala 6x1 e defende transição gradual até 36 horas semanais

                               Escala 6x1 pode acabar já, avalia ministro do Trabalho (Foto: ABR)

O debate sobre a redução da jornada de trabalho ganhou novo impulso no governo federal. O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, avalia que o Brasil tem condições imediatas de diminuir a carga semanal das atuais 44 horas para 40 horas, como passo inicial antes de uma transição gradual para 36 horas. A discussão está inserida na prioridade do governo Lula de enfrentar o fim da escala 6x1 a partir de 2026, tema que vem sendo tratado como estratégico para melhorar as condições de trabalho no país.

Segundo o Painel da Folha de S.Paulo, o ministro considera que o governo tem um entendimento consolidado sobre a necessidade de revisar o modelo atual. “A escala 6x1 é a mais cruel existente na face da Terra, em especial para as mulheres. E creio que o Brasil e a economia brasileira estão totalmente maduros para fazer a revisão da jornada máxima do país e, junto com isso, eliminar a escala 6x1”, afirmou Marinho.

No Congresso, a discussão já avança em diferentes frentes. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que o tema “com certeza” será debatido ao longo do próximo ano. Há, atualmente, um projeto em tramitação na Comissão de Trabalho da Câmara que propõe a adoção da escala 5x2 com jornada de 40 horas semanais. Paralelamente, uma proposta de emenda à Constituição está pronta para análise no plenário do Senado, prevendo jornada máxima de 36 horas e dois dias de descanso remunerado.

Marinho argumenta que a redução da jornada, sem diminuição salarial, pode trazer impactos positivos diretos tanto para os trabalhadores quanto para as empresas. “Nós estamos convencidos da importância de reduzir a jornada de trabalho sem redução do salário para melhorar a qualidade da relação do trabalho”, disse. Na avaliação do ministro, melhores condições de vida tendem a refletir em maior produtividade e em um ambiente laboral mais equilibrado.

Apesar de defender mudanças, o ministro pondera que uma redução imediata de 44 para 36 horas não seria viável no atual contexto econômico. “Eu, pessoalmente, como ministro do Trabalho não vejo a possibilidade de reduzir de uma vez para 36 horas. Seria um impacto muito grande para o mercado de trabalho, para os custos das empresas, para ser absorvido de uma vez. Teria que fazer de uma forma gradativa”, afirmou.

Por outro lado, ele vê espaço para um corte inicial mais moderado. “Na minha visão, se nós reduzirmos o trabalho imediatamente para 40 horas semanais e entrar num processo de estudo para gradativamente chegar às 36 horas, o governo não tem nenhuma restrição em trabalhar esse processo”, declarou. Para Marinho, o avanço dependerá de diálogo e negociação entre trabalhadores e empregadores, de forma a equilibrar direitos trabalhistas e demandas do setor produtivo. “Você tem que garantir o direito dos trabalhadores e garantir a necessidade do setor econômico”, concluiu.

Fonte: Brasil 247

Prefeitura de Apucarana encerra 2025 com avanços nos serviços e planejamento para 2026, o ano de começar as grandes obras

Primeiro ano da gestão Rodolfo Mota foi marcado pela reorganização, fortalecimento dos serviços públicos e preparação de projetos estruturantes para o próximo ciclo


O prefeito Rodolfo Mota encerra o primeiro ano de mandato com um balanço positivo de ações que, na sua avaliação, evidenciam a retomada do planejamento, o fortalecimento dos serviços públicos e o cuidado com as pessoas. Segundo ele, as secretarias e autarquias municipais atuaram de forma integrada para reorganizar áreas estratégicas, destravar investimentos e se preparar para implementar projetos estruturantes que vão transformar a cidade. “O trabalho desenvolvido neste primeiro ciclo do mandato teve como eixo central a responsabilidade com os recursos públicos, a transparência e a eficiência na execução das políticas públicas, abrangendo desde a ampliação do acesso à saúde e à educação até investimentos em infraestrutura, desenvolvimento econômico, proteção social e modernização administrativa, com impactos diretos na qualidade de vida da população”, diz.

