domingo, 1 de março de 2026

Flopou: ato contra Lula e STF na Paulista com Flávio Bolsonaro e Nikolas não enche 3 quarteirões


     A Paulista em mais um evento bolsonarista

Neste domingo (1º), manifestantes se reuniram na Avenida Paulista, em São Paulo, para o protesto intitulado “Acorda Brasil”. A mobilização, que começou às 14h e terminou por volta das 17h, contou com a presença de lideranças políticas como o senador Flávio Bolsonaro (PL), o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, os deputados federais Nikolas Ferreira (PL) e Guilherme Derrite (Progressistas), os governadores Romeu Zema (MG) e Ronaldo Caiado (GO), além do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes.

No entanto, o evento teve pouca adesão, ocupando no máximo três quarteirões da principal avenida paulistana.

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) não participou do ato, já que viajou à Alemanha para uma agenda de palestras e visitas técnicas. Michele Bolsonaro também não esteve presente.

Ato na Paulista tenta unir direita em torno de Flávio, mas sem Michelle e Tarcísio

Manifestação convocada por Nikolas Ferreira critica Lula e STF, defende Bolsonaro e expõe disputa interna por protagonismo em 2026

   Senador Flávio Bolsonaro 15/01/2026 REUTERS/Adriano Machado (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

A manifestação realizada neste domingo (1º) na avenida Paulista, em São Paulo, transformou-se em um ato de apoio à pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. No entanto, a divisão permenece evidente com ausência do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Michelle Bolsonaro.

VÍDEO: Ali Khamenei é velado no Irã, enquanto o país entra em 40 dias de luto nacional

      Ali Khamenei é homenageado em cerimônia fúnebre no Irã. Foto: Divulgação

Autoridades iranianas realizaram neste domingo (1) o velório do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, morto no sábado (28) durante um ataque coordenado dos Estados Unidos e Israel. A confirmação da morte foi feita oficialmente pelo governo iraniano, um dia após o ataque que abalou o Oriente Médio.

O governo do Irã decretou 40 dias de luto nacional e sete dias de feriados em memória de Khamenei, que liderou o país por quase quatro décadas. Em comunicado oficial, o presidente Masoud Pezeshkian prometeu vingança contra os Estados Unidos, responsabilizando-os pela morte do líder religioso.

Irã ataca 3 petroleiros dos EUA e do Reino Unido no golfo Pérsico e amplia tensão no estreito de Ormuz

Guarda Revolucionária afirma ter atingido navios, bases americanas e causado baixas; Reino Unido diz não ter notificação formal sobre bloqueio marítimo

Irã ataca 3 petroleiros dos EUA e do Reino Unido no golfo Pérsico e amplia tensão no estreito de Ormuz (Foto: Reprodução)

A Guarda Revolucionária do Irã anunciou que realizou ataques contra três petroleiros dos Estados Unidos e do Reino Unido no Golfo Pérsico e no Estreito de Ormuz. Segundo a imprensa local citada pelo RT Brasil, os navios teriam sido atingidos por mísseis.

Em comunicado, a Guarda Revolucionário informa que "três petroleiros dos Estados Unidos e do Reino Unido foram atingidos por mísseis no Golfo Pérsico e no Estreito de Ormuz e estão em chamas".

"Esta noite, o mundo testemunhará o fim da arrogância dos sionistas”, afirma Aiatolá Alireza Arafi

Novo líder iraniano afirma que resposta à agressão será “a mais breve possível”

"Esta noite, o mundo testemunhará o fim da arrogância dos sionistas”, afirma Aiatolá Alireza Arafi (Foto: Reprodução)

O aiatolá Alireza Arafi foi anunciado como o comandante interino da política do Irã após a morte do líder supremo Ali Khamenei. Ele prometeu uma resposta imediata à agressão de Israele e Estados Unidos.

“Agora estou assumindo o comando da política do Irã”, declarou Arafi em publicação nas redes sociais. Em seguida, afirmou: “A morte de Ali Khamenei será definitivamente vingada o mais breve possível”.

O novo dirigente também elevou o tom contra Israel ao afirmar: “Esta noite, o mundo testemunhará o fim da arrogância dos sionistas”.

Lula e Padilha anunciam R$ 16,4 milhões para zona da mata de Minas após enchentes

Governo federal reforça saúde em Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa após chuvas que deixaram 72 mortos e mobilizaram força nacional do SUS

Presidente da Republica Luiz Inacio Lula da Silva durante declaração à imprensa.Prefeitura de Juiz de Fora-MG. (Foto: Ricardo Stuckert / PR)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, sobrevoaram neste sábado (28) a Zona da Mata mineira para avaliar os danos provocados pelas fortes chuvas que atingem a região desde o início da semana. Durante a agenda, o Governo Federal anunciou a liberação de R$ 16,4 milhões para reforçar a assistência à saúde em Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa.

