quinta-feira, 24 de julho de 2025

Governo começa a devolver valores a vítimas de fraude no INSS nesta quinta-feira

Primeiro lote vai beneficiar 400 mil aposentados e pensionistas que contestaram descontos indevidos e não obtiveram resposta das entidades

Dinheiro e fachada da Previdência Social (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil | Pedro França/Agência Senado)

A partir desta quinta-feira (24), o governo federal inicia a devolução dos valores descontados indevidamente de aposentados e pensionistas vítimas de fraudes relacionadas ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Segundo o g1, a autarquia afirmou que o primeiro lote de reembolsos atenderá 400 mil beneficiários.

O processo de ressarcimento seguirá a ordem de adesão: quem solicitou primeiro, receberá primeiro. Depois da liberação inicial, os pagamentos acontecerão em dias úteis, com lotes diários de até 100 mil pessoas. O pedido de ressarcimento pode ser feito diretamente pelo aplicativo Meu INSS ou em agências dos Correios.

Segundo dados divulgados pelo governo, cerca de 1 milhão de beneficiários já aderiram ao plano de devolução, o que corresponde a quase metade dos 2,05 milhões de segurados elegíveis. Estão aptos a participar os que contestaram os descontos e não receberam resposta das associações envolvidas. O prazo para contestar os débitos indevidos se encerra em 14 de novembro de 2025. No entanto, a adesão ao acordo continuará disponível mesmo após esse prazo.

De acordo com o INSS, o reembolso será feito na mesma conta em que o benefício é depositado regularmente, com correção monetária pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). Não há necessidade de informar dados bancários adicionais. Todo o procedimento é realizado administrativamente, sem que o beneficiário precise recorrer à Justiça.

Ao aceitar o acordo, o segurado concorda com a via administrativa de ressarcimento e abre mão de ações judiciais contra o INSS. No entanto, ainda é possível processar as entidades responsáveis pelos descontos. A autarquia reforça que não envia links por WhatsApp, e-mail ou SMS.

A adesão ao acordo é gratuita e está disponível exclusivamente pelo aplicativo Meu INSS e nas agências dos Correios. Só podem participar os beneficiários que contestaram os débitos e não obtiveram resposta em até 15 dias úteis.

Passo a passo para aderir:

  1. Acesse o app Meu INSS com seu CPF e senha.
  2. Vá até “Consultar Pedidos” e clique em “Cumprir Exigência”.
  3. Leia o comentário mais recente.
  4. No campo “Aceito receber”, selecione “Sim”.
  5. Clique em “Enviar” e aguarde o pagamento.

Ainda conforme a reportagem, o processo se inicia com a contestação do desconto, feita via aplicativo, Central 135 ou Correios. A entidade responsável tem até 15 dias úteis para responder. Caso não haja retorno, o sistema libera a opção de adesão ao acordo.

Se a associação apresentar resposta, os documentos entram em análise. O segurado, então, pode:

  • Aceitar a justificativa
  • Contestar por suspeita de falsidade ideológica
  • Declarar que não reconhece a assinatura

Em caso de nova contestação, a entidade terá cinco dias úteis para efetuar o pagamento. Se ainda assim não devolver o valor, o caso será submetido a auditoria, e o beneficiário poderá contar com apoio das Defensorias Públicas Estaduais para buscar reparação judicial.

O INSS informou ainda que iniciará, por conta própria, a contestação dos descontos em casos específicos, mesmo que o beneficiário não tenha solicitado reembolso. A chamada “contestação de ofício” abrange:

  • Idosos com mais de 80 anos que começaram a ter descontos após março de 2024
  • Indígenas
  • Quilombolas

Essa medida, segundo o instituto, beneficiará diretamente cerca de 209 mil idosos, 17 mil indígenas e 38 mil quilombolas. Para pessoas que vivem em regiões de difícil acesso, o INSS promete realizar ações de busca ativa, com intensificação prevista a partir de agosto.

O presidente do INSS, Gilberto Waller, informou que os casos em negociação com as entidades estão sendo monitorados. “Quando ele [o beneficiário] não concordar, é gerado uma GRU [Guia de Recolhimento da União] para a instituição fazer o pagamento administrativamente. Vencido esse prazo, estamos fazendo uma auditoria para saber se é caso para pagamento ou não, para verificar se há fraude da fraude”, explicou.

Waller também destacou que quem entrou na Justiça ainda pode desistir da ação para aderir ao acordo. Já os que acionaram o Judiciário antes da operação da Polícia Federal, terão direito à Requisição de Pequeno Valor, além de honorários advocatícios fixados em 5%.