Na Saúde, Mota frisa que a gestão municipal promoveu avanços históricos ao implantar o Pronto Atendimento Infantil (PAI), um serviço aguardado há quase duas décadas pela população. O espaço foi planejado para atender exclusivamente crianças e adolescentes, fortalecendo a rede de urgência e emergência do município. “Já foram mais de 30 mil atendimentos e mais de 23 mil exames realizados. Ao mesmo tempo, a administração avançou na ampliação de consultas especializadas, exames e na reorganização dos fluxos de atendimento, garantindo mais agilidade e acesso aos serviços da rede. Em menos de 6 meses, foram 98 mil consultas especializadas e 730 mil exames realizados, numa cidade com 135 mil habitantes. Isso mostra o alcance da revolução que está acontecendo na saúde”, afirma Rodolfo Mota.

Além da requalificação de toda a frota existente, no último dia 18 a Prefeitura entregou quatro ambulâncias zero quilômetro e outros dois veículos para a Autarquia Municipal de Saúde, garantindo mais agilidade e eficiência nos serviços prestados à população. “A modernização da saúde também trouxe mais transparência e eficiência ao sistema, com a implantação do acompanhamento online das filas de espera por consultas especializadas — fim das guias em papel e do tráfico de influência. A atenção primária foi fortalecida, o atendimento fisioterapêutico reorganizado — atendendo inclusive pessoas acamadas e em pós-operatório — e o Laboratório Municipal passou a realizar também exames da UPA e do PAI, gerando economia e maior eficiência”, elenca Mota.

Na Proteção Social, o prefeito cita que foram priorizadas ações voltadas ao cuidado com quem mais precisa, ampliando iniciativas de segurança alimentar, acolhimento de famílias em situação de vulnerabilidade e valorização de públicos específicos, como idosos, pessoas com deficiência, mulheres e crianças. “A Assistência Social avançou no planejamento de novas estruturas, com recursos garantidos para a construção de um CRAS na região do Jardim Ponta Grossa e para a implantação da Casa do Autista, ampliando a rede de proteção social do município”, afirma o prefeito.

Na Educação, a Prefeitura retomou obras paralisadas há anos e avançou no planejamento de novas unidades. Foram reiniciadas as obras dos CMEIs do Afonso Camargo, Sanches dos Santos e Jardim Catuaí. A gestão também autorizou a construção de três novos CMEIs — no Parque Bela Vista, Solo Sagrado e Interlagos. “O cuidado se refletiu ainda na melhoria das condições de trabalho dos profissionais da educação e na ampliação do uniforme escolar, que passou a incluir mochila e regatas. Em 2026, serão acrescentados shorts-saia e moletom com touca, promovendo mais dignidade e igualdade no ambiente escolar”, informa Mota.

A infraestrutura urbana e rural foi outro eixo permanente de atuação da gestão em 2025, com 15 quilômetros de recape asfáltico e serviços de tapa-buracos em ruas de diferentes bairros, manutenção de 170 quilômetros de estradas rurais, recuperação de 17 pontes e intensificadas ações de limpeza de bueiros e roçagem de terrenos sem edificação. “As melhorias garantiram mais segurança e mobilidade, ao mesmo tempo em que a cidade avançou na modernização do trânsito, com investimento superior a R$ 600 mil em novos semáforos ciclo visual, na sinalização viária e a implantação do aplicativo do estacionamento rotativo, encerrando o uso das raspadinhas”, lembra o prefeito.

No Desenvolvimento Econômico, o prefeito avalia que Apucarana consolidou avanços na geração de emprego, qualificação profissional e apoio aos empreendedores, registrando a menor taxa de desemprego entre os grandes municípios do Estado. “Foram ofertadas 1.100 vagas em mais de 20 cursos de qualificação profissional, em parceria com o Sebrae, Sesi, Senai, Senac e o Governo do Paraná. O município também obteve reconhecimento estadual do Sebrae pelo desempenho no ambiente de negócios para às micro e pequenas empresas, figurando entre as cidades com melhores índices do Paraná”, diz o Rodolfo.

Ele afirma que o planejamento estratégico e a articulação institucional foram decisivos no primeiro ano de gestão, com atuação da Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos na captação de mais de R$ 120 milhões em recursos e no fortalecimento do planejamento de médio e longo prazo. “Paralelamente, a gestão pública avançou na modernização administrativa com investimentos em tecnologia, como por exemplo, a instalação do primeiro gerador elétrico, garantindo segurança de dados da prefeitura e continuidade dos serviços em caso de falta de energia. Outro avanço foi a valorização dos servidores com a criação do salário mínimo de R$2.100,00 e a concessão de promoções e avanços automáticos”, cita o prefeito.