Os recursos contemplam verbas emergenciais e a habilitação de novos serviços. Entre as medidas estão a entrega de 50 ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192), uma carreta do programa Agora Tem Especialistas e seis unidades móveis destinadas à Atenção Primária.

Em carta, Bolsonaro defende Michelle e critica as brigas entre seus aliados

 

Jair Bolsonaro (PL) com expressão de preocupação e mão no rosto, em close
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) – Reprodução
O ex-presidente Jair Bolsonaro divulgou neste domingo (01), por meio do colunista Paulo Cappelli, do Metrópoles, uma carta em defesa de Michelle Bolsonaro. No texto, ele criticou ataques dirigidos à esposa e a aliados por integrantes da própria direita.

Sem citar nomes, a manifestação ocorreu após declarações de Eduardo Bolsonaro e de Allan dos Santos. Eduardo havia afirmado que Michelle e Nikolas Ferreira não apoiariam uma eventual candidatura de Flávio Bolsonaro ao Planalto, o que gerou tensão no Partido Liberal (PL).

"Enquanto Minas está debaixo d'água, Zema e Nikolas estão sorrindo em palanque", diz Pedro Rousseff

Vereador classifica como "escárnio" a postura do governador e do parlamentar em meio à crise por conta das chuvas na Zona da Mata

"Enquanto Minas está debaixo d'água, Zema e Nikolas estão sorrindo em palanque", diz Pedro Rousseff (Foto: Câmara dos Deputados e Redes Sociais)

O vereador por Belo Horizonte Pedro Rousseff (PT) criticou a postura do governador de Minas Gerais, Romeu Zema, e do deputado Nikolas Ferreira durante a grave crise de enchentes que atinge o estado. Rousseff descreveu a situação como um "escárnio" e destacou que, enquanto milhares de mineiros sofrem com a água invadindo casas e ruas, os políticos estariam sorrindo em palanques públicos, pedindo impeachment de ministros e o fechamento do Supremo Tribunal Federal.

"Escárnio! Enquanto Minas Gerais está debaixo d'água, Romeu Zema e Nikolas estão sorrindo no palanque em BH, pedindo impeachment de Ministros e fechamento do STF! Que vergonha!", publicou Pedro Rousseff no X.

Embaixador diz que Brasil tem plano para retirar brasileiros do Irã

Embaixador André Veras Guimarães confirma que Itamaraty tem estratégia de evacuação após ataques de Estados Unidos e Israel

Uma pessoa segura uma imagem do líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, durante manifestação de iranianos em protesto contra os ataques dos EUA e de Israel, em Teerã, Irã, 28 de fevereiro de 2026 (Foto: Majid Asgaripour/WANA (West Asia News Agency) via REUTERS)

O embaixador do Brasil no Irã, André Veras Guimarães, afirmou neste sábado (28), em entrevista ao SBT News, que o Itamaraty já dispõe de um plano para retirar brasileiros do país caso haja uma escalada militar após o ataque coordenado por Estados Unidos e Israel.

Com o espaço aéreo iraniano fechado, o diplomata explicou que a embaixada acumulou experiência durante o conflito entre Israel e Irã, em junho do ano passado, quando cidadãos brasileiros foram deslocados por rotas terrestres. Segundo ele, as operações ocorreram pelas fronteiras com a Turquia e a Armênia. “Nós conhecemos bem, sabemos as rotas, e que não tem alvos que possam prejudicar o deslocamento”, declarou.

TSE aprova 7 regras para eleições de 2026 e agenda novas análises

Resoluções tratam de financiamento, cadastro eleitoral, pesquisas e acessibilidade no voto; demais normas serão votadas segunda-feira.

Plenário do TSE aprovou 7 das 14 resoluções que vão disciplinar as eleições gerais de 2026.Alejandro Zambrana/Secom/TSE

O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou na quinta-feira (26), em sessão administrativa, 7 das 14 resoluções que disciplinarão as Eleições de 2026. As normas orientam partidos, candidatos e eleitores sobre regras do pleito marcado para 4 de outubro, quando serão escolhidos presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais.

A Corte ainda realizará sessão extraordinária na próxima segunda-feira (2) para analisar as demais normas, que tratam, entre outros pontos, de propaganda, registro de candidaturas, fiscalização e ilícitos eleitorais. Pela legislação, todas as instruções devem ser publicadas até 5 de março.

