domingo, 27 de julho de 2025

VÍDEO – Eduardo diz que brasileiros têm de “agradecer a Deus” pela atenção de Trump


Eduardo Bolsonaro em vídeo defendendo Trump. Foto: reprodução

O deputado federal entreguista Eduardo Bolsonaro (PL-SP) passou mais um recibo de subserviência aos Estados Unidos neste domingo (27), ao defender as sanções comerciais impostas por Donald Trump contra o Brasil. Em publicação nas redes sociais, o parlamentar afirmou que “nós temos que entender que estamos em um momento crucial em que ‘graças a Deus’ o presidente da maior potência econômica e bélica do mundo está tendo atenção com o nosso país”.

As declarações ocorreram enquanto ele atacava também o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que se disse preocupado com os impactos econômicos das tarifas de 50% sobre produtos brasileiros anunciadas pelo governo estadunidense. Durante evento promovido pela XP Investimentos, Tarcísio alertou que as medidas podem causar queda de 0,3% a 2,7% no PIB paulista e eliminar entre 44 mil e 120 mil empregos no estado.

Em sua publicação, Eduardo Bolsonaro, que está nos Estados Unidos desde março, não citou diretamente o governador, mas fez clara referência às suas declarações: “Desconfie de quem se mostra preocupado com a Tarifa-Moraes e não fala dos presos políticos ou crise institucional, ignorando a carta do Trump que é expressa na solução do problema”.

Tarcísio havia destacado que os setores do agronegócio seriam os mais prejudicados pelas tarifas, especialmente produtores de café, suco de laranja e frutas. O governador defendeu uma postura unificada para enfrentar a crise: “Se a gente não colocar a bola no chão, agir como adultos e não resolver o problema, quem vai perder é o Brasil”.

Esta não é a primeira vez que Eduardo Bolsonaro critica o governador paulista. Em ocasiões anteriores, o deputado acusou Tarcísio de ser submisso a “elites” e de ignorar o que chama de “regime de exceção” no Brasil.

Em sua mais recente manifestação, Eduardo voltou a defender que a única solução para as tarifas seria a anistia dos acusados de articular os atos de 8 de janeiro: “Estão te enganando, jogando para a plateia e prolongando o sofrimento de quem dizem defender”.

Enquanto isso, a Polícia Federal avança nas investigações sobre Eduardo Bolsonaro. Segundo apuração do colunista Lauro Jardim, do Globo, a PF já reuniu provas suficientes para concluir o inquérito que apura crimes como coação, obstrução de investigação, tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito e atentado à soberania.

O parlamentar é considerado um dos principais articuladores das tarifas impostas pelo governo Trump, que ele justifica como pressão por anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro, incluindo seu pai, Jair Bolsonaro.

Fonte: DCM

Como rádio do interior de SP substituiu a Jovem Pan como porta-voz do bolsonarismo


O apresentador da Rádio Auriverde Alexandre Pittoli entrevista o ex-presidente Jair Bolsonaro. Foto: reprodução

Nos últimos anos, a Rádio Auriverde, de Bauru (SP), transformou-se em um dos mais influentes veículos de comunicação do bolsonarismo no país. Com programação voltada para a defesa de Jair Bolsonaro (PL) e críticas ao governo atual, a emissora abriga diariamente políticos e comentaristas alinhados à direita, como os deputados Carlos Jordy (PL-RJ) e Nikolas Ferreira (PL-MG), além de nomes que migraram da Jovem Pan, caso de Rodrigo Constantino, Alexandre Garcia e Cristina Graeml.

O momento que melhor simbolizou essa ascensão ocorreu na sexta-feira (18), durante a cobertura em tempo real da operação da Polícia Federal na casa do ex-presidente, que culminou no uso de tornozeleira entre outras medidas preventivas contra Bolsonaro.

“Fomos pegos de surpresa e iniciamos um voo sem instrumentos, o que nunca é agradável”, recorda Alexandre Pittoli, apresentador e administrador da rádio. Naquele dia, o programa News da Manhã Brasil, carro-chefe da emissora com seis horas de duração, registrou pico de 40 mil espectadores simultâneos no YouTube.

A ascensão da Auriverde como voz do bolsonarismo se deve a dois fatores principais: a migração do público da Jovem Pan após a mudança editorial desta última e a simpatia do próprio Bolsonaro pela rádio, sendo que o ex-presidente já concedeu 14 entrevistas à emissora nos últimos dois anos. O vínculo foi estabelecido por meio do senador Marcos Pontes (PL-SP), natural de Bauru.

Alexandre Pittoli e Jair Bolsonaro. Foto: reprodução
Fundada em 1956, a Auriverde teve por décadas uma programação convencional até a guinada à direita iniciada com um comentário de Pittoli sobre o indulto concedido por Bolsonaro ao ex-deputado Daniel Silveira. O episódio atraiu atenção inédita para a rádio e marcou o início de sua nova fase.