No Esporte, Mota relata que a gestão retomou investimentos e estruturou políticas de incentivo, com a recuperação de quatro campos de futebol e a criação do programa Bolsa Atleta Municipal, que concede incentivo de R$ 600 a jovens esportistas de 10 a 17 anos. “Em 2026, o Ginásio de Esportes do Complexo Lagoão será completamente reformado, com nova quadra poliesportiva, arquibancadas com assentos e pista de atletismo emborrachada – uma das poucas do estado - consolidando o espaço como nova arena de grandes eventos”, comunica Mota.

A Cultura voltou a ocupar espaço de destaque com a realização de grandes eventos por toda a cidade, como os inéditos Festival de Inverno e Apuka Kids, além da programação histórica do Natal da Família. “O cuidado com as mulheres também foi fortalecido ao longo do ano, por meio das ações da Secretaria da Mulher e Assuntos da Família, incluindo a Campanha 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher e a oferta de cursos profissionalizantes. O CAM — Centro de Atendimento à Mulher —realizou mais de 5.400 atendimentos especializados”, enumera o prefeito.

Na Agricultura, Rodolfo conta que a gestão investiu no fortalecimento da produção rural e da agricultura familiar, com a distribuição de 300 mil mudas de café e a elaboração de projetos para pavimentação da Estrada Bela, que será a primeira estrada rural com CBUQ, e da estrada de São Pedro do Taquara, primeira com blocos de concreto, com investimento superior a R$ 19 milhões, que vão facilitar o escoamento da safra e levar mais dignidade aos produtores rurais.

Na área de Obras, o prefeito informa que Apucarana avançou no planejamento e na captação de recursos para modernizar a cidade. Através do governador Ratinho Júnior e dos deputados Do Carmo e Jacovós, foram liberados 10 milhões de reais para tornar a iluminação pública de Apucarana 100% LED. “Foram desenvolvidos mais de 40 projetos estratégicos, como, a reforma do Lagoão, o novo Pátio de Máquinas, capela mortuária do João Paulo e a reconstrução da estrada que liga Apucarana a Rio Bom. A implantação da aprovação de projetos 100% digital trouxe modernidade, facilidade e conforto para o cidadão”, afirma Rodolfo Mota.

No Meio Ambiente, diz o prefeito, a gestão municipal concentrou esforços na preservação dos recursos naturais e na ampliação das áreas verdes. “O Bosque Municipal passa por revitalização, enquanto o Programa Apucarana Verde e Sustentável iniciou o plantio de 4 mil árvores em diferentes regiões da cidade. A proteção das fontes de água também avançou, com a recuperação de 20 nascentes e a licitação de outras 60, assegurando a continuidade das ações de preservação hídrica. O cuidado ambiental passou a contar ainda com apoio tecnológico, por meio da aquisição de um tomógrafo para avaliação da saúde das árvores, garantindo laudos mais precisos e intervenções preventivas”, conta Mota.

A Transparência, prossegue o prefeito, consolidou-se como um dos pilares da gestão, com Apucarana saltando da 111ª para a 2ª posição no ranking estadual de transparência pública entre os 399 municípios do Paraná, reflexo de uma política baseada em responsabilidade e acesso à informação. “O reconhecimento também vem da população.
Levantamentos divulgados pela imprensa apontam que 75,6% da população tem uma avaliação positiva da administração municipal, reforçando a confiança no caminho que estamos adotando”, cita o prefeito.

Por fim, para o prefeito Rodolfo Mota, o balanço do primeiro ano confirma que Apucarana vive um novo momento. “Estamos virando a página depois de anos e reconstruindo a cidade com planejamento, responsabilidade e cuidado com as pessoas.
Cortamos privilégios, organizamos a casa e começamos a colocar em prática projetos que vão marcar o futuro do município. Esse resultado é fruto do trabalho dos servidores, dos secretários e de uma gestão comprometida. E é só o começo. 2026 vai ser o ano da realização, o ano de começar as grandes obras e seguir avançando”, concluiu.