Fonte: Brasil 247 com informações do G1

Maioria dos brasileiros rejeita revogação de vistos de ministros do STF pelos EUA, aponta pesquisa

Levantamento do Ipespe mostra que 57% desaprovam medida adotada após operação da PF contra Bolsonaro

      Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) (Foto: Antonio Augusto/STF)

De acordo com levantamento da pesquisa Pulso Brasil/Ipespe divulgado nesta quinta-feira (24), a maioria dos brasileiros discorda da decisão do governo dos Estados Unidos de revogar os vistos de entrada de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo a CNN Brasil, a pesquisa revelou que 57% dos entrevistados se opõem à medida. Em contrapartida, 37% manifestaram apoio, enquanto 6% disseram não saber ou preferiram não responder.

O levantamento foi realizado entre os dias 19 e 22 de julho, com 2.500 entrevistados em todo o país. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95,45%.

A polêmica envolvendo os vistos teve início na última sexta-feira (18), quando o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, usou sua conta na rede social X para anunciar que os vistos do ministro Alexandre de Moraes e de seus aliados seriam revogados. A declaração foi feita após a deflagração de uma operação da Polícia Federal que atingiu diretamente air Bolsonaro (PL).

Segundo fontes do Palácio do Planalto ouvidas pela reportagem, a medida não se restringiu a Moraes. Além do ministro, outros sete integrantes do STF teriam sido afetados pela decisão do governo dos Estados Unidos, bem como o procurador-geral da República, Paulo Gonet.

Fonte: Brasil 247 com informações da CNN Brasil

STF interroga Silvinei Vasques e outros acusados de organizar golpe e espalhar fake news

Réus dos núcleos 2 e 4, ligados à tentativa de golpe e à propagação de desinformação, prestam depoimento nesta quinta por videoconferência

     Fachada do STF (Foto: Wallace Martins/STF)

O Supremo Tribunal Federal (STF) realiza nesta quinta-feira (24) uma nova rodada de interrogatórios no inquérito que apura a tentativa de golpe de Estado articulada por aliados de Jair Bolsonaro (PL), informa o Metrópoles

Serão ouvidos, por videoconferência, os acusados que integram os núcleos 2 e 4 da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Os depoimentos ocorrerão no âmbito da ação penal conduzida pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no STF, ou por juízes auxiliares de seu gabinete.

Núcleo 2: articulação para manter Bolsonaro no poder - Segundo a PGR, o chamado núcleo 2 seria responsável por organizar ações que visavam garantir a permanência ilegítima de Jair Bolsonaro na Presidência da República, após as eleições de 2022. Os seis réus dessa frente são apontados como articuladores de medidas como a elaboração da “minuta do golpe”, o monitoramento ilegal do ministro Alexandre de Moraes e o uso da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para dificultar o acesso de eleitores — especialmente no Nordeste — às urnas, no segundo turno da eleição.

Entre os nomes mais conhecidos está o ex-diretor-geral da PRF, Silvinei Vasques, acusado de mobilizar efetivos da corporação para operações que teriam interferido na votação. Também serão ouvidos:

  • Fernando de Sousa Oliveira, ex-secretário-adjunto da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal;
  • Filipe Garcia Martins Pereira, ex-assessor especial da Presidência para Assuntos Internacionais;
  • Marcelo Costa Câmara, coronel do Exército e ex-assessor de Bolsonaro;
  • Marília Ferreira de Alencar, delegada da Polícia Federal e ex-subsecretária de Segurança Pública do DF;
  • Mário Fernandes, general da reserva do Exército, conhecido pelo apelido de “Kid Preto”.
Núcleo 4: propagadores de desinformação e ataques às instituições - Já os réus do núcleo 4 são acusados de disseminar fake news e incitar ataques às instituições democráticas e seus representantes. O grupo é composto por militares da reserva, agentes públicos e integrantes de entidades civis. Estão entre os interrogados:

  • Ailton Gonçalves Moraes Barros, major da reserva do Exército;
  • Ângelo Martins Denicoli, major da reserva do Exército;
  • Carlos Cesar Moretzsohn Rocha, engenheiro e presidente do Instituto Voto Legal;
  • Guilherme Marques de Almeida, tenente-coronel do Exército;
  • Reginaldo Vieira de Abreu, coronel do Exército;
  • Marcelo Araújo Bormevet, agente da Polícia Federal.

Acusações e crimes investigados - Todos os réus dos dois núcleos respondem por cinco crimes previstos no Código Penal e em legislação específica: tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, participação em organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

As investigações fazem parte do esforço do STF para responsabilizar os envolvidos nos atos golpistas que marcaram o período eleitoral e os ataques de 8 de janeiro de 2023. Os depoimentos desta quinta representam mais um passo no processo judicial que busca esclarecer o papel de militares e ex-agentes do governo na tentativa de ruptura democrática.

