Ministro da Secretaria-Geral percorrerá estados e DF até junho para divulgar ações e ampliar diálogo com movimentos sociais
A partir de fevereiro, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSOL), dará início a uma extensa agenda de viagens pelo país com o objetivo de apresentar diretamente à população as principais iniciativas do governo federal. A mobilização integra o programa “Governo do Brasil na Rua”, voltado ao fortalecimento da comunicação institucional e à aproximação com diferentes segmentos sociais. As informações são da CNN Brasil.
Boulos deverá visitar os 26 estados brasileiros e o Distrito Federal até o dia 26 de junho, em uma estratégia que combina divulgação de políticas públicas, diálogo com lideranças locais e presença nos territórios.
O início da jornada está previsto para Macapá e Porto Alegre. Antes do período de carnaval, o ministro também passará por Palmas e Teresina. Na sequência, a agenda inclui compromissos em Goiânia, Vitória, Natal, Rio de Janeiro e Belém, entre outras capitais e cidades ao longo do primeiro semestre.
O programa “Governo do Brasil na Rua” reúne ações de 11 ministérios e tem como foco explicar projetos governamentais diretamente à população, além de promover a chamada busca ativa de potenciais beneficiários. Entre as iniciativas que serão apresentadas estão o Acredita, o Pé de Meia, a Reforma Casa Brasil e o Aqui Tem Especialistas.
Além dos encontros presenciais, a estratégia prevê a participação de Boulos em entrevistas a rádios e emissoras de televisão locais, como forma de ampliar o alcance das informações sobre as políticas públicas em execução. O ministro também deverá se reunir com lideranças de movimentos sociais ao longo do roteiro, reforçando o diálogo com organizações da sociedade civil.
Ao nomear Guilherme Boulos para comandar a Secretaria-Geral da Presidência, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva atribuiu ao ministro a missão de estreitar a relação do governo com as bases sociais e os movimentos populares. A iniciativa também busca ampliar a presença da militância nas ruas e fortalecer a conexão do Executivo com eleitores que se afastaram da base de apoio, especialmente nas regiões periféricas do país.
Fonte: Brasil 247 com informações da CNN Brasil
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