A emissora enfrenta desafios nas plataformas digitais. Pittoli relata que o YouTube aplicou “shadowbanning” (restrição não declarada) ao canal após conteúdos defendendo o voto impresso. “Como é que hoje tenho uma audiência e amanhã tenho menos audiência? Estou ciente de que construí no terreno dos outros, mas acho que a relação mais clara com as big techs facilitaria o meu trabalho como empresário”, afirma.

O comentarista Eduardo Borgo, vereador em Bauru pelo Novo, defende o posicionamento da rádio: “É tudo ao vivo, não tem pegadinha ou recorte.

A palavra é franqueada a Bolsonaro, como seria a outra autoridade. Queria entrevistar o Lula e algum ministro do Supremo. Eles teriam portas abertas”. Borgo também comentou as recentes tarifas impostas pelos EUA: “O tarifaço é um ato de soberania americana. Se essa for a medida para restabelecer a ordem democrática no Brasil, o que não podemos aceitar é nos tornarmos uma Venezuela”.

Fonte: DCM

Inflação de alimentos tem segunda queda seguida em julho, aponta IBGE

   Alimentos registram queda no ritmo de inflação no país. Foto: Divulgação

A prévia da inflação oficial, medida pelo IPCA-15 e divulgada pelo IBGE em 25 de julho, apresentou alta de 0,33% no mês, acima dos 0,26% registrados em junho. O avanço foi puxado, principalmente, pelo grupo Habitação, com destaque para a energia elétrica residencial, que subiu 3,01% e teve o maior impacto individual no índice (+0,15 ponto percentual).

Apesar da aceleração geral, o grupo Alimentação e bebidas apresentou recuo de 0,06%, marcando a segunda deflação consecutiva. Os produtos comprados para consumo em casa caíram 0,40%, com destaque para a batata-inglesa (−10,48%), cebola (−9,08%) e arroz (−2,69%). Esses itens contribuíram diretamente para aliviar o orçamento das famílias no supermercado.

Por outro lado, a alimentação fora do domicílio seguiu em alta, com aceleração de 0,55% em junho para 0,84% em julho. Os lanches subiram 1,46% e as refeições, 0,65%, refletindo a pressão nos preços do setor de serviços alimentares, especialmente em restaurantes e lanchonetes.

No acumulado de 12 meses, o IPCA-15 atingiu 5,30%, acima dos 5,27% registrados no mês anterior e ainda superior ao teto da meta de inflação estabelecida pelo Banco Central, que é de 4,5%. O cenário aponta para uma inflação persistente em serviços, enquanto parte dos alimentos continua a apresentar alívio nos preços ao consumidor.

Fonte: DCM

PGR pede manutenção da prisão de ex-assessor de Bolsonaro por tentativa de interferência em delação

Para o procurador-geral da República, Marcelo Câmara representa risco à investigação ao tentar influenciar depoimentos de Mauro Cid
     Marcelo Câmara. Foto: Reprodução

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que mantenha a prisão preventiva do coronel Marcelo Câmara, ex-assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro. A solicitação foi feita em resposta a um recurso da defesa de Câmara que tenta reverter sua prisão, decretada no mês passado. As informações são da CNN Brasil.

Câmara está preso por suspeita de tentar interferir na delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro. A acusação surgiu a partir de uma petição enviada ao STF por seu próprio advogado, Eduardo Kuntz, na qual relatou ter mantido conversas com um perfil de Instagram que ele atribui a Mauro Cid. Nos diálogos, Kuntz sugere que Cid omita o nome de Câmara em seus depoimentos e até propõe trocar de advogado para contratá-lo.

"As capturas de tela anexadas por Luiz Eduardo de Almeida Santos Kuntz incluem mensagens enviadas pelo procurador ao suposto perfil de Mauro César Barbosa Cid, como: 'Poxa... pede para ele falar sobre o Câmara… vc sabe que ele não fez nada de errado' e 'Aquela história da Professora… o Câmara falou que se você disser que Professora é a Madre Tereza, ele passou a informação errada (…)'", descreveu Gonet na manifestação ao STF.

Para o procurador-geral, as mensagens indicam não só conhecimento prévio de Câmara sobre as conversas, mas também um claro intento de se beneficiar delas. “Os trechos insinuam que Marcelo Costa Câmara não apenas conhecia a conversa conduzida por seu advogado, mas dela se beneficiou ao utilizá-la como argumento defensivo”, afirmou.