Fonte: Brasil 247 com informações do Metrópoles

quarta-feira, 23 de julho de 2025

VÍDEO: Malafaia descarta Michelle como grande nome do futuro do bolsonarismo

     Silas Malafaia em entrevista ao Metrópoles. Foto: reprodução


Em entrevista ao programa “Contexto Metrópoles” nesta quarta-feira (23/7), o pastor Silas Malafaia, aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), declarou que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) não será a grande representante do público conservador. Segundo ele, embora ela tenha conquistado espaço próprio na política, há diversas outras vozes relevantes na direita.

“Não acredito que a Michelle vai ser a grande voz do público conservador, porque tem várias vozes. A Michelle conseguiu capilaridade por ela mesma. As pessoas, no mundo político, conquistam seu espaço pelas ações e atitudes”, afirmou Malafaia.

O líder religioso citou nomes como os deputado federais do PL Nikolas Ferreira, Gustavo Gayer, e Sóstenes Cavalcante, líder do partido na Câmara, além dos senadores Flávio Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro, também da sigla de extrema-direita, como figuras igualmente influentes no cenário conservador.

“Você tem o Nikolas, que é uma voz poderosa, tem o Gayer, o deputado Sóstenes, que cresceu muito a partir da liderança, o Flávio, o Eduardo… várias vozes, que incluem a Michelle Bolsonaro”.

A declaração de Malafaia ocorre em um momento em que parte da oposição defende Michelle Bolsonaro como principal liderança da direita, especialmente diante das medidas cautelares que atingem o ex-presidente Jair Bolsonaro.

O senador Wellington Fagundes (PL-MT), líder do Bloco Vanguarda, afirmou na terça-feira (22/7) que a oposição deveria se unir em torno da ex-primeira-dama e revelou que pretende conversar com Bolsonaro sobre o assunto.

A fala do pastor também reflete a incerteza sobre quem será o candidato apoiado por Jair Bolsonaro na eleição presidencial de 2026. Com o ex-presidente inelegível por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), há uma disputa por espaço entre as lideranças conservadoras, enquanto movimentos de base pressionam por uma definição.

Malafaia, no entanto, minimizou a urgência da escolha. Ele criticou o que chamou de “cobrança injusta” sobre Bolsonaro e destacou que é comum que apoios políticos sejam definidos em cima da hora.

Enquanto o cenário nacional permanece indefinido, Michelle Bolsonaro aparece como forte candidata ao Senado pelo Distrito Federal em 2026. Pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas, realizada em março com 1.600 eleitores, mostrou a ex-primeira-dama liderando com 42,9% das intenções de voto.

Para Malafaia, a vitória dela é certa: “A Michelle, se ela for candidata ao Senado, ela vai ser senadora, ela vai ganhar”, afirmou.

Veja a entrevista na íntegra:

Fonte: DCM

Bolsonarista que tentou explodir bomba no aeroporto de Brasília está foragido


Empresário George Washington de Oliveira Souza tentou explodir caminhão-tanque em Brasília. Foto: Reprodução

George Washington de Oliveira Sousa, condenado por terrorismo após tentar explodir um caminhão-tanque nas imediações do aeroporto de Brasília em dezembro de 2022, está foragido. A informação consta de registros oficiais da Justiça do Distrito Federal. Desde junho de 2025, após ser autorizado a viajar a Belém para “assuntos profissionais”, o paradeiro do extremista é oficialmente desconhecido.

O atentado, ocorrido às vésperas da posse do presidente Lula, foi parte de uma ofensiva golpista articulada por militantes bolsonaristas. George Washington, que possuía um arsenal de armas e explosivos, admitiu que pretendia causar um colapso institucional que justificasse a decretação de GLO (Garantia da Lei e da Ordem). O plano falhou, mas o réu foi condenado e, depois de cumprir parte da pena, progrediu para o regime aberto.

Sob as regras do novo regime, passou a viver na casa de uma idosa de 74 anos que sequer o conhecia, e conseguiu emprego como auxiliar administrativo em um laboratório médico. Em junho, recebeu autorização judicial para viajar ao Pará. A cidade de Belém, destino da viagem, será sede da COP30 em 2025 — e, desde então, George não retornou, sendo declarado em “local incerto e não sabido”.

A bomba foi encontrada em caminhão-tanque próximo ao Aeroporto de Brasília. Foto: Reprodução
A trajetória do condenado levanta suspeitas. Ele é apontado como próximo a políticos bolsonaristas, criadores de conteúdo armamentistas e até militares da ativa. Em depoimento, afirmou ter contato com um “importante general” durante o período das articulações golpistas.