Soluços: Bolsonaro é autorizado por Moraes a fazer tratamento de estímulo craniano


        O ex-presidente Jair Bolsonaro. Foto: Ton Molina/STF

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou que o ex-presidente Jair Bolsonaro passe por um tratamento de estímulo elétrico craniano (CES) para melhorar sua qualidade de sono, ansiedade, depressão e crises de soluço. A decisão, tomada em 1º de março de 2026, permite que o médico Ricardo Caiado, responsável pelo procedimento, acesse as dependências do 19º Batalhão de Polícia Militar, conhecido como “Papudinha”, em Brasília, três vezes por semana, nas segundas, quartas e sextas-feiras à noite.

O tratamento de estímulo elétrico craniano envolve a aplicação de correntes elétricas de baixa intensidade no cérebro, por meio de eletrodos colocados nos lóbulos das orelhas do paciente, enquanto ele permanece consciente e em repouso. As sessões duram entre 50 minutos e uma hora e são consideradas uma abordagem complementar, não medicamentosa, indicada para problemas como ansiedade, estresse, insônia e disfunções emocionais.

Mojtaba Khamenei: o filho do líder supremo assassinado no Irã, cotado para suceder o pai


      Mojtaba Khamenei. Foto: Reprodução

Após a morte do aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, o nome de seu filho, Mojtaba Khamenei, voltou a ser cogitado como possível sucessor. A morte de Khamenei, aos 86 anos, ocorreu em um ataque coordenado pelos Estados Unidos e Israel, e gerou especulações sobre o futuro do regime iraniano. Mojtaba, que tem 65 anos, não ocupa um cargo político de destaque, mas possui vínculos importantes nos bastidores do poder iraniano, o que o coloca como um candidato potencial para liderar o país. No entanto, sua falta de visibilidade política e apoio popular podem ser obstáculos à sua ascensão.

Mojtaba Khamenei, embora nunca tenha sido candidato a cargos públicos, sempre esteve presente no aparato de poder do país. Ele coordenava o Gabinete de seu pai e tem fortes relações com figuras poderosas dentro da Guarda Revolucionária, como Hossein Taib.

Número de mortos em escola para meninas no Irã sobe para 150 aos ataque de EUA e Israel

 

Escola alvo de ataques no Irã. Foto: ALEX MITA
O número de mortos após um ataque com míssil contra uma escola primária feminina no sul do Irã subiu para quase 150, segundo veículos estatais iranianos. De acordo com a Mizan News Agency, 148 pessoas morreram e outras 95 ficaram feridas no bombardeio ocorrido na manhã de sábado na cidade de Minab.

Presidente e jurista: as lideranças que assumem o irã temporariamente após a morte de Khamenei

 

Mulher segura um cartaz com a foto de Khamenei. Foto: Majid Asgaripour/WANA via REUTERS.
Após a morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, em ataques coordenados pelos Estados Unidos e Israel, o presidente Masoud Pezeshkian, o Chefe do Judiciário Gholamhossein Mohseni-Ejei e um jurista do Conselho dos Guardiões assumiram temporariamente a liderança do país. O anúncio foi feito pela mídia estatal iraniana no dia 1º de março de 2026. O trio exercerá funções de liderança interina até que o sucessor de Khamenei seja escolhido, o que deverá ocorrer através da Assembleia de Especialistas, conforme prevê a Constituição do Irã.

Filha, genro e neto de Khamenei são mortos em ataques ao Irã

 

Líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, assassinado neste sábado (28). Foto: Reprodução
A filha, o genro e o neto do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, foram mortos nos ataques conjuntos realizados pelos Estados Unidos e Israel, conforme informado pela agência iraniana Fars, ligada à Guarda Revolucionária Islâmica. As identidades das vítimas não foram reveladas. Ainda não houve confirmação oficial por parte do governo de Teerã.

Poucas horas antes da confirmação da morte de Khamenei, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o líder supremo do Irã estava entre as vítimas dos ataques. As autoridades iranianas inicialmente desmentiram a informação, tratando-a como parte de uma “guerra psicológica”. No entanto, por volta das 22h29 (horário de Brasília), a morte de Khamenei foi confirmada oficialmente por Teerã.

Nikolas Ferreira ataca visita de Lula a MG após ser criticado por caçar likes em tragédia


O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-SP) Foto: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) atacou a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) às áreas atingidas pelas chuvas na Zona da Mata mineira após receber críticas por gravar vídeos em locais devastados. A atitude do parlamentar foi interpretada por moradores como tentativa de ganhar visibilidade em meio à tragédia que deixou dezenas de mortos e milhares de desabrigados.