Gonet sustenta que há elementos de prova suficientes para manter a prisão do coronel, uma vez que sua conduta representa ameaça à instrução criminal e ao cumprimento da lei penal. “A pretensão do agravante de adquirir dados afetos a acordo de colaboração premiada então protegidos por sigilo evidenciam o concreto risco à conveniência da instrução criminal e à aplicação da lei penal”, argumentou o chefe do Ministério Público.

A Polícia Federal instaurou inquérito para apurar os fatos. Até o momento, o advogado Eduardo Kuntz, responsável pela petição que desencadeou a nova prisão, não respondeu aos contatos da reportagem. O espaço segue aberto para sua manifestação.

Câmara já havia sido preso entre janeiro e maio do ano passado após a Polícia Federal detectar que monitorava os passos do ministro do STF Alexandre de Moraes. À época, foi solto mediante medidas cautelares. No entanto, o novo episódio, revelado pela própria defesa, levou à sua reclusão novamente por decisão do STF.

Fonte: Brasil 247 com informações da CNN Brasil

Racha na direita: Eduardo Bolsonaro critica Tarcísio e Ratinho Jr e cobra apoio a Jair Bolsonaro

Deputado reage a falas de governadores de direita sobre tarifa dos EUA
   Eduardo Bolsonaro (Foto: Lula Marques/Agência Brasil)

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) intensificou as críticas a antigos aliados políticos, ao rebater declarações dos governadores Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) e Ratinho Júnior (PSD-PR) sobre a relação comercial entre Brasil e Estados Unidos. A discussão gira em torno do chamado “tarifaço” imposto pelos EUA a produtos brasileiros, tema de um evento promovido pela XP Investimentos em São Paulo, na última sexta-feira (26). As informações são do jornal O Globo.

Durante suas participações no evento, os governadores cobraram mais empenho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para tentar reverter a sobretaxa junto ao presidente Donald Trump, que ataca a soberania brasileira. Ambos evitaram citar Jair Bolsonaro e não fizeram menção à proposta de anistia aos investigados pelos atos de 8 de janeiro. A omissão provocou forte reação de Eduardo, que vê uma tentativa de conciliação sem enfrentar o cerne da disputa política.

Em sua conta na rede X (antigo Twitter), Eduardo Bolsonaro compartilhou uma declaração de Ratinho Jr. durante o evento, na qual o governador afirma: "O ex-presidente Jair Bolsonaro não é mais importante que a relação comercial entre os EUA e o Brasil."

"Trump publicou posts, enviou cartas e fez declarações para a imprensa defendendo nominalmente o fim da perseguição a Bolsonaro e seus apoiadores. Desculpe-me governador, mas ignorar esses fatos não vai solucionar o problema, vai apenas prolongá-lo ao custo do sofrimento de vários brasileiros", escreveu o parlamentar.

Além disso, Eduardo reproduziu um post do deputado estadual Gil Diniz (PL-SP), aliado próximo, criticando falas de Tarcísio durante a mesma palestra. O governador paulista alertou para a perda de até 120 mil empregos em razão das tarifas e pediu que o assunto fosse tratado por “adultos”. A resposta de Diniz veio com ironia e alusão à crise dos presos políticos de 8 de janeiro. "Talvez um dia os 'adultos da sala' vão ter a coragem de nomear os verdadeiros culpados pelas tarifas e pela violenta eliminação dos direitos humanos em São Paulo e no Brasil."

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), também esteve presente no evento e criticou o governo Lula pela falta de diálogo com os EUA e pelo uso do discurso de soberania nacional. No entanto, por também não mencionar Bolsonaro ou a proposta de anistia, curiosamente, não foi alvo de críticas de Eduardo.

As críticas de Eduardo Bolsonaro a Tarcísio, que já foram amenizadas no passado, voltaram a escalar após o anúncio das tarifas americanas. O deputado chegou a dizer que "faltou inteligência" ao governador paulista nas tratativas com a Embaixada dos EUA. Dias depois, afirmou que haviam conversado e se entendido.

Mas o mal-estar ressurgiu na semana passada, quando Eduardo questionou a permanência do deputado estadual Guto Zacarias (União-SP), ligado ao MBL, como vice-líder do governo Tarcísio na Alesp: "Por que o Tarcísio mantém como vice-líder uma pessoa do MBL, um grupo que defende a minha prisão, a prisão de meu pai, a prisão de jornalistas exilados, gente que ficou anos sem ver os filhos, como o Allan dos Santos?”

O descontentamento de Eduardo se estendeu a outros nomes da direita. O parlamentar se opôs à comitiva de congressistas brasileiros enviada aos EUA para negociar com parlamentares americanos sobre o tarifaço. Entre os participantes estão os senadores Marcos Pontes (PL-SP) e Tereza Cristina (PP-PI), ambos ex-ministros do governo Bolsonaro.