A ausência de informações oficiais sobre os mecanismos de controle da pena — e sobre o destino exato do foragido — gerou novas críticas ao sistema. A possibilidade de que George esteja no exterior não é descartada por investigadores.

O nome de George Washington pode entrar em alerta internacional, com eventual acionamento da Interpol, caso se confirme tentativa de evasão internacional. Até o momento, a Justiça não emitiu nota oficial detalhando as providências em curso.

Fonte: DCM

“Infelizmente, não posso conversar com vocês”, diz Bolsonaro a jornalistas

Ex-mandatário está proibido de conceder entrevistas que sejam transmitidas ou transcritas nas redes sociais

Ex-presidente Jair Bolsonaro 1807/2025 (Foto: REUTERS/Mateus Bonomi)

O ex-mandatário Jair Bolsonaro (PL) deixou a sede do PL em Brasília no fim da tarde desta terça-feira (23) sem falar com a imprensa. Ele está proibido de conceder entrevistas que sejam transmitidas ou transcritas nas redes sociais — uma das medidas cautelares impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A informação é do R7.

“Infelizmente, não posso conversar com vocês”, disse ao sair da sede do partido.

As restrições foram determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes e incluem ainda o uso de tornozeleira eletrônica, proibição de sair de casa (das 19h às 6h nos dias úteis e durante todo o fim de semana) e de usar as redes sociais, além da proibição de contato com o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

Moraes avalia que Bolsonaro violou medidas cautelares ao participar de uma entrevista transmitida nas redes na segunda-feira (21), o que pode resultar na prisão preventiva do ex-mandatário.

Até a noite de terça-feira (22), a defesa de Bolsonaro deveria se pronunciar, conforme determinação do ministro. Em resposta, os advogados refutaram o descumprimento das medidas e pediram mais detalhes sobre as limitações impostas.

As restrições foram impostas no âmbito de um inquérito aberto após os Estados Unidos anunciarem uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros. O governo norte-americano mencionou os processos judiciais envolvendo Bolsonaro como um dos fatores que motivaram a decisão.

Fonte: Brasil 247 com informações do portal R7

Homem é inocentado após 13 anos preso por crime que não cometeu


Homem esteve preso por um período na Penitenciária Barreto Campelo, localizada em Itamaracá. Foto: Divulgação

Após 13 anos de prisão injusta, um homem que não teve seu nome revelado foi finalmente inocentado em novo júri, realizado na última semana. Condenado a 50 anos de prisão em 2011, ele foi acusado de um duplo homicídio no Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife, com base em testemunhos duvidosos.

O crime ocorreu em 2011, quando duas pessoas foram mortas e outras duas ficaram feridas. Antônio foi apontado como mentor intelectual do homicídio, acusado de ter permanecido no local até a chegada dos executores, embora ele tenha sempre negado envolvimento, afirmando que havia saído para atender um telefonema sobre um imóvel.

A acusação se baseava apenas em relatos de testemunhas que “ouviram dizer” de sua participação, sem apresentar provas concretas. O primeiro julgamento, em 2015, ignorou as contradições e falhas no processo, resultando na condenação de Antônio.

A Defensoria Pública não foi notificada corretamente da sentença, o que impediu o recurso no prazo legal. Somente em 2020, a falha foi identificada, e o recurso foi reaberto. Em julho de 2023, o novo júri foi realizado, e a defesa, representada pela defensora pública Bruna Leite, demonstrou a falta de provas e a fragilidade das acusações. O Ministério Público também se manifestou pela absolvição, e o júri decidiu pela inocência de Antônio, corrigindo um erro que o manteve preso por mais de uma década.

Fonte:DCM

Seu sobrenome diz muito sobre você; descubra a origem dele agora




Você sabe de onde vem o seu sobrenome e em quais países ele é mais comum? O site Forebears permite descobrir a origem, o significado e a distribuição global de qualquer sobrenome. Basta digitar o nome e acessar dados detalhados de presença geográfica, frequência por país e até variantes ortográficas.

A ferramenta também informa em qual país seu sobrenome é mais popular, quantas pessoas o carregam atualmente e sua posição no ranking mundial de nomes de família. É um prato cheio para quem gosta de genealogia, história familiar ou apenas quer entender melhor suas raízes.

Para brasileiros, o site traz dados relevantes sobre nomes portugueses, italianos, espanhóis e indígenas. Mas ele também serve para investigar sobrenomes raros, estrangeiros ou adaptados com o tempo. Um ótimo ponto de partida para quem quer montar uma árvore genealógica ou simplesmente alimentar a curiosidade.