Fonte: Prefeitura de Apucarana

Lula recebe oração de deputado ex-bolsonarista após decreto sobre cultura gospel


O deputado federal Otoni de Paula, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a senadora Eliziane Gama. Foto: Reprodução

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicou, nesta terça-feira (23), um vídeo em que aparece recebendo uma oração do deputado federal e pastor Otoni de Paula, após a assinatura do decreto que reconhece a cultura gospel como patrimônio cultural do Brasil. A publicação foi feita nas redes sociais do presidente.

No texto que acompanha o vídeo, Lula escreveu: “Após a assinatura do decreto que reconhece o gospel como patrimônio cultural do Brasil, recebi uma oração do deputado Otoni de Paula, na companhia da senadora Eliziane Gama. A fé, o respeito e o amor não têm partido político. Quando cuidar do povo é o propósito dos governantes, Deus abençoa. Reconhecer a cultura é um ato democrático. Valorizar a fé é um gesto de amor”.

No vídeo, o ex-bolsonarista Otoni de Paula direciona sua prece ao presidente e afirma que a bênção se estende ao presidente e sua família, bem como ao país.


Durante o registro, o parlamentar afirma: “Presidente, eu não tenho ouro e não tenho prata, disse o apóstolo Pedro, mas o que eu tenho eu dou. E eu queria, em nome de Jesus, abençoar o senhor, orar pelo senhor e pedir que Deus lhe ilumine, lhe guarde e lhe proteja”. Em seguida, ele diz que a igreja não deve se alinhar a polos políticos.

O decreto que reconhece a cultura gospel como manifestação cultural nacional foi assinado mais cedo pelo presidente, em cerimônia no Palácio do Planalto, com a presença de ministros, parlamentares e lideranças religiosas. Entre os presentes estavam o vice-presidente Geraldo Alckmin e representantes do Congresso Nacional.

Em discurso na cerimônia, Lula afirmou que a iniciativa partiu da senadora Eliziane Gama e declarou: “É fazer justiça ao povo evangélico e à música gospel”. O texto do decreto foi publicado após o ato no Planalto.

Fonte: DCM

Boicote fracassa e até bolsonaristas lotam lojas da Havaianas na antevéspera do Natal


Pessoas em fila na loja da Havaianas na zona norte da capital fluminense – Mauro Pimentel/AFP

O boicote convocado por políticos de direita contra a Havaianas não teve impacto no movimento de lojas da marca na capital paulista. Gerentes de cinco unidades ouvidas pela Folha de S.Paulo relataram que o fluxo de clientes seguiu normal, sem queda nas vendas ou alterações no atendimento.

As lojas estavam cheias por causa do período de Natal, com filas que ultrapassavam a porta em ao menos dois endereços. Não houve protestos nem manifestações, e a empresa não repassou orientações específicas aos funcionários sobre o boicote. Imagens da Agência France Presse também registraram filas em unidades no Rio de Janeiro. Entre dez clientes entrevistados, cinco afirmaram não ter visto o comercial alvo das críticas.

Dos que assistiram, três disseram não se incomodar. Dois reprovaram a campanha, mas um deles realizou a compra. O aposentado Giácomo Bianchini, 72, que se define como “autodeclarado bolsonarista”, disse não ter gostado da peça, mas comprou o produto por decisão da esposa: “Comprei o chinelo por pressão da minha esposa. Tentei encontrar sandálias da Ipanema, mas não encontrei”.

Fonte: DCM com informações da Folha de S. Paulo

Bilynskyj é denunciado ao Conselho de Ética por ter chamado Maranhão de “bosta”


          Os deputados Duarte Jr. (PSB-MA) e Paulo Bilynskyj (PL-SP) – Reprodução

O deputado Duarte Jr. (PSB-MA), coordenador da bancada maranhense na Câmara dos Deputados, informou nesta terça-feira (23) que vai apresentar uma representação no Conselho de Ética contra o deputado Paulo Bilynskyj (PL-SP) por declarações feitas sobre o Maranhão durante participação em um podcast.