Eduardo classificou a missão como "desrespeitosa" e "fadada ao fracasso". Após o início das reuniões nos EUA, Marcos Pontes respondeu nas redes sociais. "Estou aqui para salvaguardar o correto entendimento das pautas da direita, defender os empregos paulistas e dos demais brasileiros, além de implementar um diálogo mais próximo entre os parlamentos do Brasil e EUA que foi prejudicado pelos discursos infelizes do presidente Lula."

Tereza Cristina, por sua vez, afirmou no dia do embarque: "Mantenho minhas convicções e sempre trabalharei para negociar e reconstruir pontes, é esse o nosso dever cívico." Segundo a senadora, sua presença na missão tem foco técnico e institucional, como vice-presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado.

Fonte: Brasil 247 com informações do jornal O Globo

INSS: 1,1 milhão de aposentados serão ressarcidos até 30 de julho

Adesão ao acordo com governo pode ser feita até novembro

Prédio do INSS (Foto: José Cruz/Agência Brasil)

Agência Brasil - Balanço divulgado pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) contabiliza que, na primeira semana de ressarcimento pelos descontos indevidos feitos por entidades associativas a aposentados e pensionistas, 533 mil beneficiários já foram contemplados com o depósito em suas contas bancárias.

“E a gente já tem programado o pagamento, até dia 30 de julho, quarta-feira, de um total de 1,147 milhão de aposentados e pensionistas que foram vítimas desse golpe”, disse o presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Gilberto Waller, durante entrevista ao programa A Voz do Brasil, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

De acordo com o INSS, até o final da tarde de sexta-feira (25), foram contabilizadas 1,248 milhão de adesões, de um total de 2,295 milhões pessoas aptas a fazer o acordo proposto pelo governo federal para antecipar o reembolso.

“Nossa ideia é que esses 2,295 milhões de aposentados e pensionistas façam adesão de maneira imediata para poder receber rapidamente esse valor”, disse o presidente do instituto.

☉ Número pode subir

Este número pode subir, segundo Gilberto Waller. “Até sexta-feira, 4,8 milhões de pessoas ainda não haviam reconhecido o desconto, para dar início ao processo com 15 dias úteis previstos para a instituição [que fez a cobrança supostamente indevida] responder”, disse.

A adesão ao acordo pode ser feita até o dia 14 de novembro. Vale ressaltar que os reembolsos serão feitos na conta em que o benefício é pago, por ordem de adesão. Ou seja, quem aderir primeiro, recebe primeiro.

☉ Comunicação

“Não queremos deixar nenhuma aposentado para trás. Por isso estamos aumentando a forma de comunicação por por vários meios: pelo aplicativo do meu INSS; por avisos nas instituições financeiras. O banco já avisa no seu extrato sobre a possibilidade de você pode aderir, a esse 1,1 milhão que ainda que não aderiram”, detalhou.

Além disso, o governo federal usará também mensagens de WhatsApp. Ele, no entanto alerta que essas mensagens enviadas ao celular não terão link relativo à contestação.

“Dirá apenas que você está apto a fazer essa adesão ao acordo para receber o dinheiro de maneira rápida, integral e corrigida pelo IPCA”, explicou, alertando que se o aposentado ou pensionista receber mensagem link deve ignorá-la, pois trata-se de golpe.

“A adesão não será pelo Whatsapp. Será apenas pelo aplicativo do INSS ou em agências dos Correios”, complementou.

☉ Correios

Segundo Waller, mais de 2 milhões de pessoas já buscaram os Correios; e 1,3 milhão dos que identificaram o desconto já apresentaram a contestação, o que "representa quase 30% do nosso público total de contestações”.

Quem adere ao acordo se compromete a não entrar na Justiça para solicitar o ressarcimento.

“Caso o beneficiário já tenha uma ação ou não tenha recebido via judicial, ele ainda pode fazer a adesão ao acordo. Se ingressou com ação antes de 23 de abril, ele faz o acordo e desiste da ação. O INSS vai, inclusive, pagar 5% de honorários advocacias para o seu advogado”, acrescentou.

☉ Quem pode aderir?

Podem aderir ao acordo os aposentados e pensionistas que contestaram os descontos indevidos e não receberam resposta da entidade ou associação após 15 dias úteis.

A adesão é gratuita e, antes de assinar o acordo, os aposentados e pensionistas podem consultar o valor que têm a receber.

A adesão é feita exclusivamente pelos seguintes canais:

A central telefônica 135 está disponível para consultas e contestações, mas não realiza adesão ao acordo.

☉ Como aceitar o acordo pelo aplicativo Meu INSS?