Acesse https://forebears.io/surnames, digite seu sobrenome e descubra tudo sobre ele em segundos.

Fonte: DCM

Flávio Bolsonaro e Benedita da Silva lideram corrida ao Senado no Rio em 2026, aponta pesquisa

A margem de erro da pesquisa é de 3,02 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%

      Benedita da Silva (Foto: Reprodução/PT)

Uma pesquisa do instituto Gerp, divulgada nesta quarta-feira (23), mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL) e a deputada federal Benedita da Silva (PT) aparecem como os principais nomes na disputa pelas vagas do Senado no Rio de Janeiro em 2026. É a primeira sondagem do instituto voltada para as eleições do próximo ano no estado.

Segundo o levantamento, Flávio lidera com 27% das intenções de voto, seguido por Benedita, com 17%. Outros nomes que aparecem na pesquisa são o governador Cláudio Castro (PL), com 11%; o ex-deputado Alessandro Molon (PSB), com 10%; e o ex-prefeito Marcelo Crivella (Republicanos), com 9%. Pedro Paulo (PSD), Otoni de Paula (MDB) e o atual senador Carlos Portinho (PL) somam menos de 4% cada.

A sondagem também mediu a rejeição dos possíveis candidatos. Flávio Bolsonaro lidera, com 42% dos entrevistados dizendo que não votariam nele de jeito nenhum. Na sequência, Crivella tem 35% de rejeição, Benedita aparece com 30%, e Cláudio Castro com 29%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 16 e 21 de julho de 2025, com 1.110 pessoas no estado do Rio de Janeiro. A margem de erro é de 3,02 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. 

Fonte: Brasil 247 com informações da Exame

Gleisi: "Ao conspirar contra o Brasil, Bolsonaro mirou na sua impunidade e acertou no nosso Pix"

Deputada lembrou ameaças dos EUA ao Pix e citou análises de Paul Krugman e Steven Levitsky para reafirmar que "o Brasil é muito melhor do que pensam”

     Jair Bolsonaro e Gleisi Hoffmann (Foto: ABr)

Em publicação feita na tarde desta quarta-feira (23), a deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR) reagiu duramente às recentes ameaças tarifárias dos Estados Unidos contra o Brasil e à pressão exercida pelo presidente Donald Trump em favor de Jair Bolsonaro (PL). Citando artigos recentes do Nobel de Economia Paul Krugman e do cientista político Steven Levitsky, Gleisi destacou que o Brasil tem sido alvo não apenas por razões políticas, mas também por sua inovação econômica — especialmente com o sistema Pix.

“Ao conspirar contra o Brasil, Jair Bolsonaro mirou na sua impunidade e acertou no nosso Pix”, escreveu Gleisi, em referência à pressão de Trump para que o julgamento de Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF) seja interrompido — sob pena de sanções comerciais contra o país.

O alerta da parlamentar ecoa a análise de Paul Krugman, que, em artigo publicado nesta terça-feira (22) no site Substack, afirmou que o Pix representa uma ameaça direta ao sistema financeiro norte-americano por oferecer uma alternativa pública e eficiente aos serviços dominados por grandes bandeiras de cartão como Visa e Mastercard. “O Brasil inventou o futuro do dinheiro?”, questiona Krugman no título da publicação.

Para o economista, a inovação do Banco Central brasileiro demonstra que é possível oferecer um sistema digital acessível e inclusivo sem recorrer ao mercado privado ou às arriscadas criptomoedas. “O Pix é muito mais fácil de usar [que o Zelle, sistema privado norte-americano], e já está substituindo dinheiro em espécie e cartões. Enquanto os EUA aprovam legislações pró-cripto que pavimentam o caminho para novas fraudes, o Brasil já fez o que os cripto-entusiastas prometeram — e falharam”, afirma.

Krugman ainda ironizou o sistema político dos EUA, dizendo que o Brasil “julga ex-presidentes que tentam anular eleições”, em contraste com a leniência observada em solo norte-americano.

Já o professor de Harvard Steven Levitsky, autor do best-seller Como as Democracias Morrem, também saiu em defesa do sistema democrático brasileiro. Em artigo publicado esta semana, ele afirmou que “as instituições brasileiras estão funcionando melhor do que as norte-americanas” e criticou abertamente a tentativa de ingerência de Trump no processo judicial contra Bolsonaro.

Segundo Levitsky, o Brasil tornou-se alvo porque “tem um governo que não se curva”, reafirmando a força institucional do país frente à tentativa de intimidação liderada pelo presidente dos EUA.