Conhecido pela atuação nas redes sociais, Nikolas questionou em seu perfil no X se Lula receberia o mesmo tratamento que ele por visitar a região. Em tom irônico, sugeriu que a imprensa e o Ministério Público Federal deveriam reagir à presença do presidente da mesma forma que reagiram à sua. “Será que esse vídeo a Globo vai rodar? As páginas de fofoca vão viralizar?”, escreveu, ignorando a diferença entre a agenda institucional de um chefe de Estado e a visita de um parlamentar sem função executiva na operação de socorro.

VÍDEO: Lula presta homenagens às vítimas das enchentes em MG e cobra ações do governo


Lula visita Ubá, cidade atingida pelas fortes chuvas na Zona da Mata mineira — Foto: Reprodução

Neste sábado (28), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prestou homenagens às vítimas das enchentes em Minas Gerais, destacando a necessidade de respostas rápidas e eficientes às tragédias causadas pelas chuvas. Durante sua visita à região afetada, Lula ressaltou que a população tem o direito de cobrar ações efetivas do governo federal para amenizar os impactos e garantir a reconstrução das áreas destruídas.

Em um pronunciamento à imprensa, o presidente afirmou que o governo federal está mobilizado para enfrentar os desafios impostos pela calamidade, mas que as autoridades locais também precisam desempenhar um papel fundamental. “A população deve cobrar ações concretas, e nós, do governo, estamos prontos para responder com urgência”, declarou Lula, mencionando os recursos destinados à recuperação das áreas atingidas.

Irã confirma morte do líder supremo Ali Khamenei em ataques dos EUA e de Israel

 

Ali Khamenei. Foto: Reprodução
Neste sábado (28), a mídia estatal iraniana confirmou a morte do aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, após os bombardeios coordenados entre os Estados Unidos e Israel. O anúncio foi feito pela agência de notícias Fars, que declarou que o líder foi “martirizado” e informou que o governo decretou 40 dias de luto nacional. Khamenei, que comandou o Irã por quase quatro décadas, foi um dos maiores responsáveis pela repressão aos opositores e pela política rígida do regime iraniano.

Globo cobra o fim do inquérito das fake news no STF

Editorial do jornal defende que investigação aberta em 2019 perdeu caráter excepcional e sustenta que Supremo deve encerrar instrumento

     Alexandre de Moraes (Foto: Rosinei Coutinho/STF)

O jornal O Globo defendeu, em editorial publicado neste domingo, o encerramento do inquérito 4.781, conhecido como “inquérito das fake news”, conduzido no âmbito do Supremo Tribunal Federal (STF). Para o periódico, embora a Corte tenha desempenhado papel decisivo na preservação da democracia brasileira em momentos de grave ameaça institucional, o instrumento criado em 2019 teria caráter excepcional e já não se justificaria quase sete anos depois.

No texto, o jornal afirma ser “incontestável o papel crucial” do STF diante de abalos e ameaças à ordem democrática e sustenta que, sem a atuação da Corte, o desfecho da tentativa de ruptura institucional poderia ter sido diferente. Ainda assim, argumenta que é “justamente para honrar essa trajetória” que o Supremo deveria pôr fim ao inquérito, descrito como um mecanismo jurídico “heterodoxo” que conferiu poderes extraordinários ao tribunal.

Brasil se solidariza com países do Golfo após ataques do Irã e pede fim das hostilidades

Em nota divulgada no sábado, Itamaraty expressa solidariedade a países do Golfo, condena ações retaliatórias e defende respeito ao Direito Internacional

Brasil se solidariza com países do Golfo após ataques do Irã e pede fim das hostilidades (Foto: Reprodução )

O governo brasileiro manifestou “profunda preocupação” com a escalada das hostilidades no Oriente Médio e declarou solidariedade aos países do Golfo atingidos por ataques retaliatórios do Irã. A posição foi divulgada em nota oficial do Ministério das Relações Exteriores na noite de sábado, horas após o Brasil já ter condenado as ofensivas realizadas em 28 de fevereiro por Estados Unidos e Israel contra alvos iranianos.

No comunicado, o Itamaraty afirmou que a deterioração do cenário representa “grave ameaça à paz e à segurança internacionais, com potenciais impactos humanitários e econômicos de amplo alcance”. O texto ressalta que a intensificação do conflito pode produzir consequências que ultrapassam as fronteiras da região.

O Brasil declarou solidariedade à Arábia Saudita, ao Bahrein, ao Catar, aos Emirados Árabes Unidos, ao Iraque, ao Kuwait e à Jordânia, apontados como alvos das ações iranianas. Ao mesmo tempo, fez “apelo à interrupção de ações militares ofensivas” e instou “todas as partes a respeitar o Direito Internacional”, condenando “quaisquer medidas que violem a soberania de terceiros Estados ou que possam ampliar o conflito, tais como ações retaliatórias e ataques contra áreas civis”.