    1. Acesse o aplicativo Meu INSS com CPF e senha;
   2. Vá até “Consultar Pedidos” e clique em “Cumprir Exigência” em cada pedido (se houver mais de um);
  3. Role a tela até o último comentário, leia com atenção e, no campo “Aceito receber”, selecione “Sim”;
   4. Clique em “Enviar” e pronto. Depois, basta aguardar o pagamento

☉ Como funciona o processo até a adesão ao acordo?

1. O beneficiário registra a contestação do desconto indevido;
2. Aguarda 15 dias úteis para que a entidade responda;
3. Se não houver resposta nesse prazo, o sistema abre a opção para adesão ao acordo de ressarcimento.

Fonte: Brasil 247 com Agência Brasil

PF já pode concluir inquérito contra Eduardo Bolsonaro, dizem investigadores


O deputado Eduardo Bolsonaro – Foto: Reprodução

A Polícia Federal (PF), segundo informações do colunista Lauro Jardim, do Globo, avalia que já há provas suficientes para concluir o inquérito que investiga Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por crimes como coação, obstrução de investigação, tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito e atentado à soberania.

A apuração, aberta em maio a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), ganhou força após as ações e declarações do deputado nos Estados Unidos, onde está desde março.

O parlamentar é visto com um dos principais articuladores do tarifaço de 50% anunciado por Donald Trump aos produtos brasileiros importados pelos EUA.

Eduardo justifica suas ações como uma tentativa de forçar a promoção de anistia aos envolvidos nos atos terroristas de 8 de Janeiro, incluindo a seu pai, Jair Bolsonaro (PL). A PGR entende que essas articulações podem configurar graves violações à legislação brasileira.

Jair Bolsonaro exibe tornozeileira colocada após determinação do STF – Foto: Reprodução

Entre os crimes listados no inquérito estão coação no curso do processo, por meio de pressões externas sobre autoridades judiciais; obstrução de investigação, ao tentar impedir o avanço das apurações sobre o 8 de Janeiro; e abolição violenta do Estado Democrático de Direito. A pena para esses crimes pode chegar a 8 anos de reclusão, além de outras sanções.

Outro ponto em análise é o possível atentado à soberania nacional. A PGR sustenta que a tentativa de submeter o funcionamento do STF ao crivo de outro país fere diretamente a autonomia do Brasil. O ministro Alexandre de Moraes afirmou que Eduardo “intensificou as condutas ilícitas” após as medidas contra seu pai, o que agrava o cenário.

Especialistas ouvidos pela imprensa avaliam que, além das implicações penais, a atuação do deputado pode justificar um pedido de cassação de mandato por violar o dever de defender os interesses do país. A conduta de Eduardo é vista como uma afronta à soberania e à independência dos Poderes, pilares do sistema democrático.

Fonte: DCM com informações do jornal O Globo

EUA: Com mulher grávida, brasileiro é preso pela imigração ao buscar filha na escola


Guilherme Cardoso com a enteada e Rachel Leidi abraçada com o brasileiro. Fotomontagem: reprodução/instagram

No dia 11 de julho, um designer brasileiro de 35 anos foi preso por agentes do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE), nas Ilhas San Juan (EUA). Guilherme Lemes Cardoso e Silva é acusado de estar com o visto vencido, apesar de já ter iniciado o processo para obter o “green card” (autorização definitiva para residir no país).

A operação aconteceu quando ele saía para buscar a filha. Segundo a esposa Rachel Leidig (36), ao menos sete viaturas sem identificação esperavam em uma estrada particular. Guilherme foi imobilizado, algemado nos pulsos e tornozelos e levado de barco até o continente.

Rachel está grávida de sete meses e relata que o casal se casou em abril, após a descoberta da gestação. O pedido do visto definitivo já havia sido protocolado por um advogado antes da prisão. Formado em direito em Goiânia, Guilherme trabalha como designer e ilustrador e vive nos EUA desde 2016.

Atualmente ele está no centro de detenção de Tacoma, em Washington. Antes de ser transferido para a unidade, ficou 38 horas em uma cela provisória em Ferndale, onde, segundo a esposa, dormiu no chão e passou mal com a comida. O consulado brasileiro acompanha apenas a integridade física do preso, sem poder intervir no processo.

Rachel afirmou que só soube da prisão horas depois, quando recebeu uma ligação do próprio marido, já detido. Ela descreve a situação como um “filme de terror” e diz que tenta conciliar a gestação com a luta para contratar advogados. “Estávamos prestes a fazer o primeiro ultrassom juntos. Agora passo os dias chorando e dormindo sozinha”, relatou.

A irmã de Guilherme, a advogada Lara Cardoso (32), contou que a família recebeu a notícia com choque. Ela diz que o brasileiro construiu uma carreira sólida como ilustrador no país e era dedicado à família. A embaixada brasileira informou que não pode interferir no caso, apenas monitorar as condições do detento.