Para Gleisi, as falas dos dois intelectuais reforçam o que já está evidente: o Brasil tem sido vítima de ataques políticos e econômicos por se recusar a ceder à pressão de Trump e de aliados do bolsonarismo no exterior. “São duas ótimas leituras, para lembrar que o Brasil é muito melhor do que pensam Bolsonaro e seus seguidores”, concluiu.

Fonte: Brasil 247

Flávio Bolsonaro apresenta pedido de impeachment de Alexandre de Moraes ao Senado

Senador acusa ministro do STF de atuar com “critério ideológico seletivo” e compara decisões com casos envolvendo Lula, Dilma e Zanin

      Flávio Bolsonaro (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) apresentou nesta quarta-feira (23) ao Senado um pedido de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. A iniciativa se baseia nas medidas judiciais determinadas por Moraes que impuseram restrições a Jair Bolsonaro (PL), atualmente impedido de se manifestar publicamente, inclusive nas redes sociais.

Segundo a CNN Brasil, o parlamentar alega que a decisão do ministro “viola o direito individual do ex-presidente à livre manifestação” e ainda “suprime o direito coletivo da população de ter acesso às suas ideias, discursos e posicionamentos”. Para ele, ao restringir essas manifestações “sob pena de prisão”, Moraes teria afetado “a arena pública de debate, desequilibrado o ambiente democrático e ferido frontalmente o entendimento doutrinário e jurisprudencial firmado pela própria Corte a que pertence”.

Flávio também acusa Moraes de extrapolar os limites constitucionais de sua função: “O que se verifica, em verdade, é que o Ministro relator abandona sua posição constitucional de julgador imparcial para assumir um protagonismo político absolutamente incompatível com o cargo que ocupa”.

O senador ainda questiona a suposta censura a comunicações privadas, como entre Jair Bolsonaro e seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), e afirma que encontros diplomáticos do ex-mandatário com lideranças internacionais estariam sendo tratados como suspeitos, o que, segundo ele, representa uma “inversão radical da lógica constitucional”.

Na argumentação encaminhada ao Senado, de acordo com a reportagem, Flávio Bolsonaro resgata episódios envolvendo figuras públicas da esquerda para embasar o que chama de “disparidade de tratamento” por parte do STF. Ele lembra que, em abril de 2016, a então presidente Dilma Rousseff discursou na Organização das Nações Unidas (ONU) afirmando estar sofrendo um golpe, sem que qualquer reação jurídica tenha partido da Suprema Corte.

O senador também menciona Cristiano Zanin, atual ministro do STF e ex-advogado de Luiz Inácio Lula da Silva. “Anos depois, o hoje Ministro do STF, Cristiano Zanin, enquanto atuava como advogado de Luiz Inácio Lula da Silva, viajou à Europa [...] difundindo a tese de que Lula era vítima de perseguição judicial no Brasil”, relata. “Nenhuma medida judicial foi imposta pela Suprema Corte para censurá-lo, limitá-lo ou considerá-lo autor de atos de atentado à soberania nacional”, sustenta.

Para Flávio, esses exemplos demonstram que “nada disso foi tratado como obstrução de Justiça, conspiração contra a soberania nacional ou tentativa de submeter o sistema judiciário brasileiro ao crivo de governos estrangeiros”.

“Se Lula, mesmo preso, teve assegurado o direito de expressar livremente suas opiniões — por que Jair Bolsonaro, em liberdade e sem condenação, é silenciado por decisão judicial?”, questionou. Ele também critica a forma como as manifestações de Eduardo Bolsonaro têm sido interpretadas como ameaças à soberania nacional.

Fonte:Brasil 247 com informações da CNN Brasil

Quem é a celebridade mais famosa da sua cidade? Este mapa responde


        Mapa interativo reúne pessoas notáveis pelo mundo — Foto: Reprodução/ Mapbox

O geógrafo finlandês Topi Tjukanov criou um mapa interativo que mostra a pessoa mais famosa nascida em cada cidade do mundo, com base em dados da Wikipedia e do Wikidata. A ferramenta viralizou nas redes sociais ao permitir que usuários descubram, de forma visual, quem é o nome mais notório de sua cidade natal. Quanto maior o nome no mapa, maior é o índice de notoriedade, calculado a partir de critérios como número de edições da página, visualizações, fontes citadas e dados biográficos completos.

O projeto usa como base o banco “Notable People”, desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Toulouse e publicado na revista Nature Human Behaviour. A ideia é mensurar objetivamente a fama de mais de 2 milhões de pessoas ao redor do planeta, gerando um panorama geográfico da celebridade. O mapa considera o local de nascimento oficial, o que pode surpreender usuários ao associar figuras a cidades menos conhecidas.