A fala ocorreu durante a participação de Bilynskyj no 3 Irmãos, em um debate sobre a possibilidade de fusão de estados. Ao comparar Santa Catarina com o Maranhão, o parlamentar utilizou linguagem ofensiva ao se referir ao estado nordestino, associando o tema à ideia de “heterogeneidade” entre unidades da federação.

“A extensão territorial brasileira gera muita heterogeneidade, esse é o problema. Então você pode ver, por exemplo, que Santa Catarina é extremamente homogêneo, né? Por ser extremamente homogêneo, se Santa Catarina tivesse mais liberdade para legislar, você teria leis muito melhores para aquele estado. Agora compara Santa Catarina com o Maranhão. Compara. É o mesmo país. Dá para comparar? Não dá, né? O Maranhão é uma bosta. Como você vai comparar com Santa Catarina?”, disparou.

A declaração repercutiu imediatamente entre parlamentares e nas redes sociais. Para Duarte Jr., o conteúdo extrapola o debate político e configura ofensa institucional contra um estado da federação. Segundo ele, além da representação no Conselho de Ética, o caso será formalmente comunicado ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB).

Em nota enviada à imprensa, Duarte afirmou que considera inaceitável que um deputado federal utilize espaço público para atacar um estado inteiro. O parlamentar disse que esse tipo de manifestação compromete o nível do debate político e atinge a imagem do próprio Parlamento.

De acordo com as regras da Câmara, a eventual abertura de processo no Conselho de Ética pode resultar em diferentes punições, que vão de advertência e suspensão do mandato até a cassação, a depender do entendimento do colegiado e do andamento da representação. Esta deve ser a primeira ação desse tipo analisada pelo Conselho no próximo ano legislativo.

Procurado, Bilynskyj afirmou ao portal Metrópoles que a declaração expressa uma opinião pessoal, que, segundo ele, é garantida pela Constituição. O deputado disse que sua fala não teve como alvo a população do Maranhão, mas a viabilidade administrativa do ente federativo dentro da discussão sobre fusão de estados.

O parlamentar do PL também declarou que espera que o debate sobre a reorganização federativa seja conduzido de forma técnica e com foco em critérios administrativos e fiscais, sem, segundo ele, direcionamento pessoal a moradores ou eleitores do estado mencionado.

Fonte: DCM

Moraes estaria com sede de vingança e preparando resposta dura contra "fonte" das denúncias

O alvo do ministro seria um grande banco brasileiro

Brasília (DF) - 10/09/2025 - O ministro Alexandre de Moraes, na primeira turma do STF, durante o julgamento de Jair Bolsonaro (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil)

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes estaria reagindo com forte indignação às denúncias publicadas por O Globo e repercutidas em outros veículos, como o Estado de S. Paulo, sobre seus supostos contatos com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e, sobretudo, sobre a relação contratual entre o Banco Master e o escritório de advocacia de sua família. Segundo fontes próximas ao gabinete do ministro, Moraes estaria com “sede de vingança” e prepararia uma resposta rápida e direta contra um banqueiro que ele enxergaria como a origem dos relatos e vazamentos que alimentaram as reportagens.

De acordo com esses interlocutores, o que mais teria irritado o ministro não seria apenas a narrativa de que ele teria pressionado o Banco Central — versão que ele nega —, mas o fato de as publicações terem atingido sua esposa, Viviane Barci, e seus três filhos, sócios do escritório contratado pelo Banco Master por R$ 3,6 milhões por mês, durante três anos, o que totalizaria cerca de R$ 129 milhões. Esse valor e a estrutura do contrato foram relatados por diferentes veículos nas últimas semanas.

Ainda segundo as mesmas fontes, Moraes consideraria que a exposição pública de Viviane e dos filhos teria ultrapassado qualquer limite, transformando-se num ataque pessoal e familiar, com claro objetivo de constranger e desgastar sua atuação institucional. A reação do ministro, afirmam, seria marcada pela convicção de que há um movimento articulado para desmoralizar o Supremo Tribunal Federal.

Nota oficial: Moraes nega ligações, nega pressão e nega atuação do escritório na operação

O ministro já reagiu publicamente por meio de uma Nota à Imprensa, na qual afirma que realizou apenas duas reuniões com o presidente do Banco Central — ambas em seu gabinete — para tratar exclusivamente dos efeitos da Lei Magnitsky, utilizada pelos Estados Unidos como instrumento de sanções econômicas. Na nota, Moraes sustenta que “em nenhuma das reuniões foi tratado qualquer assunto ou realizada qualquer pressão referente à aquisição do BRB pelo Banco Master”.