O ICE é a agência americana responsável por fiscalizar imigrantes em situação irregular. Desde 2003, a instituição realiza prisões e deportações, sendo alvo de críticas de organizações de direitos humanos, principalmente por separar famílias e deter pessoas sem antecedentes criminais.

Familiares e amigos organizam uma campanha de arrecadação para pagar os custos com advogados e ajudar Rachel, que está sem renda fixa. A meta é arrecadar US$ 25 mil. A audiência de fiança está marcada para 29 de julho, no estado de Washington – onde Guilherme segue detido.

Veja a postagem da arrecadação:

Fonte: DCM

Como sair do zero e montar uma reserva de emergência em 3 meses

Pessoa empilhando moedas representa crescimento financeiro e construção de reserva de emergência – Foto: Reprodução

Muitos brasileiros ainda enfrentam dificuldades para guardar dinheiro, mas especialistas afirmam que é possível montar uma reserva de emergência mesmo começando do zero. O segredo está em três pilares: planejamento, corte de gastos e disciplina. A recomendação básica é guardar, no mínimo, o equivalente a três meses de despesas fixas — ou seja, o suficiente para manter o essencial em caso de imprevistos.

O primeiro passo é mapear todas as entradas e saídas de dinheiro. Em seguida, definir uma meta mensal realista para poupar. Isso pode significar trocar o delivery por marmita, cortar assinaturas pouco usadas ou renegociar dívidas. “É preciso tratar a reserva como prioridade, e não como o que sobra no fim do mês”, orienta Nath Finanças, influenciadora de educação financeira.

Para acelerar o processo, uma dica importante é buscar fontes extras de renda, como freelas ou vendas online. Em paralelo, deixar o dinheiro poupado separado da conta principal — de preferência em uma conta remunerada como o Tesouro Selic ou CDB com liquidez diária. Dessa forma, é possível montar uma reserva sólida em até três meses e garantir mais segurança financeira diante de emergências.

Fonte: DCM

Paulo Nogueira Batista: "Trump socorre Bolsonaro porque quer um Brasil vassalo"

Economista afirma que apoio de Trump a Bolsonaro visa afastar o Brasil dos BRICS e manter hegemonia do dólar

    (Foto: Brasil247 | REUTERS/Tom Brenner)

"Trump socorre Bolsonaro porque quer um Brasil vassalo", afirmou o economista Paulo Nogueira Batista Jr., em entrevista ao programa Brasil Agora, transmitido pela TV 247 no YouTube. Segundo ele, o apoio do presidente norte-americano ao ex-mandatário brasileiro está diretamente relacionado ao papel geopolítico do Brasil dentro do grupo BRICS, e ao temor dos Estados Unidos de perder o domínio financeiro global.

Durante a entrevista, Paulo Nogueira analisou a recente intensificação do confronto entre os Estados Unidos e o grupo BRICS — formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul —, especialmente após a cúpula realizada no Rio de Janeiro, no segundo mandato do presidente Lula. Para ele, a reação de Donald Trump ao grupo está diretamente ligada à ameaça que representa ao papel do dólar como moeda hegemônica mundial.

“O Trump tem sido preciso ao se opor à criação de uma nova moeda que possa ameaçar o status do dólar como moeda de reserva”, declarou o economista. Ele também destacou que o próprio Lula, ao defender uma moeda alternativa para transações internacionais, “colocou bem o problema, fez isso publicamente”.

☆ Brasil sob pressão e o retorno de Bolsonaro

Ao comentar as sanções impostas por Trump a autoridades brasileiras e ameaças relacionadas à política externa do país, Nogueira foi categórico: “A melhor maneira de solapar a participação do Brasil nos BRICS é promover a volta de Jair Bolsonaro, porque Bolsonaro disse que, caso voltasse a ser presidente, ele sairia dos BRICS”.

Ele reforçou que os Estados Unidos enxergam no atual governo brasileiro um obstáculo à submissão geopolítica. “No Lula eles não encontram vassalo, encontram alguém que tem pretensões de independência”, afirmou. Por isso, na avaliação do economista, Trump tenta favorecer Bolsonaro com vistas a realinhar o Brasil aos interesses de Washington.

☆ Críticas à grande imprensa brasileira

Nogueira também criticou o editorial recente do Estado de S. Paulo, que sugeriu que o Brasil abandonasse os BRICS. “É uma peça de vassalagem, não tem dúvida. Repete o que Bolsonaro já havia dito antes, pedindo a saída do Brasil do grupo”, disse. Para ele, há um equívoco na percepção de que os BRICS seriam dominados pela China ou alinhados a Rússia: “Os BRICS não são e nunca foram uma aliança política, um bloco. É um mecanismo de cooperação, como o G7 ou o G20”.