No Brasil, o mapa aponta nomes diversos: Neymar em São Paulo, Lula em Pernambuco, Djavan em Alagoas, Elis Regina no Rio Grande do Sul, e Rita Lee também em São Paulo. De Minas Gerais, aparecem figuras como Santos-Dumont, Carlos Chagas e Guimarães Rosa. A representação mostra o peso cultural, esportivo e político de cada região, evidenciando os rostos mais influentes ligados a diferentes estados.

Apesar de visualmente envolvente, o mapa tem limitações — nem todas as cidades aparecem, e alguns erros de geolocalização ocorrem. Ainda assim, a visualização oferece uma maneira acessível de explorar padrões de fama e representação histórica.

Fonte: DCM

Michelle faz trocadilho esquisito sobre Fux após decisão favorável a Bolsonaro


     A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Foto: reprodução

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) usou suas redes sociais nesta terça-feira (22) para comentar o voto do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), que divergiu das medidas impostas a Jair Bolsonaro (PL) pelo ministro Alexandre de Moraes. “Fux está sendo um facho de ‘lux’ no STF?!”, questionou Michelle em seu Instagram, repetindo elogios que já havia feito ao magistrado em ocasiões anteriores.

Fux foi o único da Primeira Turma do Supremo a votar contra as restrições aplicadas ao ex-presidente, considerando-as “desproporcionais”. As medidas determinadas por Moraes incluem tornozeleira eletrônica, proibição de entrevistas, uso de redes sociais e comunicação com diplomatas e outros investigados.

A manifestação de Michelle ocorre uma semana após a operação da Polícia Federal contra Bolsonaro, autorizada por Moraes. A ex-primeira-dama já havia chamado Fux de “fagulha de bom senso” em outro caso envolvendo pichações na estátua do STF, demonstrando apoio público às posições do ministro.

Fonte: DCM

Por que trabalhar 4 dias por semana faz bem à saúde, segundo estudo

 

Mulher trabalhando em computador
Um estudo publicado na Nature Human Behaviour apontou que adotar a semana de trabalho de quatro dias pode trazer benefícios significativos para a saúde e produtividade dos funcionários. A pesquisa analisou dados de quase 3 mil profissionais em 141 empresas de países como EUA, Reino Unido, Canadá e Austrália. As companhias testaram a escala 4×3 — quatro dias de trabalho e três de folga — sem redução salarial.

As empresas passaram por uma consultoria prévia para reorganizar processos e eliminar desperdícios, como reuniões desnecessárias. Após seis meses, os resultados mostraram redução de burnout, melhora na saúde mental e física, e aumento na satisfação profissional. Supervisores relataram ganhos ainda maiores, e mais de 90% das empresas decidiram manter o novo modelo de jornada após o fim do experimento.

A pesquisa foi liderada pela socióloga Wen Fan, do Boston College, com apoio da ONG 4 Day Week Global, que também atua no Brasil. A mudança foi bem-sucedida mesmo em ambientes presenciais, híbridos ou remotos. O estudo indica que os benefícios não estão ligados a um perfil específico de trabalhador, mas sim ao equilíbrio entre vida pessoal e profissional.

No Brasil, o tema é debatido no Congresso, onde uma PEC tenta reduzir a jornada semanal para 36 horas. Porém, a proposta enfrenta resistência: 70% dos deputados são contra o fim da escala 6×1, segundo a Quaest. Ainda assim, os dados reforçam que uma jornada mais enxuta, com organização adequada, pode trazer ganhos para empresas e trabalhadores.

Fonte: DCM

Exército muda golpistas “kids pretos” de cidade e tira poder do grupo militar

 

Militares “kids pretos” em treinamento. Foto: reprodução
O Exército Brasileiro publicou no último dia 10 uma portaria que altera a estrutura organizacional do Comando de Operações Especiais (COpEsp), transferindo o controle do Batalhão de Operações Psicológicas, unidade onde atuam os militares golpistas conhecidos como “kids pretos”, para o Comando Militar do Planalto. A medida, assinada pelo comandante do Exército, general Tomás Paiva, implica na mudança física da unidade de Goiânia para Brasília.

Fontes militares ouvidas pelo Uol afirmam que a reestruturação tem como objetivo fazer com que o Batalhão de Operações Psicológicas passe a ser utilizado de forma mais ampla pela Força, deixando de ficar restrito ao COpEsp.

Os “kids pretos”, conhecidos por seu treinamento em ações de sabotagem e insurgência popular (as chamadas “operações de guerra irregular”), ficaram conhecidos nacionalmente durante as investigações sobre a tentativa de golpe de Estado liderada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

O grupo, que tem como lema “qualquer missão, em qualquer lugar, a qualquer hora e de qualquer maneira”, contou com pelo menos 26 integrantes atuando no governo Bolsonaro, incluindo os ex-ministros Luiz Eduardo Ramos (Casa Civil) e Eduardo Pazuello (Saúde), além do ex-ajudante de ordens do ex-presidente, o tenente-coronel Mauro Cid. O próprio Bolsonaro nutria admiração pela unidade desde seus tempos como militar.