O ministro vai além e nega de forma taxativa a existência de telefonemas: “inexistiu qualquer ligação telefônica entre ambos, para esse ou qualquer outro assunto”. Também afirma que jamais esteve no Banco Central e que o escritório de sua esposa não atuou na operação perante a instituição.

Fonte: Brasil 247

Febraban confirma que se reuniu com Moraes e outras autoridades para tratar de Magnitsky


Divulgação/Febraban

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) confirmou que participou de reuniões com autoridades públicas, incluindo o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, para tratar exclusivamente dos efeitos da Lei Magnitsky sobre o sistema financeiro. A manifestação desmente as informações veiculadas pela colunista Malu Gaspar, no Globo, que acusa o ministro de advocacia administrativa em favor dos interesses do Banco Master. Com informações do Valor Econômico.

Segundo a Febraban, os encontros foram motivados pelos impactos diretos da legislação sobre o setor bancário e pelas obrigações impostas a instituições que mantêm relacionamento com pessoas sancionadas. A entidade afirmou que a aplicação da Lei Magnitsky exigiu ajustes operacionais e reforço nos procedimentos de conformidade.

A Febraban não informou datas, nem detalhou a lista completa de participantes das reuniões. Também não indicou encaminhamentos práticos resultantes dos encontros, limitando-se a caracterizá-los como diálogo institucional de natureza técnica.

Após a repercussão da acusação, Alexandre de Moraes divulgou nota pública afirmando que manteve reuniões com instituições financeiras, com a própria Febraban e com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, exclusivamente para tratar da Lei Magnitsky.

Alexandre de Moraes e Gabriel Galípolo. Foto: Rosinei Coutinho/STF e Raphael Ribeiro/BC
Moraes também negou a versão publicada por Malu Gaspar segundo a qual teria tratado da situação do Banco Master com o presidente do Banco Central. Segundo o ministro, o tema não foi abordado em nenhuma reunião, não houve discussão sobre aquisições, processos regulatórios ou pedidos relacionados a instituições financeiras, nem ligações telefônicas fora de compromissos institucionais.

O Valor Econômico informou ter procurado os bancos citados por Moraes como participantes dos encontros — Banco do Brasil, Itaú, BTG Pactual e Bradesco. O Banco do Brasil confirmou a reunião; os demais não se manifestaram. Uma fonte do setor financeiro relatou ao jornal que houve uma conversa entre executivos de bancos e o ministro em agosto, após evento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), sem participação do Banco Central.

Primeira nota de Moraes na íntegra:

“O Ministro Alexandre de Moraes esclarece que, em virtude da aplicação da Lei Magnistiky, recebeu para reuniões o presidente do Banco Central, a presidente do Banco do Brasil, o Presidente e o vice-presidente Jurídico do Banco Itaú. Além disso, participou de reunião conjunta com os Presidentes da Confederação Nacional das Instituições Financeira, da FEBRABAN, do BTG e os vice-presidentes do Santander e Itaú. Em todas as reuniões, foram tratados exclusivamente assuntos específicos sobre as graves consequências da aplicação da referida lei, em especial a possibilidade de manutenção de movimentação bancária, contas correntes, cartões de crédito e débito.”

Segunda nota de Moraes na íntegra:

“O Ministro Alexandre de Moraes esclarece que realizou, em seu gabinete, duas reuniões com o Presidente do Banco Central para tratar dos efeitos da aplicação da Lei Magnistiky. A primeira no dia 14/08, após a primeira aplicação da lei, em 30/08; e a segunda no dia 30/09, após a referida lei ter sido aplicada em sua esposa, no dia 22/09. Em nenhuma das reuniões foi tratado qualquer assunto ou realizada qualquer pressão referente a aquisição do BRB pelo Banco Master. Esclarece, ainda, que jamais esteve no Banco Central e que inexistiu qualquer ligação telefônica entre ambos, para esse ou qualquer outro assunto. Por fim, esclarece que o escritório de advocacia de sua esposa jamais atuou na operação de aquisição BRB-Master perante o Banco Central.”