Ele lembrou que, no Novo Banco de Desenvolvimento, sediado em Xangai, os países fundadores — incluindo o Brasil — têm igual poder de voto, com 20% cada. “Ali é paritário. A China tem influência, claro, mas não controla o banco nem a formação política dos BRICS”, explicou.

☆ Risco de ruptura e o futuro geopolítico

Sobre a possibilidade de o Brasil deixar os BRICS em caso de novo governo de extrema direita, Nogueira alertou: “Se for o Bolsonaro, um filho dele ou a Michelle, o risco seria muito alto”. Já sobre Tarcísio de Freitas, atual governador de São Paulo e possível presidenciável, o economista considerou que “parece um pouco menos irracional”, embora também represente um risco.

Para Nogueira, abandonar os BRICS seria uma atitude “irracional”, ainda mais em um cenário internacional marcado por maior confrontação entre Estados Unidos e os países do Sul Global.

☆ Diversificação das reservas e soberania monetária

O economista também chamou atenção para a concentração das reservas cambiais brasileiras em dólares e títulos do Tesouro dos EUA. “O Brasil está excessivamente concentrado em dólares. Deveria ter comprado ouro, outros metais preciosos, armazenados aqui”, defendeu. Ele citou o caso da Venezuela, que teve reservas em ouro confiscadas em Londres, como exemplo dos riscos de depender do sistema financeiro ocidental.

Segundo ele, diversificar as reservas é uma necessidade cada vez mais urgente diante das posturas de Trump. “Não estou dizendo que é provável que os Estados Unidos façam alguma violência com os ativos brasileiros. Mas é possível. E como a mudança da composição das reservas é um processo lento, já deveria ter começado.” 

Assista:

 

Fonte: DCM

“Trump é uma vacina contra o vira-latismo brasileiro", diz Leonardo Stoppa

Em edição especial do programa Léo ao Quadrado, Leonardo Stoppa denuncia plano imperialista de Donald Trump contra o Brasil

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e autoridades em Osasco-SP - 25/07/2025 (Foto: Ricardo Stuckert/PR)

Em participação no programa Léo ao Quadrado, da TV 247, o comunicador e analista político Leonardo Stoppa fez duras críticas ao imperialismo dos Estados Unidos e ao papel da elite brasileira em meio à escalada de tensões entre Washington e Brasília.

“Estamos em guerra com os Estados Unidos, mas estamos vencendo todas as batalhas”, afirmou Stoppa, ao analisar o novo cenário geopolítico marcado pelas tarifas impostas pelo presidente norte-americano Donald Trump — em seu segundo mandato — contra produtos brasileiros. Para ele, trata-se de uma guerra comercial e diplomática disfarçada de retaliação pelo processo judicial de Jair Bolsonaro, mas que na verdade visa sabotar a economia nacional, desestabilizar o governo Lula e desarticular o BRICS.

☆ Trump e o fim do vira-latismo

Segundo Stoppa, Trump “é uma vacina contra o vira-latismo brasileiro”, pois tornou explícita a relação de dominação que os Estados Unidos sempre buscaram manter com o Brasil. Ele citou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para lembrar que parte da elite brasileira defende a dependência em relação aos EUA por interesse econômico e não por convicção ideológica. “Essa elite não tem ideologia, tem conta bancária”, disse.

Criticando os setores da sociedade que defendem subserviência a Washington, Stoppa ironizou: “O bolsonarista de classe média que defende Trump é um completo imbecil. Esse precisa ser vacinado. E Trump está aplicando essa vacina ao demonstrar, em alto e bom tom, que para ele o Brasil não é parceiro, é inimigo.”

☆ Lula adota estratégia inteligente

Stoppa elogiou a condução do presidente Lula diante do ataque comercial dos EUA. Segundo ele, o presidente brasileiro age com diplomacia e racionalidade: “Lula está deixando Trump falar sozinho. Essa é a melhor estratégia. Ele mostra que quer manter os acordos e diversifica nossas relações comerciais. Está correndo contra o tempo para ampliar as exportações para a China e incentivar o mercado interno.”

Stoppa ressaltou que o governo federal está tentando reindustrializar setores estratégicos e incentivar o consumo doméstico, como no caso do café 100% arábica, que antes era quase todo exportado e agora volta a ser valorizado no mercado nacional. “Temos que parar de exportar grão e começar a vender café torrado e moído. A indústria tem que ficar aqui”, defendeu.

☆ Riquezas visadas: terras raras, alimentos e soberania

O analista lembrou que o Brasil é alvo do imperialismo há décadas. “As Forças Armadas já identificavam, durante o regime militar, a presença de geólogos disfarçados de ONGs, enviados pelos EUA para mapear nossas riquezas minerais na Amazônia.” Segundo ele, os interesses de Trump vão muito além de Bolsonaro: incluem o controle das terras raras, da produção de alimentos e da energia.