Mauro Cid, ex-ajudante de Ordens de Bolsonaro e formado como Kid Preto. Foto: reprodução
A cúpula militar mantém a estratégia de acompanhar com “calma” e “serenidade” os desdobramentos judiciais envolvendo Bolsonaro e outros militares, buscando “separar CPFs da instituição” e “virar a página” dos episódios recentes. Embora reconheçam o desgaste de imagem, oficiais do Alto Comando afirmam que pesquisas internas indicam recuperação na avaliação da instituição junto à população.

“Não vamos dar exposição e nem ouvidos a esses malucos”, declarou uma fonte de alta patente sobre parlamentares que ainda defendem discursos de intervenção militar. A orientação dentro dos quartéis é ignorar solenemente quaisquer iniciativas individuais nesse sentido.

A reestruturação do COpEsp ocorre em um momento delicado para as Forças Armadas, que buscam se distanciar da imagem de envolvimento com projetos golpistas enquanto mantêm sua tradição e capacitação operacional.

Fonte: DCM com informações do UOL

Empresário que recebeu R$ 10 bilhões no governo Bolsonaro é alvo de ação da PF

 

O empresário Luiz Otávio Fontes Junqueira, alvo de operação nesta quarta-feira. Foto: reprodução
O empresário Luiz Otávio Fontes Junqueira, presidente da LCM Construção e Comércio, tornou-se um dos principais alvos da Operação Route 156, deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta terça-feira (22) para investigar desvios em licitações do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (Dnit). Durante as buscas, foram apreendidos três carros da marca Porsche na residência do empresário em Nova Lima (MG), além de documentos na sede da empresa em Belo Horizonte.

A LCM acumula cerca de R$ 10 bilhões em contratos com o governo federal desde sua criação, incluindo R$ 418 milhões em emendas parlamentares, sendo R$ 71 milhões do chamado “orçamento secreto”, e contratos bilionários firmados durante o governo de Jair Bolsonaro (PL).

Apesar de ser alvo de operações anteriores da PF, como a Mão Dupla em 2022 (que apurava fraudes em obras de Rondônia), a empresa manteve contratos com o Dnit durante o governo Bolsonaro, incluindo dois acordos por dispensa de licitação no valor total de R$ 26,3 milhões firmados em 2020.

Em julho de 2019, a Operação Mão Dupla prendeu funcionários do Dnit e da LCM em Rondônia, onde se investigava fraude na medição de obras de pavimentação. A PF estimou que o esquema evitou o desvio de R$ 12 milhões em contratos que somavam R$ 186 milhões. Mesmo assim, a LCM continuou recebendo contratos emergenciais no Maranhão (R$ 18,6 milhões) e Espírito Santo (R$ 7,7 milhões) sem licitação.

Atualmente, a empresa mantém 85 contratos ativos com o Dnit no valor total de R$ 2,4 bilhões, sendo 21 firmados entre 2019 e 2020 (governo Bolsonaro) no valor de R$ 485 milhões. Junqueira também é sócio da Construtora Centro Minas, que tem outros seis contratos com o órgão.

Lotes e equipamentos da LCM Construção. Foto: reprodução
O advogado da LCM, Sânzio Nogueira, afirmou que todos os contratos são regulares: “A empresa sempre atuou de forma transparente e seguindo as boas práticas de integridade”. Sobre as obras em Rondônia, destacou que “o Dnit jamais chegou a realizar o pagamento” e que a empresa possuía seguro para cobrir eventuais irregularidades.

Ainda assim, a decisão judicial que autorizou a operação aponta laudos periciais que identificaram vícios em licitações, com propostas de desconto nulo ou acima do preço de referência, simulando competição.

O documento também menciona suspeitas de que Junqueira se beneficiou do direcionamento de licitações e operou esquema de lavagem de dinheiro com saques fracionados totalizando R$ 680 mil.

A operação também atingiu o superintendente afastado do Dnit no Amapá, Marcello Linhares, e o empresário Breno Chaves Pinto, 2º suplente do senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). A LCM cresceu significativamente após 2014, quando grandes empreiteiras foram atingidas pela Lava Jato, ocupando espaço em licitações federais.

Junqueira ainda responde a processo do MPF no Pará por suposto superfaturamento em hospital de Santarém, cuja sentença inicial foi favorável à defesa, mas está sob recurso no TRF-1.

Fonte: DCM