Íntegra da nota do Banco Central:

“O Banco Central confirma que manteve reuniões com o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, para tratar dos efeitos da aplicação da Lei Magnitsky.​”

Fonte: DCM

Roberta Miranda debocha de boicote à Havaianas feito por bolsonaristas: “uma loucura” (vídeo)

Em vídeos publicados nas redes sociais, Roberta Miranda riu do movimento de consumidores que passaram a cortar ou descartar chinelos da marca

       Roberta Miranda (Foto: Reprodução)

A polêmica em torno da nova campanha da Havaianas segue provocando reações nas redes sociais e no meio artístico. Desta vez, quem resolveu comentar o episódio foi a cantora Roberta Miranda, que debochou das críticas e do boicote promovido por bolsonaristas pós o comercial estrelado pela atriz Fernanda Torres.

Em vídeos publicados nas redes sociais, Roberta Miranda riu do movimento de consumidores que passaram a cortar ou descartar chinelos da marca como forma de protesto. “Gente, desculpa mas olha… Eu me acabo de rir! Realmente, tá uma loucura. O povo tá indo na 25 de março, tá indo em alguns lugares, comprando Havaianas pra cortar e jogar no lixo”, disse a artista, em tom de deboche.

A cantora também usou o momento para defender mais diálogo e respeito entre pessoas com posições políticas diferentes. “Eu não aguento uma coisa dessa, gente, as pessoas estão ficando loucas, loucas. Meu Deus do céu! Eu tenho uma família que eu amo, eles têm o partido, a preferência política deles, eu respeito e eles respeitam a minha, agora, chegar ao cúmulo… Pelo amor de Deus!”, completou.

A reação bolsonarista começou no fim de semana, quando apoiadores se irritaram com um trocadilho feito por Fernanda Torres no comercial divulgado nas redes da marca. No vídeo, a atriz afirma que não deseja que os brasileiros comecem 2026 “com o pé direito”. Apesar do tom humorístico, parte do público alegou que a frase seria uma provocação ideológica.


Fonte: Brasil 247

Aneel anuncia bandeira verde e conta de luz ficará mais barata em janeiro

Mudança elimina cobranças extras na conta de luz após manutenção dos reservatórios, mesmo com chuvas abaixo da média histórica

                    Linhas de transmissão de energia elétrica (Foto: Marcello Casal Jr/Agencia Brasil)

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que a bandeira tarifária aplicada às contas de luz no mês de janeiro será a verde, o que significa a ausência de cobrança adicional para os consumidores. A decisão representa uma redução direta no valor final da fatura em comparação com os meses anteriores, quando vigorava a bandeira amarela.

Apesar de o volume de chuvas ter ficado abaixo da média histórica, os níveis dos reservatórios das hidrelétricas permaneceram estáveis. Esse cenário dispensou o acionamento intensivo das usinas termelétricas, que encarecem o custo de geração de energia no país.

Segundo a agência reguladora, o sistema de bandeiras tarifárias foi criado justamente para refletir as variações no custo de produção de energia elétrica no Sistema Interligado Nacional (SIN). Quando há necessidade maior de uso de fontes mais caras, como as termelétricas, a tarifa sofre acréscimos que são repassados diretamente ao consumidor.

Com a adoção da bandeira verde, as condições de geração são consideradas favoráveis, e não há nenhum valor adicional cobrado na tarifa de energia. Até dezembro, estava em vigor a bandeira amarela, que impunha um custo extra de R$ 1,885 a cada quilowatt-hora (kWh) consumido.

A Aneel reforçou, no entanto, que o cenário positivo não elimina a necessidade de atenção ao consumo. Mesmo em períodos de menor pressão sobre o sistema elétrico, a agência destaca a importância de hábitos de uso consciente da energia para evitar desperdícios e contribuir para a sustentabilidade do setor.

O sistema de bandeiras tarifárias é dividido em quatro níveis. A bandeira verde indica condições favoráveis, sem acréscimo na conta. A amarela sinaliza geração menos favorável, com cobrança adicional. Já a bandeira vermelha, nos patamares 1 e 2, reflete custos mais elevados, com acréscimos que chegam a R$ 7,877 por kWh no nível mais alto.

Fonte: Brasil 247