Ele também acusou os EUA de historicamente sabotarem o desenvolvimento tecnológico e industrial do Brasil, citando a Lava Jato como uma operação articulada para desorganizar a Petrobras e facilitar a exploração estrangeira do pré-sal. “A dominação estadunidense tem como objetivo garantir conforto para os americanos e fome para os outros”, disse.

☆ Agentes infiltrados e traição interna

Stoppa alertou para a presença de agentes norte-americanos infiltrados na política brasileira. O caso mais recente seria o do senador Marcos do Val, que revelou ter entrado nos EUA com visto da categoria “S”, destinado a informantes do governo norte-americano. “Ele está confessando que trabalha para os Estados Unidos. Isso comprova a infiltração do império no Judiciário e no Congresso”, disse.

Segundo ele, há um novo plano de golpe em curso, em que os EUA apoiariam setores da oposição para derrubar o governo Lula e colocar um interventor submisso, como fizeram em outros países: “Foi assim no Iraque, na Ucrânia, na Líbia. Sempre o mesmo roteiro.”

☆ “Agora é hora de patriotismo de verdade”

Para Leonardo Stoppa, o momento exige mobilização nacional e resgate do verdadeiro patriotismo. “Temos uma oportunidade histórica de desenvolver o nacionalismo saudável, porque temos um inimigo externo claro”, afirmou. Ele elogiou a postura do presidente Lula em evento recente em Osasco, onde resgatou o símbolo da bandeira nacional: “Agora quem está segurando essa bandeira são os verdadeiros donos do Brasil: o povo brasileiro.”

Stoppa concluiu com uma mensagem de esperança: “Não estamos fadados a virar uma nova Líbia ou uma nova Síria. Temos tamanho, temos povo, temos capacidade produtiva. Se soubermos comunicar com clareza, podemos virar uma nova China.” 

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Fonte: DCM

Entenda o processo que pode tornar Nikolas Ferreira inelegível por fake news


Nikolas Ferreira e Bruno Engler . Foto: Reprodução/Instagram @brunoenglerdm

Os deputados Nikolas Ferreira e Bruno Engler, ambos do Partido Liberal (PL), viraram réus em ação no Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG). Eles são acusados de espalhar informações falsas contra o ex-prefeito de Belo Horizonte Fuad Noman, durante o segundo turno das eleições municipais de 2024. Caso sejam condenados, podem ficar inelegíveis.

A denúncia foi aceita nesta sexta-feira (25) pelo juiz Marcos Antônio da Silva, da 29ª Zona Eleitoral. Da mesma legenda partidária, respondem ao processo a deputada estadual Delegada Sheila e a ex-candidata a vice-prefeita Coronel Cláudia. O Ministério Público afirma que os quatro atuaram de forma organizada para prejudicar Fuad e favorecer a candidatura de Engler.

Segundo a Promotoria, a campanha de desinformação foi disseminada nos últimos dias do pleito em diferentes plataformas, como redes sociais, rádio, TV e internet. As postagens distorceram trechos do livro “Cobiça”, de autoria de Fuad, e associaram falsamente o ex-prefeito a crimes contra crianças. Também o acusaram de permitir acesso de menores a conteúdo sexual no Festival Internacional de Quadrinhos de Belo Horizonte.

      O já falecido ex-prefeito de Belo Horizonte Fuad Noman. Foto: Reprodução

A Justiça Eleitoral já havia considerado esse conteúdo ilegal durante a campanha. O MP sustenta que Nikolas Ferreira teve papel de destaque na divulgação das mensagens e descumpriu ordens judiciais que determinavam a retirada das publicações. Para os promotores, a intenção era clara: influenciar a escolha dos eleitores no segundo turno.

Os artigos do Código Eleitoral usados na denúncia tratam de divulgação de informações sabidamente falsas para atingir a honra de candidatos. Apesar de não existir uma lei específica para “fake news”, o tribunal considera crime eleitoral a propagação de mentiras capazes de interferir no voto.

Caso haja condenação, os réus podem perder os direitos políticos e ficar impedidos de concorrer a cargos públicos. O Ministério Público também pediu o pagamento de indenização por danos morais coletivos, com recursos destinados a instituições de caridade.

O processo ainda não tem data para julgamento. A análise caberá ao próprio TRE-MG, que deverá decidir se os acusados serão punidos com base nas provas apresentadas.

Procurados, Nikolas Ferreira e Delegada Sheila não responderam até a última atualização. Bruno Engler e Coronel Cláudia informaram que só irão se manifestar nos autos.

Fonte: DCM